“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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22 de nov. de 2019

HENRY SOBEL - Arte Tumular - 1468 - Beth Israel Cemetery/Woodbridge Memorial Gardens, New Jersey, USA

RABINO




Local: Beth Israel Cemetery/Woodbridge Memorial Gardens, New Jersey, USA
Fotos: Internet
Descrição tumular: Helio Rubiales

Henry Sobel
Nascimento9 de janeiro de 1944
Lisboa
Morte22 de novembro de 2019 (75 anos)
Miami
CidadaniaBrasilEstados Unidos
Ocupaçãorabino
PrêmiosOrdem do Mérito Cultural
ReligiãoJudaísmo
Causa da mortecâncer

PERSONAGEM
Henry Isaac Sobel (Lisboa, 9 de janeiro de 1944 - Miami, 22 de novembro de 2019) foi um rabino norte-americano radicado há mais de 40 anos no Brasil, onde foi presidente do Rabinato da Congregação Israelita Paulista (CIP) até outubro de 2007, quando se afastou formalmente.
Morreu aos 75 anos.




VIDA DO BRASIL
Nascido em Lisboa, ainda na primeira infância sua família estabeleceu-se em Nova Iorque, onde se formou rabino em 1970. No mesmo ano, Sobel recebe e aceita o convite para ser rabino na CIP e se radica no Brasil. Teve ao seu lado, na Congregação, os rabinos Marcelo Rittner e Yehuda Busquila. 

Sobel foi um corajoso defensor dos direitos humanos no Brasil, durante a ditadura militar. Em 1975, na fase mais repressiva do regime, Sobel recusou-se a enterrar o jornalista Wladimir Herzog na ala dos suicidas do cemitério israelita, por rejeitar a versão oficial acerca das circunstâncias da morte do jornalista. De fato, Herzog havia sido torturado até a morte no Doi-Codi, nas dependências do quartel-general do II Exército.

Enquanto liderou a Congregação Israelita Paulista, Sobel foi um notável porta-voz da comunidade judaica no Brasil e estabeleceu uma ponte entre as religiões cristãs e o judaísmo, participando de inúmeros cultos e eventos ecumênicos. Sua atuação levou-o a ser considerado uma das maiores lideranças religiosas do país.

 Apesar de ter morado no Brasil por mais mais de três décadas, Sobel preservava um característico sotaque tipicamente norte-americano, sendo, por esse motivo, objeto de paródias de humoristas.

 Em 25 de outubro de 2010, foi agraciado com a Ordem do Ipiranga, grau Grande Oficial, pelo Governo do Estado de São Paulo. Em 15 de maio de 2014, foi promovido ao grau de grã-cruz da mesma ordem.

PROJETO "BRASIL: NUNCA MAIS"
Junto ao arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, e ao pastor presbiteriano Jaime Wright, participou de maneira destacada no projeto secreto de reunir toda a documentação da ditadura militar brasileira, que resultou na publicação, em 1985, do livro "Brasil: Nunca Mais" – um marco na história dos direitos humanos no país. O livro expõe a tortura e os torturadores com base em farta documentação.

PRISÃO NOS ESTADOS UNIDOS
Sobel foi detido na cidade de Palm Beach, nos Estados Unidos, acusado de furtar gravatas de uma loja da rede Louis Vuitton. Ele foi preso em 23 de março de 2007 e, após passar uma noite sob custódia, pagou fiança de 3.680 dólares e foi liberado. De acordo com o boletim de ocorrência, Sobel foi flagrado por câmeras de segurança da loja cometendo o crime. Em seu carro, a polícia encontrou outras quatro gravatas, das marcas Louis Vuitton, Giorgio's, Gucci e Giorgio Armani. As cinco gravatas juntas tinham o valor estimado de 680 dólares.

Henry Sobel negou ter a intenção de praticar furtos, e fez um apelo para que não sejam desqualificados seus "valores morais". Ao chegar ao Brasil, ele foi internado, devido a "transtorno de humor", no Hospital Albert Einstein. Em entrevista coletiva na sala de imprensa do hospital, o rabino pediu "desculpas a todos pelo transtorno", admitiu ter cometido o delito, e revelou fazer uso de medicamentos psiquiátricos por conta própria. Ele pediu afastamento temporário da Congregação Israelita Paulista (CIP) no primeiro semestre. Em outubro, deixou definitivamente de ser presidente do Rabinato, para se tornar rabino emérito, desligando-se da maior parte de suas tarefas como rabino na Congregação Israelita Paulista.

Em março de 2008, Henry Sobel lançou uma auto-biografia com o título Um Homem, Um Rabino, onde retrata passagens de sua vida, incluindo o furto das gravatas. O livro tem prefácio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

FAMÍLIA
Henry Sobel é divorciado e tem uma filha, Alisha Sobel, com nome de casada Alisha Sobel Szuster, nascida em 1983, em São Paulo.

MORTE
O rabino faleceu após complicações decorridas de um câncer.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

27 de abr. de 2019

PADRE QUEVEDO - Arte Tumular - 1416 - Cemitério Bosque da Esperança, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil




Local: Cemitério Bosque da Esperança,  Bairro Jaqueline, Belo Horizonte, Minas Gerais
Fotos: Iternet


Óscar Quevedo, S.J.
Atividade Eclesiástica
CongregaçãoCompanhia de Jesus
DioceseArquidiocese de Belo Horizonte
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral1961
São LeopoldoRio Grande do Sul
Dados pessoais
NascimentoMadridEspanha
15 de dezembro de 1930
MorteBelo HorizonteMinas Gerais
9 de janeiro de 2019 (88 anos)
Nome nascimentoÓscar González-Quevedo Bruzón
NacionalidadeEspanhol (Nascimento)
Brasileiro (Naturalização)
ProgenitoresMãe: Ángeles Bruzón Carló
Pai: Manuel González-Quevedo Monfort
Assinatura{{{assinatura_alt}}}
Categoria:Igreja Católica
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo



PERSONAGEM
Óscar González-Quevedo Bruzón, S.J., conhecido como Padre Quevedo (Madrid, 15 de dezembro de 1930 — Belo Horizonte, 9 de janeiro de 2019), foi um padre jesuíta de origem espanhola naturalizado brasileiro desde 1960.
Morreu aos 88 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi professor universitário de Parapsicologia na UNISAL e do Centro Latino-Americano de Parapsicologia (CLAP) até o ano de 2012, quando se aposentou. No CLAP, onde era diretor, realizou estudos, difusão e pesquisa no campo da Parapsicologia e da Psicologia. É considerado um dos maiores expoentes do mundo nessa área, tendo 5 carreiras acadêmicas.

É licenciado em Humanidades Clássicas, Filosofia e Psicologia na Universidade Pontifícia de Comillas na Espanha; doutor em Teologia formado na Faculdade de Nossa Senhora de Assunção em São Paulo, além de ter pós-graduação e doutorado em Parapsicologia.

Por seus trabalhos foi distinguido com Diploma de Gratidão e Medalha de Ouro da cidade de São Paulo, outorgado pela Câmara Municipal. Bem como, recebeu Diploma de Honra do IX Congresso Internacional de Parapsicologia de Milão, além de ser distinguido especialmente com um voto expresso e unânime de agradecimento e reconhecimento pelo seu trabalho, pelos participantes no I Congresso Internacional de Psicotrônica (Parapsicologia aplicada) realizado em Praga, na República Checa.

Autor de 17 livros, muitos dos quais traduzidos para outras línguas, sendo os mais famosos: A Face Oculta da Mente, As Forças Físicas da Mente e Antes que os Demônios Voltem, seus livros já foram considerados por membros da Society for Psychical Research de Londres e a International Foundation of Parapsychology de Nova York, como a melhor coleção de obras de Parapsicologia do mundo.

Foi também membro de honra do Instituto de Investigações Parapsicológicas de Córdoba, bem como membro de honra de diversas instituições em países como EUA, Espanha, Portugal, Japão, México, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Peru, entre outros. Também deteve o título de "Master Magician", que lhe fez ser um dos pouquíssimos mestres em ilusionismo do mundo.

 Além do espanhol e português, lia e falava fluentemente latim, grego, hebraico, inglês, francês, aramaico e italiano, podendo recitar de cor, em latim, toda a Bíblia. Com um sotaque carregado e sempre polêmico, ficou famoso pelo bordão: "Isso non ecziste!", renegando posicionamentos supersticiosos de religiosos e ditos paranormais que afirmavam que podiam realizar milagres através de intervenção do além, sendo tais práticas consideradas e demonstradas ao longo do tempo pelo padre como ilusionismo, charlatanismo e curandeirismo. Para Quevedo uma intervenção supranatural do além para o aquém são raríssimas e só podem ser realizadas exclusivamente por Deus.

Suas ações de expor fenômenos muitas vezes tidos como inexplicáveis e desmascarar farsantes lhe renderam fama, a qual o levou a inúmeros programas de televisão como Fantástico, Programa do Jô, Programa do Ratinho, Agora é Tarde, Super Pop, Tribuna Independente, Sem Censura, Programa Livre, De Frente com Gabi, O Estranho Mundo de Zé do Caixão, Programa Silvia Poppovic, QG Podcast, entre diversos outros, além de programas da TV argentina, espanhola e portuguesa, para explicar cientificamente a origem de diversos fenômenos tidos como sobrenaturais. Demonstrava que na maioria dos casos, os mesmos se tratavam de truques de ilusionismo ou raramente eventos parapsicológicos que podiam ser explicados à luz da ciência.

Seu sucesso lhe garantiu uma série na Rede Globo, dentro do programa Fantástico, chamado de "O Caçador de Enigmas" que foi ao ar nos domingos entre 02 de janeiro a 05 de maio de 2000, onde desvendava truques e fenômenos paranormais, refutando o que era falso e esclarecendo o que era verdadeiro. A audiência do programa atingia picos de 42 pontos.

MORTE
Óscar González-Quevedo Bruzon, aos 88 anos, veio a falecer na madrugada do dia 9 de janeiro de 2019, em Belo Horizonte, por complicações cardíacas. Quevedo morreu na Casa Irmão Luciano Brandão, no Bairro Planalto, na capital mineira, onde são atendidos jesuítas idosos e com problemas de saúde. Ele morava no local desde 2012. O velório foi realizado no Ginásio da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia. O sepultamento deu-se no dia 10 de janeiro de 2019, às 11 horas, no Cemitério Bosque da Esperança, no Bairro Jaqueline, Norte de Belo Horizonte (MG).

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales


3 de mai. de 2018

WILLIAM BOOTH - Arte Tumular - 1373 - Abney Park Cemetery Stoke Newington, London Borough of Hackney, Greater London, England








Precedido por
Criador
General do Exército de Salvação
1878–1912
Sucedido por
Bramwell Booth




ARTE TUMULAR
Tumulo destacando a lapide em mármore escuro com o formato do brasão da instituição, com o seu nome e datas. 

BURIAL Abney Park Cemetery Stoke Newington, London Borough of Hackney, Greater London, England
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales




PERSONAGEM
William Booth (10 de abril de 1829 — 20 de agosto de 1912) foi um pregador metodista britânico, fundador do Exército de Salvação, e o primeiro general desta instituição.
Morreu aos 82 anos.

SINOPSE
Com fundamentos cristãos e uma estrutura quase militar de governo - exceto pelas armas físicas, o Exército de Salvação foi fundado em 1865 e se espalhou a partir de Londres, na Inglaterra, para várias partes do mundo e é conhecido por ser uma das maiores organizações de ajuda humanitária.



William Booth nasceu no ano de 1878, foi fundador e primeiro general do Exército de Salvação. Comprometeu-se como pastor metodista para mais tarde iniciar-se como missionário independente.

Iniciou, junto com sua esposa Catherine, um movimento missionário no East End de Londres (a zona socialmente mais deprimida da cidade) e o grande sucesso de seu movimento religioso entre os mais despossuídos empurrou suas atividades para além dos bairros pobres de Londres, até transformá-lo no mundialmente reconhecido Exército da Salvação (The Salvation Army).

MORTE
No momento de sua morte, em 20 de agosto de 1912, seu movimento se propagou com grande força, inclusive além das fronteiras do Império Britânico.

Fonte: pt.wikmipedia.org
           seuhistory.com/hoje-na-historia/morre-william-booth-fundador-do-exercito-de-salvacao
Formatação: Helio Rubiales

5 de abr. de 2018

BILLY GRAHAM - Arte Tumular - 1328 - Billy Graham Library Grounds Charlotte, Mecklenburg County, North Carolina, USA





ARTE TUMULAR
Pedra de mármore 
 irregular com o seu nome e datas gravados

Local:   Billy Graham Library Grounds Charlotte, Mecklenburg County, North Carolina, USA
             PLOT Pé da passagem da cruz no jardim de oração
             
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
William Franklin "Billy" Graham Jr (Charlotte, 7 de novembro de 1918 - Montreat, 21 de fevereiro de 2018) foi um pregador batista norte-americano. Foi conselheiro espiritual de vários presidentes dos Estados Unidos e proeminente membro da Convenção Batista do Sul. Graham pregou pessoalmente para mais pessoas do que qualquer pregador da história ao redor do mundo.
Morreu aos 99 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
De acordo com a sua equipe, a partir de 1993, mais de 2,5 milhões de pessoas tinham "Um passo à frente em suas cruzadas para aceitar Jesus Cristo como seu Salvador pessoal". A partir de 2008, a audiência de Graham's lifetime, incluindo rádio e televisão, superou 2,2 bilhões.

Faleceu em sua casa em Montreat, na Carolina do Norte, de acordo com Jeremy Blume, porta-voz da Associação Evangélica Billy Graham.

Nascido em uma fazenda leiteira em Charlotte, Carolina do Norte, Billy Graham foi levado pelos pais para a Associação de Igrejas Presbiterianas Reformadas, Frank Graham e Morrow Coffey Graham, que mudou a denominação Batista Sulista em 1934 durante um encontro presbiteriano, conduzido pelo pastor Mordecai Ham. Graham foi ordenado no ministério Batistas Sulista em 1939.

Billy Graham casou-se em 1943 com Ruth Bell que depois passou a se chamar Ruth Graham, filha de missionários presbiterianos na China, o pai dela L. Nelson Bell era cirurgião geral e destacado membro na história da antiga Presbyterian Church in the United States. Poucas pessoas tiveram mais influência em Billy Graham do que o Dr. Bell.[2] O casal tem 5 filhos, 19 netos e 28 bisnetos. Os filhos Franklin Graham e Anne Graham Lotz também são evangelistas, e atualmente controlam os negócios do pai, parcialmente aposentado devido à idade avançada, ao mal de Parkinson e a outras doenças. Em 14 de junho de 2007, faleceu a Sra. Ruth Bell Graham em Montreat, Carolina do Norte, na casa do casal Graham.

MORTE
Billy Graham morreu no dia 21 de Fevereiro de 2018 aos 99 anos. O pregador morreu durante a manhã de uma quarta-feira em sua casa. A notícia de sua morte foi dada por Jeremy Blume, porta-voz da Associação Evangelística Billy Graham. Graham, que há muito tempo sofria de câncer, pneumonia e outras doenças, morreu em sua casa em Montreat, Carolina do Norte, disse o porta-voz Mark a Associated Press DeMoss. Billy completaria 100 anos em novembro. Na ocasião de sua morte, foi anunciado que o corpo de Billy Graham seria honrado na rotunda do Capitólio dos Estados Unidos, uma deferência geralmente prestada apenas a presidentes, militares e políticos e que havia sido oferecida pela última vez em 2012, ao senador americano Daniel Inoue. A cidadãos privados, antes de Graham a homenagem havia sido prestada apenas três vezes, sendo Rosa Parks a última a recebê-la, em 2005.,
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

14 de dez. de 2016

DOM PAULO EVARISTO ARNS - Arte Tumular - 1123 - Catedral da Sé de São Paulo, Brasil







Entrada da Cripta

Parte inferior da Cripta

Altar na Cripta

ARTE TUMULAR 
No sub-solo da Catedral da Sé de São Paulo, escada e colunas de granito levam à cripta, com piso de mármore carrara , em duas cores, preto e branco. O teto possui o mesmo estilo gótico da catedral. 

LOCAL:Cripta da Catedral da Sé de São Paulo, São Paulo 
Descrição Tumular:Helio Rubiales 



PERSONAGEM
Dom Frei Paulo Evaristo Arns O.F.M. (Forquilhinha, 14 de setembro de 1921 — São Paulo, 14 de dezembro de 2016) foi um frade franciscano e cardeal brasileiro. Foi o quinto arcebispo de São Paulo, tendo sido o terceiro prelado dessa Arquidiocese a receber o título de cardeal. Era arcebispo-emérito de São Paulo e protopresbítero do Colégio Cardinalício.
Morreu aos 95 anos de idade.

ESTUDOS
Quinto de treze filhos do casal Gabriel Arns e Helena Steiner, brasileiros, descendentes de imigrantes provenientes da Alemanha (região de Rio Mosela). Realizou seus estudos fundamentais em Forquilhinha.

Depois ingressou no seminário franciscano, no Seminário Seráfico São Luís de Tolosa, em Rio Negro (Paraná). Em 1940, entrou no noviciado, em Rodeio (Santa Catarina). A Filosofia, cursou-a em Curitiba; e a Teologia, em Petrópolis. Três de suas irmãs são freiras, e um irmão faz parte da Ordem dos Frades Menores. Também é irmão de Zilda Arns, morta em um terremoto em Porto Príncipe em 2010.

PRESBITERATO
Foi ordenado presbítero no dia 30 de novembro de 1945, em Petrópolis, por Dom José Pereira Alves, arcebispo de Niterói.

ATIVIDADES ANTES DO EPISCOPADO
Por cerca de uma década exerceu seu ministério, assistindo a população desfavorecida de Petrópolis, onde também lecionou no Teologado Franciscano de Petrópolis e na Universidade Católica de Petrópolis. Depois disto, foi para a França para cursar letras na Sorbonne, onde se doutorou em 1952. Retornando ao Brasil, foi professor nas faculdades de Filosofia, Ciências e Letras de Agudos e Bauru. A seguir, retornou a Petrópolis, onde voltou a dar assistência aos desfavorecidos

EPISCOPADO
Em 2 de maio de 1966 foi eleito bispo da Sé Titular de Respecta e auxiliar de São Paulo, aos 44 anos.
Recebeu a ordenação episcopal em 3 de julho de 1966, na igreja matriz do Sagrado Coração de Jesus em Forquilhinha, sendo sagrante principal Dom Agnelo Rossi, arcebispo de São Paulo, e consagrantes Dom Anselmo Pietrulla OFM, então bispo de Tubarão, e Dom Honorato Piazera SCI, então bispo coadjutor de Lages.

No dia 22 de outubro de 1970, o Papa Paulo VI o nomeou arcebispo metropolitano de São Paulo, tendo tomado posse a 1 de novembro de 1970, exercendo o cargo até 15 de abril de 1998, quando renunciou, por limite de idade, detendo o título de Arcebispo-emérito de São Paulo.

CARDINALATO
No Consistório do dia 5 de março de 1973, convocado pelo Papa Paulo VI, na Basílica de São Pedro, Dom Paulo foi criado cardeal-presbítero do título de Santo Antônio de Pádua, na Via Tuscolana. Como cardeal eleitor, participou dos dois conclaves, de agosto e de outubro de 1978. Participou ainda, como cardeal não-votante, dos conclaves de 2005 e de 2013. Em 9 de julho de 2012 tornou-se o Protopresbítero do Colégio dos Cardeais, por ser aquele que há mais tempo foi elevado à dignidade cardinalícia entre todos os cardeais-presbíteros, sendo também o mais antigo de todos os membros do Colégio Cardinalício.

BRASÃO E LEMA
Descrição:
Escudo eclesiástico. Em campo de blau uma cruz em tau de jalde com um in-fólio aberto do mesmo, brocante sobre a cruz, e uma espada de argente, empunhada e guarnecida do primeiro metal, posta em pala, cosida sobre o livro; tendo, à dextra e à senestra, dois ramos de café "ao natural", ou seja de sinopla e frutado de goles. Em chefe, um Cálice de jalde encimado por uma Hóstia de argente. O escudo está assente em tarja branca, na qual se encaixa o pálio branco com cruzetas de sable. O conjunto pousado sobre uma cruz trevolada de duas travessas de ouro. O todo encimado pelo chapéu eclesiástico com seus cordões em cada flanco, terminados por quinze borlas cada um, tudo de vermelho. Brocante sob a ponta da cruz um listel de jalde com a legenda: EX SPE IN SPEM, em letras de blau.

Interpretação:
O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. O campo de blau (azul) representa o manto de Maria Santíssima sob cuja proteção o Cardeal pôs toda a sua vida sacerdotal, sendo que este esmalte significa: justiça, serenidade, fortaleza, boa fama e nobreza. A Cruz em Tau é própria da Ordem Franciscana, à qual pertence o cardeal e, sendo de jalde (ouro) simboliza: nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. O in-fólio com a espada representam São Paulo Apóstolo, numa referência ao padroeiro do Estado, da cidade e da Arquidiocese, sendo que o metal jalde (ouro) tem o significado acima descrito) e o metal argente (prata) da lâmina da espada simboliza: inocência, castidade, pureza e eloquência; virtudes essenciais num bispo. Os ramos de café frutados representam o estado de São Paulo, "Terra do Café", cuja capital é a sede episcopal do cardeal; sendo que as expressões "ao natural" e "de sua cor" são recursos para se colocar os ramos de café, naturalmente com a cor sinopla (verde), com frutos de goles (vermelho) sobre o campo de blau (azul), sem ferir as leis da Heráldica. Os ramos, por seu esmalte sinopla (verde) representam: esperança, liberdade, abundância, cortesia e amizade; e os frutos de café, por seu esmalte goles (vermelho) simbolizam o fogo da caridade inflamada no coração do cardeal, bem como, valor e socorro aos necessitados, e ainda o martírio de São Paulo Apóstolo. No chefe, a Hóstia de argente (prata) e o Cálice de jalde (ouro) lembram o santo sacrifício da missa, no qual o pão e o vinho são transubstanciados no Corpo e no Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, com os significados destes metais, acima descritos. O lema: "EX SPE IN SPEM" (De Esperança em Esperança), traduz a certeza do cardeal de que em Deus esperou e não será confundido, numa referência ao Livro dos Salmos (Sl. 70,1), sendo uma expressão da total e confiante adesão a Cristo e do humilde abandono do cardeal nas mãos da Divina Providência.

ATIVIDADES E CONTRIBUIÇÕES
Sua atuação pastoral foi voltada aos habitantes da periferia, aos trabalhadores, à formação de comunidades eclesiais de base nos bairros, principalmente os mais pobres, e à defesa e promoção dos direitos da pessoa humana. Ficou conhecido como o Cardeal dos Direitos Humanos, principalmente por ter sido o fundador e líder da Comissão Justiça e Paz de São Paulo, e sua atividade política era claramente vinculada à sua fé religiosa.

Enquanto bispo-auxiliar, trabalhou na Zona Norte paulistana, no bairro de Santana. Durante a ditadura militar, na década de 1970, notabilizou-se na luta pelo fim das torturas e restabelecimento da democracia no país, junto com o rabino Henry Sobel, criando uma ponte entre a comunidade judaica e a Igreja Católica em solo paulista.

Renovou o plano pastoral da Arquidiocese de São Paulo, instituindo novas regiões episcopais (divisões da Arquidiocese de São Paulo) e quarenta e três novas paróquias. Em 1972 criou a Comissão Brasileira de Justiça e Paz de São Paulo. Incentivou a Pastoral da Moradia e a Pastoral Operária.

Em 22 de maio de 1977 recebeu o título de "Doutor Honoris Causa" (juntamente com o presidente norte-americano Jimmy Carter) da Universidade de Notre Dame, Indiana, Estados Unidos. A distinção, concedida também ao Cardeal Kim da Coreia do Sul e ao Bispo Lamont da Rodésia, deveu-se ao seu empenho em prol dos direitos humanos.

Entre 1979 e 1985, coordenou com o Pastor Jaime Wright, de forma clandestina, o projeto Brasil: Nunca Mais. Este projeto tinha como objetivo evitar o possível desaparecimento de documentos durante o processo de redemocratização do país. O trabalho foi realizado em sigilo e o resultado foi a cópia de mais de um milhão de páginas de processos do Superior Tribunal Militar (STM).

Contudo, este material foi microfilmado e remetido ao exterior diante do temor de uma apreensão do material. Em ato público realizado dia 14 de junho de 2011, foi anunciada a futura repatriação, digitalização e disponibilização para todos os brasileiros deste acervo. O livro homônimo Brasil: Nunca Mais reuniu esta pesquisa sobre a tortura no Brasil no período da ditadura militar e foi publicado pela Editora Vozes.

Evaristo Arns também foi um dos organizadores do movimento Tortura Nunca Mais. Em 3 de junho de 1980 recebeu , em São Paulo o Papa João Paulo II. Em 30 de novembro de 1984 inaugurou a Biblioteca Dom José Gaspar. Em 1985, com a ajuda de sua irmã, a pediatra Zilda Arns Neumann, implantou a Pastoral da Criança. Em 1989 a Arquidiocese de São Paulo, por decisão do papa João Paulo II, teve seu território reduzido com a criação das novas dioceses: Osasco, Campo Limpo, São Miguel Paulista e Santo Amaro. Em 1992, Dom Paulo criou o Vicariato Episcopal da Comunicação, com a finalidade de fazer a Igreja estar presente em todos os meios de comunicação. Em 22 de fevereiro de 1992 inaugurou uma nova residência destinada aos padres idosos, a Casa São Paulo, ano em que também criou a Pastoral dos Portadores de HIV.

Em 1994 criou o Conselho Arquidiocesano de Leigos. Em 1996, após completar 75 anos, apresentou renúncia ao Papa João Paulo II, em função das normas eclesiásticas, renúncia esta que foi aceita. A partir de então, tornou-se arcebispo emérito de São Paulo e foi substituído por Dom Frei Cláudio Cardeal Hummes.

Recebeu o título de doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em 1998.

MORTE
Dom Evaristo Arns morreu em São Paulo aos 95 anos, no dia 14 de dezembro de 2016, em consequência de uma broncopneumonia. Quando morreu, estava internado para tratar de problemas pulmonares a cerca de quinze dias. O religioso foi internado no dia 28 de novembro para tratar de problemas pulmonares. Com o passar do dia o estado de saúde piorou, e ele teve de ir para a UTI por causa de dificuldades na função renal. Segundo o hospital, Arns morreu às 11h45 por falência múltipla dos órgãos.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio ubiales

5 de nov. de 2013

MENINA IZILDINHA - Arte Tumular - 933 - Mausoléu na cidade de Monte Alto, São Paulo, Brasil





ARTE TUMULAR
Mausoléu em granito e estatuário em bronze. Uma escadaria em semicírculos dá acesso ao mausoléu, tendo na parte superior da escadaria  uma construção central em granito que abriga a escultura em bronze da menina, num estilo clássico de uma figura feminina trajando um vestido longo e com as mãos sobre o peito. De cada lado destacam-se sobre outra construção de granito  um painel em relevo de motivos religiosos, fechando as duas parte em círculo.
Os seus restos mortais repousam num caixão de chumbo e não podem ser admirados.
Local: Mausoléu na cidade de Monte Alto, São Paulo, Brasil
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Maria Izilda de Castro Ribeiro (Póvoa de Lanhoso, 1897 — Guimarães, 1911), mais conhecida como a Menina Izildinha, o Anjo do Senhor, foi uma menina a quem se atribuíram milagres e curas, até mesmo depois de morta.
Morreu aos 13 anos de idade.
HISTÓRIA
O mito começou a consolidar-se em 1950, quando um dos irmãos de Izildinha, Constantino de Castro Ribeiro, resolveu vir para o Brasil. Na mudança, trouxe o corpo de sua irmã. A exumação produziu espanto. Conta a lenda que, quase 40 anos depois da morte, o corpo de Izildinha estava intacto, coberto de flores ainda viçosas. Ao chegar no Brasil, ele se instalou na cidade de São Paulo, onde o culto teve início. O túmulo no Cemitério São Paulo, tornou-se ponto de peregrinação e centenas de graças lhe foram atribuídas. Constantino, era o irmão da “santa”, e obteve muito lucro com a veneração. Em 1958, já se tornara um negociante, com título de comendador. A partir daí resolveu transferir Izildinha para Monte Alto. Planejava abrir nesta cidade uma indústria de alimentos. A cidade recebeu-o com entusiasmo. Com o dinheiro arrecadado no lugar, ergueu-se um mausoléu. A comunidade portuguesa da região foi além: doou a Constantino terrenos para sua indústria. O culto a Izildinha se expandiu. Na década de 60, o mito tornou-se alvo de disputa judicial. Depois de se desfazer da fábrica em Monte Alto, Constantino tentou remover a santinha da cidade. Queria trazê-la de volta para São Paulo. O impasse foi resolvido em 6 de maio de 1964, pelo Tribunal de Alçada. O corpo foi incorporado ao patrimônio de Monte Alto. Magoado, o comendador nunca mais voltou à cidade. Ele está enterrado no cemitério São Paulo, no jazigo que mandara construir especialmente para a irmã famosa. Izildinha não é reconhecida pela Igreja, nem os devotos parecem preocupados com isso. O mausoléu não atrai as multidões dos anos 60, mas ainda fica repleto em meados de junho, quando se comemora o aniversário da menina.  Mas a lenda do corpo intacto resiste. Luís Antônio Guimarães, ex-administrador do mausoléu, conta que abriu o caixão há dez anos para executar alguns reparos. “O corpo continua lá, perfeito”, garante, com olhos de assombro.
MORTE
Maria Izilda de Castro Ribeiro morreu de leucemia em 1911, com 13 anos de idade, na cidade portuguesa de Guimarães.
Fonte:
pt.wikipedia.org
http://www.minhaprece.com/menina-izildinha/histria-da-menina-izildinha/
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

MENINO ANTONINHO DA ROCHA MARMO - Arte Tumular - 931 - Cemitério mda Consolação, São Paulo, Brasil






ARTE TUMULAR
Conjunto escultórico em bronze e granito polido. Do granito negro surge uma imagem em relevo de Cristo com uma taça na mão. Logo na frente, uma escultura de Antoninho no tamanho natural, com uma Biblia na mão esquerda e com a mão direita em posição de benção. Atrás de todo o conjunto, num segundo plano eleva-se um cruz, também em granito negro.
Em todos os lugares disponíveis do túmulo há uma infinidade de placas fixadas pelos fiéis.
LOCAL: Cemitério da Consolação, São Paulo
               Quadra 80, Terreno 6
Descrição tumular: Helio Rubiales
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PERSONAGEM
Antônio da Rocha Marmo (São Paulo, 19 de outubro de 1918 - São Paulo, 21 de dezembro de 1930) foi uma criança católica paulista a quem se atribuia o dom de predizer acontecimentos futuros. Teria inclusive previsto a própria morte.
Morreu aos 12 anos de idade
BIOGRAFIA
Desde pequeno, segundo relato de seus familiares, Antoninho tinha a mania de fazer altares e simular missas, era um grande amigo da mãe e muito inteligente quanto a assuntos polêmicos. Foi considerado um santo pela população de São Paulo, por agraciar os pedidos de curas. Faleceu de tuberculose aos 12 anos. Sepultado no Cemitério da Consolação, seu túmulo, localizado na quadra 80, terreno 6 (Q.80, T.6), é constantemente visitado por devotos que lhe pedem auxílio. Antoninho,ignorado pela Igreja, tornou-se objeto de veneração a céu aberto e passou a ser conhecido como Santo Antoninho. Hoje em dia, é conhecido como o Santo do Povo.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

14 de out. de 2013

DANIEL PROFETA - Arte Tumular - 891 - Santuário em Susa, Irã







ARTE TUMULAR
O túmulo de Daniel é o lugar do enterro tradicional do profeta bíblico Daniel. Várias posições têm sido nomeado para o local, mas o túmulo em Susa, no Irão, é o mais amplamente aceito, sendo mencionada pela primeira vez por Benjamin de Tudela, que visitou a Ásia entre 1160 e 1163.
Entretanto, a versão mais aceita por parte de judeus e muçulmanos e até um certo número de cristãos, para quem o personagem é muito importante, é a de que seus restos mortais estão em Susã, no atual Irã. Há documentos persas do século 7 que atribuem à cidade o destino final do corpo de Daniel, em um santuário com teto em forma cônica, visível de qualquer ponto da urbe
Local: Santuário em Susa, Irã 
Foto:Daniel Barry Kent

PERSONAGEM
 Daniel (em hebraico: דָּנִיּאֵל) é um dos vários profetas do Antigo Testamento. A sua vida e profecias estão incluídas na Bíblia no Livro de Daniel.
Morreu aos 85 anos de idade.
SINOPSE
O significado do nome é "Aquele que é julgado por Deus" ou "Deus assim julgou", ou ainda, "Deus é meu juiz" Na narrativa, quando Daniel era um jovem, ele foi levado em cativeiro babilônico, onde foi educado no pensamento caldeu. No entanto, nunca se converteu aos costumes neo-babilônicos. Pela Sabedoria Divina de seu Deus, YHVH, ele interpretou os sonhos e visões de reis, tornando-se uma figura proeminente na corte de Babilônia. Eventualmente, ele tinha visões apocalípticas de sua autoria que foram interpretadas como as Quatro monarquias. Alguns dos contos mais famosos de Daniel são: Sadraque, Mesaque e Abednego, A escrita na parede e Daniel na cova dos leões.
MORTE
Não existem registros da data e circunstâncias de sua morte. Mas ele possívelmente morreu em Susa, com oitenta e cinco anos, onde existe uma provável tumba onde estaria seu corpo, este lugar é conhecido como 'Shush-Daniel'.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

7 de out. de 2013

ZACARIAS SACERDOTE - Arte Tumular - 875 - he tombs of Bene Hezir and Zechariah, Jerusalem, Israel




ARTE TUMULAR
O Túmulo de Zacarias é um antigo monumento de pedra junto ao Túmulo Bnei Hazir. 
DESCRIÇÃO
 O túmulo é um monólito, completamente esculpido em rocha maciça e não contém uma câmara funerária. A parte mais baixa do monumento é uma crepidoma, uma base feita em três etapas. Acima dela há uma estilóbato, sobre a qual existe uma decoração de duas colunas jônicas entre duas colunas e meia jônicas; nos cantos existem duas pilastras. Os capitéis são da ordem jônica e estão decorados com uma decoração de ovo e dardo. A parte superior do monumento possuí um estilo egípcio cornija sobre a qual se tem uma pirâmide. Curiosamente a multa de alvenaria e decoração que é visível no lado ocidental, a fachada, está no lado ocidental sozinho. Nos outros lados do túmulo do trabalho é extremamente áspero e inacabado, parece como se o trabalho foi abruptamente interrompido antes que os artistas pudessem terminar o trabalho. 
IDENTIFICAÇÃO DO TÚMULO
 De acordo com a tradição religiosa judaica, que é sugerida pela primeira vez pelos 1.215 escritos de Menahem haHebroni, este é o túmulo do sacerdote Zacarias, um número que o Livro de Crônicas alega ter sido apedrejado: "E o Espírito de Deus se apoderou de Zacarias, filho de Joiada, o sacerdote, que estava acima do povo, e disse-lhes: Assim diz Deus: Por que transgredis os mandamentos do Senhor, que vós não podeis prosperar? Porquanto abandonastes o Senhor, também ele vos abandonou. E eles conspiraram contra ele, e o apedrejaram por mandado do rei, no pátio da casa do Senhor." Não há provas documentais para validar a reivindicação tradicional, e não contém um corpo como ele é um objeto sólido esculpido na rocha .



Local: The tombs of Bene Hezir and Zechariah, Jerusalem, Israel
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Zacarias (em árabe: زكريا - Zakariya) foi, segundo a Bíblia, um sacerdote do Templo de Jerusalém, pai de João Batista e esposo de Isabel. É considerado um dos profetas no Alcorão, onde é mencionado como o protetor de Maria, mãe de Isa (como Jesus é conhecido no islamismo).
A VIDA DE ZACARIAS ANTES DE JOÃO BATISTA
 De acordo com o Evangelho de Lucas, o terceiro livro do Novo Testamento da Bíblia, Zacarias e Isabel eram pessoas consideradas justas diante de Deus, "vivendo irrepreensivelmente em todos os mandamentos e preceitos do Senhor". Porém, não tinham filhos porque Isabel era estéril.
O0 ANÚNCIO DO NASCIMENTO DE JOÃO BATISTA
Nos tempos do rei Herodes, quando o casal já se encontrava em idade avançada, o Arcanjo Gabriel apareceu a Zacarias quando este se encontrava no templo oferecendo incenso, anunciando que Isabel iria ter um filho e que se chamaria João. Tendo Zacarias duvidado da promessa por causa de sua idade avançada e de sua esposa, o anjo fez com que ficasse mudo até o nascimento da criança. Isabel então concebeu, tendo então se ocultado das vistas das pessoas pelo lapso de cinco meses.
O ENCONTRO DE ISABEL COM MARIA
 No sexto mês de gestação de Isabel, sua prima Maria também recebeu uma promessa através do anjo Gabriel e concebeu do Espírito Santo e, quando esperava Jesus em seu ventre, foi visitá-la nas montanhas de Judá. Segundo Lucas, no momento em que Maria entrou na casa de Zacarias, ao saudar sua prima, João Batista teria pulado em seu ventre e ela ficou cheia do Espírito Santo.
O NASCIMENTO DE JOÃO BATISTA
 Quando a criança nasceu e foi circuncidada ao oitavo dia, segundo a tradição judaica, as pessoas desejavam que o menino recebesse o nome do pai. Isabel responde que o nome do filho seria João. Zacarias então confirma as palavras de Isabel escrevendo o seu nome em uma tábua, conforme o anjo havia lhe determinado, e naquele mesmo instante recupera a sua fala, começando a louvar a Deus.
A VIDA DE ZACARIAS APÓS O NASCIMENTO DO FILHO
 A partir de então, a Bíblia nada mais fala a respeito da vida de Zacarias e de Isabel, tendo Lucas limitado a dizer que o João Batista crescia, e se robustecia em espírito, e esteve nos desertos até ao dia em que havia de mostrar-se a Israel. Contudo, a tradição do catolicismo diz que Zacarias e Isabel teriam acompanhado a educação do filho, fazendo da criança um nazireu, vindo a falecer em 12 d.C., quando João teria entre 18 a 19 anos de idade. No Proto-Evangelho de Tiago, Zacarias é morto logo que Cristo nasce, na passagem dos Santos Inocentes Mártires . Como o exército de Herodes também queria matar a João Batista, que estava escondido numa caverna nas montanhas com sua mãe Isabel, os soldados o interrogaram sobre o paradeiro da criança. .
NO ISLÃ
 Zakariya (em árabe: زكريا), ou Zacarias, é um dos profetas mencionados no Alcorão. Era pai de João Batista, e também é mencionado no Alcorão como o protetor de Maria, mãe de Isa.
MORTE
Ao dizer aos soldados que não sabia do paradeiro do filho, foi morto (Cap. XXIII). Acredita-se que ele foi sepultado na Grande Mesquita de Alepo, Alepo na Síria;
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales