“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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28 de mar. de 2025

GEORGE FOREMAN - Arte tumular - 1952 - (Indeterminado)

 





George Foreman
Campeão mundial dos pesos pesados
Foreman em 2016
Informações pessoais
NascimentoGeorge Edward Foreman
10 de janeiro de 1949
MarshallTexas
Morte21 de março de 2025 (76 anos)
HoustonTexas
ApelidoBig George[1]
Categoriapeso-pesado
Nacionalidadenorte-americano
Estiloortodoxo
Altura1,92 m (6 ft 3,5 in)[1]
Cartel
Lutas81
Vitórias76
Nocautes68
Derrotas5
Empates0
Medalhas
Jogos Olímpicos de Verão de 1968
OuroCidade do México 1968Peso-pesado

PERSONAGEM
George Edward Foreman (Marshall, 10 de janeiro de 1949 – Houston, 21 de março de 2025) foi um pugilista e empreendedor norte-americano, duas vezes campeão mundial de boxe na categoria peso-pesado e medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 1968.
Morreu aos 76 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Seus títulos mundiais foram em 1973 e 1994, sendo o último aos 45 anos, nocauteando o pugilista de 26 anos Michael Moorer no 10.º round e estabelecendo assim o recorde, ainda em vigor, de campeão com maior idade dentre os pesos-pesados.

De 81 lutas, venceu 76, sendo 68 por nocaute. Junto de Muhammad Ali, Joe Frazier e Mike Tyson, é considerado um dos maiores pesos-pesados de todos os tempos. 

Fez sua última luta aos 48 anos, perdendo por decisão muito controversa. Em 2007, Foreman foi nomeado o 25.º melhor lutador dos últimos 80 anos pela revista The Ring e o 20.º melhor lutador de todos os tempos pelo canal de televisão ESPN. 




Apelidado de "Big George", tornou-se um homem de negócios bem-sucedido e um ministro cristão ordenado que tem sua própria igreja. 

Foreman teve 10 filhos, e cinco deles são chamados George: George Jr., George III, George IV, George V, e George VI. Seus três filhos mais velhos são distinguidos entre si pelos apelidos "Monk", "Big Wheel" e "Little George". 

Após encerrar sua carreira esportiva, tornou-se um rosto popular para o público das novas gerações, quando passou a dedicar-se à promoção de grelhas com seu nome na televisão.

MORTE
Em 21 de março de 2025 George Foreman morreu de forma pacífica em sua casa, aos 76 anos.

Fonte: Wikipédia
Formatação: hrubiales

23 de fev. de 2025

DIDI (Valdir Pereira) - Arte Tumular -1907 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

  






ARTE TUMULAR 
Túmulo em formato  retangular,  em granito polido, tendo na cabeceira tumular uma lápide também em granito, com o seu nome e datas em letras de bronze. Sobre a base tumular há uma folha em bronze, representando a sua técnica "Folha seca"
 Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro
             Aléa 8 - Nº 549
Foto: Emanuel Messias
Descrição tumular: HRubiales





Didi
Informações pessoais
Nome completoWaldir Pereira
Data de nasc.8 de outubro de 1928
Local de nasc.Campos dos GoytacazesRio de JaneiroBrasil
Nacionalidadebrasileiro
Morto em12 de maio de 2001 (72 anos)
Local da morteRio de JaneiroRio de JaneiroBrasil
Altura1,74 m
destro
ApelidoDidi
Príncipe Etíope de Rancho
Mr. Football
Folha Seca
Informações profissionais
Posiçãotreinador
(ex-meia)
Clubes de juventude
1944
1945
1945
1945–1946
1946
São Cristóvão FC de Campos
Industrial-RJ
Rio Branco-RJ
Goytacaz
Americano
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1946
1946–1947
1947–1949
1949–1956
1956–1959
1959–1960
1960–1962
1963
1964–1965
1965–1966
1966
Americano
Lençoense
Madureira
Fluminense
Botafogo
Real Madrid
Botafogo
Sporting Cristal
Botafogo
Veracruz
São Paulo


 32 (8)
 298 (91)

 19 (6)

 60 (15)

 313 (114)
 29 (13)
 4 (0)
Seleção nacional
1950
1952–1962
Seleção Carioca (juvenil)
Brasil

 75 (21)
Times/clubes que treinou
1962–1963
1964
1965–1966
1967–1968
1969–1970
1971
1972–1975
1975
1977
1978–1981
1981
1982
1985
1986
1986
1989–1990

Sporting Cristal (jogador-treinador)
Botafogo (jogador-treinador)
Veracruz (jogador-treinador)
Sporting Cristal
Peru
River Plate
Fenerbahçe
Fluminense
Cruzeiro
Al-Ahli
Botafogo
Cruzeiro
Fortaleza
São Paulo
Alianza Lima
Bangu
Atlético Mineiro
Kuwait

PERSONAGEM
Valdir Pereira, mais conhecido como Didi (Campos dos Goytacazes, 8 de outubro de 1928 — Rio de Janeiro, 12 de maio de 2001), foi um futebolista brasileiro, bicampeão mundial pela Seleção Brasileira nas Copas de 1958 e 1962, que atuava como meia.

Eleito o melhor jogador da Copa de 1958, quando a imprensa europeia o chamou de "Mr. Football" ("Senhor Futebol"), Didi foi um dos maiores e mais elegantes meio-campistas da história.

CARREIRA
 "O Príncipe Etíope de Rancho" era seu apelido, dado por Nelson Rodrigues (ilustre dramaturgo e torcedor fanático do Fluminense). Com classe e categoria, foi um dos maiores médios volantes de todos os tempos, um dos líderes do Fluminense entre o final da década de 1940 e meados da década de 1950 e também do Botafogo, após isso, além de ter criado a "folha seca".

Esta técnica consistia em bater na bola, com o lado externo do pé, de modo a fazê-la girar sobre si mesma e modificar sua trajetória. Ela tem esse nome pois esse estilo de cobrar falta que dava à bola um efeito inesperado, semelhante ao de uma folha caindo. O lance ficou famoso quando Didi marcou um gol de falta nesse estilo contra a Seleção do Peru, nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958.

Além da particularidade da folha seca, Didi também é conhecido como a primeira pessoa a chamar o jogo de jogo bonito.

No Fluminense, Didi jogou entre 1949 e 1956, clube pelo qual jogou mais tempo, e sem interrupções, tendo realizado 298 partidas e feito 91 gols, sendo um dos grandes responsáveis pela conquista do Campeonato Carioca de 1951 e da Copa Rio de 1952.

Também fez, em 16 de junho de 1950, o primeiro gol da história do Maracanã pela Seleção Carioca juvenil, defendendo o seu clube do coração, num jogo contra a Seleção Paulista. Liderou a Seleção Brasileira na conquista do Campeonato Pan-Americano de Futebol, disputado no Chile, na primeira conquista relevante da Seleção Brasileira no exterior, tendo jogado ao lado de Castilho, Waldo, Telê Santana, Orlando Pingo de Ouro, Altair e Pinheiro, entre outros.

 Foi campeão mundial, já atuando pelo Botafogo, clube pelo qual também acabou se apaixonando. ]No alvinegro, era o maestro de um grande elenco. Jogou ao lado de Garrincha, Nílton Santos, Zagallo, Quarentinha, Gérson, Manga e Amarildo. O Botafogo foi o clube pelo qual Didi mais disputou partidas: fez 313 jogos e marcando 114 gols. Foi campeão carioca pelo clube em 1957, 1961 e 1962 e também venceu o Torneio Rio-São Paulo de 1962, mesmo ano em que venceu o Pentagonal do México e, no ano de 1963, o Torneio de Paris.

Chegou a jogar no famoso time do Real Madrid, ao lado do craque argentino Alfredo Di Stéfano e do húngaro Ferenc Puskás, mas teria sofrido um boicote na equipe, segundo se comenta, que teria partido de Di Stéfano.

Em 1964 foi transferido ao São Paulo, porém a equipe paulista não tinha grandes jogadores e estava empenhada em terminar a construção do seu principal patrimônio, o Estádio do Morumbi. Sendo assim, Didi começou a pensar na aposentadoria.

Na Copa do Mundo de 1970 seria o técnico da Seleção Peruana (classificando o país para a sua primeira Copa do Mundo desde a de 1930) na derrota para a Seleção Brasileira por 4 a 2. Didi também foi um dos técnicos do Fluminense, na fase que o time tricolor era conhecido como A Máquina Tricolor (1975/1976), pela qualidade excepcional de seus jogadores. No começo de 1981, Didi chegou a ser o técnico do Botafogo, mas foi substituído do cargo durante o ano.

MORTE
 Didi morreu em decorrência de complicações provocadas por câncer, no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, na Zona Norte, a centenas de metros do Maracanã. O ex-jogador foi internado em 25 de abril de 2001, com dores na barriga, sem saber que estava com câncer. Foi submetido a uma cirurgia de emergência três dias depois, devido a um quadro de obstrução intestinal, retirando parte da vesícula e do intestino. Em estágio avançado, a doença comprometia o fígado, diafragma e colo. Não se recuperou mais. Sendo sedado, só respirava com a ajuda de aparelhos. O velório ocorreu numa tarde, na sede do Botafogo, em General Severiano (Zona Sul). O enterro foi de manhã no cemitério São João Batista. A Confederação Brasileira de Futebol ficou de arcar com os custos. Embora não fosse rico, Didi levava uma vida mais confortável do que muitos ex-jogadores. Morava com a mulher, Guiomar, na Ilha do Governador (Zona Norte).
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

19 de jan. de 2025

LEO BATISTA - Arte tumular - 1878 - Indeterminado

 


Leo Batista

Leo Batista em 1961
Nome completoJoão Baptista Bellinaso Neto
Nascimento22 de julho de 1932
CordeirópolisSão Paulo, Brasil
Morte19 de janeiro de 2025 (92 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Causa da morteDesidrataçãocancro do pâncreas
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãoapresentador de TVdublador e locutor
PERSONAGEM
João Baptista Bellinaso Neto, mais conhecido como Leo Batista (Cordeirópolis, 22 de julho de 1932 – Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2025), foi um apresentador, dublador e locutor brasileiro. 
Morreu aos 92 anos.

SINOPSE 
Em 1970, ingressou na Rede Globo, onde ficou por mais de 50 anos. Com a morte de Cid Moreira, passou a ser o funcionário mais antigo da emissora até a sua morte. Comandava quadros esportivos, além de apresentar algumas edições do programa Globo Esporte. 

Leo foi um dos jornalistas que transmitiram a primeira partida oficial de Garrincha no futebol. Era torcedor do Botafogo.

BIOGRAFIA
Filho dos imigrantes italianos Antonio Bellinaso e Maria Rivaben, o pequeno João Baptista nasceu no interior de São Paulo no então distrito de Cordeiro, município de Limeira. 

O pseudônimo "Leo" veio do nome de sua irmã, Leonilda - "ela que tem horror ao nome dela, Leonilda, e que a gente só chama de Nilda. Peguei o “Leo” dela, deixei de lado o João Bellinaso Neto, e virei Leo Batista" - afirma Leo. 

Começou a trabalhar na adolescência no serviço de alto-falantes da localidade natal.[1] Em 1947, estreou ao microfone a convite de um primo, Antonio Beraldo, conhecido como Toninho, que inaugurou em Cordeirópolis um serviço de alto-falantes, algo muito comum nas cidades pequenas. O estúdio ficava numa praça perto do prédio da pensão onde o pai mantinha seu próprio negócio. Leo foi o último a fazer o teste. Leu um anúncio, apresentou uma música e, quando viu, estava transmitindo as notícias. O primo gostou e disse que seria seu o posto de locutor. Leo considerou que ele estava maluco só em cogitar apresentar essa ideia ao pai, um italiano "queixo-duro", que já estava contrariado por haver deixado a escola para ser garçom. 

A reação do pai, Antonio Francesco Belinaso, era a que se esperava. Principalmente porque naquela época radialistas, atores, músicos, eram todos malvistos em razão do senso comum de que levavam uma vida boêmia. A sociedade tinha deles o pior conceito possível. Todavia, Beraldo disse ao tio as palavras mágicas: “Seu Antônio, ele vai trabalhar, mas não é de graça. Vou dar 200 mil réis só para começar. E, se ele conseguir algum anúncio, ainda ganha uma comissão.” Sem dinheiro, o pai na hora mudou o discurso: “Ah, ele vai ganhar um dinheirinho? Aí está bem, mas tem que ser depois do horário do trabalho na pensão.” 

CARREIRA PROFISSIONAL
RÁDIO
Leo Batista em 1954 Uns seis meses depois da experiência com o primo Beraldo, Leo recebeu convite do senhor Domingos Lote Neto. Ele gostou de sua voz e insistiu em levá-lo para fazer um teste na recém-inaugurada Rádio Clube de Birigui, “a pérola do Noroeste” e assim o fez. Leo foi contratado. Lá, transmitiu partidas de futebol, a parada de 7 de Setembro e programas de auditório como o “Clube da Alegria”, em que teve o privilégio de apresentar Hebe Camargo na festa do primeiro aniversário da emissora. 

Em Piracicaba, trabalhou na Rádio Difusora. Na época, o XV de Novembro, time local, tinha subido para a primeira divisão do Paulistão e buscava um locutor esportivo. Leo passou a acompanhar e narrar os jogos do antigo campo da Rua Regente (ainda não existia o estádio Barão da Serra Negra). Depois, o Pacaembu, a Vila Belmiro... o próprio Leo revela em suas entrevistas: "Eu era atrevido. Vim até para o Rio, transmitir a Copa de 50". 

Em 1952, Leo foi para o Rio de Janeiro concorrer a uma vaga na Rádio Clube do Brasil, mas em vez disso, foi contratado pela Rádio Globo, para trabalhar como locutor e redator de notícias no programa "O Globo no Ar?", comandado por Raul Brunini.

Sua estreia como locutor esportivo aconteceu em uma partida entre São Cristóvão e Bonsucesso, no Maracanã. A partir da edição de 1950, Leo participou de todas as Copas. Ao vivo ou na retaguarda, atuou também em Olimpíadas, Jogos Pan-Americanos... "Não perdi mais nada" - afirma Leo. Ele foi um dos que transmitiram o primeiro jogo da carreira de Mané Garrincha, em 1953. Pela Rádio Globo, Leo Batista entrou para a história em 1954, sendo o primeiro radialista a noticiar o suicídio de Getúlio Vargas. 

TELEVISÃO
 Leo sempre gostou do veículo. Em 1955 trocou de emprego e se mudou para a hoje extinta TV Rio, onde comandaria por 13 anos o Telejornal Pirelli, um dos noticiários de maior sucesso na televisão. 

Chegou à Globo em 1970 e logo se destacou devido ao seu estilo descontraído. Em 1970, como freelancer, foi chamado para compor a equipe esportiva da TV Globo, que mandara seus principais nomes para o México, na cobertura da Copa do Mundo.

Logo após a Copa, o locutor teve que substituir o apresentador Cid Moreira em uma edição do Jornal Nacional. Ele respondeu bem e foi contratado em definitivo, chegando a apresentar as edições de sábado do JN.

Leo Batista era o apresentador mais antigo em atividade na Globo e foi um dos criadores, em 1978, do programa Globo Esporte. Na emissora, Leo inaugurou o Jornal Hoje, em 1971, ao lado de Luís Jatobá e Márcia Mendes, participou do Globo Rural, narrou os gols da rodada no Fantástico, e tem microfone cativo no Globo Esporte e no Esporte Espetacular. 

Nas décadas de 1980 e 1990 chegou a apresentar um bloco esportivo no Jornal Nacional, aos sábados. Seu rosto pôde ser visto nas edições de sábado do Globo Esporte e sua voz às quartas feiras, nos intervalos dos jogos brasileiros. Também narrou as aventuras dos Heróis Marvel, nos anos 80, quando a TV Globo transmitia os desenhos animados.[

APOSENTADORIA
Em entrevistas Leo sempre comenta: "se arranjarem uma metralhadora, com bala de verdade mesmo, que não falhe, para me dar uma rajada, de repente eu paro de trabalhar. Mas, se não for assim, não paro, não. Estou com 75 anos de idade, completei 60 de profissão — e não encontro nem o termo apropriado para descrever o que sinto por ela." E continua: "outro dia fiquei imaginando a hora em que eu não puder mais entrar na emissora e falar com os amigos. Evito pensar nisso. Desejo continuar fazendo o meu trabalho. A não ser que achem que fiquei velho demais, que já estou gagá. (risos) Enquanto Deus me der voz e saúde e a TV Globo quiser, eu continuo." 

VIDA PESSOAL
Foi casado com Leyla Chavantes Belinaso, que faleceu aos 84 anos em 29 de janeiro de 2022.

MORTE
Leo morreu aos 92 anos, em 19 de janeiro de 2025, após passar treze dias internado no Hospital Rio D'Or. O locutor havia sido diagnosticado com câncer de pâncreas após se queixar de dor abdominal e desidratação.

Fonte: wikipedia
Formatação:hrubiales

16 de dez. de 2024

CÉSAR MENOTTI - Arte tumular - 1856 - Desconhecido

 





César Menotti
César Menotti
Menotti em 2009
Informações pessoais
Nome completoCésar Luis Menotti
Data de nasc.5 de novembro de 1938
Local de nasc.RosárioSanta FéArgentina
Nacionalidadeargentino
Morto em5 de maio de 2024 (85 anos)
Local da morteBuenos Aires, Argentina
Altura1,93 m
ApelidoEl Flaco[1]
Informações profissionais
Posiçãomeio-campista
Funçãotreinador
Clubes de juventude
1958–1959Argentino de Marcos Juárez
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1960–1963
1964
1965–1966
1967–1968
1968
1969–1970
Rosário Central
Racing
Boca Juniors
New York Generals
Santos
Juventus-SP
86 (47)
18 (12)
18 (6)
29 (9)
(0)
(2)
Seleção nacional
1962–1963Argentina(1)
Times/clubes que treinou
1970
1971–1974
1974–1983
1978–1979
1983–1984
1986–1987
1987–1988
1989
1990–1991
1991–1992
1993–1994
1996–1997
1997
1997–1999
2002
2005
2006
2007
Newell's Old Boys
Huracán
Argentina
Argentina Sub-20
Barcelona
Boca Juniors
Atlético de Madrid
River Plate
Peñarol
México
Boca Juniors
Independiente
Sampdoria
Independiente
Rosário Central
Independiente
Puebla
Tecos
Última atualização: 1 de julho de 2015
PERSONAGEM
César Luis Menotti (Rosário, 5 de novembro de 1938 – Buenos Aires, 5 de maio de 2024) foi um treinador e futebolista argentino que atuou como meio-campista. 
Morreu aos 85 anos.

SINOPSE
Nascido em Rosário, começou jogando nas categorias de base do Rosario Central, quando teve sua primeira chance na equipe principal em 1960. Sua estreia como profissional foi no dia 3 de julho de 1960, numa vitória por 3 a 1 contra o Boca Juniors. Menotti permaneceu no clube por quatro temporadas. 

Menotti em 1963, quando jogador do Rosario Central Depois começou uma jornada por vários clubes, começando pelo Racing, onde atuou em 1964, e depois passando por Boca Juniors (1965 a 1966), pelo já extinto New York Generals, até chegar ao Brasil, onde atuou por Santos[ e Juventus-SP antes de encerrar a carreira como jogador. Menotti foi o 11.º argentino da história do Peixe.

COMO TREINADOR
Após o término de sua carreira como jogador profissional, Menotti virou treinador, iniciando sua carreira em 1970 no Newell's Old Boys, ainda como auxiliar técnico. Na temporada 1972–73, com o modesto Huracán, conseguiu seu primeiro título como treinador ao vencer o Torneio Metropolitano. Graças a essa conquista, em 1974 foi chamado pela AFA para treinar a Seleção Argentina. Foi no comando da Albiceleste que Menotti conseguiu o maior feito de sua carreira: o título da Copa do Mundo de 1978, comandando um esquadrão com nomes como Mario Kempes e Daniel Passarella. 

Em 1980 escreveu o livro "Fútbol - Juego, deporte y profesión", repetindo o que havia feito em 1978, quando lançou o livro "Cómo gané el mundial", explicando os métodos utilizados para separar os jogadores da euforia do país de receber uma Copa do Mundo em plena Ditadura Militar. Posteriormente, passou por vários clubes importante como treinador, como Barcelona, Boca Juniors, Atlético de Madrid, River Plate e Sampdoria.

MORTE
Internado desde o fim de março por conta de uma anemia, Menotti chegou a receber alta em abril, mas morreu no dia 5 de maio de 2024, aos 85 anos.
Fonte: wikipedia
Formatação: HRubiales

15 de dez. de 2024

O.J.SIMPSON -Arte tumular - 1853 - Cremado

 









O.J. Simpson

O.J. em 1990
Informações pessoais
Data de nascimento9 de julho de 1947
Local de nascimentoSão FranciscoCalifórnia
Data da morte10 de abril de 2024 (76 anos)
Local da morteLas VegasNevada
Altura: 6 ft 1 in (1,85 m)Peso: 212 lb (96 kg)
Informação da carreira
Colegial: Galileo Academy of Science and Technology
FaculdadeCCSF (1965–1966)
USC (1967–1968)
Draft da NFL1969 / Rodada: 1 / Escolha: 1
História da carreira
 Como jogador:
Pontos altos na carreira e prêmios
  • 5× selecionado para o Pro Bowl (1972–1976)
  • NFL Most Valuable Player (1973)
  • Jogador Ofensivo do Ano da NFL (1973)
  • 5× nomeado First-team All-Pro (1972–1976)
  • AFL All-Star (1969)
  • 3× UPI AFC Player of the Year (1972, 1973, 1975)
  • Aceito no Pro Football Hall of Fame em 1985
  • NFL 1970s All-Decade Team
  • NFL 75th Anniversary All-Time Team
  • NFL 100th Anniversary All-Time Team
  • Buffalo Bills Wall of Fame
  • Heisman Trophy (1968)
  • Maxwell Award (1968)
  • Walter Camp Award (1967)
Estatísticas de carreira na NFL até a temporada de 1979
Corridas    2 404
Jardas    11 236
Touchdowns    61
Estatísticas no NFL.com
Estatísticas no PFR.com
Pro Football Hall of Fame
College Football Hall of Fame
PERSONAGEM
Orenthal James "O. J." Simpson (São Francisco, 9 de julho de 1947 – Las Vegas, 10 de abril de 2024) foi um jogador de futebol americano, ator e locutor esportivo estadunidense. 
Morreu aos 76 anos.

SINOPSE
Ele jogou na National Football League (NFL) por onze temporadas, principalmente pelo Buffalo Bills, e é considerado um dos maiores running backs de todos os tempos. Uma vez uma figura popular entre o público dos Estados Unidos, o sucesso profissional de Simpson foi posteriormente obscurecido pelo seu julgamento e absolvição controversos pelos assassinatos de sua ex-mulher Nicole Brown e seu amigo Ron Goldman em 1994.

Simpson jogou futebol americano universitário pelo USC Trojans, onde ganhou o Troféu Heisman no seu último ano na faculdade e foi selecionado na primeira escolha geral pelo Bills no draft da NFL/AFL de 1969. Durante suas nove temporadas como profissional em Buffalo, Simpson recebeu cinco seleções consecutivas para o Pro Bowl e All-Pro de primeira equipe de 1972 a 1976. Ele também liderou a liga em jardas corridas quatro vezes, em touchdowns corridos duas vezes e em pontos marcados em 1975. Em 1973, ele se tornou o primeiro jogador da NFL a correr por mais de 2 000 jardas em uma temporada, o que lhe valeu o prêmio de Jogador Mais Valioso (MVP) da NFL e era o único jogador da liga a fazê-lo em uma temporada regular de quatorze jogos. Simpson detém o recorde de média de jardas por jogo em uma única temporada com 143,1. Depois de se aposentar pelo San Francisco 49ers em 1979, Simpson seguiu uma carreira de ator e locutor. Ele foi introduzido no College Football Hall of Fame em 1983 e no Pro Football Hall of Fame em 1985.]

Em junho de 1994, Simpson foi preso e acusado dos assassinatos de Brown e Goldman. Ele foi absolvido em um julgamento longo e internacionalmente divulgado, mas considerado responsável pelas mortes três anos depois em uma ação civil das famílias das vítimas. Ele pagou pouco da sentença de US$ 33,5 milhões.

Em 2007, Simpson foi preso em Las Vegas, Nevada, e acusado de roubo à mão armada e sequestro. Em 2008, ele foi condenado e sentenciado a 33 anos de prisão, com um mínimo de nove anos sem liberdade condicional. Ele cumpriu sua sentença no Centro Correcional de Lovelock perto de Lovelock, Nevada. Ele recebeu liberdade condicional em julho de 2017, foi libertado da prisão em outubro e recebeu liberação antecipada de sua liberdade condicional em dezembro de 2021 pela Divisão de Liberdade Condicional e Liberdade Condicional de Nevada.

VIDA PESSOAL
Em 24 de junho de 1967, aos 19 anos, Simpson se casou com Marguerite L. Whitley. Juntos, tiveram três filhos: Arnelle L. Simpson (nascida em 1968), Jason Lamar Simpson (nascido em 1970) e Aaren Lashone Simpson (1977–1979). Em agosto de 1979, Aaren se afogou na piscina da família. 

Simpson conheceu Nicole Brown em 1977 enquanto ela trabalhava como garçonete em uma boate em Beverly Hills chamada The Daisy. Embora ainda casado com sua primeira esposa, Simpson começou a namorar Brown. Simpson e Marguerite se divorciaram em março de 1979. 

Brown e Simpson se casaram em 2 de fevereiro de 1985, cinco anos após sua aposentadoria do futebol profissional. O casal teve dois filhos, Sydney Brooke Simpson (nascida em 1985) e Justin Ryan Simpson (nascido em 1988). O casamento durou sete anos, durante os quais Simpson se declarou sem contestar por abuso conjugal em 1989. Brown pediu o divórcio em 25 de fevereiro de 1992, citando diferenças irreconciliáveis. Em 1993, após o divórcio, Brown e Simpson tentaram uma reconciliação, mas, de acordo com Sheila Weller, "eles eram um casal dramático, conflituoso, mutuamente obcecado antes de se casarem, depois de se casarem, depois de se divorciarem em 1992, e depois de se reconciliarem".

Em 1995, após sua absolvição pelo assassinato, Simpson iniciou um relacionamento com Christie Prody, que durou 13 anos. No momento em que começaram o relacionamento, Prody tinha 19 anos e trabalhava como garçonete de coquetéis. Depois que o relacionamento terminou, Prody afirmou que frequentemente temia por sua vida durante o relacionamento.

JULGAMENTO POR ASSASSINATO
O julgamento de Simpson começou em 26 de setembro de 1994 e durou 372 dias. Foi acusado de matar a facadas sua ex-mulher, Nicole Brown, e seu amigo, Ron Goldman, em 12 de junho de 1994, entre 22 e 23 horas, em frente à casa dela. 

Nicole, ex-garçonete, passou a viver com Simpson em 1978, depois que ele se separou da primeira mulher, Marguerite. Simpson e Marguerite foram casados por 11 anos e tiveram 3 filhos (um morreu aos 2 anos). Simpson e Nicole oficializaram a união com uma grande festa, em 1985. Tiveram 2 filhos. Nesse mesmo ano, Simpson quebrou, com um bastão de beisebol, os vidros do carro de Nicole, onde ela havia se refugiado após uma discussão. O divórcio aconteceu em 1992 e havia registros policiais de 3 agressões físicas de Simpson contra Nicole. Em 1993, Simpson chegou a invadir a casa da ex-mulher, que se trancou na cozinha. 

Em 17 de Junho de 1994, ao ser acusado de duplo homicídio, Simpson desapareceu depois de deixar com amigos uma carta que anunciava seu desejo de suicídio. Foi perseguido pela polícia por 96 quilômetros, trancou-se durante horas em seu carro e em seguida se entregou. A perseguição a Simpson ganhou grande cobertura da mídia, e dividiu as atenções com os eventos desportivos que aconteciam naquele mesmo dia, como a abertura da Copa do Mundo FIFA e o quinto jogo das finais da NBA entre New York Knicks e Houston Rockets. 

O júri era formado por 9 negros, 2 brancos e 1 hispânico. Dos 12 jurados, 10 eram mulheres. O veredito "inocente" foi anunciado em 3 de outubro de 1995. 

 NOVO JULGAMENTO

Novamente, O. J. Simpson volta ao banco dos réus, para se defender de uma acusação de assalto a um hotel-cassino em Las Vegas, após 13 anos da morte de sua ex-esposa. O assalto aconteceu em 2007, e Simpson chegou a ser preso, mas foi solto ao pagar fiança de 125 mil dólares, valor esse que seria dobrado mais tarde por ordem da juíza Jackie Glass, obrigando o ex-jogador a pagar 250 mil dólares ao estado de Nevada. 

As vítimas foram 2 vendedores de artigos esportivos para colecionadores. Estavam em um quarto de um hotel-cassino, e afirmaram que foram rendidos por Simpson e alguns outros homens, todos bem armados. Simpson negou, afirmou que só fora ao quarto para recuperar alguns objetos que eram seus de direito, afirmou também que não estava armado. Do quarto, foram subtraídos 2 troféus e várias lembranças assinadas pelo ex-jogador. 

O júri encarregado do caso de Simpson o declarou culpado em 3 de outubro de 2008. A pena foi divulgada em 5 de dezembro, sendo condenado a 33 anos de prisão efetiva, com sequestro e assalto à mão armada, entre as 12 acusações de que foi considerado culpado. 

Em 20 de julho de 2017, após várias tentativas e vários julgamentos, foi permitido a Simpson sair da cadeia em condicional, a partir de 1° outubro de 2017, passados nove anos de prisão.

DOENÇA E MORTE
Em maio de 2023, Simpson relatou que havia sido diagnosticado com câncer e expressou confiança de que iria vencê-lo. Em fevereiro de 2024, foi relatado que estava em tratamento para câncer de próstata. 

O.J. Simpson morreu aos 76 anos no dia 10 de abril de 2024 em decorrência do câncer de próstata que enfrentava durante os anos anteriores.
Fonte: wikipedia
Formatação: HRubiales

27 de ago. de 2024

GIL DE FERRAN - Arte tumular - 1828 - Cremado

 






CREMAÇÃO

O seu corpo foi cremado em cerimonia reservada aos familiares

Local: Indeterminado


Gil de Ferran
Ferran no GP dos EUA em 2005
Informações pessoais
Nacionalidadebrasileiro
francês
Nascimento11 de novembro de 1967
ParisFrança
Morte29 de dezembro de 2023 (56 anos)
Opa-lockaFlóridaEUA
Registros na IndyCar Series
Temporadas1995 - 2003
EquipesJim HallWalker Racing,
Penske Racing
Corridas160
Títulos2 (2000, 2001)
Vitórias12
Pódios49
Pole positions21
Primeira corridaMiami, 1995
Primeira vitóriaLaguna Seca, 1995
Última vitóriaChevy 500 de 2003
Última corridaChevy 500 de 2003
PERSONAGEM
Gil de Ferran (Paris, 11 de novembro de 1967 - Opa-locka, 29 de dezembro de 2023) foi um piloto e dirigente esportivo brasileiro. Campeão da Fórmula 3 Inglesa, das 500 Milhas de Indianápolis e bicampeão da CART (atual IndyCar Series).
Morreu aos 56 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho do engenheiro mecânico francês Luc de Ferran, Gil nasceu na França e mudou-se para o Brasil quando tinha quatro anos de idade.

CARREIRA
Gil começou sua carreira no kart, foi para a Fórmula Ford em 1987, conquistando o título brasileiro. Em 1988, abandonou o terceiro ano do curso de engenharia, e mudou-se sozinho para a Inglaterra. Em 1991 passou a disputar a Fórmula 3, onde conquistou o título no ano seguinte, com sete vitórias.[3] Em 1993 e 1994, correu na Fórmula 3000, chegando em 1995 à CART (atual IndyCar Series). 

Gil de Ferran no Grande prêmio de Indianápolis de Fórmula 1. Após cinco anos correndo por equipes menores (Hall em 1995 e Walker Racing, de 1996 a 1999), em 2000 foi contratado pela equipe Penske, sagrando-se campeão nos dois anos que correu pela equipe na CART, em 2000 e 2001.

Em 2002, a Penske migrou para a Indy Racing League e levou Gil e Hélio Castroneves para lá. 

Em 2003 foi o vencedor das 500 Milhas de Indianápolis. No mesmo ano, ao final da temporada, anunciou sua aposentadoria da IRL.

Em 2005, tornou-se diretor esportivo da equipe British American Racing (BAR) na Fórmula 1,[6] que em 2006 foi transformada na Honda Racing F1 Team. Insatisfeito com o cargo, deixou a equipe em julho de 2007.

Em 2008, retornou às pistas como piloto e dono de equipe na American Le Mans Series, conquistando bons resultados. No ano seguinte ganhou cinco corridas, conquistando o vice-campeonato. Ao final da temporada, anunciou novamente, aos 41 anos, sua aposentadoria como piloto. 

Em 2010, o piloto fundiu sua equipe com a Luczo-Dragon Racing, criando assim a De Ferran Dragon Racing, para competir na Indy Racing League. A equipe estreou com um quarto lugar de Raphael Matos na São Paulo Indy 300. Em 2011, no entanto, a equipe anunciou que estava encerrando suas operações por falta de patrocinadores.

Em julho de 2018, Éric Boullier, o então diretor de corrida da equipe de Fórmula 1 da Mclaren pediu demissão. Com isso, Gil de Ferran assumiu o recém-criado cargo de diretor esportivo na equipe. Em agosto de 2019, de Ferran passou a cuidar do projeto da McLaren na IndyCar Series. Deixou o cargo de diretor esportivo no início de 2021. Em maio de 2023, a McLaren anunciou o retorno de Gil como seu consultor.

MORTE
Gil de Ferran faleceu no dia 29 de dezembro de 2023, aos 56 anos, vítima de uma parada cardíaca enquanto guiava um veículo no circuito de The Concours Club, em Opa-locka, na Flórida. Gil estava acompanhado do seu filho, foi levado para um hospital da região mas não resistiu.

Fonte: wikipedia
Formatação: Helio Rubiales