“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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26 de mar de 2018

JOÃO SALDANHA - Arte Tumular - 1304 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil







ARTE TUMULAR
Base tumular em granito fosco, em linhas reta, tendo no tampo, com letras de bronze, seu nome e datas. Na cabeceira tumular ergue-se uma cruz, também em granito.
Local:  Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil
Fotos: Emanuel Messias
Descrição tumular: Helio Rubiales





PERSONAGEM
João Alves Jobin Saldanha (Alegrete, 3 de julho de 1917 — Roma, 12 de julho de 1990) foi um jornalista, escritor e treinador de futebol brasileiro.
Morreu aos 73 anos de idade.

Atuou profissionalmente por poucos anos no Botafogo, mas abandonou a carreira e se graduou em jornalismo, tendo se tornado um dos mais destacados da crônica esportiva brasileira. Em sua rápida passagem como técnico de futebol, levou a seleção brasileira a classificar-se para a Copa do Mundo de 1970. Deixou o comando do time antes do início da competição, em uma história até hoje não esclarecida.

Apelidado por Nelson Rodrigues como João Sem-Medo, militou por toda sua vida adulta no Partido Comunista Brasileiro e chegou à sua cúpula.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Saldanha nasceu no Alegrete, no estado do Rio Grande do Sul, no dia 3 de julho de 1917. Logo no inicio de sua vida, sua família resolveu deixar a terra natal e, após percorrer várias cidades do interior do Paraná, decidiram se instalar em Curitiba.

O primeiro grande contato de João com o futebol aconteceu ali, pois a casa comprada por Gaspar Saldanha, seu pai, ficava a dois quarteirões do campo do Atlético Paranaense, onde sempre ia assistir aos treinos das divisões de base, permitindo a proximidade do garoto com o futebol. Além disso, a casa da família em Curitiba permitia uma integração com toda a garotada da vizinhança, que organizava times, campeonatos, jogos, enfim, tudo dentro do estilo de vida da expansão urbana e das novas modas citadinas. Ali, João completaria o primário na mesma escola de um garoto que ainda seria importantíssimo personagem na história nacional como presidente da República: Jânio Quadros. Mais tarde mudou-se para o Rio de Janeiro, onde seu pai adquiriria um cartório. Filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro com pouco tempo estabilizado no Rio e engajou-se em muitas campanhas do partido. Logo mais, se tornaria um dos mais ferrenhos opositores do Regime Militar e figura de destaque no 'Partidão'.

Jogou futebol profissionalmente por uns poucos anos no clube carioca do Botafogo. Formou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, atual UFRJ. Estudou Jornalismo e se tornou um dos mais destacados cronistas esportivos brasileiros, começando a carreira em 1960. Incentivado por amigos e por sua esposa na época, Ruth (irmã do jornalista Ruy Viotti), aceitou o convite para fazer um teste para integrar a equipe da Rádio Guanabara (atual Bandeirantes AM), montada por Édson Leite. A partir daí, acumulou passagens marcantes pelas rádios Nacional, Globo, Tupi e Jornal do Brasil, TVs Rio, Manchete e Globo (onde apresentou seus comentários esportivos no programa Dois Minutos com João Saldanha) e assinou colunas nos jornais Última Hora, O Globo, Jornal do Brasil e revista Placar. Com toda sua experiência vivida no futebol, não media palavras ao criticar jogadores, treinadores e dirigentes, conquistando fãs e desafetos.

Em 1957, o Botafogo, contratou-o como seu técnico, apesar de sua total falta de experiência. O clube ganhou o campeonato estadual daquele ano. Em 1969, ele foi convidado a se encarregar da seleção nacional. O Presidente da CBD - Confederação Brasileira de Desportos, João Havelange alegou que o contratou na esperança de que os jornalistas fizessem menos críticas à seleção nacional, tendo um deles como técnico.

Na Copa do Mundo de 1966, uma das principais críticas da imprensa era a falta de um time-base. Saldanha tentou resolver esse problema e convocou um time formado em sua maioria por jogadores do Santos e do Botafogo, os melhores times da época; e os conduziu a 100% de aproveitamento em seis jogos de qualificação (Eliminatórias). De uma frase sua, quando teria dito que convocaria somente "feras", surgiu a expressão As feras do Saldanha para designar aquela seleção. Graças ao seu trabalho, a seleção brasileira reconquistaria a autoestima e a confiança do torcedor, que tinha perdido depois da pífia campanha na Copa do Mundo de 1966.

O time de Saldanha, que deu show nas Eliminatórias contra Venezuela e Paraguai, com a dupla Tostão e Pelé, estava mesclado com jogadores do Santos, Botafogo e Cruzeiro. Foi uma grande jogada de Saldanha. Usou o entrosamento dos jogadores em seus respectivos times e atuava num 4-2-4 bem montado. O time brasileiro de Saldanha era: Felix; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel e Rildo; Piazza e Gerson; Jairzinho, Tostão, Pelé e Edu.

Apesar das vitórias, Saldanha foi publicamente criticado por Dorival Knipel, o Yustrich, treinador do clube carioca Flamengo. Saldanha respondeu ao confronto brandindo um revólver . Também havia rumores de que não entendia de preparação física, havendo alguns desentendimentos com a comissão técnica sobre a condução dos treinamentos.

Como o próprio Saldanha disse em entrevista a TV Cultura, e sabido conhecimento popular, ele teria sido retirado do comando da seleção por causa da sua negativa em selecionar jogadores que eram indicados pessoalmente pelo presidente Emílio Garrastazu Médici, durante a Ditadura Militar, em particular o atacante Dario Maravilha.[nota 1] Sua punição, agravado por ser militante do Partido Comunista Brasileiro, foi a dispensa do comando da seleção meses antes do mundial.

O último atrito foi quando o auxiliar-técnico pediu para sair da seleção, dizendo que era impossível trabalhar com Saldanha. Segundo João Havelange, então presidente da CBD, o esquema adotado por João Saldanha de dois pontas abertos (Jair e Edu) e o meio-campo desprotegido do Brasil, que adotava o esquema 4-2-4, não iria a lugar nenhum. Daí a demissão de João Saldanha e, depois de uma tentativa de se contratar Dino Sani, ele foi substituído por Mário Zagallo, ex-jogador de futebol e ganhador de duas copas: Copa do Mundo de 1958 e Copa de 1962, com seu tradicional e eficiente (na época) 4-3-3, montando a equipe com Félix; Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza e Marco Antônio (depois Everaldo); Clodoaldo, Gérson e Rivelino; Jair, Tostão e Pelé.

Saldanha retornou ao jornalismo depois desse episódio e continuou a criar algumas das mais famosas citações da história do futebol brasileiro, como: "o futebol brasileiro é uma coisa jogada com música". No final da vida, foi um dos maiores críticos da europeização do futebol brasileiro, com a adoção de esquemas mais defensivos e a perda de algumas de nossas principais características, como o jogo hábil e voltado ao ataque.

MORTE
Bastante debilitado devido ao vício tabagista, seu último trabalho jornalístico foi a cobertura da Copa do Mundo para a TV Manchete. Saldanha morreu em Roma, no dia 12 de julho de 1990.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

25 de out de 2016

CARLOS ALBERTO TORRES - Arte Tumular - 1120 - Cemitério de Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro


Local: Cemitério de Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro





PERSONAGEM
Carlos Alberto Torres (Rio de Janeiro, 17 de julho de 1944 - Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2016) foi um futebolista e treinador brasileiro, que atuava como lateral-direito. De longa carreira, foi um dos símbolos do clássico futebol brasileiro, eternizado pela conquista do tricampeonato mundial no México em 1970.
Morreu aos 72 anos de idade.

 SINOPSE BIBLIOGRÁFICA

Considerado um dos maiores jogadores da história em sua posição, ele foi o capitão da Seleção Brasileira que ganhou a Copa do Mundo FIFA de 1970, no México, ficando conhecido como o Capitão do Tri.
No que diz respeito aos clubes, Carlos Alberto jogou pelo  Fluminense, Botafogo, Flamengo, Califórnia Surf, Santos e New York Cosmos. Ele foi o companheiro de Pelé nos últimos dois clubes.



COMO JOGADOR
Carioca de Vila da Penha, Carlos Alberto foi revelado pelo Fluminense, sendo medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1963, disputados em São Paulo, e foi campeão do Campeonato Carioca de 1964.

Logo depois, se transferiria para o Santos. Quando Carlos Alberto chegou na Vila Belmiro em 1965, o Santos atravessava o seu apogeu, com conquistas como o bicampeonato da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes. Muitos cronistas dizem que foi um dos maiores laterais-direitos de todos os tempos. Tinha habilidade, respeito dos companheiros e, como uma de suas características principais, uma forte personalidade.

Pelo Santos foi pentacampeão paulista em 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973, ano em que conquistou seu último título pelo time da Vila Belmiro.

Em 1971, atuou por empréstimo com a camisa do Botafogo em 22 jogos, onde também se destacou nos 3 meses que por lá passou.

Em 1976 retornou ao Fluminense, onde fez parte do time que ficou conhecido como a Máquina Tricolor, sendo bicampeão carioca em Campeonato Carioca de Futebol de 1976, semifinalista do campeonato brasileiro de 1976, depois passando pelo Flamengo.

Carlos Alberto marcou sua história em todos os times que jogou, pois conseguiu se firmar e ganhar respeito em vários times de craques, mesmo na Seleção Brasileira tricampeã de 1970, onde era um dos líderes e o capitão da equipe.

Em março de 2004, Carlos Alberto foi nomeado por Pelé um dos 125 melhores jogadores vivos do mundo.

COMO TREINADOR
Em seu primeiro ano como treinador, já se consagrou Campeão Brasileiro pelo Flamengo.

Em 1985, foi bicampeão pernambucano pelo Clube Náutico Capibaribe.

SELEÇÃO DA AMÉRICA DO SUL DE TODOS OS TEMPOS
Foi escolhido ainda para integrar a seleção da América do Sul de todos os tempos na posição de zagueiro. A enquete foi realizada com cronistas esportivos de todo o mundo. A FIFA o considera um dos maiores laterais direitos de todos os tempos.

CARREIRA POLÍTICA
Na política, Carlos Alberto era filiado ao Partido Democrático Trabalhista. Foi vereador de 1989 a 1993, ocupando a vice-presidência e a primeira secretaria da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Em 2008 tentou uma vaga para vice-prefeito da capital fluminense, na chapa de Paulo Ramos, não se elegendo.

VIDA PESSOAL
Carlos Alberto foi casado três vezes: com Sueli, mãe dos seus filhos Andréa e Alexandre Torres, também jogador, com a atriz Terezinha Sodré e com Graça, sua ultima esposa.

Carlos Alberto Torres fez sua última aparição no Sport TV, onde era comentarista, apenas dois dias antes de sua morte, quando participou do programa Troca de Passes. Ricardo Rocha, ex-zagueiro e amigo próximo do Capitão, e o comentarista Luiz Ademar, também do Spor TV, relataram que Carlos Alberto tinha boa saúde, a despeito da idade.

MORTE
Morreu em 25 de outubro de 2016, vítima de um infarto fulminante em sua casa, no Rio de Janeiro.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales.

5 de jun de 2016

MUHAMMAD ALI - Arte Tumular - 1111 - Indeterminado













ARTE TUMULAR


Placa em mármore negro com o seu nome escrito em branco no gramado do cemitério.

Local: Cave Hill Cemetery Louisville Jefferson County Kentucky, USA
Plot: Sec. U 
GPS (lat/lon):  38.24158, -85.71756
Fotos: Eric B e Joe Carroll
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Muhammad Ali-Haj, nascido Cassius Marcellus Clay Jr. (Louisville, 17 de janeiro de 1942 — Scottsdale, 3 de junho de 2016) , foi um pugilista norte-americano, considerado um dos maiores ​​da história do esporte. Foi eleito "O Desportista do Século" pela revista americana Sports Illustrated em 1999.
Morreu aos 74 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascido no estado do Kentucky, começou vencendo os Jogos Olímpicos de 1960 . Conquistou o título de campeão dos pesos pesados ao derrotar Sonny Liston em 1964. Perdeu o título em 1967 e foi proibido de atuar por três anos e meio por ter se recusado a lutar no Vietnã. Recuperou o posto ao ser reabilitado, mas logo perdeu para Joe Frazier. Ganhou de novo o título em 1974 ao vencer George Foreman em luta realizada no Zaire (retratada no documentário "Quando éramos Reis"), perdeu-o em 1978 para Leon Spinks e em seguida retomou-o de Spinks. Retirou-se do boxe quando ainda era campeão.



Foi o único boxeador que até hoje suportou 12 assaltos com o maxilar quebrado (luta com Ken Norton, em 1973). Converteu-se ao Islamismo (mudando de nome para Muhammad Ali-Haj) e lutou contra o racismo.

Muhammad Ali pode ser considerado o primeiro esportista a aliar marketing com política. Exemplo disso foi seu desempenho antes da luta com George Foreman no Zaire. Ali utilizou todo seu conhecimento do pan-africanismo para se colocar como o lutador da África, enquanto Foreman ficou como símbolo da alienação negra americana, episódio este retratado no filme "Quando Éramos Reis", de 1974. Ali entrou para história da década de 60 quando se negou a lutar na Guerra do Vietnã. "Nenhum vietcongue me chamou de crioulo, porque eu lutaria contra ele?".




Nos últimos anos de vida Muhammad Ali teve a doença de Parkinson, diagnosticada no início da década de 1980. Em 2010, Ali foi a Israel para tratar a doença. O trabalho foi feito com células tronco adultas. Os testes até então realizados com ratos tiveram sucesso, mas sua eficácia em seres humanos ainda será testada.

Em 2001, Will Smith interpretou Muhammad Ali no filme Ali.

Por diversas vezes anunciou-se a luta entre Ali, o campeão mundial dos profissionais, contra o cubano Teófilo Stevenson, campeão mundial dos amadores e campeão olímpico, mas devido a problemas técnicos e políticos essa luta jamais ocorreu.

Em 2010, Muhammad junto com a cantora Christina Aguilera fizeram a propaganda em prol das vítimas do terremoto que destruiu o Haiti.

INFÂNCIA E CARREIRA AMADORA
Cassius Marcellus Clay, Jr., nasceu em 17 de janeiro de 1942 em Louisville, Kentucky. O mais velho de dois meninos, ele foi nomeado por seu pai, Cassius Marcellus Clay, Sr., que foi nomeado após o político abolicionista de mesmo nome. Seu pai pintava outdoors, e sua mãe, Odessa O'Grady Clay, foi uma empregada doméstica. No entanto, o Cassius Sr. era um metodista, aceitou que Odessa convertesse Cassius Jr. e seu irmão Rudolph "Rudy" Clay (depois renomeado Rahman Ali) como batistas. Ele era descendente de escravos americanos na América sulista, e é predominantemente descendente de afro-americanos, com ancestrais irlandeses e ingleses.

Clay teve seu primeiro contato com o boxe do chefe de polícia e técnico de boxe Joe E. Martin em Louisville, que o encontrou com 12 anos batendo em um ladrão que estava roubando sua bicicleta. Ele disse ao oficial que ele estava fazendo "whup" no ladrão. O oficial lhe disse para aprender boxe. Nos seus últimos quatro anos de carreira amadora Clay tinha treinado com Chuck Bodak.

Clay ganhou seis títulos Golden Gloves de Kentucky, dois títulos Golden Gloves nacionais, e o título nacional do Amateur Athletic Union, e a medalha de ouro do Meio-Pesado nas Olimpíadas de Verão de 1960 em Roma. O recorde amador de Clay foi 100 vitórias com apenas cinco derrotas.

MORTE
Morreu nos Estados Unidos, aos 74 anos, vítima de uma doença degenerativa.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

28 de mar de 2016

JOHAN CRUYFF - Arte Tumular - 1107 - Cremado

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CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado em Barcelona




PERSONAGEM
Hendrik Johannes Cruijff, mais conhecido como Johan Cruijff, ou Johan Cruyff, (Amsterdã, 25 de abril de 1947 – Barcelona, 24 de março de 2016) foi um treinador e futebolista dos Países Baixos, apontado como o melhor futebolista neerlandês de todos os tempos.
Morreu aos 68 anos de idade

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Considerado um jogador revolucionário, tático, ofensivo, coletivo, vistoso e eficiente, inspirou muitos jogadores e treinadores a partir de suas extraordinárias atuações no Ajax e, principalmente, na Seleção dos Países Baixos, durante a Copa do Mundo de 1974.

As suas atuações no mundial foram suas únicas referências para grande parte das pessoas que o conhecem; antes da cobertura ao vivo dos campeonatos estrangeiros pela TV, apenas as Copas eram vistas mundialmente de maneira especial. Cruyff encantou na Copa, mesmo com exibições consideradas abaixo das que tinha nos campeonatos europeus. Se, atualmente, há no futebol jogadores polivalentes que podem atuar sem posição fixa no campo, sem prejuízo de suas atuações individuais, muito se deve a este genial craque e não menos a seu treinador no Ajax, Barcelona e na Seleção Neerlandesa, Rinus Michels.



E ainda que transcorridos mais de quarenta anos após a Copa do Mundo de 1974, os Países Baixos, Michels e Cruijff sintetizam a última revolução tática na história do futebol e serão para sempre lembrados como sinônimos do chamado futebol total, o qual os jogadores de linha se sentiam-se à vontade ao desempenhar todas as posições.

Visto como um pensador do futebol, costumava enfatizar a rapidez de pensamento tanto quanto a rapidez do corpo: sua característica velocidade era descrita pelo próprio como uma questão de saber a hora certa de começar a correr. Cruyff foi escolhido pelo IFFHS o maior jogador europeu do século XX, e o segundo maior do mundo, atrás somente de Pelé.

 Para o colunista Maurício Barros, da ESPN Brasil, Cruyff é o maior da história do futebol na soma jogador-treinador, mesmo sem ter ganho nenhuma Copa do Mundo . Seu sobrenome é originalmente grafado, na língua neerlandesa, como "Cruijff", sendo mais popularmente escrito como "Cruyff" no exterior.

MORTE
Morreu em consequência de um câncer no pulmão.

Fonte: pt.wikipedia.org
Descrição tumular: Helio Rubiales













19 de abr de 2014

LUCIANO DO VALLE - Arte Tumular - 985 - Cemitério Parque Flamboyant. Campinas, São Paulo, Brasil






Local: Cemitério Parque Flamboyant. Campinas, São Paulo, Brasil 



PERSONAGEM
Luciano do Valle Queirós (Campinas, 4 de julho de 1947 — Uberlândia, 19 de abril de 2014) foi um locutor esportivo, apresentador de televisão e empresário brasileiro.
Morreu aos 66 anos de idade
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Luciano do Valle narrou várias Copas do Mundo e trabalhou em várias emissoras de rádio e televisão, como Rede Globo (1971-1982), Rede Record (1982-1983, 2003-2006) e Rede Bandeirantes (1983-2003, 2006-2014). Foi locutor de Fórmula 1 e transmitiu a fase áurea de Emerson Fittipaldi nessa categoria, que o transformou em um ídolo do esporte brasileiro. Depois que saiu da Rede Globo no início dos anos 80, mais precisamente após à Copa de 1982, desenvolveu paralelamente uma carreira de empresário e promotor, tendo papel fundamental no esporte brasileiro, uma vez que ele impulsionou diversas modalidades que não tinham espaço na TV aberta do país. Seu primeiro grande sucesso nessa carreira foi a promoção da Seleção Brasileira de Voleibol masculina, quando transmitiu um campeonato em São Paulo pela Rede Record. Seu trabalho tornou ídolos nacionais jogadores como Bernard, William, Montanaro e Renan, que depois ficaram conhecidos como a "Geração de Prata" do vôlei brasileiro. Logo depois, já trabalhando na Rede Bandeirantes, organizou o jogo memorável entre Brasil e União Soviética, no Maracanã, que mudou o vôlei brasileiro. Na emissora, do Valle foi responsável pela ênfase nas transmissões esportivas (seu slogan passou a ser "Canal do Esporte"), exibindo aos domingos o programa de longa duração Show do Esporte, que apresentava todo os tipos de evento esportivo, desde jogos de sinuca, boxe, automobilismo e esportes olímpicos.
Apresentou ao Brasil a Fórmula Indy e a Seleção Brasileira Masters de Futebol, que contava com seus grandes amigos Rivelino, Edu e Dario (ver Copa Pelé). Durante o verão brasileiro, transmitia várias modalidades de esportes de praia, em programas especiais de verão. Abriu espaço para Hortência e Paula do basquete feminino, transmitiu jogos de futebol feminino, alavancou a carreira do lutador de boxe Maguila e deu o início para transmissões da NBA, da Fórmula Indy e do futebol americano no Brasil.
Nos últimos anos de carreira, reduziu suas atividades empresariais, tendo continuado a narrar o Campeonato Brasileiro e provas da IRL pela Band. Apresentou o programa Apito Final, pela TV Bandeirantes, durante a Copa do Mundo de 2006, e transmitiu os jogos do Brasil na mesma copa pelo canal de televisão a cabo chamado Band Sports.
MORTE
Morreu aos 66 anos, em 19 de abril de 2014, em Uberlândia, Minas Gerais, aonde chegava para transmitir um jogo entre Atlético Mineiro x Corinthians para a Band que aconteceria no domingo (20) no Estádio Parque do Sabiá, pela 1ª rodada do Campeonato Brasileiro (Brasileirão). Teve a primeira assistência prestada por um médico que estava a bordo no voo, que acionou a ambulância e foi socorrido ainda no aeroporto do município mineiro, pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital Santa Genoveva. O médico que o atendeu no voo, Dr. Roberto, relatou à Bandeirantes que a morte foi sem sofrimento, caracterização Clínica de uma "Morte Súbita". Dissecção da aorta, embolia pulmonar e infarto são algumas hipóteses levantadas pelo médico, mas ainda é cedo para determinar a causa da morte.
Fonte: pt.wikipedia.org Dissecção
Formatação: Helio Rubiales

20 de mar de 2014

BELLINI - Arte Tumular - 967 -








PERSONAGEM
Hilderaldo Luís Bellini (Itapira, 7 de junho de 1930 - São Paulo, 20 de março de 2014 ) foi um futebolista brasileiro, capitão da Seleção Brasileira de Futebol na conquista do primeiro título mundial, em 19582 .
Morreu aos 83 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Atuando como zagueiro, jogou na Itapirense e depois na Sanjoanense de 1949 a 1951, além do Vasco da Gama de 1952 a 1961, no São Paulo de 1962 a 1967 e no Atlético Paranaense, de 1968 a 1969, quando encerrou sua carreira . Ganhou títulos pelo Vasco nos Cariocas de 1952, 1956 e 1958, Torneio Rio-São Paulo de 1958, Torneio de Paris de 1957, Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer de 1953, dentre outros. Carreira Consagrou-se como capitão da Seleção Brasileira na copa do Mundo de 1958, sendo Mauro seu reserva; na copa de 1962 foi reserva do Mauro, que foi o capitão. Sua foto levantando a Taça Jules Rimet com as duas mãos sobre a cabeça é uma das marcas do futebol brasileiro, e passou a ser repetida por todo capitão ao levantar a taça. Começou no pequeno Itapirense e depois na Sanjoanense, de São João da Boa Vista mas se tornou famoso no Vasco da Gama, onde chegou em 1952, numa época de renovação do time, após o desmanche do famoso Expresso da Vitória. Bellini era um zagueiro vigoroso, raçudo, que se impunha dentro da área. Compensava a limitada técnica com muita seriedade e lealdade aos adversários, o que lhe deu o posto de capitão da seleção em 1958. Em 1962, foi vendido ao São Paulo, entrando no lugar do zagueiro Mauro. Ficou no clube por seis anos, e não conquistou nenhum título por ele. Em 1968 foi contratado pelo Clube Atlético Paranaense onde encerrou sua carreira como profissional em 1969. Foi um dos primeiros jogadores a usar a imagem publicitariamente.
VIDA PESSOAL
Bellini era casado desde 1963 com Giselda, mãe de seus dois filhos Carla e Junior.
HOMENAGENS
ESTÁTUA NO MARACANÃ
A estátua localizada em uma das entradas do Maracanã, inaugurada em 13 de novembro de 1960 em homenagem aos Campeões Mundiais de Futebol de 1958, tornou-se popularmente conhecida como estátua do Bellini, mesmo não se assemelhando a ele.
PEGADAS DA FAMA
Suas pegadas foram eternizadas na "Calçada da Fama" do Estádio da Ressacada do Avaí Futebol Clube em 2011
TÍTULOS
- Vasco da Gama
Campeonato Carioca: 1952, 1956 e 1958
Torneio Internacional do Chile: 1953
Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer: 1953
Torneio de Paris: 1957
Troféu Teresa Herrera: 1957
Torneio Rio-São Paulo: 1958
Torneio Quadrangular do Rio: 1953
Torneio Triangular Internacional do Chile: 1957

-Seleção Brasileira de Futebol
Copa do Mundo: 1958 e 1962
Copa Roca: 1957, 1960
Copa Oswaldo Cruz: 1958, 1961, 1962
Taça Bernardo O'Higgins: 1959
Copa Atlântica: 1960
MORTE
Morreu em São Paulo no Hospital 9 de Julho em decorrência do Mal de Alzheimer.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

16 de jan de 2014

EUSÉBIO DA SILVA FERREIRA - Arte Tumular - 961 - Cemitério de Lumiar, Lisboa, Portugal



ARTE TUMULAR


Local: Cemitério de Lumiar, Lisboa, Portugal
Descrição: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Eusébio da Silva Ferreira, mais conhecido por Eusébio (Lourenço Marques, 25 de janeiro de 1942 — Lisboa, 5 de janeiro de 2014 ), foi um futebolista português, nascido em Moçambique.
Morreu aos 71 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 É considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFHHS), especialistas e fãs. Recebeu o epíteto de "Pantera Negra". Eusébio ajudou a Seleção Nacional Portuguesa a alcançar o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 1966, sendo o maior marcador da competição (recebendo a Chuteira de Ouro), com nove gols (seis dos quais foram marcados em Goodison Park) e tendo recebido a Bola de Bronze. Ganhou a Bola de Ouro em 1965 e ficou em segundo lugar na atribuição da mesma em 1962 e 1966. Eusébio jogou pelo Sport Lisboa e Benfica 15 dos seus 22 anos como jogador de futebol, sendo associado principalmente ao clube português, e é o melhor marcador de sempre da equipe, com 638 gols em 614 partidas oficiais.


 No Benfica ganhou 11 Campeonatos Nacionais (1960-1961, 1962-1963, 1963-1964, 1964-1965, 1966-1967, 1967-1968, 1968-1969, 1970-1971, 1971-1972, 1972-1973 e 1974-1975), 5 Taças de Portugal (1961-1962, 1963-1964, 1968-1969, 1969-1970 e 1971-1972), 1 Taça dos Campeões Europeus (1961-1962) e ajudou a alcançar mais três finais da Taça dos Campeões Europeus (1962-1963, 1964-1965 e 1967-1968). Foi o maior marcador da Taça dos Campeões Europeus em 1965, 1966 e 1968. Ganhou ainda a Bola de Prata sete vezes (recorde nacional) em 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970 e 1973. Foi o primeiro jogador a ganhar a Bota de Ouro, em 1968, façanha que mais tarde repetiu em 1973. Alcunhado de O Pantera Negra, A Pérola Negra ou O Rei em Portugal, Eusébio marcou 733 golos em 745 partidas oficiais na sua carreira. Era conhecido pela sua velocidade, técnica, atleticismo e pelo seu poderoso e preciso remate de pé direito, tornando-o num prolífico goleador e num dos melhores marcadores de livres de sempre. É considerado o melhor futebolista de sempre do Benfica e de Portugal e um dos primeiros avançados de classe mundial africanos. Apesar de ter nascido em Moçambique, Eusébio só poderia jogar pela Seleção Portuguesa, como Matateu e Mário Coluna, entre outros, antes dele, já que o país africano era um território ultramarino de Portugal e os seus cidadãos eram considerados portugueses. O nome de Eusébio aparece muitas vezes nas listas e votações de melhores jogadores de futebol de sempre feitas pelos críticos de futebol e fãs. Foi eleito o nono melhor jogador de futebol do século XX numa pesquisa realizada pela IFFHS3 , faz parte da lista dos 50 melhores jogadores de todos os tempos do Planète Foot4 , ficou no 8º lugar da lista "Os melhores do século XX" elaborada pela revista Placar5 e foi eleito o décimo melhor jogador de futebol do século XX numa pesquisa realizada pela revista World Soccer6 . Pelé nomeou Eusébio como um dos 125 melhores jogadores de futebol vivos na sua lista FIFA 100, elaborada em 2004. Eusébio ficou em sétimo lugar na votação online para o Jubileu de Ouro da UEFA. Em Novembro de 2003, para comemorar o Jubileu da UEFA, foi escolhido como o jogador de ouro de Portugal pela Federação Portuguesa de Futebol como o seu melhor jogador dos últimos 50 anos. Desde que se retirou, Eusébio tem sido um embaixador de futebol e é um dos rostos mais conhecidos do desporto. Eusébio é muitas vezes elogiado pelo seu conhecido fair-play e humildade, até mesmo pelos adversários. Foram realizadas várias homenagens por parte da FIFA, da UEFA, da Federação Portuguesa de Futebol e do Benfica em sua honra. O ex-jogador do Benfica, da Seleção Portuguesa, e amigo, António Simões, reconhece a sua influência no Benfica e disse: "Com Eusébio talvez pudéssemos ser tri-campeões europeus, sem ele talvez pudéssemos ganhar o campeonato”.
 MORTE
Eusébio morreu cerca das 3h30m da madrugada de domingo, 5 de janeiro de 2014, vítima de uma insuficiência cardíaca, a poucos dias de completar 72 anos de idade. Várias foram as celebridades do mundo do futebol, como Luís Figo, Cristiano Ronaldo, José Mourinho, Pelé, Di Stéfano, Maradona, que deixaram mensagens de solidão e apoio à família do jogador, ao Benfica e a Portugal pela perda de um dos melhores jogadores de futebol a atuar na história da modalidade.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

27 de nov de 2013

NILTON SANTOS - Arte Tumular - 952 - Cemitério São João Batista, Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil









Está sendo velado no salão nobre do Botafogo.

ARTE TUMULAR

Local:Cemitério São João Batista, Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Nílton dos Santos, mais conhecido como Nílton Santos (Rio de Janeiro, 16 de maio de 1925 — Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2013) foi um ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral-esquerdo.
 Em 2000, foi eleito pela FIFA como o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos. Integrou o plantel da seleção brasileira nos campeonatos mundiais de 1950, 1954, 1958 e 1962, tendo sido bicampeão nas duas últimas.
Morreu aos 88 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi chamado de "A Enciclopédia" por causa dos conhecimentos sobre o futebol e por ser completo como jogador. Considerado o maior lateral-esquerdo de todos os tempos, foi o precursor em arriscar subidas ao ataque através da lateral do campo. Revolucionou a posição de lateral-esquerdo, utilizando-se de sua versatilidade ao defender e atacar, inclusive marcando gols, numa época do futebol que apenas tinha a função defensiva


BOTAFOGO
Enquanto cumpria serviço militar foi descoberto por um oficial da Aeronáutica. Levado para jogar no Botafogo em 1948, somente deixou General Severiano em 1964 quando abandonou os gramados. Vestiu apenas duas camisas ao longo de sua carreira: a do Botafogo e da seleção brasileira. Sua estréia com a camisa do clube da estrela solitária aconteceu contra o América Mineiro. No campeonato carioca de 1948, disputou seu primeiro jogo contra o Canto do Rio em Caio Martins. O Botafogo venceu de 4 a 2. O Alvinegro de General Severiano foi o campeão carioca de 1948.
Obs: no primeiro jogo do carioca contra o São Cristóvão quem atuou pela equipe principal foi Nílton Barbosa. Nílton Santos atuou sua carreira toda no Botafogo. Onde conquistou por quatro vezes o campeonato estadual (1948, 1957, 1961 e 1962), além do Torneio Internacional de Paris em 1963 - além de vários outros títulos internacionais. Nílton Santos participou de 718 partidas pelo clube sendo o recordista e marcou onze gols entre 1948 e 1964.
SELEÇÃO BRASILEIRA
Nílton estreou na seleção no sul-americano de 1949, a competição foi realizada no Brasil que acabou campeão. Participou da Copa do Mundo de 1950 onde foi vice-campeão. Ainda foi campeão com a seleção do pan-americano de 1952, bi campeão mundial em 1958 na Suécia e 1962 no Chile. Atuou em 75 partidas oficiais e 10 não oficiais. Sua despedida da seleção ocorreu na final da Copa de 1962. Marcou dois gols com a camisa da seleção . Na Seleção Brasileira de futebol, Nílton foi um jogador chave na defesa durante os campeonatos mundiais em que participou e ficou famoso internacionalmente por marcar um gol magnífico no torneio de 1958, quando o Brasil jogou com a Áustria. Trazendo a bola do campo de defesa e driblando o time adversário inteiro (e deixando doido o técnico Vicente Feola), finalizou com um ótimo chute. Outra jogada sua sempre lembrada é a do penalti que cometeu no jogo contra a Espanha na Copa do Mundo de 1962, considerado a partida mais difícil daquela campanha. O árbitro marcou a falta, mas quando chegou perto para conferir o lance, colocou a bola fora da área, pois não percebeu que Nílton Santos, sem se desesperar e gesticular os braços como fariam outros jogadores, matreiramente havia dado um passo e saído da área, enganando o árbitro. Depois que parou de jogar, Nílton Santos se especializou em contar passagens divertidas da vida de Garrincha, seu "compadre" e amigo íntimo de muitos anos. Ele dizia, por exemplo, que na sua frente Garrincha, um contumaz alcoólatra, nunca havia tomado um gole, pedindo sempre um "copo de água" quando o via. Escreveu “Minha Bola, Minha Vida”, livro que conta sua história através dos campos do mundo. Ele também foi homenageado no Cantinho da Saudade em dezembro de 1999, no Museu dos Esportes Edvaldo Alves de Santa Rosa – Dida, que fica localizado no Estádio Rei Pelé em Maceió. Nílton Santos faz parte do FIFA 100. E foi homenageado no Prêmio Craque do Brasileirão de 2007. Foi eleito pela IFFHS, o 9º maior jogador brasileiro do século, o 28º da América do sul, e o maior lateral esquerdo de todos os tempos pela Federação internacional de futebol.
SELEÇÃO DA AMÉRICA DO SUL DE TODOS OS TEMPOS
Foi escolhido ainda para integrar a seleção da América do Sul de todos os tempos. A enquete foi realizada com cronistas esportivos de todo o mundo.
MORTE
Nilton Santos faleceu em 27 de novembro de 2013 na Fundação Bela Lopes, no bairro de Botafogo, Rio de Janeiro vítima de infecção pulmonar.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

22 de out de 2013

WILSON FITTIPALDI - Arte Tumular - 906 - Cemitério da Paz, Morumbi, São Paulo, Brasil


(Foto ilustrativa)

ARTE TUMULAR
Placa em bronze com o seu nome e datas gravados
Local: Cemitério da Paz, Morumbi, São Paulo, Brasil




PERSONAGEM
Wilson Fittipaldi (Santo André, 4 de agosto de 1920 – Rio de Janeiro, 11 de março de 2013) foi um piloto de automóveis, empresário e radialista brasileiro, especializado em automobilismo.
Morreu aos 92 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de imigrantes italianos, Wilson desde cedo interessou-se por carros e motos e no final da década de 1930, já era locutor. Em 1943 casou-se com Juzy Vojciechoski e no dia de natal deste mesmo ano, nasceu seu primeiro filho, Wilson Fittipaldi Júnior. Conhecido como Barão, Wilson Fittipaldi trabalhou durante décadas nas transmissões da rádio paulista Panamericana (depois conhecida como Jovem Pan) e também foi comentarista do telejornal Record em Notícias (1973-1996) da TV Record, na década de 80. Além da locução, ele também foi organizador de provas automobilísticas e de motos, acompanhando de perto o nascimento do autódromo de Interlagos. Como piloto, participou de várias provas, sendo, em algumas, piloto e repórter ao mesmo tempo.
Wilson Fittipaldi, o patriarca da família que é uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento do automobilismo no Brasil. Wilson Fittipaldi decidiu morar no Rio de Janeiro havia sete anos. Talvez uma homenagem à cidade que deu a ele a oportunidade de ver a primeira corrida de carros, bem de pertinho, em 1935. O vasto bigode e a descendência italiana lhe renderam o apelido de Barão. Participou de corridas, ajudou a fundar o Autódromo de Interlagos e a Confederação Brasileira de Automobilismo. “Ele foi fundamental para que Fórmula 1 tivesse peso que tem hoje em dia”, disse Rubens Barrichello. Barão também foi pioneiro fora das pistas. No fim dos anos 1940, se tornou o primeiro narrador de automobilismo do rádio brasileiro, e pôde viver a emoção de contar para todo o país, em 1972, o feito do filho mais novo, Émerson, o primeiro brasileiro campeão mundial de Fórmula 1. “Acho que é um momento especial. Toda vez que lembro, a voz dele, a emoção, nunca mais vou esquecer”, disse, emocionado, Émerson Fittipaldi, filho mais novo de filho mais novo de Wilson Fittipaldi. Émerson conquistaria o bicampeonato dois anos depois. A família do Barão Wilson teve também o Wilsinho como piloto e o filho dele, Christian, neto do barão. Mas o time completo é bem maior. Os tricampeões Nelson Piquet e Ayrton Senna, Felippe Massa, Rubens Barrichello e todos os brasileiros que aprenderam a amar a Fórmula 1.
MORTE:
Faleceu aos 92 anos de idade no dia 11 de março de 2013, em decorrência de problemas respiratórios e coronarianos, no Hospital Copa D´Or, zona sul do Rio de Janeiro, onde estava internado
Fonte|: wikipedia.org
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/03/morre-no-rio-aos-92-anos-wilson-fittipaldi.html
http://terceirotempo.bol.uol.com.br/quefimlevou/qfl/sobre/wilson-fittipaldi-56.html
Formatação: Helio Rubiales

30 de set de 2013

DJALMA SANTOS - Arte Tumular - 864 - Cemitério São João Barista, Uberaba, Minas Gerais, Brasil





ARTE TUMULAR
Túmulo em granito  polido em formato retangular, em linha reta, com cerca de 60 cm. de altura com um tampo do mesmo granito com 4 argolas de bronze nos seus cantos. Na cabeceira tumular, destaca-se a lápide em mármore claro . Foi sepultado junto da sua esposa.
Local: Cemitério São João Barista, Uberaba, Minas Gerais
Fotos: Emanuel Messias (Grupoaereo)
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Dejalma dos Santos, mais conhecido como Djalma Santos (São Paulo, 27 de fevereiro de 1929 - Uberaba,MG, 23 de julho de 2013) , foi o maior lateral direito de todos os tempos no Brasil e no Mundo. É considerado também o maior lateral direito da história do Palmeiras, da Portuguesa e do Atlético Paranaense.
Morreu aos 84 anos de idade.
CARREIRA
Foi eleito por especialistas no mundo todo como o maior lateral direita da história do futebol, incluindo revistas, jornalistas e meios de comunicação, como por exemplo, Revista Placar em 1981; Revista Venerdì Magnifici 1997; A Tarde Newspaper (2004); e novamente na revista Placar em sua última pesquisa. Disputou mais de cem partidas pela Seleção Brasileira de Futebol, incluídas as copas de 1954, 1958, 1962 e 1966. Foi o maior-lateral de toda a história da seleção brasileira. Foi eleito por diversas revistas especializadas em todo o mundo (Revista Placar em 1981; Revista Venerdì Magnifici 1997; A Tarde Newspaper 2004), como o maior lateral direito da história, inclusive pela revista placar em sua última pesquisa (A revista recuou Carlos alberto Torres para a zaga, afinal, Djalma Santos foi o maior).

 Na final da Copa do Mundo de 1958 entrou no lugar do titular De Sordi, contundido e, em apenas noventa minutos, foi eleito o melhor jogador da posição no Mundial. Djalma fez história nos três grandes clubes por onde passou, jogador exemplar, jamais foi expulso de campo. Na Portuguesa, fez parte de uma das melhores equipes do clube em todos os tempos - ao lado de jogadores como Pinga, Julinho Botelho e Brandãozinho, conquistou o Torneio Rio-São Paulo em 1952 e 1955 e Fita Azul em 1951 e 1953. É também o segundo maior recordista de jogos disputados pelo clube, 434 no total entre os anos de 1949 e 1958, ficando atrás apenas de Capitão, com 496 partidas. No Palmeiras, com 498 jogos, é o sétimo jogador que mais vestiu a camisa do palestra, conquistou o Campeonato Paulista em 1959, 1963 e 1966; os Brasileiros de em 1960 e 1967 e a Taça Brasil de 1967, torneios que classificam para a Libertadores da América, e, além disso, venceu o Torneio Rio-São Paulo em 1965. Em 1963, foi o único brasileiro a integrar a seleção da FIFA que enfrentou a Inglaterra em um amistoso no estádio de Wembley, na Inglaterra. Pelo Atlético Paranaense, o lateral jogou até os 42 anos de idade, outro verdadeiro recorde para jogadores de futebol. Uma jogada que sempre fazia era a forte cobrança do arremesso lateral, jogando a bola sempre dentro da área adversária.

MORTE
 Faleceu em Uberaba, Minas Gerais, aos 84 anos de idade, decorrente de parada cardio-respiratória decorrente de pneumonia grave.

Fonte: pt.wikipedia.org, Globoesporte
Formatação: Helio Rubiales