“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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21 de set de 2017

Di CAVALCANTI - Arte Tumular - 1145 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil










Di Cavalcanti
Nome completoEmiliano Augusto Cavalcanti de Alb

uquerque e Melo
Nascimento6 de setembro de 1897
Rio de JaneiroRJ
 Brasil
Morte26 de outubro de 1976 (79 anos)
Rio de JaneiroRJ
 Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãopintorilustrador e caricaturista
Movimento estéticoModernismo
Página oficial
www.dicavalcanti.com.br



PERSONAGEM
Emiliano Augusto Cavalcanti de Paula Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti (Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1897 — Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1976), foi um pintor modernista, desenhista, ilustrador, muralista e caricaturista brasileiro.
Morreu aos 79 anos de idade.

SINOPSE ARTÍSTICA
Sua arte contribuiu significativamente para distinguir a arte brasileira de outros movimentos artísticos de sua época, através de suas reconhecidas cores vibrantes, formas sinuosas e temas tipicamente brasileiros como carnaval, mulatas e tropicalismos em geral. Di Cavalcanti é, juntamente com outros grandes nomes da pintura como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral  e Graça Aranha, um dos mais ilustres representantes do modernismo brasileiro.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque nasceu em 6 de setembro de 1897 no Rio de Janeiro, filho de Frederico Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo e Rosalia de Sena. Seu pai era membro da tradicional família pernambucana Cavalcanti de Albuquerque. Já pelo lado materno, era sobrinho da esposa de José do Patrocínio, grande abolicionista negro brasileiro. Estudou no Colégio Pio Americano e aprendeu piano com Judith Levy, e começou a trabalhar fazendo ilustrações para a revista Fon-Fon, uma revista que consagrou-se principalmente na caricatura política, na charge social e na pintura de gênero. Em 1916, transferindo-se para São Paulo, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Seguiu fazendo ilustrações e começou a pintar.
O jovem Di Cavalcanti frequentou o ateliê do impressionista George Fischer Elpons e tornou-se amigo de Mário e Oswald de Andrade.

INÍCIO DA CARREIRA
Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, criando, para essa ocasião, as peças promocionais do evento: catálogo e programa. Fez sua primeira viagem à Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925. Frequentou a Academia Ranson. Expôs em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris. Conheceu Pablo Picasso, Fernand Léger, Matisse, Erik Satie, Jean Cocteau e outros intelectuais franceses. Retornou ao Brasil em 1926 e ingressou no Partido Comunista. Seguiu fazendo ilustrações. Fez nova viagem a Paris e criou os painéis de decoração do Teatro João Caetano no Rio de Janeiro.

Os anos 1930 encontram um Di Cavalcanti imerso em dúvidas quanto à sua liberdade como homem e artista e quanto a dogmas partidários. Iniciou suas participações em exposições coletivas e salões acionais e internacionais, como a International Art Center em Nova Iorque. Em 1932, fundou, em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos.

Sofreu sua primeira prisão em 1932 durante a Revolução Constitucionalista de 1932.
Casou-se com a pintora Noêmia Mourão. Publicou o álbum "A Realidade Brasileira", série de doze desenhos satirizando o militarismo da época.
Em Paris, em 1938, trabalhou na rádio "Diffusion Française" nas emissões "Paris Mondial". Viajou ao Recife e Lisboa, onde expôs no salão "O Século"; ao retornar, foi preso novamente no Rio de Janeiro. Em 1936, escondeu-se na Ilha de Paquetá e foi preso com Noêmia. Libertado por amigos, seguiu para Paris, lá permanecendo até 1940.

Em 1937, recebeu medalha de ouro com a decoração do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Técnica, em Paris. Com a iminência da Segunda Guerra, deixou Paris e retornou ao Brasil, fixando-se em São Paulo. Um lote de mais de quarenta obras despachadas da Europa não chegaram ao destino, extraviando-se.

RECONHECIMENTO INTERNACIONAL
Passou a combater abertamente o abstracionismo através de conferências e artigos. Viajou para o Uruguai e Argentina, expondo em Buenos Aires. Conheceu Zuília, que se tornou uma de suas modelos preferidas.

Em 1946, retornou a Paris em busca dos quadros desaparecidos; nesse mesmo ano, expôs no Rio de Janeiro, na Associação Brasileira de Imprensa. Ilustrou livros de Vinícius de Morais, Álvares de Azevedo e Jorge Amado.

Em 1947, entrou em crise com Noêmia Mourão - "uma personalidade que se basta, uma artista, e de temperamento muito complicado...". Participou com Anita Malfatti e Lasar Segall do júri de premiação de pintura do Grupo dos 19. Seguiu criticando o abstracionismo. Expôs na Cidade do México em 1949.
 Mural de Di Cavalcanti na fachada do Edifício Triângulo, em São Paulo, no Brasil. O edifício foi projetado em 1955 por Oscar Niemeyer.
Foi convidado e participou da I Bienal Internacional de Arte de São Paulo em 1951.
Fez uma doação generosa ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, constituída de mais de quinhentos desenhos.
Beryl passou a ser sua companheira. Negou-se a participar da Bienal de Veneza. Recebeu a láurea de melhor pintor nacional na II Bienal de São Paulo, prêmio dividido com Alfredo Volpi.
Em 1954, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realizou exposição retrospectiva de seus trabalhos.
Fez novas exposições na Bacia do Prata, retornando a Montevidéu e Buenos Aires. Publicou "Viagem de minha vida". 1956 foi o ano de sua participação na Bienal de Veneza.
Recebeu o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste.

Adotou Elizabeth, filha de Beryl. Seus trabalhos fizeram parte de exposição itinerante por países europeus. Recebeu proposta de Oscar Niemeyer para a criação de imagens para tapeçaria a ser instalada no Palácio da Alvorada; também pintou as estações para a via-sacra da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, em Brasília.

ÚLTIMOS ANOS
Ganhou uma sala Especial na Bienal Interamericana do México, recebendo Medalha de Ouro. Tornou-se artista exclusivo da Petite Galerie, no Rio de Janeiro. Viajo de Maio, em Paris, com a tela "Tempestade". Participou com Sala Especial na VII Bienal de São Paulo. Recebeu indicação do presidente brasileiro João Goulart para ser adido cultural na França. Embarcou para Paris mas não assumiu o cargo por causa do Golpe de 1964.
Viveu em Paris com Ivete Bahia Rocha, apelidada de Divina. Lançou novo livro, "Reminiscências líricas de um perfeito carioca" e desenhou joias para Lucien Joaillier.

Em 1966, seus trabalhos desaparecidos no início da década de 1940 foram localizados nos porões da embaixada brasileira.
Candidatou-se a uma vaga na [Academia Brasileira de Letras], mas não se elegeu. Seu cinquentenário artístico foi comemorado.

A modelo Marina Montini foi a musa do pintor nessa década. Em 1971, o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou retrospectiva de sua obra. Recebeu prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte.
Comemorou seus 75 anos no Rio de Janeiro, em seu apartamento no Catete. A Universidade Federal da Bahia outorgou-lhe o título de doutor honoris causa. Fez exposição de obras recentes na Bolsa de Arte e sua pintura Cinco Moças de Guaratinguetá foi reproduzida em selo postal. A 5 de Abril de 1975 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.

MORTE
 Faleceu no Rio de Janeiro em 26 de outubro de 1976.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

STEVE McQUEEN - Arte Tumular - 1144 - Cremado


Seu corpo foi cremado, e suas cinzas espalhadas no Oceano Pacífico.


Steve McQueen
Foto da prisão por dirigir bêbado no Canadá em 1972.
Nome completoTerence Steven McQueen
Nascimento24 de março de 1930
Beech GroveIndiana
NacionalidadeEstados Unidos Estadunidense
Morte7 de novembro de 1980 (50 anos)
Ciudad JuárezMéxico
OcupaçãoAtor
Atividade1953 – 1980
CônjugeNeile Adams (1956-1972)
Ali MacGraw (1973-1978)
Barbara Minty (1980)
IMDb(inglês)
PERSONAGEM
Terence Steven McQueen, mais conhecido como Steve McQueen (Beech Grove, Indiana, 24 de março de 1930 — Ciudad Juárez, México, 7 de novembro de 1980), foi um ator norteamericano, sempre lembrado pelos filmes de ação que protagonizou. Apelidado de "The King of Cool", é considerado um dos maiores atores de todos os tempos e em 1974, ele se tornou o astro de cinema mais bem pago do mundo.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Também foi piloto ávido de motocicletas e carros e enquanto estudou atuação, ele passava os finais de semana competindo em corridas de moto e isso contribuiu para que ele próprio realizasse suas cenas de ação dispensando o uso de dublês, especialmente, durante as cenas de perseguição de alta velocidade.

Steve era apaixonado por motocicletas e a sua primeira foi uma Indian Chief modelo 1946 e tornou-se colecionador de motos clássicas, chegando a possuir mais de 100 modelos. Nas décadas de 1960 e 1970, possuiu equipe e participou de competições esportivas e desta maneira, em 1999 foi introduzido no Motorcycle Hall of Fame.

McQueen também desenhou e patenteou um assento e transbrake para carros de corrida.

Steve foi menino de fazenda, conviveu com hippies, delinquentes e transviados. Passou dois anos num reformatório da Califórnia e aos quinze anos abandonou a sua família para ser marinheiro, carregador, empregado de posto de gasolina e vendedor. A sorte chegou quando resolveu ganhar quinze dólares por semana para dizer um pequeno diálogo por noite num teatro off na Broadway.

Ele mesmo se definia como um indomável cínico, rebelde e nada bonito, e sempre procurou personagens obcecados por uma ideia, nada românticos e sem o estereótipo do galã. Ao chegar a Hollywood, na década de 1950 foi logo saudado como o sucessor de James Dean.



McQueen começou fazendo diversos papéis em séries de TV. Entre 1958 e 1961 estrelou "Procurado Vivo ou Morto", série faroeste para a CBS, que rendeu noventa e quatro episódios. Começou no cinema num papel não creditado em Marcado pela Sarjeta (Somebody Up There Likes Me, 1956), estrelado por Paul Newman. McQueen continuou a se equilibrar entre o cinema e a TV até que tirou a sorte grande ao conseguir um dos principais papéis de Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven, 1960), faroeste clássico de John Sturges, com Yul Brynner comandando um elenco repleto de outros jovens candidatos a astros, como Robert Vaughn, James Coburn e Charles Bronson.

Filmes como Fugindo do Inferno (The Great Escape, 1963), também de John Sturges, O Canhoneiro de Yang-Tsé (The Sand Pebbles, 1966), de Robert Wise e, principalmente, Bullitt (Bullitt, 1968), de Peter Yates, estabeleceram McQueen como o típico durão hollywoodiano, versão anos 1960, papel que ele herdou de Humphrey Bogart, John Wayne e outras lendas do passado e transmitiria a Clint Eastwood, Bruce Willis, Sylvester Stallone etc.

Na década seguinte, o sucesso continuou em diversas películas bem acolhidas pelo público, como Papillon (Papillon, 1973), de Franklin J. Schaffner, e Inferno na Torre (The Towering Inferno, 1974), de John Guillermin e Irwin Allen.

No entanto, McQueen era um solitário por natureza e sua insociabilidade atingiu o ápice entre 1974 e 1978, quando preferia ficar trancado em casa, bebendo cerveja e engordando. Chegou a recusar convites milionários, como atuar em Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola ou trabalhar ao lado de Sophia Loren.

Seu único interesse eram os carros e chegou ao ponto de pedir a seu mecânico para ler os roteiros que recebia e mostrar a ele apenas os mais interessantes. Finalmente, voltou ao cinema no fracassado O Inimigo do Povo (An Enemy of the People, 1978), de George Schaefer, drama adaptado da peça de Henrik Ibsen.

Sua última atuação foi no thriller Caçador Implacável (The Hunter, 1980), de Buzz Kulik, já debilitado pela doença que o levaria à morte.

CASAMENTOS
McQueen casou-se três vezes, a primeira com a cantora e dançarina Neile Adams (1956-1972), com quem teve seus dois filhos e depois com a atriz Ali MacGraw (1973-1978), que conheceu durante as filmagens de Os Implacáveis (The Getaway, 1972), de Sam Peckinpah, e por último com Barbara Minty (Janeiro a Novembro de 1980). Os dois primeiros terminaram em divórcio.

MORTE
O ator foi vítima de um mesotelioma, câncer na membrana que envolve os pulmões e é por vezes chamado de "a doença do amianto". Quando faleceu possuía sua própria empresa cinematográfica, a Solar. Seu corpo foi cremado, e suas cinzas espalhadas no Oceano Pacífico.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

20 de set de 2017

PAUL NEWMAN - Arte Tumular - 1142 - Cremado

  







CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado 



Paul Newman
Paul Newman em foto promocional do início da carreira (1954)
Nome completoPaul Leonard Newman
Outros nomesP.L. Neuman
PL
Nascimento26 de janeiro de 1925
Shaker HeightsOhio
Nacionalidadenorte-americano
Morte26 de setembro de 2008 (83 anos)
WestportConnecticut
Estados Unidos
OcupaçãoAtor
Atividade1952 - 2008 (56 anos)
CônjugeJoanne Woodward (1958 - 2008)

Jackie Newman (1949 - 1958)
Oscares da Academia
Melhor Ator
1986 - The Color of Money
Oscar Honorário
1985 - Pelo Conjunto da Obra
Prêmio Jean Hersholt
1994 - Por Ações Humanitárias
Globos de Ouro
Golden Globe icon.svgMelhor Direção
1969 - Rachel, Rachel
Golden Globe icon.svgMelhor Ator Coadjuvante em televisão
2006 - Empire Falls
Golden Globe icon.svgPrémio Cecil B. DeMille
1984 - Prêmio Honorário
Golden Globe icon.svgAtor Revelação
1957 - Somebody Up There Likes Me
Prémios Screen Actors Guild
Prémio Screen Actors Guild Life Achievement
1985
Prémios BAFTA
Melhor Ator Estrangeiro
1962 - The Hustler
Festival de Cannes
Melhor Ator
1958 - The Long Hot Summer
Festival de Berlim
Melhor Ator
1995 - Nobody's Fool
Página oficial
IMDb(inglês)

PERSONAGEM
Paul Leonard Newman (Shaker Heights, 26 de janeiro de 1925 — Westport, 26 de setembro de 2008) foi um ator, dublador e diretor cinematográfico dos Estados Unidos, e o maior dos sex symbols dos anos 60.
Morreu aos 83 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de um bem sucedido comerciante de artigos esportivos, Newman começou a carreira em peças do colégio e, após obter a dispensa da marinha americana em 1946, foi estudar no Kenyon College. Após a formatura, ele passou um ano na Yale Drama School indo depois para Nova Iorque, onde entrou para a renomada escola de formação de atores Actors Studio, dirigida por Lee Strasberg.

SINOPSE ARTÍSTICA
Depois de sua primeira aparição na Broadway em Picnic (1953), foi-lhe oferecido um contrato pela Warner Bros.. Seu primeiro filme, The Silver Chalice (br: Cálice Sagrado), de 1954, foi quase o seu último: considerou sua performance muito ruim e publicou um anúncio de página inteira num jornal pedindo desculpas a quem tivesse visto o filme.

Saiu-se muito melhor na sua segunda tentativa, em Marcado pela Sarjeta (1956), onde deu vida ao boxeador Rocky Graziano e foi aclamado pela crítica por sua grande atuação. O papel foi originalmente cogitado para James Dean, mas com sua morte antes do começo das filmagens, Newman, que havia feito vários testes para filmes com o falecido colega, acabou escolhido para o papel.

 Elizabeth Taylor e Paul Newman em trailer do filme Cat on a Hot Tin Roof. Com Cat on a Hot Tin Roof (br: Gata em Teto de Zinco Quente) e The Long Hot Summer (br: O Mercador de Almas), cuja atuação lhe valeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes, estabelecendo-o como novo astro de Hollywood no fim da década de 1950, Paul tornou-se um líder de bilheterias da década seguinte estrelando filmes como The Hustler (br: Desafio à Corrupção, 1961), The Prize (br: Criminosos Não Merecem Prêmio), 1963), Hud (br: O Indomado, 1963), Cool Hand Luke (br: Rebeldia Indomável, 1967) e Hombre (1967), fechando os anos 1960 com o mega sucesso de crítica e bilheteria mundial Butch Cassidy and the Sundance Kid (br: Butch Cassidy / pt: Dois Homens e um Destino, 1969), ao lado de Robert Redford.

A dupla trabalharia junta quatro anos depois em Golpe de Mestre / A Golpada de George Roy Hill, outro grande sucesso de Newman e vencedor do Oscar de melhor filme de 1973.

Também produziu e dirigiu muitos filmes de qualidade, incluindo Rachel, Rachel (1968), estrelado pela esposa Joanne Woodward e com o qual foi premiado com o Globo de Ouro de melhor diretor. Indicado dez vezes pela Academia como melhor ator, finalmente venceu por sua atuação em The Color of Money (A Cor do Dinheiro, 1986). Por curiosidade, no ano anterior havia recebido um Oscar especial pelo conjunto da carreira.



Outros filmes importantes de Paul Newman são: Cat on a Hot Tin Roof (br: Gata em Teto de Zinco Quente, 1958), The Long Hot Summer (br: O Mercador de Almas, 1958), Exodus (1960), Sweet Bird of Youth (br: Doce Pássaro da Juventude), onde refez no cinema o mesmo papel que já havia feito na Broadway (1962), Torn Curtain (br: Cortina Rasgada, 1966), The Towering Inferno (br: Inferno na Torre / pt: Torre do Inferno, 1974), Absence of Malice (br: Ausência de Malícia, 1981) e The Verdict (br: O Veredicto, 1982).

Fazendo menos filmes na década de 1990, e se dedicando mais à sua fábrica de molhos e condimentos, Newman's Own (com a qual ganhou mais dinheiro que no cinema, porém dedicou quase todo o lucro à caridade e à sua equipe de corridas), Paul reapareceu em grande estilo, já aos 77 anos, em Road to Perdition (br: Estrada para Perdição, 2002), trabalhando com Tom Hanks e o futuro James Bond, Daniel Craig, e foi novamente indicado ao Oscar, desta vez como ator coadjuvante. Em 1995, ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim como melhor ator no filme Nobody's Fool (br: O Indomável - Assim é Minha Vida)

POLÍTICA E VELOCIDADE
Paul Newman em uma reunião política para Eugene McCarthy no estacionamento de Kohl em Menomonee Falls, Wisconsin (1968). Newman também foi conhecido por seu apoio a causas políticas liberais nos Estados Unidos. Nos anos 1960, esteve bastante envolvido na campanha de candidatos democratas à Presidência. Seu forte apoio à Eugene McCarthy em 1968, estrelando diversos comerciais de televisão a favor do candidato democrata, fez Richard Nixon, o adversário de McCarthy e que acabou sendo eleito, colocá-lo em 19º lugar numa lista de seus piores inimigos, o que fez Newman declarar que esta seria uma das maiores honras de sua vida.

Sua paixão pelo automobilismo e pela velocidade foram famosas. Apesar de daltônico, dos anos 1970 aos 1990 Newman se destacou como piloto amador, correndo em carros esporte nos Estados Unidos e na Europa, onde chegou a conseguir um segundo lugar na categoria esporte das 24 Horas de Le Mans com um Porsche 935. Nos anos 1980 se envolveu com a Fórmula Indy, onde se tornou sócio-proprietário da equipe Newman-Haas Racing, equipe vencedora dos quatro últimos títulos da Champ Car. Aos setenta anos, foi o mais velho piloto a vencer uma corrida de prestígio, ao fazer parte do time de pilotos do carro que venceu as 24 Horas de Daytona de 1995.



MORTE
Paul Newman em visita a cidade de Carnation em 2007. Newman, ex-fumante inveterado, padeceu por muito tempo de câncer do pulmão. Em maio de 2008, foi afastado da direção de uma versão de Ratos e homens, baseada no livro de John Steinbeck. A doença havia sido diagnosticada pelo hospital Sloan-Kettering Cancer Centre, em Nova York.

Em março de 2008, Newman negou boatos de que estaria com câncer, depois de ter faltado a um evento beneficente da instituição infantil Hole in The Wall Gang, criada por ele. No mesmo mês, ele cancelou uma aparição no talk show The Late Show with David Letterman. Seu porta-voz, Warren Cowan, despistou sua hospitalização, insistindo que o ator estava "recebendo tratamento para pé-de-atleta e queda de cabelo". O jornal New York Post divulgou que um paciente de câncer disse ter visto Newman em março de 2008 no oncologista regularmente.

Em agosto, após encerrar as sessões de quimioterapia contra o câncer, o ator Paul Newman foi informado de que teria poucas semanas de vida e pediu aos médicos e a seus familiares para deixar o hospital e ser levado à sua casa, em Westport, no estado americano de Connecticut, onde morreu em 26 de setembro de 2008, rodeado dos seus familiares e amigos, incluindo a sua esposa, Joanne Woodward, com quem esteve casado 50 anos e os seus três filhos. O seu corpo foi cremado, após um serviço fúnebre privado, perto da sua casa, em Westport.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

19 de set de 2017

STEVEN JOBS - Arte Tumular - 1143 - Alta Mesa Memorial Park Palo Alto Santa Clara County California, USA



Local: Alta Mesa Memorial Park Palo Alto Santa Clara County California, USA


Steve Jobs
Steve Jobs apresentando durante a Apple Worldwide Developers Conference em 2010
Nome completoSteven Paul Jobs
Nascimento24 de fevereiro de 1955[1]
São FranciscoCalifórnia
 Estados Unidos
Morte5 de outubro de 2011 (56 anos)[2]
Palo AltoCalifórnia
 Estados Unidos[2]
ResidênciaPalo Alto, Califórnia[3]
Nacionalidadenorte-americano
FortunaUS$ 75 bilhões * (2011)[4]
CônjugeLaurene Powell Jobs (1991–2011)[5]
Filho(s)4[5]
OcupaçãoEx-presidente da Apple Inc.
PrêmiosMedalha Nacional de Tecnologia e Inovação (1985)
Assinatura
Steve Jobs signature.svg




PERSONAGEM
 Steven Paul Jobs (São Francisco, Califórnia, 24 de fevereiro de 1955 — Palo Alto, Califórnia, 5 de outubro de 2011) foi um inventor, empresário e magnata americano no setor da informática. Notabilizou-se como co-fundador, presidente e diretor executivo da Apple Inc. e por revolucionar seis indústrias: computadores pessoais, filmes de animação, música, telefones, tablets e publicações digitais. Além de sua ligação com a Apple, foi diretor executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar e acionista individual máximo da The Walt Disney Company.
Morreu aos 56 anos de idade.

NASCIMENTO E ADOÇÃO
Steven Paul Jobs nasceu em São Francisco, filho de Joanne Schieble Jandali Simpson, nascida em Wisconsin, e de Abdulfattah Jandali, membro de uma proeminente família síria proprietária de poços de petróleo, empresas e propriedades agrícolas. O casal se conheceu em meados dos anos 50 na Universidade de Wisconsin. Os pais de Joanne, alemães católicos, eram contra o relacionamento.
Em 1954, o casal viajou escondido para a Síria. Jandali apresentou sua família a Joanne, que ficou hospedada na casa do namorado, mas a família dele não aceitou Joanne, que era americana, e eles queriam que o filho seguisse a tradição e se casasse com uma muçulmana. Ao voltarem para Wisconsin, Joanne se desesperou ao descobrir a gravidez. Comunicou o fato a Jandali, que ficara muito assustado, mas decidido a assumir o bebê, porém foram proibidos de se casarem: As duas famílias eram contra a união. Quando descobriram o bebê, a família de Joanne e a de Jandali, por ser contra o aborto, queriam que entregassem o bebê para a adoção, ou os dois perderiam a herança da família. Sem alternativas e nem como se sustentar até arrumar um emprego, Jandali voltou para a Síria, abandonou os estudos e começou a trabalhar, prometendo juntar dinheiro para tentar ter como criar o filho. Joanne viajou para São Francisco sozinha, a mando dos pais, onde ficou num abrigo, sob proteção de um médico que cuidava de mães solteiras, fazia partos e cuidava de adoções sigilosas. Os meses se passaram e Jandali não mandava notícias. Por mais que quisesse ficar com o bebê, não poderia criá-lo sem um lar e sem um pai presente. Após dar a luz em um parto sofrido, Joanne não quis entregar o bebê, e resistiu muito até ser convencida pelo médico que era o melhor a fazer. Mesmo depressiva, pensava no futuro do bebê, e exigiu que seu filho fosse adotado por um casal com pós-graduação universitária, pois queria um futuro brilhante para ele. Inicialmente, o bebê seria adotado por um advogado e sua esposa que acabaram desistindo da adoção após o parto, pois queriam uma menina. Após a recusa do primeiro casal, Joanne criou uma vaga esperança de ficar com o bebê, e ainda aguardava notícias de Jandali, mas as semanas se passaram e um novo casal procurou o abrigo. Sem ter como esperar, já que o seus pais foram buscá-la a força, o bebê foi deixado sob guarda de Paul Reinhold Jobs, mecânico e ex-membro da guarda costeira e Clara Hagopian Jobs, filha de imigrantes armênios. Inicialmente Joanne recusou-se a deixar o abrigo com seus pais, e a assinar os papéis da adoção, pois além de amar o filho, o casal não tinha completado o segundo grau e Joanne temia um futuro miserável ao filho. O impasse só terminou após Paul assinar um compromisso de criar um fundo para enviar o menino a faculdade e assim, a jovem foi embora com os pais, triste e infeliz, esperançosa de reencontrar Jandali. Após meses, Jandali procurou Joanne, mas a família dela impediu a aproximação. Joanne sai do país e vai estudar para um internato. Os anos se passam, e após estarem com suas carreiras consolidadas e independentes, se reencontram, e após um tempo de brigas e acusações, não resistem a antiga paixão, e mesmo sem aprovação das famílias, mesmo perdendo a herança, se casam no civil e na igreja. Os dois têm uma menina, Mona Simpson, e passam a investigar o destino do filho dado para adoção.

JUVENTUDE
 Juventude Em 1955, o casal Jobs adota um menino recém nascido, a quem batizam de Steven Paul Jobs  em um loteamento em Mountain View ao sul de Palo Alto. Em seu novo lar, Paul Jobs mergulha no passatempo de reformar e vender carros usados. As primeiras lições sobre design foram aprendidas durante o tempo que Steve passava na garagem com seu pai, que tentava, infrutiferamente, ensinar sobre os princípios da arte da mecânica automóvel.

 A atmosfera tecnológica adquirida por Palo Alto a partir dos anos 60 inspirou o jovem Steve a se aprofundar no campo da eletrônica, descoberta durante as horas passadas na garagem de casa.

Durante o nono ano do ensino fundamental, Jobs começa a visitar a garagem do engenheiro Larry Lang, que o introduz no Clube do Explorador da Hewlett-Packard, um grupo de estudantes que reuniam-se semanalmente no refeitório da empresa.

Em pouco tempo, Jobs consegue um emprego na empresa e começa a se aprofundar em atividades culturais como literatura e música. Na eletrônica, passaram a frequentar as aulas dadas por John McCollum, durante o último ano do ensino médio. Nesse curso conhece Stephen "Steve" Wozniak, cujo irmão mais novo era colega de Jobs na equipe de natação. A amizade entre os dois Steves mostrou-se frutífera desde o início. Ambos eram apaixonados por eletrônica e por "pregar peças". Um dos marcos do espírito "brincalhão" da dupla foi a criação de uma versão de um dispositivo que permitia a realização de chamadas de longa distância de graça, a partir da emissão de um som com frequência de 2600 hertz chamada de "Caixa Azul" ou Blue Box.
A dupla de amigos começou a vender o equipamento a 150 dólares. O empreendimento seria considerado por Jobs e Wozniak como um marco que permitiu a criação da Apple, pouco tempo depois. “Se não fosse pelas Caixas Azuis, não teria existido uma Apple. Tenho certeza absoluta disso. Woz e eu aprendemos a trabalhar juntos, e ganhamos a confiança de que podíamos resolver problemas técnicos e pôr efetivamente algo em produção.”, afirmou Jobs.

 No verão de 1972, aos 17 anos, Steve sai de casa, contra a vontade dos pais, para morar numa cabana com sua primeira namorada, Chrisann Brennan. Nesse mesmo período começa a beber, fumar, frequentar espaços budistas de meditação e a tomar LSD, uma droga.

No final do mesmo ano ingressa na universidade Reed College em Portland, Oregon que frequentaria formalmente apenas por seis meses. "Desistir foi a melhor coisa que fiz. Pude me dedicar às coisas que eu realmente queria fazer." disse anos mais tarde. Jobs passa 18 meses frequentando o campus da Reed College, onde ganhou permissão para acompanhar as aulas como observador. Entre os cursos assistidos por Jobs estava um curso de caligrafia que anos mais tarde influenciaria na tipografia do Macintosh.

Em seu período acadêmico, Jobs começa a ler livros sobre espiritualidade e iluminação e se torna adepto de dietas compulsivas. Jobs andava descalço pela universidade, não tomava banho e devolvia garrafas de refrigerante para receber alguns trocados. Aos domingos realizava caminhadas até o centro Hare Krishna para ganhar uma refeição quente. Quando precisava de dinheiro, fazia pequenos reparos eletrônicos nos equipamentos do laboratório de Psicologia.

Em 1974 consegue um emprego na Atari. A empresa serviria de trampolim para que Jobs alcançasse a Europa e depois a Índia, onde faria uma jornada espiritual. No início de 1975 Jobs estava de volta a Palo Alto e ao seu emprego na Atari, onde seria responsável, junto com Wozniak, de uma versão de Pong para um jogador. Jobs ofereceu metade dos honorários a Wozniak, que na época trabalhava na Hewlett-Packard, se o projeto fosse concluído em quatro dias e com o mínimo de chips possível. A história é famosa porque Jobs pagou apenas a parte respeitante a metade dos honorários e nenhum valor referente ao bônus pago pela economia de cinco chips. Wozniak só descobriria isto dez anos depois.

Em 1978 nasce sua filha com Chrisann - uma menina chamada Lisa -, porém ele não assume a criança. O caso vai parar nos tribunais, pois Chrisann exige que ele assuma o bebê. Ele pede exame de DNA, já que o casal vivia entre indas e vindas. Na época, não moravam mais juntos e, nos últimos anos, ele vivera de casa em casa - de amigos ou namoradas. Após o teste dar positivo, Jobs ainda levou anos para assumir, de fato, a menina como sua filha. Teve diversas mulheres, não mantendo um relacionamento sério com nenhuma delas até que, no fim dos anos 1980, apaixonou-se de verdade e, em 1991, casou-se com Laurene, com quem teve três filhos.

SINOPSE DA CARREIRA
No final da década de 70, Jobs, em parceria com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II.

No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica do usuário guiada pelo Mouse (informática), o que levou à criação do Macintosh.

Após perder uma disputa de poder com a mesa diretora em 1985, Jobs foi demitido da Apple e fundou a NeXT, uma companhia de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação superior e administração. A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Jobs de volta à companhia que ele ajudara a fundar, sendo então seu CEO de 1997 a 2011, ano em que anunciou sua renúncia ao cargo, recomendando Tim Cook como sucessor.

Em 2015, houve o lançamento do filme biográfico Steve Jobs, onde conta parte da vida do co-fundador da Apple Inc., remetendo à lançamentos feitos no período entre 1984 e 1998 como o Apple Macintosh, NeXT Computer e o iMac G3.

MORTE
Steve Jobs morreu no dia 5 de outubro de 2011 na sequência de um câncer pancreático raro que afeta as funções exócrinas do órgão, contra o qual lutava desde 2004. O anúncio foi dado pela família dele, que disse: "morreu em paz hoje". A causa final da morte foi uma parada respiratória. A empresa da qual ele foi fundador e CEO, a Apple Inc., divulgou um comunicado separadamente anunciando a morte de Steve Jobs.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales






25 de ago de 2017

JEANNE MOREAU - Arte Tumular - 1141 - Cimetiere de Montmartre Paris City of Paris Île-de-France, France



Túmulo

Cemitério


ARTE TUMULAR
Placa metálica dourada com o seu nome gravado.

Local: Cimetiere de Montmartre Paris City of Paris Île-de-France, France
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales

Jeanne Moreau

Nome completoJeanne Moreau
Nascimento23 de janeiro de 1928
Paris
Nacionalidadefrancesa
Morte31 de julho de 2017 (89 anos)
Paris
Ocupaçãoatriz/cantora
Atividade1953–2017
CônjugeJean-Louis Richard (de 1949 a 1964)
Teodoro Rubanis (1966 a 1977)
William Friedkin (de 1977 a 1979)
César
César de melhor atriz
1992
César Honorário
1995, 2008
Festival de Cannes
1960
Melhor Atriz no Festival de Cannes em Moderato cantabile
Festival de Berlim
Urso de Ouro Honorário
2000
Festival de Veneza
Prémio de Honra - Leão de Ouro
1992



 PERSONAGEM
Jeanne Moreau (Paris, 23 de janeiro de 1928 – Paris, 31 de julho de 2017) foi uma atriz e cantora francesa.
Morreu aos 89 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filha de um barman francês e de uma bailarina britânica, teve formação de uma atriz clássica no conservatório, pela passagem pela Comédie-Française e pelo Teatro Nacional Popular (TNP).

Foi dirigida por grandes diretores como Michelangelo Antonioni, François Truffaut, François Ozon, Louis Malle e Orson Welles, entre outros.

Em 1960, recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por seu trabalho em Moderato cantabile.

Participou em 1973 do filme Joanna Francesa de Cacá Diegues, no papel principal juntamente com o estilista Pierre Cardin. Sua voz foi dublada pela atriz Fernanda Montenegro.

Foi a primeira atriz não norte-americana a aparecer na primeira página da TIME.

MORTE
Faleceu em Paris no dia 31 de julho de 2017.

22 de ago de 2017

JERRY LEWIS - Arte Tumular - 1140 - Cremado


CREMADO
Seu corpo foi cremado e as cinzas entregues à família 





Jerry Lewis
Jerry Lewis em 2009.
Nome completoJoseph Levitch
Nascimento16 de março de 1926
NewarkNova Jersey
Nacionalidadenorte-americano
Morte20 de agosto de 2017 (91 anos)
Las VegasNevada
OcupaçãoAtor
Roteirista
Diretor
Produtor
Cantor
Filantropo
Atividade1940 – 2017
CônjugePatti Palmer
(1944–1980; 6 filhos)
SanDee Pitnick
(1983–2017; 1 filho)
Festival de Veneza
Prémio de Honra - Leão de Ouro
1999

PERSONAGEM
Jerry Lewis, nome artístico de Joseph Levitch (Newark, 16 de março de 1926 - Las Vegas, 20 de agosto de 2017), foi um comediante, roteirista, produtor, diretor e cantor norte-americano.
Morreu aos 91 anos

SINOPSE ARTÍSTICA
Tornou-se famoso por suas comédias estilo pastelão feita nos palcos, filmes, programas de rádio e TV e em suas músicas.

Lewis também é conhecido por seu programa beneficente anual, o Jerry Lewis MDA Telethon, com o objetivo de ajudar crianças com distrofia muscular. Lewis ganhou vários prêmios honorários incluindo os do American Comedy Awards, The Golden Camera, Los Angeles Film Critics Association e do Festival de Venice, além de ter duas estrelas na Calçada da Fama.

Em 2005, recebeu o Governors Award da Academia de Artes e Ciências Televisivas. Em fevereiro de 2009, Lewis recebeu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas o Jean Hersholt Humanitarian Award, o Oscar Humanitário.

Lewis também foi creditado como inventor do vídeo assist system, com o objetivo de ter mais visibilidade como ator e diretor ao mesmo tempo durante uma gravação de um filme (algumas pessoas ainda duvidam disso até hoje).

Dupla: Jerry Lewis e Dean Martin

Lewis também fez parceria com o cantor e ator Dean Martin em 1946, formando a dupla Martin e Lewis. Além de terem feito sucesso em casas de shows, a dupla também emplacou fazendo filmes para a Paramount. Os dois se separaram dez anos depois.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Joseph Levitch nasceu em Newark, Nova Jersey, numa família de judeus russos. Seu pai, Daniel Levitch, era mestre de Cerimônias e ator de vaudeville, e usava o nome Danny Lewis como nome artístico. Sua mãe, Rachel "Rae" Brodsky, era pianista de uma rádio.

Lewis começou a atuar aos cinco anos, e aos quinze tinha descoberto o seu talento, em que consistia em dublar canções em um fonógrafo. Primeiramente, ele iria usar como nome artístico o nome "Joey Lewis", mas depois acabou mudando para "Jerry Lewis" para evitar confusões com o nome de outro comediante, Joe E. Lewis, e com o do campeão de boxe, Joe Louis.

Ele se formou na Irvington High School em Irvington na Nova Jersey.

VIDA PESSOAL

*Lewis casou duas vezes:
-Primeira esposa: Patti Palmer (nome artístico de Esther Calonico). Palmer foi cantora e tinha trabalhado com Ted Fio Rito, e depois com Lewis quando os dois tinham se conhecido. Lewis só foi trabalhar solo e depois com Dean Martin, quando Palmer ficou grávida do primeiro filho. O casal casou-se no dia 3 de outubro de 1944 e separou-se em setembro de 1980.

-Segunda esposa: SanDee Pitnick. Casaram-se no dia 13 de fevereiro de 1983. Lewis na época tinha 56 anos. Os dois casaram-se em Key Biscayne, na Flórida. À época, SanDee tinha 32 anos e era dançarina.

*Lewis teve seis filhos no primeiro casamento, e uma filha no segundo:

-Gary Harold Lee Levitch (31 de julho de 1945). O nome de Gary foi legalmente mudado para Gary Lewis. Gary entrou no mundo musical na década de 1960, como vocalista da banda Gary Lewis & the Playboys

-Ronald Lewis (adotado em julho de 1950)

-Scott Lewis (fevereiro de 1956)

-Christopher Joseph Lewis (outubro de 1957)

-Anthony Lewis (outubro de 1959)

-Joseph Lewis (janeiro de 1964 – 24 de outubro de 2009). Morreu de overdose de drogas aos 45 anos.

-Danielle Sarah Lewis (adotada em março de 1992)

Lewis viveu seus últimos anos em Las Vegas, Nevada. Na eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016, manifestou apoio ao candidato eleito Donald Trump.



PROBLEMAS DE SAÚDE
Lewis sofreu por anos de dores nas costas, decorrentes de uma queda que quase o deixou paralisado durante uma apresentação no Sands Hotel, em Las Vegas em 1965.
Acabou se viciando em Percodan, para aliviar a dor,  mas dizia que desde 1978 estava longe dos remédios.
Em abril de 2002, Lewis passou por uma cirurgia para implantar um neuroestimulador (Medtronic) para reduzir o desconforto e as dores crônicas que sentia. Lewis tornou-se um dos porta-vozes da Medtronic.
Em dezembro de 1982, Lewis tinha sofrido um sério ataque cardíaco e um menos grave anos depois, em 2006, enquanto voava de Nova York para Califórnia.
Nesta época foi descoberto que Lewis tinha desenvolvido um quadro de pneumonia, e também foi constatado que tinha um coração frágil. Ele passou por um cateterismo cardíaco, e dois stents foram colocados em uma de suas artérias, a qual estava 90% bloqueada. A cirurgia foi um sucesso e fez com que o coração voltasse a bombear sangue regularmente. Contudo, isso repercutiu em problemas posteriores. O cateterismo fez com que Lewis cancelasse vários compromissos, mas a sua recuperação foi ótima.
Em 1999, sua tour na Austrália foi cancelada quando Lewis foi hospitalizado em Darwin com meningite viral. Ficou doente por mais de cinco meses. A imprensa australiana, na época, afirmara que Lewis tinha se recusado a pagar seu tratamento, mas Lewis afirmou que a confusão com o pagamento foi culpa do seu plano de saúde. Todo esse problema fez com que Lewis processasse a sua seguradora.
Lewis combateu um câncer de próstata, diabetes, e fibrose pulmonar, e teve dois ataques cardíacos. O tratamento com Prednisona contra a fibrose pulmonar fez com que Lewis ganhasse peso, mudando totalmente a sua aparência. Em setembro de 2001, Lewis ficou sem condições de aparecer em um evento beneficente produzido pelo comediante Steve Alan Green no London Palladium. Alguns meses depois, Lewis se submeteu a uma longa reabilitação, que o impediu de voltar a trabalhar.
Em 12 de junho de 2012, ele foi tratado no hospital após um episódio de hipoglicemia no evento de Nova York Frades' Club. Este episódio de saúde fragilizada obrigou-o a cancelar um espetáculo em Sydney, Austrália.

MORTE
Faleceu na manhã do dia 20 de agosto de 2017 em sua casa em Las Vegas, aos 91 anos, de causas naturais.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales