“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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16 de mai de 2016

CAUBY PEIXOTO - Arte Tumular - 1110 - Cemitério Congonhas, São Paulo, Brasil



Vista parcial

O enterro foi realizado no Cemitério Congonhas, no Jardim Marajoara.


PERSONAGEM
Cauby Peixoto (Niterói, 10 de fevereiro de 1931 — São Paulo, 15 de maio de 2016) foi um cantor brasileiro
Morreu aos 85 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Cauby iniciou sua carreira artística no final da década de 1940. Estudou em um Colégio de Padres Salesianos em Niterói, onde chegou a cantar no coro da escola e também no coro da igreja que frequentava. Cauby trabalhou em um comércio até resolver participar de programas de calouros no rádio, no final da década de 40, no Rio de Janeiro.


INFÃNCIA
Sua voz era caracterizada pelo timbre grave e aveludado, mas principalmente pelo estilo próprio de cantar, que incluía extravagância e penteados excêntricos. Proveniente de uma família de músicos, o pai (conhecido como Cadete) tocava violão, a mãe bandolim, os irmãos eram instrumentistas, as irmãs cantoras e o tio pianista. Sobrinho do músico Nonô, pianista que popularizou o samba naquele instrumento, Cauby também era primo do cantor Ciro Monteiro.

 Cauby era o caçula de seis irmãos (Aracy, Moacyr, Andyara, Aráken e Iracema); Alice (Mãe de Cauby, na época, com vinte anos) passaram por dificuldades depois da morte de Eliziário (Pai de Cauby), foram ajudados pela cunhada de Alice, conhecida como Dona Corina, a qual ajudou-os a se mudarem para Fonseca. Para os seis, nenhum trauma. Cauby com o tempo foi fazendo amizades em seu novo bairro, juntamente com Aráken e Andyara. Durante sua infância, seu hobby era ir à praia para aperfeiçoar seus dotes de nadador. Já pré-adolescentes, aprontavam muito, tanto que apanhavam e tinham castigos rigorosos.

A casa onde moravam inicialmente em São Francisco Xavier, era moderna, e de alto custo na época. Só foi possível adquiri-la, com a ajuda de Dona Corina, que nunca faltava com sua atenção nas horas mais difíceis, desde de que Eliziário morreu. Na época, era uma casa grande com varanda, quintal, e três quartos.

Cauby mesmo morando em São Francisco Xavier não deixava de ir à Fonseca, rever seus amigos e sua namorada, Josélia, com quem gostava muito de dançar. No Líder Esporte Clube de Niterói, chegou a ganhar prêmios por dançar. Cauby também gostava de ir a Santa Rosa em época de carnaval, para brincar no Ringue e Barreto. Os points animado de então. Com a devida ajuda de Dona Corina, ele se fantasiava com roupas cuidadosamente confeccionadas por ela. Cauby desde pequeno já gostava de roupas diferenciadas.

Tempos depois, Alice (Mãe de Cauby), começou a se relacionar com um homem chamado Anacleto, o qual se aproximou lentamente da família Peixoto.

Cauby na adolescência foi considerado diferenciado, pois era vaidoso e sedutor (Mal sabia que em 1954, seria considerado o homem mais bonito do Brasil, eleito por uma revista americana).

Em uma família de músicos, Cauby passou a ter seus primeiros contatos, por meio de discos de seu irmão, Moacyr, que lhe mostrava canções de Sílvio Caldas e Orlando Silva. Ouvindo um dos discos de seu irmão, escutou a interpretação de Orlando Silva (que se tornou ídolo de Cauby), e se apaixonou pela canção "Rosa" (de Pixinguinha e Otávio de Souza). O rádio já era veículo de massa, e todos gostavam de ouvi-lo. Além de tudo sua mãe e suas irmãs adoravam cantar.


CARREIRA
 Cauby gravou seu primeiro álbum em 1951, que foi chamado de "Saia Branca". Na época, por não ser muito famoso, teve pouca repercussão.

Em 1952, por intermédio de seu irmão Moacyr, Cauby conheceu Di Veras, famoso empresário, conhecido por suas grandes estratégias de marketing. Ele levou Cauby a São Paulo, especificamente à rua da Rádio Nacional. Di Veras começou a trabalhar na estética de Cauby. Ele exigiu que Cauby vestisse-se bem, pois por ser de família humilde não era acostumado, mas perante os cantores da época, era uma obrigação ser elegante. As mudanças no visual de Cauby tornar-se-ia uma constante. Cauby não deixou de gravar discos durante as mudanças, e em 1955 lançou seu primeiro sucesso no Brasil, o Blue Gardênia, em uma versão que trouxe dos Estados Unidos em português. Na época, era um sucesso na voz de Nat King Cole, ídolo de Cauby. Di Veras trabalhou com Cauby até 1958, quando Cauby atingiu o 5º lugar nos álbuns mais tocado nos EUA.

Cauby foi convidado para uma excursão aos EUA por Cardinal Spellman em 1955. Durante a viagem no navio, Cauby cantou musicas religiosas. Já nos EUA, com nome artístico de Ron Coby, gravou alguns LP's com a orquestra de Paul Weston, cantando em inglês. Entre 1955 e 1958, ficou indo e voltando dos Estados Unidos.

Em 1956, ele apareceu no filme Com Água na Boca cantando seu grande sucesso, Conceição. Na época, foi citado nas revistas Time and Life como: O Elvis Presley brasileiro.

Em 1957, Cauby foi o primeiro cantor brasileiro a gravar uma canção de rock em português, denominada Rock and Roll, que foi composta por Miguel Gustavo, também autor da marchinha "Pra Frente, Brasil".

ÚLTIMOS ANOS
Cauby vivia em São Paulo com sua fã, a empresária e cuidadora Nancy Lara, responsável pela agenda, figurinos, cenários, montagem dos palcos e repertório. Cauby se apresentava nas noites de Segunda-Feira no Bar Brahma, um tradicional templo da boemia paulistana, em funcionamento desde de os anos 40's, se localiza na mais famosa esquina brasileira (Av. Ipiranga com Av. São João, em São Paulo, Brasil), uma temporada de três meses, com seu sucesso, levou á uma temporada que dura mais de uma década, com ingressos concorridos, tanto no Bar Brahma, como em seus shows que realizava pelo Brasil, com seu violonista, amigo e irmão de Agnaldo Rayol, Ronaldo Rayol.

Em 28 de maio de 2015, seu documentário foi lançado no Brasil, (Cauby - Começaria tudo outra vez) de Nelson Hoineff. O filme possui noventa minutos, e conta toda sua trajetória. A película marcou a reinauguração do Cine Odeon, Cauby fala sobre sua sexualidade e outros temas. Ao longo dos noventa minutos de exibição, o público se assenta em três pilares: além da ideia do eterno recomeço, o modelo de interpretação atemporal de Cauby Peixoto e a sinergia entre ele e a plateia, que transcende gerações. Um interessante fato é que o documentário foi o mais rentável e de maior sucesso do ano de 2015.

MORTE
Cauby Peixoto morreu na noite do dia 15 de maio de 2016, aos 85 anos, em São Paulo. O cantor morreu por volta das 23h50. Ele estava internado devido a uma pneumonia, desde o dia 9 de maio no Hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo. A ultima apresentação do artista ocorreu no dia 3 de maio de 2016, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Cauby cantou ao lado de cantora Angela Maria com quem estava em turnê de comemoração de sessenta anos de carreira.

Fonte: pt.wikpedia.org
Formatação: Helio Rubiales

23 de abr de 2016

PRINCE - Arte Tumular - 1109 - (Indeterminado)





PERSONAGEM
Prince Rogers Nelson (Minneapolis, 7 de junho de 1958 — Chanhassen, 21 de abril de 2016) foi um músico multi-instrumentista e dançarino norte-americano, considerado por muitos um dos maiores ícones pop de todos os tempos, assim como um dos mais talentosos e conhecidos mundialmente, após de ter vendido mais de 100 milhões de álbuns e 60 milhões de singles.
Morreu aos 57 anos de vida.

SINOPSE ARTÍSTICA
Os singles e álbuns de Prince, especialmente os lançados nos anos 1980, estão quase sempre entre as cinco primeiras posições de todas as listas de melhores canções ou discos de todos os tempos, com destaque para o álbum Purple Rain, lançado em 1984.

Sua música mistura diversos gêneros musicais como funk, R&;B, soul, new wave, jazz, rock, pop e hip hop. Foi considerado o 33.º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. O solo de guitarra na música Purple Rain, segundo a mesma revista "é possivelmente o melhor solo de guitarra em uma balada na história."

Em 2004, foi induzido ao Hall da Fama do Rock and Roll. Na sua apresentação, ele tocou “While My Guitar Gently Weeps”. Conforme a Revista Rolling Stone "o solo de guitarra de tirar o fôlego que Prince fez ao fim de “While My Guitar Gently Weeps” pode ser o maior momento musical de qualquer cerimônia da história do evento."

Prince tinha a habilidade de juntar elementos de todos estes estilos musicais fazendo uso de sintetizadores e bateria eletrônica desde o início da sua carreira no fim dos anos 1970, tornando conhecido o som de Minneapolis, influenciando todos os novos artistas até hoje. Prince tinha a reputação de ser um workaholic, seja a trabalhar nas suas canções ou a produzir outros artistas até o ponto de deixar muito material inédito na gaveta. Considerado um perfeccionista, tinha a imagem de uma pessoa difícil de se trabalhar e por ser altamente protector de sua música. Escreve, compõe e produz todas as suas canções. Também toca todos os instrumentos nos seus álbuns. Muitos críticos elogiavam seu trabalho pela sua versatilidade compor, tocar, cantar e dançar, fazendo da sua performance em palco algo extraordinário.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Prince Rogers Nelson era filho de John L. Nelson e Mattie Shaw. O pai tocou num trio de jazz chamado Prince Rogers Trio, daí a inspiração para o seu nome. Ambos os seus pais são afro-americanos.

Após o nascimento da sua irmã, Tika Evene em 1960, os pais de Prince foram-se distanciando até se separarem. A mãe se casou novamente mas a convivência com seu padrasto não era boa, o que o fez morar temporariamente com o pai, que lhe comprou a primeira guitarra. Nesse tempo, Prince fez amizade com uma família vizinha, os Andersons, especificamente com o filho deles, Andre Anderson. Prince e Andre juntaram-se a um primo de Prince, Charles Smith e formaram uma banda chamada Grand Central. Prince encarregou-se da parte instrumental da banda, tocando em pequenos clubes de Minneapolis. O conhecimento musical de Prince foi-se desenvolvendo e rapidamente se tornou no principal membro da banda e também no vocalista. Era então influenciado por James Brown, Jimi Hendrix, Earth, Wind & Fire e Sly and Family Stone.

MORTE
Prince faleceu, em casa, a 21 de abril de 2016, sem uma causa específica,  uma semana após ser hospitalizado com sintomas de gripe.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

2 de abr de 2016

CARLOS MAGNO - Arte tumular - 1108 - Cathedral of Aachen Aachen Aachener Stadtkreis Nordrhein-Westfalen, Germany

Catedral

Vista do sarcófago 

Interior da Catedral

Ossos catalogados

Urna de mármore interna


Urna exterior



ARTE TUMULAR
No interior da Catedral, destaca-se a urna em metal e prata ricamente decorada com relevos reais com uma cobertura em forma angulada. Está suspensa por quatro pilares e protegida por uma caixa de vidro.

Local: Cathedral of Aachen Aachen Aachener Stadtkreis Nordrhein-Westfalen, Germany Plot: The Shrine of Karl der Große
Fotos: findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales







PERSONAGEM
Carlos Magno ou Carlos I, dito "O Grande" (em latim: Carolus Magnus, alemão: Karl der Große, francês: Charlemagne) (Jupille-sur-Meuse, 2 de abril de 742 — Aquisgrano, 28 de janeiro de 814), da dinastia franca Carolíngia que se inicia com Clóvis I , e que após a morte de seu pai, o rei franco Pepino, o Breve, torna-se o rei dos Francos de 768 até sua morte, em 814, o rei dos Lombardos de 774 a 814 e em 25 de janeiro de 800 é coroado, em Roma, pelo Papa São Leão III, 1º Imperador do Sacro Império Romano (Imperatur Romanorum) e assim, como imperador, Carlos Magno se manteve até sua morte, em 814.
Morreu aos 71 anos de idade.

IMPÉRIO CAROLÍNGIO
A denominação dinastia Carolíngia, que pelos sete séculos seguintes dominaram a Europa, no que veio a ser posteriormente chamado Sacro Império Romano-Germânico deriva do seu nome em latim "Carolus" . Por meio das suas conquistas no estrangeiro e de suas reformas internas, Carlos Magno ajudou a definir a Europa Ocidental e a Idade Média na Europa. Ele é chamado de Carlos I nas listas reais da Alemanha (como Karl), na França (como Charles) e do Sacro Império Romano-Germânico Ele era filho do rei Pepino, o Breve e de Berta de Laon, uma rainha franca. Carlos reinou primeiro em conjunto com seu irmão Carlomano, sendo a relação entre os dois o tema de um caloroso debate entre os cronistas contemporâneos e os historiadores.. Foi rei dos Francos a partir de 768. Tornou-se, por conquista, rei dos lombardos em 774 e foi coroado Imperator Augustus em Roma pelo papa Leão III em 25 de dezembro de 800, restaurando um cargo em desuso desde a queda do Império Romano do Ocidente em 476.

 Monarca guerreiro, expandiu o Reino Franco através de uma série de campanhas militares, em particular contra os saxões pagãos cuja submissão foi bastante difícil e muito violenta (772-804), mas também contra os lombardos em Itália e os muçulmanos de Espanha, até que este se tornou o Império Carolíngio, que incorporou a maior parte da Europa Ocidental e Central. Durante o seu reinado, ele conquistou o Reino da Itália. Posteriormente, o exército de Carlos, em retirada, sofreu a sua pior derrota nas mãos dos bascos na Batalha de Roncesvalles (778) . Ele também realizou campanhas contra os povos a leste, principalmente os saxões e, após uma longa guerra, subjugou-os ao seu comando.

"Signum KAROLUS Caroli gloriosissimi regis" - assinatura de Carlos Magno (Karl der Grosse), em documento datado de 31 de agosto 790 AD.Only os dois cursos dentro da praça foram adicionados pelo imperador.

 Ao cristianizar à força os saxões e banindo, sob pena de morte, o paganismo germânico, ele os integrou ao seu reino e pavimentou o caminho que levaria à futura dinastia Otoniana. Soberano reformador, preocupado com a ortodoxia religiosa e cultura, ele protegeu as artes e as letras. O seu reinado também está associado com a chamada «Renascença carolíngia», um renascimento das artes, religião e cultura por meio da Igreja Católica.

UNIÃO DA EUROPA
O seu trabalho político imediato, o império, não lhe sobrevive, no entanto, por muito tempo. Em conformidade com o costume sucessório germânico, Carlos Magno promove a partir de 806 a partilha do império entre os seus três filhos. Após numerosas peripécias, o império acabará finalmente partilhado em entre três dos seus netos (Tratado de Verdun). A fragmentação feudal dos séculos seguintes, mais a formação na Europa de Estado-nações rivais condenaram à impotência aqueles que tentaram explicitamente restaurar o império universal de Carlos Magno, em particular os governantes do Santo Império Romano Germânico, de Otão I em 962 no século XVI, e até mesmo Napoleão I, perseguido pelo exemplo dos mais eminentes dos Carolíngios . As monarquias francesa e alemã descendentes do império governado por Carlos Magno na forma do Sacro Império Romano-Germânico cobriam a maior parte da Europa. Em seu discurso de aceitação do Prêmio Carlos Magno, o papa João Paulo II se referiu a ele como Pater Europae ("Pai da Europa") : "...seu império uniu a maior parte da Europa Ocidental pela primeira vez desde os romanos e a Renascença carolíngia encorajou a formação de uma identidade europeia comum". A figura de Carlos Magno foi objeto de discórdia na Europa, incluindo a questão política entre os séculos XII e XIX entre a nação germânica que considera o Santo Império Romano como o sucessor legitimo do imperador carolíngio e a nação francesa que é de fato um elemento central da continuidade dinástica dos Capetianos. Os dois principais textos do século IX que retratam o Carlos Magno real, a "Vita Caroli Magni", de Eginhardo, e a "Gesta Karoli Magni", atribuída a um monge da Abadia de São Galo chamado Notker, igualam as lendas e mitos enumerados nos séculos seguintes: «Há o Carlos Magno da sociedade vassálica e feudal, o Carlos Magno da Cruzada e da Reconquista, o Carlos Magno inventor da Coroa de França ou da Coroa Imperial, o Carlos Magno mal canonizado, mas tido como verdadeiro santo da igreja, o Carlos Magno da boa escola».


MORTE
Carlos Magno morreu a 28 de janeiro de 814 em Aquisgrano, de uma doença aguda que parece ter sido uma pneumonia. Segundo Éginhardo, Carlos Magno não teria deixado nenhuma indicação relativa ao seu funeral, após as cerimónias fúnebres simples na Catedral de Aquisgrano (embalsamamento e sepultamento antes da cerimónia durante a qual uma "efígie viva"provavelmente colocada em seu caixão para o representar ), ele foi enterrado numa cova no mesmo dia sob o pavimento da Capela Palatina. O monge Ademar de Chabannes, na sua Chronicon, crónica escrita entre 1024 e 1029, torna este funeral mais faustoso, criando o mito de um Otão III, que encontrou uma adega abobadada na qual o Imperador "com a barba que flui" está sentado num banco de ouro, revestido com as suas insígnias imperiais, cingindo a sua espada de ouro, com as mãos um Evangelho de ouro, e sobre a sua cabeça uma coroa com um pedaço da Cruz Verdadeira. Em 1166, Frederico Barbaruiva, depois de obter a canonização de Carlos Magno, faz abrir o túmulo para depositar os seus restos mortais num sarcófago de mármore onde diz "sarcófago de Proserpina", a 27 de julho de 1215 Frederico II começa um segundo translatio num sarcófago de ouro e em prata . Segundo a lenda, durante a exumação, foi encontrado pendurado no pescoço de Carlos Magno o talismã, que ele sempre usava.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

28 de mar de 2016

JOHAN CRUYFF - Arte Tumular - 1107 - Cremado

CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado em Barcelona




PERSONAGEM
Hendrik Johannes Cruijff, mais conhecido como Johan Cruijff, ou Johan Cruyff, (Amsterdã, 25 de abril de 1947 – Barcelona, 24 de março de 2016) foi um treinador e futebolista dos Países Baixos, apontado como o melhor futebolista neerlandês de todos os tempos.
Morreu aos 68 anos de idade

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Considerado um jogador revolucionário, tático, ofensivo, coletivo, vistoso e eficiente, inspirou muitos jogadores e treinadores a partir de suas extraordinárias atuações no Ajax e, principalmente, na Seleção dos Países Baixos, durante a Copa do Mundo de 1974.

As suas atuações no mundial foram suas únicas referências para grande parte das pessoas que o conhecem; antes da cobertura ao vivo dos campeonatos estrangeiros pela TV, apenas as Copas eram vistas mundialmente de maneira especial. Cruyff encantou na Copa, mesmo com exibições consideradas abaixo das que tinha nos campeonatos europeus. Se, atualmente, há no futebol jogadores polivalentes que podem atuar sem posição fixa no campo, sem prejuízo de suas atuações individuais, muito se deve a este genial craque e não menos a seu treinador no Ajax, Barcelona e na Seleção Neerlandesa, Rinus Michels.



E ainda que transcorridos mais de quarenta anos após a Copa do Mundo de 1974, os Países Baixos, Michels e Cruijff sintetizam a última revolução tática na história do futebol e serão para sempre lembrados como sinônimos do chamado futebol total, o qual os jogadores de linha se sentiam-se à vontade ao desempenhar todas as posições.

Visto como um pensador do futebol, costumava enfatizar a rapidez de pensamento tanto quanto a rapidez do corpo: sua característica velocidade era descrita pelo próprio como uma questão de saber a hora certa de começar a correr. Cruyff foi escolhido pelo IFFHS o maior jogador europeu do século XX, e o segundo maior do mundo, atrás somente de Pelé.

 Para o colunista Maurício Barros, da ESPN Brasil, Cruyff é o maior da história do futebol na soma jogador-treinador, mesmo sem ter ganho nenhuma Copa do Mundo . Seu sobrenome é originalmente grafado, na língua neerlandesa, como "Cruijff", sendo mais popularmente escrito como "Cruyff" no exterior.

MORTE
Morreu em consequência de um câncer no pulmão.

Fonte: pt.wikipedia.org
Descrição tumular: Helio Rubiales













10 de mar de 2016

GEORGE MARTIN - Arte Tumular - (Indefinido)






PERSONAGEM
George Henry Martin, Kt, CBE (Londres, 3 de janeiro de 1926 - Londres, 8 de março de 2016) foi um produtor musical, arranjador, compositor, engenheiro sonoro, músico e maestro britânico. Devido a sua importância em relação à produção musical dos discos da banda britânica The Beatles ele foi chamado de “o quinto Beatle”
Morreu aos 90 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Nasceu em Holloway, pequena cidade a norte da capital Londres. Filho de pai carpinteiro, teve uma juventude humilde, sem uma educação musical erudita. Autodidata, aprendeu a tocar piano sem ajuda de mestre, ainda com dezesseis anos de idade

Produziu junto aos  Beatles em 1967 , o inovador álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, que lhe trouxe reconhecimento, fama e consagração definitiva na história da música pop.

Foi um dos maiores produtores musicais de todos os tempos, com trinta canções chegando ao primeiro lugar das paradas no Reino Unido e 23 nos Estados Unidos.

Martin estudou na Guildhall School of Music and Drama entre 1947 e 1950, estudando piano e oboé, sendo influenciado por uma grande variedade de estilos musicais. Após se formar, ele trabalhou no departamento de música clássica da BBC, entrando na EMI em 1950.

Martin produziu canções cômicas no início da década de 1950, trabalhando com pessoas como Peter Sellers e Spike Milligan. Em uma carreira de seis décadas, Martin já trabalhou em cinema, televisão e espetáculos ao vivo. Ele também já teve vários cargos executivos em companhias midiáticas e contribuiu para várias de causas beneficentes, incluindo seu trabalho para o The Prince's Trust da ilha de Montserrat

Em reconhecimento por suas contribuições para a música e cultura popular, ele recebeu um Knight Bachelor em 1996.

M ORTE
Faleceu no dia 8 de março de 2016.

6 de mar de 2016

NANCY REAGAN - Arte Tumular - 1106 - Ronald W. Reagan Presidential,Library ,SimiValley,VenturaCounty,California,USA







ARTE TUMULAR
Local - Ronald W. Reagan Presidential,Library ,SimiValley,VenturaCounty,California,USA 







PERSONAGEM
Nancy Davis Reagan (Nova Iorque, 6 de julho de 1921 - Bel Air, Los Angeles, 6 de março de 2016) foi primeira-dama dos Estados Unidos entre 1981 e 1989. Antes do casamento com Ronald Reagan, atuou em vários filmes de Hollywood nas décadas de 1940 e 1950 sob o nome artístico de Nancy Davis.
Morreu aos 94 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filha única de Kenneth Seymour Robbins (1894–1972) e Edith Luckett (1888–1987), que se divorciaram pouco tempo após o nascimento da filha. Nancy passou parte da sua infância no bairro do Queens e após a separação de seus pais, passou a residir na cidade de Bethesda, Maryland.

Em 1929, a mãe de Nancy casou-se com o político Loyal Davis e a nova família se mudou para Chicago, onde Nancy e Loyal mantiveram uma boa relação familiar. A relação entre Nacy e seu padrasto era como de pai e filha e ele resolveu adotá-la em 1935, alterando-lhe o nome de Anne Frances Robbins para Nancy Davis, nome que a colocaria em maio as elites Hollywoodianas. Nancy concluiu seus estudos em 1943.

CARREIRA
Após sua graduação no Smith College, Nancy trabalhou como balconista na Marshall Field's e como auxiliar de enfermagem. Com o apoio dos colegas de sua mãe, incluindo Walter Huston e Spencer Tracy, Nancy iniciou sua carreira de atriz profissional. Nancy seguiu para Nova Iorque e se consagrou na Broadway.



Após o sucesso num teste, Nancy foi para a Califórnia e em 1949 fechou contrato com os estúdios da Metro-Goldwyn-Mayer. Pela MGM, Nancy atuou em 11 produções, fazendo o tipo "mãe responsável" e "mãe jovem". Sua carreira cinematográfica começou com algumas figurações em The Doctor and the Girl, estrelando Glenn Ford e em East Side, West Side, estrelado por Barbara Stanwyck.

Durante sua carreira, Nancy também atuou no Screen Actors Guild por cerca de 10 anos, mas deixou o sindicato para dedicar-se melhor ao marido.

CASAMENTO
Juntamente com o status social de Hollywood, Nancy também teve vários namoros e romances com atores famosos da indústria cinematográfica, dentre eles o ator Clark Gable, mas foi em novembro de 1949 que Nancy conheceu o grande amor de sua vida, Ronald Reagan, o então presidente do Screen Actors Guild.

Os dois atores passaram a se encontrar mais frequentemente e a relação entre os dois tornou-se motivo de polêmica nas colunas de jornais de Los Angeles. Ronald Reagan estava obcecado pela idéia de casar-se com Nancy Davis, mas após o fim do casamento com a também atriz Jane Wyman, Reagan ainda se envolveu com outras mulheres. Após três anos de namoro, Ronald pediu a mão de Nancy em casamento.

O casamento ocorreu em 4 de março de 1952 com uma cerimônia formal distante dos olhares da mídia no Vale de São Fernando. Os únicos convidados do casamento foram William Holden e sua esposa. Os frutos do casamento vieram logo: Patricia Reagan Davis (nascida em 21 de outubro de 1952) e Ronald Prescott Reagan (nascido em 20 de maio de 1958). Nancy Reagan tornou-se madrasta de Maureen Reagan e Michael Reagan, filhos do primeiro casamento de Ronald.

PRIMEIRA DAMA
Nancy tornou-se a Primeira-dama dos Estados Unidos após a vitória de seu esposo, Ronald Reagan, nas eleições de 1980. Nancy assumiu como primeira-dama em Janeiro de 1981

MORTE
Nancy faleceu em 6 de março de 2016 de insuficiência cardíaca na sua casa em Bel-Air, na cidade de Los Angeles, na Califórnia.

Fonte- pt.wikipedia.org
Formatação- Helio Rubiales

5 de mar de 2016

CORNÉLIO PROCÓPIO - Arte Tumular - 1105 - Cemitério da Consolação, São Paulo , Brasil








ARTE TUMULAR

Base de mármore branco no solo forma a abertura de acesso ao túmulo. Na cabeceira tumular, uma grande base de mármore quadrada, disposta em diferentes e laterais facetadas servindo de pedestal para uma escultura em mármore branco representando uma figura feminina com um grande véu sobre a cabeça e o corpo. De joelhos e com o corpo inclinado para a frente, carrega em uma das mãos um bouquet de rosas e com a outra joga as flores sobre o túmulo. As flores representam a brevidade da existência terrestre e tem o sentido de condolências. Nas laterais da base as flores entrelaçasdas significam o forte elo afetivo da família. Na parte anterior, gravado em relevo o nome completo do falecido.
TÍTULO DA OBRA: Últimas rosas
LOCAL: Cemitério da Consolação, São Paulo
Fotos: Cláudio Zeiger
Descrição tumular:HRubiales



PERSONAGEM

HISTÓRIA
Coronel Cornélio Procópio de Araújo Carvalho, figura de destaque no Império durante o final do século XIX. O coronel foi o patrono da estação ferroviária do km 125, sendo este, o marco de toda a expansão econômica da região na qual está inserida a cidade, batizada com o seu nome (Cornélio Procópio)
O Coronel Procópio, falecido em 1909, deixou nove filhos, entre os quais Maria Balbina Procópio Junqueira, casada com seu primo em 2º grau, Francisco da Cunha Junqueira, dono da Gleba Laranjinha, o qual homenageou-a dando seu nome à cidade paranaense de Santa Mariana, que até então era apenas uma fazenda. Com o mesmo sentimento, cedeu o nome do sogro ao aglomerado urbano localizado no km 125, juntamente com a expansão da ferrovia.

Formatação e pesquisa:Helio Rubiales

ALEXANDRA DA DINAMARCA - Arte Tumular - 1104 - St George's Chapel Windsor Windsor and Maidenhead Royal Borough Berkshire, England



Coat of Arms of Alexandra of Denmark.svg
Brasão de Alexandra como rainha






ARTE TUMULAR
Tumulo altar, composto por uma base tumular em mármore, que suporta uma urna retangular em madeira decorada, que por duas vez, suporta as esculturas em mármore branco do rei e da rainha.


Local- St George's Chapel Windsor Windsor and Maidenhead Royal Borough Berkshire, England Plot: Altar
Fotos - Findagrave
Descrição tumular - Helio Rubiales




PERSONAGEM
Alexandra da Dinamarca (Copenhaga, 1 de dezembro de 1844 – Sandringham, 20 de novembro de 1925) foi a esposa do rei Eduardo VII e rainha consorte do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda de 1901 até 1910.
Morreu aos 80 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
A família de Alexandra era relativamente desconhecida até o seu pai, o príncipe Cristiano de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Glücksburg, ser escolhido para suceder ao seu primo distante, o rei Frederico VII da Dinamarca.

Aos dezesseis anos, a princesa foi escolhida para futura esposa de Alberto Eduardo, Príncipe de Gales, herdeiro da rainha Vitória do Reino Unido, tendo contraído matrimônio dezoito meses depois, em 1863, o mesmo ano em que o seu pai se tornou rei da Dinamarca e o seu irmão foi escolhido para se tornar rei da Grécia.

Alexandra foi princesa de Gales entre 1863 e 1901, sendo até hoje a pessoa que mais tempo deteve este título. Tornou-se geralmente popular e o seu estilo e porte foram imitados por quase todas as mulheres britânicas da época. Apesar de ser excluída de qualquer atividade política, a princesa tentou sem sucesso influenciar alguns ministros britânicos e a família do marido a favor de interesses gregos e dinamarqueses.

As suas funções de estado limitavam-se a trabalhos de caridade que não causassem demasiado escândalo. Após a morte da rainha Vitória em 1901, o seu marido tornou-se o rei Eduardo VII, imperador da Índia e Alexandra passou a ser a sua rainha e imperatriz consorte. Desde a morte de Eduardo em 1910 até sua própria morte, foi rainha-mãe do Reino Unido, sendo mãe do rei Jorge V. Não confiava no seu sobrinho, o imperador Guilherme II da Alemanha e deu total apoio ao seu filho durante a Primeira Guerra Mundial que colocou a Grã-Bretanha contra o Império Alemão.

MORTE
Morreu em 20 de novembro de 1925 em Sandringham de ataque cardíaco e foi enterrada numa sepultura elaborada ao lado do seu marido na Capela de São Jorge no Castelo de Windsor