“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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10 de dez de 2017

EDUARDO VI - Arte Tumular - 1179 - Westminster Abbey Westminster, City of Westminster, Greater London, England




Eduardo VI de Inglaterra
Casa de Tudor
12 de outubro de 1537 – 6 de julho de 1553
Precedido por
Henrique VIII
Coat of Arms of England (1509-1554).svg
Rei da Inglaterra e Irlanda
28 de janeiro de 1547 – 6 de julho de 1553
Sucedido por
Maria I


ARTE TUMULAR
Em um dos lados da Abadia, ergue-se um altar  com colunas em mármore branco suportando um frontão encimado com o brasão Inglês.  

Local:  Westminster Abbey Westminster, City of Westminster, Greater London, England
            GPS Latitude: 51.50008, Longitude: -0.12923
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales

Eduardo VI
Rei da Inglaterra, França e Irlanda
Rei da Inglaterra e Irlanda
Reinado28 de janeiro de 1547
6 de julho de 1553
Coroação20 de fevereiro de 1547
Antecessor(a)Henrique VIII
SucessoraMaria I
Regentes
CasaTudor
Nascimento12 de outubro de 1537
Palácio de Hampton CourtMiddlesexInglaterra
Morte6 de julho de 1553 (15 anos)
Palácio de PlacentiaGreenwichInglaterra
EnterroAbadia de WestminsterLondresInglaterra
8 de agosto de 1553
ReligiãoAnglicanismo
PaiHenrique VIII da Inglaterra
MãeJoana Seymour
AssinaturaAssinatura de Eduardo VI
PERSONAGEM
Eduardo VI (12 de outubro de 1537 – 6 de julho de 1553) foi o Rei da Inglaterra e Irlanda de 1547 até sua morte. Filho do rei Henrique VIII com Joana Seymour, Eduardo foi o terceiro monarca da Casa de Tudor e o primeiro rei inglês criado como protestante.
Morreu aos 15 anos




SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
O país foi comandado durante seu reinado pelo Conselho Regencial, já que ele nunca atingiu a maioridade, liderado primeiramente por Eduardo Seymour, 1.º Duque de Somerset, e depois por João Dudley, 1.º Duque de Northumberland.

O reinado de Eduardo foi marcado por problemas econômicos e agitações sociais que levaram a tumultos e rebeliões em 1549. Uma guerra contra a Escócia, inicialmente bem sucedida, terminou com uma retirada do país e de Bolonha-sobre-o-Mar em troca da paz.

A transformação da Igreja Anglicana num órgão reconhecidamente protestante também aconteceu no reinado de Eduardo, que se interessou muito por assuntos religiosos. Apesar de Henrique VIII ter rompido a ligação entre a Igreja da Inglaterra e Roma, nunca permitiu a rejeição à doutrina católica ou suas cerimônias. Durante o reinado de Eduardo estabeleceu-se o protestantismo pela primeira vez na Inglaterra com reformas que incluíam a abolição das missas e a reformulação da eucaristia.
O arquiteto dessas mudanças foi Tomás Cranmer, o Arcebispo da Cantuária.

Eduardo adoeceu em fevereiro de 1553. Ao descobrir que era uma doença terminal, ele e seu conselho redigiram a "Elaboração para a Sucessão", tentando impedir que a Inglaterra voltasse ao catolicismo. Nomeou a prima Joana Grey como herdeira, excluindo suas meia-irmãs Maria e Isabel. Porém, depois de sua morte em 6 de julho, Maria depôs Joana. Ela reverteu as reformas protestantes de Eduardo, que mesmo assim se tornaram a base para a Resolução religiosa de Isabel em 1559. 

DOENÇA E MORTE
Eduardo adoeceu em fevereiro de 1553 com uma febre e tosse que gradualmente piorou. Jean Scheyfve, embaixador imperial, relatou que
"ele sofre bastante quando a febre o ataca, especialmente por uma dificuldade de respirar, que se deve a uma compressão dos órgãos do lado direito ... Eu opino que isso é uma visita e um sinal de Deus".

O rei ficou bom o bastante no início de abril para tomar ar no parque de Westminster e se mudar para Greenwich, porém ele ficou fraco novamente ao final do mês. Em 7 de maio, ele estava "muito alterado" e os médicos estavam confiantes em sua recuperação. Alguns dias depois Eduardo estava vendo os navios passarem no rio Tâmisa da sua janela. Porém, ele desmaiou, e em 11 de junho, Scheyfve, que tinha um informante na criadagem do rei, relatou que "a matéria que ele expele de sua boca é algumas vezes da cor amarela e preta esverdeada, algumas vezes rosa, como a cor do sangue".

Seus médicos agora acreditavam que ele estava sofrendo de "um tumor supurante" nos pulmões e admitiram que a vida de Eduardo não podia ser salva. Logo, suas pernas ficaram tão inchadas que ele tinha que deitar de costas, também perdendo a força para resistir a doença. Ele sussurrou ao seu tutor João Cheke que "Eu estou feliz em morrer".



Eduardo fez sua última aparição pública em 1 de julho quando apareceu na janela do Palácio de Placentia, horrorizando as pessoas com sua condição "magra e definhada". Nos dias seguintes, grandes multidões chegaram na esperança de vê-lo novamente, porém no dia 3 foi informado que o clima estava muito frio para o rei aparecer. Eduardo VI morreu no Palácio de Placentia aos 15 anos de idade em 6 de julho de 1553. De acordo com o relato de João Foxe sobre sua morte, suas últimas palavras foram: "Eu estou fraco; que o Senhor tenha piedade de mim, e leve meu espírito".

Ele foi enterrado no dia 8 de agosto na Capela de Henrique VII na Abadia de Westminster, com rituais sendo realizados por Cranmer. A procissão passou por toda Londres e os habitantes a assistiram "chorando e lamentando"; a carruagem funerária, envolta de ouro, foi coberta por uma efígie de Eduardo com coroa, cetro e jarreteira.

 A causa da morte de Eduardo VI não é certa. Como muitas mortes reais no século XVI, surgiram vários rumores sobre envenenamento, porém nunca se encontrou evidências disso. Dudley, cuja impopularidade ficou aparente após a morte do rei, era o centro dos rumores sobre o suposto envenenamento. Outra teoria dizia que Eduardo havia sido envenenado por católicos que queriam ver Maria no trono.

O cirurgião que abriu o peito do rei depois de sua morte descobriu que "a doença da qual sua majestade morreu foi a doença dos pulmões". O embaixador veneziano relatou que Eduardo morreu de consumo – em outras palavras, tuberculose – um diagnóstico aceito pela maioria dos historiadores. Skidmore acredita que o rei contraiu tuberculose após um ataque de sarampo e varíola em 1552, algo que suprimiu sua imunidade natural. Loach sugere que seus sintomas eram de uma broncopneumonia, levando a uma "infecção pulmonar supurante" ou abscesso pulmonar, sepse e insuficiência renal.
Fonte: pt.wikpedia.org
Formatação: Helio Rubiales

ROBERT KOCH - Arte Tumular - 1178 - Robert Koch Institut Moabit, Mitte, Berlin, Germany




ARTE TUMULAR
Seus restos mortais repousam no interior do Instituto.

Local:   Robert Koch Institut Moabit, Mitte, Berlin, Germany
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales




PERSONAGEM
Heinrich Hermann Robert Koch (Clausthal, 11 de dezembro de 1843 — Baden-Baden, 27 de maio de 1910) foi um médico, patologista e bacteriologista alemão. Foi um dos fundadores da microbiologia e um dos principais responsáveis pela atual compreensão da epidemiologia das doenças transmissíveis.
Morreu aos 66 anos

LEGADO CIENTÍFICO
As suas principais contribuições para a ciência médica incluem a descoberta e descrição do agente do carbúnculo e do seu ciclo, a etiologia da infecção traumática, os métodos de fixação e coloração de bactérias para estudo no microscópio com respectiva identificação e classificação, e a descoberta, em 1882, do bacilo da tuberculose (o Bacilo de Koch) e sua responsabilização etiológica. O seu primeiro artigo sobre esta descoberta contém a primeira declaração do que veio a ser conhecido pelos postulados de Koch.

Em 1883, descobriu - ou redescobriu, segundo alguns autores - o Vibrio cholerae.

Foi contemplado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1905.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Robert Koch nasceu em Clausthal, nas Montanhas Altas de Harz, na Alemanha. Era o terceiro de treze irmãos. Filho de Mathilde (1818–1871) e Hermann Koch (1814–1877) um engenheiro de mineração.

Surpreendeu seus pais quando, aos cinco anos de idade, lhes disse que, com auxílio dos jornais, aprendeu a ler sozinho. Um feito que pronunciou sua inteligência e persistência metódica as quais passaram a ser suas características em sua vida mais tarde.

Estatua em Berlim 

FORMAÇÃO
Cursou o ensino secundário numa escola local, onde mostrou interesse em biologia e, como seu pai, um forte ímpeto para viajar.

Em 1862, aos 19 anos, foi para a Universidade de Göttingen para estudar medicina, onde influenciado pela visão de seu professor de anatomia Jacob Henle, que publicou em 1840 que as doenças infecciosas eram causadas por organismos vivos, organismos parasitas. Depois de terminar o grau de médico em 1866 (com 23 anos), Koch foi para Berlim por 6 meses para estudar química e lá foi influenciado por Virchow. Em 1867 ele se estabeleceu, depois de um período como assistente no Hospital Clínico em Hamburgo, na clínica geral, primeiro em Langenhagen e logo depois, em 1869, em Rackwitz, na Província de Posen. Passou no seu exame Regional Médico. Em 1870 voluntariou-se para servir na guerra Franco-Prussiana e de 1872 a 1880 foi médico de Wolsztyn, onde conduziu suas pesquisas, as quais o colocaram em primeiro lugar no ranking de trabalhos científicos, do seculo XIX.

PRÊMIOS E CONDECORAÇÕES
Koch recebeu prêmios e medalhas, doutorados honorários das Universidades de Heidelberg e Bolonha, cidadania honorária de Berlim, Wollstein e sua cidade natal de Clausthal e associações honorárias em sociedades culturais e academias em Berlim, Viena, Posen, Perugia, Nápoles e Nova Iorque. Ele ganhou a ordem da Coroa Alemã, a Grande Cruz da Ordem Alemã da Águia Vermelha (a primeira vez que esta distinção foi dada a um médico), e ordens da Rússia e Turquia. Por muito tempo depois de sua morte ele foi honrado postumamente com memoriais e de outras maneiras em vários países.

Em 1905 recebeu o Nobel de Fisiologia ou Medicina. Em 1906 retornou para a África Central para trabalhar no controle de tripanossomíase humana, e lá ele demonstrou que o atoxyl é tão efetivo contra essa doença quando o quinino é contra malária. Depois Koch continuou seu trabalho experimental em bacteriologia e sorologia.

Em 1866 Koch casou-se com Emmy Fraats, mãe de sua única filha, Gerttrud, nascida em 1865, que se tornou a esposa do Dr. E. Pfuhl. Em 1893 Koch casou com Hedwig Freiberg.

MORTE
Fatigado pelo excesso de trabalho, faleceu em 27 de maio de 1910 vítima de um ataque cardíaco.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

2 de dez de 2017

CHARLES I - Arte Tumular - 1177 - St George's Chapel Windsor, Windsor and Maidenhead Royal Borough, Berkshire, England







Carlos I de Inglaterra
Casa de Stuart
19 de novembro de 1600 – 30 de janeiro de 1649
Precedido por
Jaime VI & I
Coat of Arms of England (1603-1649).svg
Rei da Inglaterra e Irlanda
27 de março de 1625 – 30 de janeiro de 1649
Monarquia abolida
Comunidade da Inglaterra
Coat of Arms of Scotland (1603-1649).svg
Rei da Escócia
27 de março de 1625 – 30 de janeiro de 1649
Sucedido por
Carlos II
Precedido por
Henrique Frederico
Coat of Arms of the Stuart Princes of Wales (1610-1688).svg
Príncipe de Gales
4 de novembro de 1616 – 27 de março de 1625



ARTE TUMULAR
Laje de mármore negro no solo da Capela (Foi sepultado junto com  Henrique VIII)

Local:  St George's Chapel Windsor, Windsor and Maidenhead Royal Borough, Berkshire, England                PLOT Quire
Fotos: findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Carlos I (Dunfermline, 19 de novembro de 1600 – Londres, 30 de janeiro de 1649) foi o Rei da Inglaterra, Escócia e Irlanda de 1625 até sua execução.
Morreu aos 48 anos



SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Era o segundo filho do rei Jaime VI da Escócia e sua esposa Ana da Dinamarca; quando seu pai herdou o trono inglês em 1603, Carlos se mudou para a Inglaterra onde passou a maior parte da vida.

Ele se tornou herdeiro aparente quando seu irmão Henrique Frederico morreu. Uma tentativa mal sucedida e impopular tentou casar Carlos com uma princesa espanhola em 1623. Dois anos depois se casou com a francesa Henriqueta Maria. Depois de sua sucessão, Carlos começou uma luta pelo poder contra o parlamento inglês, tentando obter uma receita enquanto o parlamento tentava restringir sua prerrogativa real.

Ele acreditava no direito divino dos reis e achou que podia governar de acordo com sua consciência. Muitos de seus súditos eram contra suas políticas, particularmente suas interferências nas igrejas inglesa e escocesa e o aumento de impostos sem o consentimento parlamentar, vendo suas ações como de um monarca absoluto tirano.

As políticas religiosas de Carlos, junto com seu casamento com uma católica, geraram antipatia e desconfiança entre grupos reformistas como os puritanos e calvinistas, que o viam como muito católico. Ele apoiava clérigos controversos como Ricardo Montagu e Guilherme Laud, quem Carlos nomeou Arcebispo da Cantuária, falhando em ajudar forças protestantes durante a Guerra dos Trinta Anos.

Suas tentativas de forçar reformas religiosas na Escócia gerou as Guerras dos Bispos, aumentou a posição dos parlamentos inglês e escocês e ajudou a precipitar sua queda. A partir de 1641, Carlos lutou contra as forças dos dois parlamentos na Guerra Civil Inglesa. Depois de ser derrotado em 1645, ele se entregou para forças escocesas que o entregaram para o parlamento inglês. Carlos se recusou a aceitar as exigências de uma monarquia constitucional protestante e temporariamente fugiu em novembro de 1647. Recapturado na Ilha de Wight, ele criou uma aliança com a Escócia, porém o Exército Novo de Oliver Cromwell consolidou seu controle da Inglaterra no final de 1648. Carlos foi julgado, condenado e executado por traição em janeiro de 1649. A monarquia foi abolida e uma república foi declarada. O Interregnum inglês terminou em 1660 e a monarquia foi restaurada com seu filho Carlos II.

Ilustração do dia da execução

EXECUÇÃO
A decapitação foi marcada para 30 de janeiro de 1649. Dois de seus filhos permaneceram na Inglaterra sob o controle do parlamento: Isabel e Henrique. Ele receberam permissão para visitar o pai em 29 de janeiro, despedindo-se às lágrimas. Na manhã seguinte, ele pediu duas camisas para impedir que o clima frio causasse quaisquer tremores notáveis que pudessem se confundir com medo: Acompanhado por guardas, ele caminhou do Palácio de St. James, onde estava preso, até o Palácio de Whitehall, onde um cadafalso de execução foi erguido em frente da Banqueting House. Carlos foi separado dos espectadores por grandes fileiras de soldados, com seu último discurso sendo audível apenas para aqueles próximos do cadafalso. Ele culpou seu destino em seu fracasso de impedir a execução de seu fiel servidor Tomás Wentworth:

"Uma sentença injusta que sofri para ter efeito, é punida agora por uma sentença injusta em mim". Ele declarou que havia desejado a liberdade e independência do povo mais que ninguém, "porém devo dizer-lhes que a liberdade e independência deles consiste em ter um governo ... Não é terem uma participação no governo; que nada pertence a eles. Um súdito e um soberano são coisas muito diferentes". Continuou, "Partirei de uma Coroa corruptível para um incorruptível, onde nenhuma pertubação existirá". 

Por volta dàs 14h00min, Carlos colocou sua cabeça no bloco após fazer uma oração e sinalizou ao carrasco que estava pronto esticando seus braços; ele então foi decapitado com um único golpe limpo. De acordo com o observador Filipe Henry, um gemido "como eu nunca ouvi antes e desejo que possa nunca ouvir novamente" saiu da multidão, com algumas pessoas molhando seus lenços no sangue do rei como recordação.

O carrasco estava mascarado e disfarçado e existem debates sobre sua identidade. Os comissários abordaram Ricardo Brandon, o carrasco de Londres, porém ele recusou, pelo menos primeiramente, apesar de receber a oferta de duzentas libras. É possível que ele tenha aceitado o serviço depois de ser ameaçado de morte, porém há outros que foram nomeados como possíveis candidatos, incluindo Jorge Joyce, Guilherme Hewlett e Hugo Peters. O golpe limpo, confirmado pelo exame do corpo de Carlos em 1813, sugere que a execução foi realizada por um carrasco experiente Era uma prática comum levantar a cabeça decapitada de um traidor e exibi-la ao público com as palavras "Vejam a cabeça do traidor!" Apesar da cabeça de Carlos ter sido exibida, as palavras não foram ditas, possivelmente porque o carrasco não queria que sua voz fosse reconhecida. No dia seguinte, a cabeça do rei foi costurada de volta ao seu corpo, que então foi embalsamado e colocado em um caixão de chumbo. A comissão não permitiu que Carlos fosse enterrado na Abadia de Westminster, então seu corpo foi levado para Windsor na noite do dia 7 de fevereiro. Ele foi enterrado na sepultura de Henrique VIII na Capela de São Jorge, Castelo de Windsor, em 9 de fevereiro.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

28 de nov de 2017

SARA MONTIEL - Arte Tumular - 1176 - Cementerio de San Justo, Madrid, España

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ARTE TUMULAR
Base tumular em mármore branco no formato retangular, tendo como destaque na cabeceira tumular uma escultura em relevo, também em mármore branco , representando o rosto de uma figura feminina coberta com um manto que formata o resto da lápide. Na parte inferior o seu nome gravado em baixo relevo.  Logo abaixo da lápide destaca-se uma escultura em mármore de uma pomba, que é um importante símbolo cristão que representa o Espírito Santo, bem como a singeleza da paz. 

Local:  Sacramental de San Justo Madrid, Provincia de Madrid, Madrid, Spain
            PLOT Patio del Santísimo Sacramento. Nº 1.450
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales


Sara Montiel
Sara Montiel em 1955.
Informação geral
Nome completoMaría Antonia Alejandra Vicenta Elpidia Isidora Aurelia Esther Dolores Abad Fernández
Nascimento10 de março de 1928
Local de nascimentoCampo de Criptana,Ciudad Real
Flag of Spain.svg Espanha
Data de morte8 de abril de 2013 (85 anos)
Local de morteMadrid
Ocupação(ões)cantora
Período em atividade1944 - 2013
Página oficialSara Montiel
PERSONAGEM
Sara Montiel, nome artístico de María Antonia Alejandra Vicenta Elpidia Isidora Abad Fernández, (Campo de Criptana, Província de Ciudad Real, 10 de março de 1928 – Madrid, 8 de abril de 2013) foi uma atriz e cantora espanhola, com atuação no México e nos Estados Unidos (Hollywood).
Morreu aos 85 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Sara Montiel nasceu no seio de uma família humilde que vivia da agricultura, já que seu pai era um lavrador. Desde muito pequena María Antonia se destacou por sua beleza e seus dotes artísticos, os quais impressionaram Don Vicente Casanova, um influente agricultor (e que era um dos donos de uma companhia de publicidade chamada CIFESA, da Espanha). Este a viu e a ouviu cantar durante uma procissão da Semana Santa de Orihuela, em Alicante, província de Espanha. Don Vicente fez com que a jovem María Antonia recebesse um treinamento básico em declamação e canto.


Seu primeiro filme foi Te quiero para mi aparecendo como atriz coadjuvante no elenco, fazendo María Alejandra, mas foi a partir de Empezó em boda onde ela usaria o nome artístico de Sara Montiel. Seu papel de primeira importância foi em Locura de amor, a que se seguiu La mies es mucha, Pequeñeces e El capitán veneno. Sua grande beleza e talento permitiram que ela conseguisse grandes sucessos, mas o cinema espanhol da época era muito pequeno para uma estrela como Sara Montiel, que foi tentar a sorte fora de seu país, no México e nos Estados Unidos, onde chegou a trabalhar em Hollywood.




MORTE
Faleceu em Madri, em 08 de abril de 2013.  Sepultada no Cemitério de San Justo.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales



27 de nov de 2017

HORACE ELGIN DODGE - Arte Tumular -1175 - Woodlawn Cemetery Detroit, Wayne County, Michigan, USA







ARTE TUMULAR
Numa grande área do cemitério, toda gramada, ergue-se o mausoléu da família Dodge. Suntuosa construção  de granito em estilo egípcio, composta por quatro colunas  que sustentam um frontão com motivos egípcios e em destaque o nome da família gravado em baixo relevo. Ladeando o mausoléu duas efigie com corpo de leão e cabeça de farao, uma de cada lado da escadaria dão proteção ao túmulo. Um portão em bronze dá acesso ao local.  No interior em mármore encontram-se os nichos que encerram os corpos. Na parte posterior uma unica janela em mosaico com motivos egípcios ilumina o interior.
Local:   Woodlawn Cemetery Detroit, Wayne County, Michigan, USA
             PLOT Section 10
             GPS Latitude: 42.44268, Longitude: -83.12758
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales


Horace Elgin Dodge
Horace Elgin Dodge.jpg
Nascermos17 de maio de 1868
Niles , Michigan , EUA
Morreu10 de dezembro de 1920 (52 anos)
Palm Beach, Flórida , EUA
Causa da morteGripe espanhola , pneumonia , cirrose
Lugar de descansoCemitério Woodlawn
Detroit , Michigan, EUA)
Nacionalidadeamericano
Conhecido porFundação da Dodge Brothers Company, que se tornou Dodge atual
Patrimônio líquidoUSD $ 100 milhões no momento da sua morte (aproximadamente 1 / 889º do PNB dos EUA) [1]
Cônjuge (s)Anna Thompson Dodge
Crianças2
ParentesJohn Francis Dodge (irmão)
PERSONAGEM
Horace Elgin Dodge Sr. (17 de maio de 1868 - 10 de dezembro de 1920) foi um pioneiro americano de fabricação de automóveis e co-fundador da Dodge Brothers Company .
Morreu aos 52 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Ele nasceu em Niles, Michigan , em 17 de maio de 1868.  Seu pai possuía uma fábrica de máquinas e fundições. Horace Dodge e seu irmão mais velho, John Francis Dodge, eram inseparáveis ​​como crianças e adultos. Em 1886, os irmãos Dodge se mudaram para Detroit, Michigan , onde eles se empregaram em uma fábrica de caldeiraria . Em 1894, eles trabalharam como maquinistas da Canadian Typograph Company no rio Detroit em Windsor, Ontário .

Em 1896, Horace Dodge casou -se com Anna Thompson , uma imigrante escocesa nascida em Dundee . O casal teve um filho, Horace Jr., e uma filha, Delphine. Thompson casou-se com o ator Hugh Dillman após a morte de Dodge.

Enquanto o irmão John Dodge era o tipo gerencial orientado para vendas, Horace era um mecânico talentoso e um funileiro inveterado. Ele inventou o primeiro rolamento de esferas à prova de sujeira e, em 1897, John providenciou um acordo para que eles se juntassem a um terceiro investidor para fabricar bicicletas . Dentro de alguns anos eles venderam o negócio e, em 1901, usaram o produto da venda para configurar sua própria loja de máquinas em Detroit.

Durante o primeiro ano de negócios, a empresa dos irmãos Dodge começou a fazer peças para a indústria automobilística.

AUTOMÓVEIS
 Em 1902, eles ganharam um contrato para construir transmissões para a Olds Motor Vehicle Company sobre a qual eles criaram uma sólida reputação de qualidade e serviço. No entanto, no ano seguinte, recusaram um segundo contrato da Olds (Oldsmobile) para reequipar sua fábrica para construir motores para Henry Ford em um acordo que incluiu uma posição de participação na nova Ford Motor Company . Eles investiram nos negócios da Ford e, eventualmente, a Ford ficaria em dívida com os Dodge Brothers.

Em 1910, Horace Dodge e seu irmão tiveram tanto sucesso que construíram uma nova fábrica em Hamtramck, Michigan . Durante dez anos, a empresa dos irmãos Dodge foi fornecedora da Ford, e John Dodge trabalhou como vice-presidente da empresa Ford.

Em 1913, os irmãos Dodge encerraram seu contrato Ford e dedicaram suas energias a produzir um automóvel Dodge.  Eles começaram a construir caminhões de motor , ambulâncias e outros veículos para os militares dos Estados Unidos durante o acúmulo de armas para a Primeira Guerra Mundial e em outubro de 1917 eles produziram seu primeiro carro comercial. No final da guerra, sua empresa fabricou e comercializou carros e caminhões. Ele foi introduzido no Salão Automotivo da Fama em 1981.

VIDA PESSOAL
Apesar de sua riqueza e sua crescente influência na comunidade empresarial, os modos cruéis e os comportamentos agressivos dos irmãos Dodge tornaram socialmente inaceitáveis ​​para a maioria das elite de Detroit.

A esposa de Horace, Anna, estudou música, e esse fato ganhou aceitação pela ordem social da cidade. Horace e Anna Dodge se tornaram grandes benfeitores da nova Orquestra Sinfônica de Detroit e desempenharão um papel fundamental na construção da Orchestra Hall .

Em 1919, Henry Ford comprou as participações dos irmãos Dodge na Ford Motor Company por US $ 25 milhões.

A sua viúva sobreviveu por cinquenta anos.  Em 1925, as viúvas de Horace e John Dodge venderam seus negócios automotivos para os banqueiros de investimento da Dillon Read por US $ 146 milhões.

MORTE
 Em janeiro de 1920, o irmão de Horace, John, morreu durante a epidemia de gripe .  Ele foi enterrado no mausoléu de estilo egípcio da família no cemitério Woodlawn de Detroit , protegido por duas esfinge.  Tendo também contraído a gripe em dezembro, Horace também morreu por complicações que resultaram em pneumonia e cirrose do fígado aos 52 anos em Palm Beach, Flórida Ele foi enterrado com seu irmão no mesmo mausoléu.

Fonte. en.wikipedia.org
Formatação e tradução Helio Rubiales

26 de nov de 2017

HARVEY SAMUEL FIRESTONE - Arte Tumular - 1174 - Columbiana Cemetery Columbiana, Columbiana County, Ohio, USA







ARTE TUMULAR
Num amplo terreno ergue-se uma construção circular com m pórtico de colunas coríntias de granito suportando um frontão circular descoberto.  No interior, no gramado destaca-se uma  laje em mármore , com o seu nome ,  datas, gravados em baixo relevo.
Local:  Columbiana Cemetery Columbiana, Columbiana County, Ohio, USA
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Harvey Samuel Firestone (Columbiana, Ohio, 20 de dezembro de 1868 — Miami Beach, 7 de fevereiro de 1938) foi um empresário norte-americano. Ficou conhecido como o industrial que estabeleceu a companhia de pneus e borrachas Firestone, empresa que foi, durante cerca de 80 anos, a maior fabricante de pneumáticos do país.
Morreu aos 69 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Em Detroit, Samuel Firestone foi o primeiro homem a conduzir um "buggy" com pneus de borracha, na altura em que trabalhava como responsável da empresa do seu tio. Foi quando este negócio de construção de "buggys" falhou que Harvey Firestone se mudou para Chicago, em 1896. Em conjunto com alguns sócios, deu início a um estabelecimento de comercialização de pneus.

Em 1900, o empresário norte-americano mudou-se para Akron, na altura o centro produtivo de pneumáticos. Nessa cidade desenvolveu a sua patente - um mecanismo para aplicar pneus de borracha nos eixos de rodas normais - e com um sócio montou uma empresa.

Dois anos mais tarde, a companhia de Firestone deixou de vender mecanismos produzidos por outras empresas. O norte-americano comprou então uma fábrica onde começou a produzir os seus próprios pneus. Em 1904, Firestone já produzia pneus para automóveis e foi o primeiro no fornecimento deste tipo de produtos para a fabricante de automóveis Ford.

O negócio estabelecido entre as duas companhias fez com que Firestone atingisse, em 1906, o topo da indústria pneumática americana. A Firestone manteve um carácter inovador, sendo pioneira na concepção de vários produtos. A companhia promoveu o uso dos caminhões pesados nas frotas comerciais, e pertenceu a "lobbies" que tentaram pressionar a construção de redes de auto-estradas.

O negócio de Harvey Firestone estendeu-se à Ásia. O empresário americano pretendia enfrentar o domínio britânico naquela área do globo e, para tal, comprou as plantações de borracha na Libéria. Harvey Samuel Firestone esteve na presidência da companhia de pneus e borracha Firestone até 1932, altura em que foi substituído pelo seu filho. Em 1974 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

MORTE
Em 1938, Firestone morreu de trombose coronária .

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

25 de nov de 2017

TOMMY DORSEY - Arte Tumular - 1173 - Kensico Cemetery Valhalla, Westchester County, New York, USA






ARTE TUMULAR
Tampo retangular em mármore claro, com o seu nome e datas no gramado do cemitério. Na direção da cabeceira tumular, delimitando o terreno ergue-se  a lápide tumular, também em mármore, com o nome das família gravado em relevo.

Local:   Kensico Cemetery Valhalla, Westchester County, New York, USA
             PLOT Uncas Sec. 41
             GPS Latitude: 41.07681, Longitude: -73.78473
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales



Tommy Dorsey
Informação geral
Nome completoThomas Francis Dorsey Jr.
Também conhecido(a) como"Tommy"
Nascimento19 de novembro de 1905
OrigemShenandoah
País Estados Unidos
Data de morte26 de novembro de 1956 (51 anos)
Gênero(s)Big band
swing
jazz
Instrumento(s)Trombone
Trompete
Corneta
Gravadora(s)RCADeccaOKehColumbia

 PERSONAGEM
Thomas Francis "Tommy" Dorsey (Shenandoah, 19 de novembro de 1905 – 26 de novembro de 1956) foi um trombonista, trompetista, compositor e maestro norte americano. Embora esteja em segundo lugar, em qualquer momento dado, em relação a Benny Goodman, Artie Shaw, Glenn Miller ou Harry James, Tommy Dorsey foi, em geral, o maestro americano mais popular da era do swing, que durou de 1935 a 1945.
Morreu aos 51 anos de idade.

SINOPSE ARTÍSTICA
Apelidado de “o cavalheiro sentimental do swing”, ele combinava com êxito os diferentes aspectos do swing. Sua maneira notavelmente melódica de tocar trombone era o som de assinatura de sua orquestra, mas ele mesclava com sucesso os estilos diferentes de swing com um misto de baladas e canções novas.

Sua banda foi formada por grandes músicos do jazz (incluindo Bunny Berigan, Ziggy Elman, Pee Wee Erwin, Max Kaminsky, Buddy Rich, Charlie Shavers e Dave Tough), arranjadores (incluindo Sy Oliver e Paul Weston) e cantores (incluindo Frank Sinatra e Jo Stafford), a qual viria a definir a música popular norte-americana  no fim dos anos 1940 e início dos anos 1950. Ele foi o artista mais vendido da história da RCA Victor Records, uma das maiores gravadoras do mundo, até a chegada de Elvis Presley, o qual se apresentou nacionalmente pela primeira vez no programa de televisão que Dorsey apresentava com seu irmão Jimmy Dorsey.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Dorsey era 21 meses mais novo que Jimmy e, logo, o segundo filho de Thomas Francis Dorsey Sênior, professor de música e diretor de orquestra, e de Theresa Langton Dorsey. Ambos os irmãos receberam instrução musical de seu pai. Tommy focou no trombone, embora ele também tocasse trompete, especialmente no início de sua carreira.

Os irmãos tocaram em conjuntos locais, e então formaram sua própria banda, Dorsey’s Novelty Six, em 1920. Em 1922, quando os irmãos eram contratados por um parque de diversões de Baltimore e fizeram sua estréia no rádio, o grupo era conhecido como os Dorsey’s Wild Canaries. Durante a primeira metade da década de 1920, eles tocaram numa série de conjuntos, como os Scranton Sirens, os Califórnia Ramblers, e orquestras regidas por Jean Goldkette e Paul Whiteman, às vezes separados, mas comumente juntos. Por fim, eles se estabeleceram em Nova Iorque e passaram a trabalhar como músicos de estúdio. Em 1927, eles começaram a fazer gravações como The Dorsey Brothers Orchestra para a OKeh Records, com músicos indefinidos, e emplacaram seu primeiro sucesso com “Coquette”, em junho de 1928. Na primavera de 1929, eles alcançaram um dos dez maiores sucessos da temporada com “Let’s Do It (Let’s Fall in Love)”, que apresentava Bing Crosby nos vocais.



Finalmente, os Dorseys organizaram uma banda integral e assinaram com a Decca Records, em 1934. Contratando o irmão mais novo de Bing Crosby, Bob Crosby, como seu vocalista, eles fizeram grande sucesso com “I Believe in Miracles” no inverno de 1935, rapidamente seguido de “Tiny Little Fingerprints” (vocal de Kay Weber) e de “Night Wind” (vocal de Bob Crosby). Eles então passaram a desfrutar de um número sucessivo de êxitos com “Lullaby of Broadway” (vocal de Bob Crosby) e “Chasing Shadows” (vocal de Bob Eberly, substituto de Crosby).



SEPARAÇÃO DOS IRMÃOS
 No fim de maio de 1935, os irmãos, cuja relação era sempre volátil, se desentenderam, e Tommy deixou a banda (a qual, no entanto, fez sucesso com “Every Little Moment” naquele verão). Jimmy Dorsey continuou a reger a banda, a qual passou a se chamar Jimmy Dorsey & His Orchestra, e continuou fazendo considerável sucesso.


Tommy Dorsey reuniu os ex-integrantes da banda de Joe Haymes ao fundar sua própria orquestra no outono de 1935. Assinando com a RCA Victor Records, fez imediato sucesso com “On Treasure Island” (vocal de Edythe Wright), a qual chegou ao topo das paradas de sucesso em dezembro daquele ano, uma das quatro gravações de Dorsey a atingir o topo das paradas antes do fim daquele ano. Dorsey voltou ao primeiro lugar em janeiro de 1936, com “The Music Goes Round and Round” (vocal de Edythe Wright) e chegou ao topo das paradas novamente em fevereiro, com “Alone” (vocal de Cliff Weston). “You” (vocal de Edythe Wright) deu a ele seu terceiro grande sucesso em 1936, ao qual se podem acrescentar mais oito durante o ano, entre os quais, “Marie” (vocal de Jack Leonard), “Satan Takes a Holiday” (instrumental), “The Big Apple”, “Once in a While” e “The Dipsy Doodle” (vocal de Edythe Wright).

MORTE
Sedado com pílulas para dormir após uma refeição pesada, Dorsey teve um refluxo gástrico, vindo a falecer, por asfixia, aos 51 anos. Seu irmão regeu a banda brevemente depois, vindo a falecer, porém, um ano mais tarde. Todavia, a Tommy Dorsey Orchestra continuou a gravar e a se apresentar, e, sob a direção de Warren Covington, lançou o último sucesso de vendas em novembro de 1958, com “Tea for Two Cha Cha”.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

21 de nov de 2017

XAVIER BICHAT - Arte Tumular - 1172 - Cimetière du Père Lachaise Paris, City of Paris, Île-de-France, France






ARTE TUMULAR 
Túmulo em granito, representando o formato de obelisco encimado por um vaso que representa a separação do corpo da alma.

Local:  Cimetière du Père Lachaise Paris, City of Paris, Île-de-France, France
             PLOT Division 8, #4
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Marie François Xavier Bichat (Thoirette, 14 de novembro de 1771 — Paris, 22 de julho de 1802) foi um anatomista e fisiologista francês.
Morreu aos 30 anos

SINOPSE PROFISSIONAL
Bichat é melhor lembrado como o pai da moderna histologia e patologia dos tecidos. Apesar do fato de que ele ter trabalhado sem um microscópio ele foi capaz de fazer avançar significativamente a compreensão do corpo humano. Ele foi o primeiro a introduzir o conceito de tecido como entidades distintas. Ele sustentou que doenças atacavam os tecidos em vez de todo órgão. Bichat é uma das figuras mais marcantes do vitalismo, corrente filosófica que se expandiu por Europa como reação ante o materialismo mecanicista que tinha imperado durante a primeira parte do século XVII. Bichat defendeu a irredutibilidade da vida à matéria inerte.

SINOPSE BUIBLIOGRÁFICA
 Marie François Xavier Bichat inicia seus estudos de medicina em Lyon sob a direção de Antoine Petit . Em 1793 mudou-se para Paris, onde Pierre Joseph Desault rapidamente reconheceu suas habilidades e se tornou seu protetor desde então. Após a morte de Desault, Bichat completou e publicou seu trabalho. Em 1797, Bichat começou a dar aulas de medicina, uma atividade que, a partir de 1800, combinava com sua prática como médica no Hôtel-Dieu em Paris . Ao mesmo tempo, dedicou-se a pesquisa anatômica, publicando grandes tratados, sendo seu trabalho principal "Anatomia geral, aplicada à fisiologia e à medicina", completada e expandida póstuma para Bichat por Beclard Pierre Augustin Béclard . ]

MORTE
Em 22 de julho de 1802 , Bichat morre aos 30 anos, 14 dias depois de ter sofrido acidentalmente descer as escadas no Hôtel-Dieu em Paris . Sua morte foi retratada na pintura (Xavier Bichat mourant) de Louis Hersent. Ele está enterrado no cemitério do Père-Lachaise.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales