“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

MÚSICA DE FUNDO DO BLOG - OPCIONAL LIGUE

ATENÇÃO:A música (fundo musical do blog)deverá ser desligada para ver e ouvir os vídeos constantes nas postagens.

16/04/2014

TOMÉ DE SOUSA - Arte Tumular - 982 - Mosteiro de Vila Franca de Xia, Portugal



ARTE TUMULAR
No piso do Mosteiro, placa de granito com o seu nome e datas gravados.

Local: Mosteiro de Vila Franca de Xia, Portugal
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Tomé de Sousa (Rates, 1503 — 1579) foi um militar e político português, primeiro governador-geral do Brasil, quando este atendia por colônia do Brasil, chegado em 1549
Morreu aos 76 anos de idade.
BIOGRAFIA
 Descendente de Martim Afonso Chichorro, filho bastardo do prior de Rates, João de Sousa, e de Mécia Rodrigues de Faria. Na História Genealógica da Casa Real Portuguesa, tomo XIV, página 1, sobre a origem dos Chichorros diz-se: «Qual fosse a dama em quem el-rei teve este filho, se nos oferece grande dificuldade de o saber» - D. Martim Afonso Chichorro. Tampouco se sabe a origem do apelido. Este Martim Afonso era rico-homem e teve o governo de Chaves. A sua última memória é a doação do rei, em 12 de novembro de 1290, à Ordem de Avis, da Igreja de Santa Maria do Castelo de Portalegre. Casou-se com D. Inês Lourenço de Sousa (de Valadares), filha de Lourenço Soares de Valadares, senhor de Tangil, fronteiro-mor de Entre Douro e Minho, e de sua mulher D. Maria Mendes de Sousa (c. 1230 -?), filha de Mem Garcia de Sousa (1200 - 1275), rico-homem, e de D. Teresa Anes de Lima, em que estava a primogenitura dos Sousas. Martim Afonso Chichorro é o tronco da família dos Sousas da Casa dos Marqueses das Minas. Tomé de Sousa foi o primogênito de João de Sousa, que seguiu vida eclesiástica, sendo «abade de Rates, sete léguas acima do Porto, onde viveu com bastante dissolução, e pouca memória do seu estado, porque de Mécia Rodrigues de Faria, mulher nobre dos Farias de Barcelos», teve mais de dez filhos (Tomo XIV, obra acima citada, página 249). Em Rates, Tomé de Sousa foi o primeiro titular da comenda da Ordem de Cristo em 1517, após a desorganização do mosteiro de Rates. Foi comendador de Rates e de Arruda.
VIDA MILITAR
 No exército participou de questões internacionais: «Serviu em África, sendo Capitão D. João Coutinho, e se achou com D. António da Silveira quando pelejou com o rei de Fez e desbaratou ao alcaide de Alcácer-Quibir, tomando cinquenta cavalos, deu sobre a aldeia de Gens, que destruiu, matando muitos mouros e cativando outros» (obra citada, página 251). Recebeu em Arzila, recebendo em recompensa, em 1535, o título de fidalgo. A fim de consolidar o domínio português no litoral, a 7 de Janeiro de 1549 Tomé de Sousa foi nomeado como primeiro governador-geral do Brasil, recebendo Regimento para fundar, povoar e fortificar a cidade de Salvador, na capitania real da Bahia. Manteve-se no cargo até 1553, sucedido por Duarte da Costa. Após seu mandato como governador-geral, em 1553, retornou a Portugal onde ocupou outros importantes cargos públicos. Diz a obra citada, página 251: «No ano de 1555 passou à Índia, por capitão da nau Conceição, sendo capitão-mor Fernão de Andrade», mas o ano mencionado está errado, pois o autor se diz que voltou ao Reino e no ano seguinte «foi mandado por governador e capitão-general do Brasil» para onde embarcou no 1º de fevereiro de 1549». De acordo com algumas fontes controversas, era o pai de Garcia d'Ávila.
GOVERNADOR-GERAL DO BRASIL
 Com exceção de São Vicente e Pernambuco, fracassara a colonização tentada por Portugal pelo método das capitanias hereditárias, usado nas ilhas atlânticas da Madeira e de Cabo Verde. A vinda de Tomé de Sousa como governador-geral foi das decisões mais acertadas da metrópole, quando se considera retroativamente o sucesso do povoamento e colonização do Brasil. A Carta Régia que o nomeou escolhia por sede a capitania da Baía de Todos os Santos, a mais central, já tendo sido comprada pela Coroa ao herdeiro do donatário Francisco Pereira Coutinho. Antecedido por uma leva de colonos, aportou na Bahia em 29 de março de 1549. Vinha com colonos e seis jesuítas, chefiados pelo padre Manuel da Nóbrega, os primeiros mandados ao Brasil, sobre cujo destino tanto mais tarde deviam pesar.
REGIMENTO
Criado o governo geral como forma de incrementar a presença estatal portuguesa no Brasil e apoiar os donatários de capitanias, Tomé de Sousa, nomeado governador-geral (1549-1553), trouxe com ele o Regimento de 17 de dezembro de 1548, com orientações precisas sobre a organização do poder público - fazenda, justiça, defesa, fundação de uma capital - e sobre temas relevantes como as relações com os indígenas e sua catequese e o estímulo às atividades agrícolas e comerciais. .
CONSELHO DELIBERATIVO
Tinha o governador-geral autonomia decisória na maioria dos assuntos. Entretanto, para os temas de maior gravidade, as decisões eram tomadas por uma espécie de conselho formado pelo governador, pelo ouvidor-mor (Pero Borges), responsável pela justiça e pelo Provedor-mor (Antônio Cardoso de Barros), responsável pelos negócios da Fazenda. Completava o alto escalão o encarregado pela defesa do território, capitão-mor da Costa, cargo ocupado pelo ex-donatário da capitania de São Tomé Pero de Góis, e um alcaide-mor que era o chefe da milícia, ou tropas de segunda linha.
 NA BAHIA
 Quando chegou, segundo o historiador Hélio Viana, Tomé de Sousa mandou que « a fim de realizar uma viagem de correição, o ouvidor-geral Pero Borges e o provedor-mor da Fazenda, António Cardoso de Barros, levados pelo capitão-mor da Costa Pero de Góis, fossem visitar as capitanias de Ilhéus, Porto Seguro, Espírito Santo e São Vicente». Saíram em uma esquadrilha de duas caravelas e um bergantim. Este doutor Pero Borges escreveu de Porto Seguro ao governador uma carta em fevereiro de 1550. Horrorizado com o que vê na terra, «bem parecia terra desamparada da vossa justiça», reclama que se ponham como ouvidores homens entendidos, já que não os encontrava na casa do cível. Os tabeliães de Ilhéus e Porto Seguro, os achara sem cartas de ofícios, nenhum tinha livros de querelas, nenhum tinha regimento, alguns serviam sem juramento, «e porque isto é uma pública ladroíce e grande malícia, porque cuidavam que lhe não haviam de tomar nunca conta, viviam sem lei nem conheciam superior, procedo contra eles porque me pareceu pecado no Espírito Santo passar por isto.» É o que conta Varnhagen no primeiro tomo de sua História Geral do Brasil... Reclama ainda o ouvidor: « Há nesta terra muitos homens casados lá no Reino os quais há muitos dias que andam cá e não granjeiam muitos deles ou os mais fazendas, senão estão amancebados com um par ao menos de gentias, fazem pior vida que os mesmos gentios, a estes é por bem por serviço de Nosso Senhor e por na terra que se agora começa a povoar não haver tanto gênero de pecados públicos que os manda ir para suas mulheres, não sendo deles degredados ou que mandam eles por elas. V. A. mande prover». Talvez por informes assim tão coloridos, o Rei de Portugal mandará perdoar «todos os crimes cometidos antes da chegada do governador-geral, não havendo parte que acuse e residindo o criminoso algum tempo nas povoações. A anistia não abarcava os cinco casos de heresia, sodomia, traição, moeda falsa e morte de homem cristão.» Salvador e Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte] Para instalar a sede do novo governo Tomé de Sousa fundou a cidade do Salvador, onde fez edificar a residência do governador, a Casa da Câmara, a Igreja Matriz, Colégio dos Jesuítas e, aos poucos, outros edifícios. Tendo, em 1552, procedido a uma inspeção da costa , ficou tão maravilhado com o Rio de Janeiro que escreveu ao rei: "Parece-me que V.A. deve mandar fazer ali uma povoação honrada e boa". Os jesuítas vindos com o governador e o padre Manuel da Nóbrega haviam iniciado a catequese, como prova carta escrita por Nóbrega da Bahia em 9 de agosto de 1549. Dentre eles, ficou famoso como linguista o padre basco João de Azpilcueta Navarro. Em retrospecto, vê-se que Tomé de Sousa ajudou assim a fundar o primeiro bispado do Brasil, assistiu à fundação do primeiro colégio (o da Companhia de Jesus), deu grande incentivo à agricultura e a pecuária e organizou expedições que saíam pelas matas a procura de metais preciosos, as famosas entradas.
DESCENDÊNCIA
Voltando ao Reino, segundo a «História Genealógica da Casa Real Portuguesa», volume XIV, página 251, «o fez El Rei D. João III Vedor da sua Casa e da Fazenda, e o foi d'el Rei D. Sebastião. (...) No ano de 1573 ainda vivia, porque se acha com a moradia de 300 reis por mês, e alqueire de cevada por dia. Era muito cortesão e entendido. Achando-se velho, obteve para seu genro o cargo de Veador da Casa Real, e se retirou a viver na sua Quinta, onde honrada e filosoficamente viveu alguns anos. Havendo sido casado com D. Maria da Costa, filha de Lopo Álvares Feio, e de Margarida Vaz da Costa, irmã do Cardeal D. Jorge da Costa». O seu jazigo, para si e para a esposa, situa-se no convento de Santo António da Castanheira ou convento de Nossa Senhora da Subserra da Castanheira, na Castanheira do Ribatejo. A sua descendência restringiu-se a uma única filha: D. Helena de Sousa, casada com D. Diogo Lopes de Lima, que Não tiveram sucessão. Por este casamento foi veador da Casa do rei D. Sebastião, Senhor de Castro Daire e do morgado de Airão e Canelas, comendador na Ordem de Cristo, que acabou morto na batalha de Alcácer Quibir em 1578. Ele era parente, do lado paterno, dos viscondes de Vila Nova de Cerveira. O bisavô D. Fernão de Lima e o avô homônimo tinham sido alcaides-mores de Guimarães e o pai, D. Fernando de Lima Pereira, aventurara-se ao serviço do Estado da Índia, não olhando à sua condição de herdeiro do senhorio de Castro Daire, chegando a ser nomeado para a capitania de Goa e ocupando a de Ormuz, em cujo exercício faleceu no ano de 1539 . Tomé de Sousa também doou a Garcia d'Ávila, que segundo algumas fontes seria seu filho, catorze léguas de terras de sesmaria que lhe haviam sido outorgadas pelo rei Dom Sebastião. Tais terras originaram a Casa da Torre, maior latifúndio das Américas.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

12/04/2014

CÂNDIDO PORTINARI - Arte Tumular - 981 - Cemitério São João Batista- Rio de Janeiro - Brasil




ARTE TUMULAR
Construção retangular em granito em linhas retas sem qualquer simbolismo religioso, tendo no tampo o seu nome e datas em letras de bronze.

Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Cândido Portinari (Brodowski, 29 de dezembro de 1903 — Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 1962) foi um artista plástico brasileiro.
Morreu aos 58 anos de idade.
SINOPSE ARTÍSTICA
Portinari pintou quase cinco mil obras de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão, como O Lavrador de Café, até gigantescos murais, como os painéis Guerra e Paz, presenteados à sede da ONU em Nova Iorque em 1956, e que, em dezembro de 2010, graças aos esforços de seu filho, retornaram para exibição no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Portinari é considerado um dos artistas mais prestigiados do Brasil e foi o pintor brasileiro a alcançar maior projeção internacional.
BIBLIOGRAFIA
 Filho dos imigrantes italianos, Giovan Battista Portinari e Domenica Torquato, Cândido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903, numa fazenda de café nas proximidades de Brodowski, interior de São Paulo. Com a vocação artística florescendo logo na infância, Portinari teve uma educação deficiente, não completando sequer o ensino primário. Aos 14 anos de idade, uma trupe de pintores e escultores italianos que atuavam na restauração de igrejas, passa pela região de Brodowski e recruta Portinari como ajudante. Seria o primeiro grande indício do talento do pintor brasileiro. Aos 15 anos, já decidido a aprimorar seus dons, Portinari deixa São Paulo e parte para o Rio de Janeiro para estudar na Escola Nacional de Belas Artes. Durante seus estudos na ENBA, Portinari começa a se destacar e chamar a atenção tanto de professores quanto da própria imprensa. Tanto que aos 20 anos já participa de diversas exposições, ganhando elogios em artigos de vários jornais. Mesmo com toda essa badalação, começa a despertar no artista o interesse por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Um dos principais prêmios almejados por Portinari era a medalha de ouro do Salão da ENBA. Nos anos de 1926 e 1927, o pintor conseguiu destaque, mas não venceu. Anos depois, Portinari chegou a afirmar que suas telas com elementos modernistas escandalizaram os juízes do concurso. Em 1928 Portinari deliberadamente prepara uma tela com elementos acadêmicos tradicionais e finalmente ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa.
VIDA EM PARIS
 Os dois anos que passou vivendo em Paris foram decisivos no estilo que consagraria Portinari. Lá ele teve contato com outros artistas como Van Dongen e Othon Friesz, além de conhecer Maria Martinelli, uma uruguaia de 19 anos com quem o artista passaria o resto de sua vida. A distância de Portinari de suas raízes acabou aproximando o artista do Brasil, e despertou nele um interesse social muito mais profundo.


VOLTA AO BRASIL
Em 1931 Portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras. Aos poucos o artista deixa de lado as telas pintadas a óleo e começa a se dedicar a murais e afrescos. Ganhando nova notoriedade entre a imprensa, Portinari expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA). A década de quarenta começa muito bem para Portinari. Alfred Barr compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no MoMA, ao lado de artistas consagrados mundialmente. O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque. Nessa época, Portinari faz dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington. Ao visitar o MoMA, Portinari se impressiona com uma obra que mudaria seu estilo novamente: "Guernica" de Pablo Picasso. Em 1952 uma anistia geral faz com que Portinari volte ao Brasil. No mesmo ano, a 1° Bienal de São Paulo expõe obras de Portinari com destaque em uma sala particular. Mas a década de 50 seria marcada por diversos problemas de saúde. Em 1954 Portinari apresentou uma grave intoxicação pelo chumbo presente nas tintas que usava.
PARTICIPAÇÃO POLÍTICA
Portinari foi ativo no movimento político-partidário, inclusive, candidatando-se a deputado federal em 1945 pelo PCB e a senador, em 1947 , pleito em que aparecia em todas as sondagens como vencedor, mas perdendo com uma pequena margem de votos, fato que, aventou-se suspeitas de fraude para derrotá-lo devido o cerco aos membros do Partido Comunista Brasileiro
MORTE
 Desobedecendo as ordens médicas, Portinari continuava pintando e viajando com frequência para exposições nos Estados Unidos, Europa e Israel. No começo de 1962 a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas. Trabalhando freneticamente, a intoxicação de Portinari começa a tomar proporções fatais. No dia 6 de fevereiro do mesmo ano, Cândido Portinari morre envenenado pelas telas que fizeram seu sucesso, já que, tinha claustrofobia e desmaiava no "corredor" de telas.Seu filho João Cândido Portinari hoje cuida dos direitos autorais das obras de Portinari.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

07/04/2014

MICKEY ROONEY - Arte Tumular - 980 -




PERSONAGEM
Mickey Rooney (nascido Joseph Yule, Jr.) (Brooklyn, 23 de setembro de 1920 — Los Angeles, 6 de abril de 2014) foi um ator e apresentador americano, que atuou no cinema, televisão e teatro e recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira - incluindo o Óscar, o Globo de Ouro e o Emmy.Mais conhecido por seu trabalho como Andy Hardy, Rooney foi considerado pelo Livro Guiness dos Recordes como o ator com a mais longa carreira no palco e nas telas.
Morreu aos 93 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFRICA
 Rooney nasceu no Brooklyn, em Nova Iorque, numa família do vaudeville. Seu pai, Joseph Yule, era escocês e a mãe, Nellie W. (nascida Carter), era da Kansas City (Missouri). Ambos atuavam no teatro quando Joseph Jr. nasceu, na produção do Brooklin A Gaiety Girl; começou a atuar aos quinze meses de idade acompanhando os pais, usando um smoking especialmente costurado para ele.
 Em 2008 Rooney e sua última esposa, Jan Chamberlin, passaram a viver em Westlake Village, na Califórnia, ambos atuando como defensores dos direitos dos veteranos e dos animais.


CARREIRA
-Mickey McGuire
 Seus pais se separaram em 1924 durante uma pausa no vaudeville e, no ano seguinte, Nell Yule mudou-se com o filho para Hollywood, onde passou a gerenciar uma agência de turismo. Foi então que Fontaine Fox colocara um anúncio num jornal, procurando uma criança de cabelos pretos para fazer o papel de "Mickey McGuire" numa série de curtas-metragem. E, sem dinheiro para mandar pintarem os cabelos do filho, a Sra. Yule escureceu-os passando cortiça queimada neles e o levou para a audição. O pequeno Joe conquistou o papel e tornou-se "Mickey" nas 78 fitas cômicas, que foram apresentadas entre 1927 a 1936, tendo neste ínterim (a partir de 4 de setembro de 1927) iniciado o "Mickey's Circus". A série era uma adaptação das histórias em quadrinhos Toonerville Trolley, que tinha um personagem chamado Mickey McGuire. Joe Yule tentou mudar legalmente seu nome para Mickey McGuire a fim de evitar o pagamento de royalties - e assim os produtores dos filmes não precisaram mais pagar os direitos autorais para os autores dos quadrinhos. Rooney reivindicou, tempos mais tarde, que durante seus dias como Mickey McGuire havia conhecido o cartunista Walt Disney nos estúdios da Warner Brothers, sendo ali que Disney se inspirara a nomear como Mickey Mouse ao personagem que havia criado, então com o nome de Mortimer Mouse. Entretanto, Disney sempre declarou que a mudança de nome foi feita por sugestão de sua esposa. Durante uma pausa na série, em 1932, a Sra. Yule fez planos de levar seu filho por uma turnê de vaudeville como McGuire, mas a Fox os impediu judicialmente de usarem o nome. Sua mãe então propôs que adotassem "Mickey Looney" para o filho comediante, e logo mudaram para um sobrenome menos frívolo. Rooney fez outros filmes, além de continuar atuando algumas vezes como McGuire, na sua adolescência, e assinou contrato com a MGM em 1934. A MGM incluiu Rooney como o filho adolescente de um juiz na série de 1937 A Family Affair, abrindo-lhe caminho para uma nova série de sucesso.

-Andy Hardy e Judy Garland
Em 1937, Rooney foi selecionado para representar Andy Hardy em A Family Affair (1937), que a MGM havia planejado como um filme B. Rooney emprestou um caráter cômico ao filho do juiz James K. Hardy, interpretado por Lionel Barrymore (Lewis Stone interpretaria o papel nas sequências). A fita alcançou um sucesso inesperado, o que levou a treze sequências de "Andy Hardy" entre 1937 e 1946, até a derradeira, feita em 1958 - Andy Hardy final. Rooney foi campeão de bilheteria como Shockey Carter, em Hoosier Schoolboy, de 1937. No mesmo ano fez seu primeiro filme ao lado de Judy Garland: Thoroughbreds Don't Cry. Sua estréia em papéis dramáticos deu-se em Boys Town (1938), quando interpretou Whitey Marsh, antagonista de Spencer Tracy, que foi lançado pouco antes de seu décimo oitavo aniversário. Garland e Rooney tornaram-se um par de sucesso cantando e dançando. Além dos três filmes de Andy Hardy em que ela representou Betsy Booth (Love Finds Andy Hardy), uma garota mais nova que se enamora por Andy, Garland apareceu com ele em cenas de musicais, como o sucesso indicado ao Oscar Babes in Arms (1939). Inquestionavelmente um artista reconhecido antes da década de 1940, Rooney foi uma das muitas celebridades retratadas no cartoon feito por Tex Avery, da Warner Bros., intitulado Hollywood Steps Out, de 1941. Desde setembro de 2008, Rooney era o único artista ali representado que ainda estava vivo.
A FUTURA CARREIRA
Em 1944, Rooney integrou o serviço militar por 21 meses durante a Segunda Grande Guerra, período no qual foi personalidade radiofônica da American Forces Network. Após seu retorno à vida civil, sua carreira ascendeu. Ele apareceu em vários filmes, inclindo Words and Music em 1948, que foi marcado como sua última aparição com Garland em filme (eles apareceram em um episódio como convidado da série cômica desta na CBS em 1963). The Mickey Rooney Show, também conhecido como Hey Mulligan, apareceu na NBC por 39 epsódios entre 1954 e 1955. Em 1951, ele dirigiu um longa mtreagem para a Columbia Pictures, My True Story com Helen Walker. Rooney também estrelou um comediante egocêntrico de televisão no telefilme dramático de 90 minutos The Comedian, escrito por Rod Serling e dirigido por John Frankenheimer, na Playhouse 90 da noite do Valentine's Day de 1957. Em 1960, ele dirigiu e protagonizou The Private Lives of Adam and Eve, uma comédia ambiciosa conhecida por seus múltiplos flashbacks e alguns clichês. Nos anos 1960, Rooney retomou sua carreira teatral. Ele aceitou papéis em filmes indistintos, mas ocasionalmente apareceu em trabalhos melhores, como Requiem for a Heavyweight (1962) e The Black Stallion (1979). Um dos papéis mais controversos de Rooney foi no aclamado filme de 1961 Breakfast at Tiffany's, onde interpretou um vizinho japonês miope do personagem principal, Holly Golightly. O produtor Richard Shepherd pediu desculpas pelo ocorrido no DVD de 45 anos do filme, mas o diretor Blake Edwards e Rooney não. Em 31 de dezembro de 1961, ele apareceu no programa televisivo What's My Line e mencionou aobre os estudantes envolvidos na MRSE (Mickey Rooney School of Entertainment). Sua escola nunca colheu frutos, mas por vários anos ele foi embaixador/parceiro do Pennsylvania's Downingtown Inn, um country club e golf resort. Em 1966, quando Rooney trabalhava em um filme nas Filipinas, sua mulher Barbara Ann Thomason (também conhecida como Tara Thomas, Carolyn Mitchell), uma ex-modelo pin-up e aspirante a atriz que venceu 17 concursos de beleza seguidos no sul da Califórnia, foi encontrada morta em sua cama. Ao seu lado estava, Milos Milos, um ator amigo de Rooney. Investigadores trabalharam com a hipótese de assassinato seguido de suicídio, usado pela arma de Rooney. Milos também foi guarda-costas e foi ligado a Stevan Markovic, guarda-costas do astro francês Alain Delon. Markovic também foi encontrado morto em circunstâncias misteriosas em Paris dois anos mais tarde. Após o impracto causado pelo episódio, Rooney se casou com uma amiga de Barbara, Marge Lane. A união durou apenas cem dias. Ele recebeu um Academy Juvenile Award em 1938, e em 1983 a Academy of Motion Picture Arts and Sciences concedeu seu Academy Honorary Award pelo seu conjunto da obra. Laurence Olivier definiu Rooney como "o melhor ator de cinema que a América já produziu", sentimento seguido pelo ator James Mason. Judy Garland disse que Rooney foi "o maior talento do mundo."Como resultado da Andy Hardy séries, Rooney foi o ator mais bem pago em Hollywood nos anos 1930.
CARREIRA ATUAL
Rooney apareceu nos comerciais de TV da Garden State Life Insurance Company em 1999, com sua esposa Jan. Nos anúncios levados ao ar em 2007, Rooney podia ser visto num background imaginário. Rooney ainda trabalha em filmes e turnês com sua esposa na prdução multimídia chamada Let's Put On a Show! Em 26 de maio de 2007, ele foi nomeado Grand Marshal do Garden Grove Strawberry Festival. Rooney fez sua estreia inglesa de pantomima, no papel de Barão Hardup em Cinderella, no Sunderland Empire Theatre durante o período de Natal de 2007. Ele apareceu no BBC Points West vestido com um par de shorts e meias.
MORTE
Rooney morreu rodeado por sua família em sua casa em North Hollywood, Los Angeles , Califórnia.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

05/04/2014

JOSÉ WILKER - Arte Tumular - 979 - Cremado




Velório

Será cremado no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, em evento só para amigos e familiares.



PERSONAGEM
José Wilker de Almeida (Juazeiro do Norte, Ceará, 20 de agosto de 1947 — Rio de Janeiro, 5 de abril de 2014) foi um ator, diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema brasileiro
Morreu aos 67 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
José Wilker começou a carreira como locutor de rádio no Ceará, onde nasceu, e se mudou para o Rio de Janeiro aos dezenove anos. Seu primeiro filme foi em 1965, A Falecida com uma participação não creditada, o filme ainda contava com Fernanda Montenegro como protagonista. Em 1979, esteve no elenco do filme Bye Bye Brasil e em 1985, no elenco de O Homem da Capa Preta. Estreou nas telenovelas em 1971, em Bandeira 2, de Dias Gomes, na TV Globo. Fez muito sucesso com a novela Roque Santeiro na qual deu vida ao personagem-título junto com Regina Duarte e Lima Duarte. Entre 1997 e 2002, dirigiu boa parte dos episódios do Sai de Baixo , além de ter participado de um dos episódios do programa (Ghost Não Se Discute), em 1997. Interpretou personagens célebres na televisão, como Giovanni Improtta, na novela Senhora do Destino e o ex-presidente Juscelino Kubitschek na minissérie JK. Em 2012 cai na boca do povo com o personagem Jesuíno Mendonça na novela Gabriela. O personagem foi marcado pelo bordão "Vou lhe usar", que se tornou febre nas redes sociais . No ano seguinte narra a chamada da novela Amor à Vida, e no meio da trama entra no elenco como o personagem Herbert. Entre seus papéis mais marcantes no cinema estão Tiradentes, no filme Os Inconfidentes, de 1972; Vadinho, do recorde de bilheteria nos cinemas Dona Flor e Seus Dois Maridos, de 1976; o político Tenório Cavalcanti de O Homem da Capa Preta, de 1986 e Antônio Conselheiro, de Guerra de Canudos, de 1997 entre muitos outros.
Amante de cinema, tem aproximadamente quatro mil fitas em casa. Mostrou ao público essa faceta assinando uma coluna semanal sobre o assunto no Jornal do Brasil e fazendo comentários de filmes nos canais de televisão por assinatura Telecine da Globosat. É também comentarista oficial da transmissão da premiação do Oscar da Rede Globo. Além de apresentar o programa Palco & Platéia, que é transmitido pelo Canal Brasil. Foi diretor-presidente da Riofilme – distribuidora de filmes do município do Rio de Janeiro.
José Wilker teve duas filhas: Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a atriz Mônica Torres.
Foi casado com Guilhermina Guinle. Seu último casamento foi com a jornalista Claudia Montenegro com quem teve Madá.
MORTE
José Wilker faleceu no dia 5 de abril de 2014, aos 66 anos, vítima de infarto fulminante.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

02/04/2014

LINDA McCARTNEY - Arte Tumular - 978 - Cremada




Foi cremada e suas cinzas espalhadas. especificamente,  metade  espalhadas nas pastagens e florestas da fazenda da família no sul da Inglaterra e a outra metade espalhadas no rancho da família, em Tucson, Arizona, USA


PERSONAGEM
 Linda McCartney (Nova Iorque, 24 de setembro de 1941 — Tucson. 17 de abril de 1998), Lady McCartney, batizada com o nome de Linda Louise Eastman foi uma fotógrafa dos Estados Unidos, da editora Rolling Stone Magazine, musicista e ativista dedicada a divulgar abusos contra os animais. Tornou-se famosa mundialmente ao casar-se com Paul McCartney em 12 de março de 1969, na ocasião, o cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, Multi-instrumentista do grupo de rock inglês The Beatles.
Morreu aos 56 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Filha de um bem sucedido advogado, Lee Eastman, e de Louise Linder (dona da fortuna das lojas Linder), Linda cresceu na cidade de Scarsdale (estado de Nova Iorque) e se tornou uma grande fotógrafa. Formou-se em Artes na Universidade do Arizona, e foi durante estes anos que se apaixonou por fotografia. Mas, foi só depois que ela retornou a Nova Iorque que começou a demonstrar o seu talento com as câmeras.
FOTÓGRAFA
Começou sua carreira de fotógrafa na editora Town and Country magazine, e foi quando fotografava a banda The Rolling Stones num iate que percebeu que este segmento de seu trabalho estaria em grande demanda. Imortalizou-se fotografando ícones do rock como The Who, Jimi Hendrix, The Doors, Traffic, Simon and Garfunkel, Bob Dylan, Otis Redding e, subsequentemente, The Beatles, quando então acabou conhecendo seu futuro marido, Paul. Quando trabalhou com a editora da Rolling Stone, Linda produziu um trabalho de alta qualidade que continua sendo publicado internacionalmente. Seu trabalho já foi exposto em dezenas de galerias de arte, da América do Sul à Austrália, incluindo o Victoria and Albert Museum em Londres. Foi reconhecida nos Estados Unidos como a fotógrafa do ano. Ela também publicou cinco livros de fotografias suas.
MUSICISTA
O sucesso de Linda na música foi - no conjunto total de seu trabalho - por conta de seu marido, o ex-Beatle Paul McCartney. Linda nunca foi uma intérprete, ou compositora, antes de conhecer Paul, mas mesmo assim ela cativou o público mundialmente também com sua constante presença no teclado durante as apresentações ao vivo e com seus doces acompanhamentos vocais junto a Paul. Nota-se em particular, canções de grande sucesso como "Another Day", em que Paul toca todos os instrumentos e Linda preenche a melodia suavemente junto ao marido com vocais de fundo. Este preenchimento vocal ("duuuhs") é quase que uma marca registrada de Paul, que se destacou mais ainda durante os anos que lançava seus discos da carreira solo, ou com o grupo Wings em que, talvez por falta de seus originais ex-parceiros de rock ou por uma grande conveniência, usava constantemente sua esposa nas gravações. A combinação nova funcionou e juntos se tornaram os músicos pop mais ricos da história da música. Os sucessos musicais de gravações feitas juntos foram em grande parte número um na Inglaterra e nos Estados Unidos: "My Love", "Let' em in", "Silly Love Songs", "With a Little Luck", "London Town", "Band on the Run", "Tug of War", "Pipes of Peace", "Give my Regards to Broadstreet", etc.
O sucesso junto ao marido lhe abriu as portas e Linda gravou seu próprio projeto que inclui faixa que ela compôs e canta o vocal principal. A canção principal de sua autoria, "Seaside Woman" (1977) foi remixada para um filme curto homônimo, premiado no Festival de Cannes em 1980. A única coletânea de suas canções com lançamento póstumo chama-se Wide Prairie (1998), com canções interpretadas por vários artistas. Outras canções que ela canta o solo principal incluem: "The White Coated Man" "New Orleans" "B Side to Seaside" e, em "I Am Your Singer", do álbum Wild Life (1972), Linda canta os vocais com Paul revezando com ele os versos solo.
VEGETARIANA-ATIVISTA E AMBIENTALISTA
  Linda se manifestava frequentemente contra o abuso aos animais, e era uma ambientalista, trabalhando com organizações como a PETA, Lynx e Friends of the Earth. Com esta atitude em mente ela comercializou vários pratos vegetarianos pré-preparados para o seu segmento no mercado com sua própria marca registrada e ficou milionária por conta própria, mesmo se não estivesse casada com o magnata do rock. Linda também publicou um livro de receitas vegetarianas que é bem popular com sua geração de fãs, comercializado nos anos da década de 1990 ("Linda McCartney’s Home Cooking" em português, "Comida Caseira da Linda McCartney").
FAMÍLIA
 Paul adotou legalmente, de um casamento prévio de Linda com John Melvin See Jr. (1937-2000), a filha (Heather McCartney): (Agora, sobrenome de casada, Potter; nasceu: 1963) e, juntos Linda e Paul tiveram: Mary (fotógrafa; nasceu: 1969); Stella McCartney (destacada Designer de roupas; nasceu: 1971); e James Louis McCartney (músico; nasceu: 1977).
O casal permaneceu casado por 29 anos e praticamente nunca se separou, a não ser por dez dias que Paul foi forçado a ficar detido por posse de maconha. Em 1997 Linda obteve o título de Lady na Inglaterra devido seu marido ter se tornado um Cavaleiro da Ordem do Império Britânico pela Rainha da Inglaterra. O pai de Linda, Lee Eastman, foi o gerente/advogado de Paul durante a separação dos Beatles na Apple Records. Várias fotos de álbuns de Paul McCartney foram tiradas por Linda McCartney. No dia 10 de abril de 1999 Paul McCartney realizou uma homenagem à esposa Linda McCartney, no Royal Albert Hall em Londres, em memória de um ano de falecimento, intitulado: A Concert For Linda, que contou com a presença de vários artistas entre eles: Eric Clapton, George Michael, Elvis Costello, Phil Collins, The Pretenders e Tom Jones. MORTE
 Linda faleceu de câncer em Tucson, Arizona, e foi cremada na Inglaterra. Paul tem agora vários netos. Prêmios[editar | editar código-fonte] 1980 Festival de Cannes, Palme d'Or, Short Film de Oscar Grillo (canção de Linda McCartney): "Seaside Woman"
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

01/04/2014

MARVIN GAYE - Arte Tumular - 977 - Cremado






Seu corpo foi cremado e as cinzas espalhadas no Oceano Pacífico



PERSONAGEM
Marvin Gaye (Washington, 2 de abril de 1939 — Los Angeles, 1 de abril de 1984), nascido Marvin Pentz Gay, Jr., foi um cantor popular de soul e R&B, arranjador, multi-instrumentista, compositor e produtor. Ganhou fama internacional durante os anos 60 e 70 como um artista da gravadora Motown.
Morreu aos 45 anos de idade.
SINOPSE
 O início da carreira do cantor foi em 1961, na Motown, onde Gaye rapidamente se tornaria o principal cantor da gravadora e emplacaria numerosos sucessos durante os anos sessenta, entre eles "Stubborn Kind of Fellow", "How Sweet It Is (To Be Loved By You)", "I Heard It Through the Grapevine" e vários duetos com Tammi Terrell, incluindo "Ain't No Mountain High Enough" e "You're All I Need to Get By", antes de mudar sua própria forma de se expressar musicalmente. Gaye é importante por sua luta por produzir seus sucessos, mas criativamente restritivo - no processo de gravação da Motown, intérpretes, compositores e produtores eram geralmente mantidos em áreas separadas. Com seu bem-sucedido álbum What's Going On, de 1971, e outros lançamentos subsequentes - includindo Trouble Man, de 1972, e Let's Get It On, de 1973, Gaye, que vez ou outra compunha canções para artistas da Motown no início da sua carreira, provou também que poderia tanto escrever quanto produzir seus próprios discos sem ter de confiar no sistema da Motown. Ele é também conhecido por seu ambientalismo, talvez mais evidente na canção "Mercy Mercy Me (The Ecology)". Durante os anos setenta, Gaye lançaria outros notáveis álbuns, includindo Let's Get It On e I Want You, além de ter emplacado vários sucessos, como "Let's Get It On" e "Got to Give It Up". Já no começo dos anos oitenta, seria a vez do hit "Sexual Healing", que lhe rendeu - antes de sua morte - dois prêmios Grammy. Até o momento de ser assassinado pelo seu pai, em 1984, Gaye tinha se tornado um dos mais influentes artistas da cena soul. Em 1996, Gaye foi homenageado na 38º cerimônia do Grammy Awards. A carreira de Marvin tem sido descrita como uma das que "abarcam toda a história do R&B, do doo-wop dos anos cinquenta ao soul contemporâneo dos anos oitenta." Críticos têm também afirmado que a produção musical de Gaye "significou o desenvolvimento da black music a partir do rhythm'n blues, através de um sofisticado soul de consciência política nos anos setenta e de uma abordagem maior em assuntos de cunho pessoal e sexual."
INÍCIO DA CARREIRA
Marvin Gaye nasceu no Freedman's Hospital, em Washington, D.C.. Ele foi o primeiro filho e o segundo mais velho de quatro filhos do pastor evangélico Marvin Pentz Gaye Sr. e da professor/dona-de-casa Alberta Cooper. Com as irmãs Jeanne e Zeola e o irmão mais novo Frankie, viviam na zona segregada da capital norte-americana, no bairro da Deanwood (nordeste da cidade). Ainda novo, ele era carregador de tacos de golfe no Norbeck Country Club, em Olney, Maryland. O pai de Gaye pregava com pastor na Igreja Adventista do Sétimo Dia chamada House of God (a "Casa de Deus"), que tinha um rigoroso código de conduta misturado a ensinamentos do judaísmo ortodoxo e pentecostalismo. Crescendo na igreja de seu pai, Marvin começou a cantar desde cedo no coral - aos 3 anos - e a tocar instrumentos. A música era uma espécie de válvula de escape para o jovem, que durante toda a infância costumava apanhar do pai diariamente. Durante o tempo em que esteve na high school, Marvin começou a ouvir doo-wop e ingressou no DC Tones como um baterista. Após abandonar a Cardozo High School, Gaye alistou-se na Força Aérea dos Estados Unidos. Após o fingimento de uma doença mental, ele foi dispensado por ter se recusado a seguir ordens. Após abandonar as Forças Aéreas em 1957, Gaye começou sua carreira musical em vários grupos doo wop, fixando-se em um popular grupo de Washington DC, chamado The Marquees. Com Bo Diddley, os Marquees lançaram o single "Wyatt Earp" em 1957 pela gravadora Okeh e foram então contratados por Harvey Fuqua para o grupo The Moonglows. "Mama Loocie", lançada em 1959 pela gravadora Chess, foi o primeiro e único single de Gaye com os Moonglows. Junto com os Moonglows, Gaye assimilou várias técnicas, utilizadas posteriormente, nos álbuns que produziria. E foi com ajuda dessa banda que ele foi apresentado a empresários da cena musical. Depois de um concerto em Detroit, o "novo" Moonglows foi dissolvido e Fuqua apresentou Gaye a Berry Gordy, presidente da Motown Records. Ele contratou Gaye primeiramente como baterista de estúdio, para tocar para grupos como The Miracles, The Contours, Martha and the Vandellas, The Marvelettes, entre outros. Gaye tocou bateria para as Marvelettes na canção "Please Mr. Postman", em 1961, e para a versão ao vivo de Little Stevie Wonder para a canção "Fingertips Pt. 2", de 1963. Ambas canções alcançaram o primeiro lugar na parada norte-americana da Billboard. Depois de iniciar sua carreira na Motown, Gaye mudou seu nome de Marvin Gay para Marvin Gaye, acrescentando o '"e"' para se separar do nome de seu pai, para encerrar os boatos em curso em torno de sua sexualidade e ainda para imitar seu ídolo, Sam Cooke, que havia também acrescentado um 'e' ao seu sobrenome. Gaye desejava gravar para a Motown, mas Berry Gordy tinha receio quanto ao cantor, devido ao fato de que Gaye não costumava seguir as ordens sobre as quais a gravadora queria que ele cumprisse. De acordo com um documentário do canal de televisão VH1, a namorada de Marvin - e irmã de Berry -, Anna Berry Gordy, convenceu o irmão a assinar com Gaye. Berry concordou em deixar que Marvin gravasse versões pop-contemporâneas de baladas românticas baseadas no jazz.
 MORTE
Depois de oferecida uma nova chance em Ostend, Bélgica, Marvin mudou-se para lá ainda em 1981. Ainda perturbado pela decisão precipitada da Motown em lançar In Our Lifetime, ele negociou sua saída da gravadora e assinou com a Columbia Records no ano seguinte, onde lançou Midnight Love. O disco incluía o grande sucesso "Sexual Healing", que lhe rendeu seus primeiros dois prêmios Grammy (de Melhor Performance R&B Masculina e Melhor R&B Instrumental), em fevereiro de 1983. Ele também seria indicado aos mesmos prêmios no ano seguinte pelo LP Midnight Love. Também em fevereiro de 1983, Gaye fez uma apresentação memorável no All-Star Game da NBA, interpretando o Hino Nacional dos Estados Unidos. No mês seguinte, ele fez sua última apresentação para seu antigo mentor no concerto Motown 25, apresentando What's Going On. Depois, ele embarcou em uma turnê pelos EUA divulgando seu recente trabalho. Terminada a turnê, em agosto de 1983, ele estava atormentado por problemas de saúde - ele teve acessos de depressão e medo em torno de uma suposta tentativa de lhe tirarem a vida. Quando a turnê foi encerrada, ele se isolou e se mudou para a casa de seus pais. Ele ameaçou cometer suicídio diversas vezes, depois de numerosas e amargas brigas com seu pai, o pastor evangélico Marvin Pentz Gay Sr. Em 1 de abril de 1984, um dia antes de completar seu 45º aniversário, Marvin foi assassinado com um tiro por seu próprio pai, após uma briga iniciada quando os pais de Gaye discutiam sobre a perda de documentos de negócios. A ironia é que Gaye foi morto por uma arma calibre 12 que ele próprio havia dado de presente para seu pai. Marvin Pentz Sr. foi condenado a seis anos de prisão, após ser declarado culpado por homicídio. A acusação de assassinato foi abandonada após médicos descobrirem que ele estava com um tumor cerebral. Marvin Pentz Sr passou o final de sua vida em um asilo, onde morreria de pneumonia em 1998. Após alguns lançamentos póstumos, que fortaleceram a memória de Marvin na consciência popular, o cantor foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame em 1987. Mais tarde, também ao Hollywood's Rock Walk e, em 1990, ganharia uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

31/03/2014

YVES MONTAND - Arte Tumular - 976 - Cimetière du Père Lachaise ,Paris,Ile-de-France Region, France





ARTE TUMULAR 
Base tumular em mármore com 40 cm. de altura com um grande tampo que dá acesso a sepultura. Na cabeceira tumular, lápide em mármoe com o seu nome gravado. Os outros adereços que se vê na foto foi colocado pelos fãs. Está sepultado junto com a sua esposa Simone Signoret
LOCAL: Cimetière du Père Lachaise ,Paris,Ile-de-France Region, France 
Plot: Division 44 
Foto: David Connan e Connie Kisinger 
Descrição Tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Ivo Livi, mais conhecido como Yves Montand (Monsummano Terme, 13 de outubro de 1921 — Senlis, Oise, 9 de novembro de 1991), foi um ator e cantor italiano naturalizado francês.
Morreu aos 70 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Seu nome de batismo era Ivo Livi e embora nascido na Itália, ele foi o ator que melhor encarnou o mito do homem francês. Considerado menos bonito que Alain Delon mas mais simpático e carismático, Montand provou que além de um ótimo cantor era também um bom ator.
 Comunista inicialmente e depois defensor da liberdade e contra qualquer ditadura, Montand foi parceiro constante do diretor Costa-Gavras com quem fez cinco filmes, entre eles "Z", "Estado de Sítio" e "A Confissão". Estreou como ator em 1946 com o diretor Marcel Carné no filme "As Portas da Noite", mas se destacou também em "O Salário do Medo" de Henri-Georges Clouzot em 1952; "Adorável Pecadora" ao lado de Marilyn Monroe de 1960; "Paris Está em Chamas" de René Clement em 1966 e "Viver por Viver" de Claude Lelouch em 1967.
 Foi casado por 30 anos com a atriz Simone Signoret até a morte dela em 1985, mas teve romances célebres com a cantora Edith Piaf no final dos anos 40 e com Marilyn Monroe.
 Em 1982, apresentou-se no Teatro Municipal de São Paulo com um espetáculo de canções francesas
MORTE
Morreu de ataque cardíaco
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales 

30/03/2014

JAMES CAGNEY - Arte Tumular - 975 - Gate of Heaven Cemetery Hawthorne Westchester County New York, USA




Junto com sua esposa

ARTE TUMULAR
Tampo de granito marrom  da cripta com o seu nome e datas gravados
Local: Gate of Heaven Cemetery Hawthorne Westchester County New York, USA
Plot: Mausoleum 1, Wing 5, Corridor B, Crypt 76
Fotos: Jeffrey Mack
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
James Francis Cagney Jr. (Nova York, 17 de julho de 1899 — Nova Iorque, 30 de março de 1986), foi um ator norte-americano.
Morreu aos 86 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Era um artista de vários gêneros, mas se tornaria célebre interpretando gângster violentos e loucos em filmes como Inimigo Público (br),Fúria Sanguinária (br) e Anjos da Cara Suja. Ele nasceu no bairro pobre de Yorkville, em Manhattan e trabalhou como office-boy, garçom e empacotador em uma loja de departamentos para custear seus estudos na Universidade de Columbia, que acabou abandonando em 1918 para se dedicar ao teatro. Durante a década de 1920 atuou em várias companhias de revistas musicais, especialmente na Broadway e em Nova Orleans como dançarino, sapateador e ator.
Foi na Broadway que ele encontrou Frances Willard Vernon, com quem se casou em 1922. Descoberto pela Warner em "Penny Arcade", uma peça da Broadway, ele estreou nas telas em 1930 na fita "Sinner's holiday", uma versão cinematográfica da peça do mesmo nome. Em 1942 ele fundou sua própria companhia produtora com seu irmão William e em 1957 estreou como diretor em "Short cut to hell".
Foi presidente do Sindicato dos Atores entre 1942 e 1944, tendo sido também um dos seus fundadores. Cagney não fumava e raramente bebia, mas se transformou no maior "durão" do cinema norte-americano e se especializou em papéis de gângster. Em 1961, após fazer um papel cômico em uma fita de Billy Wilder, Cagney se afastou do cinema após mais de 60 filmes e duas indicações para o Óscar pelos filmes "Anjos de cara suja" em 1938 e "Ama-me ou esquece-me" em 1955 e de ter conquistado o mesmo em 1942 por "A Canção da Vitória". Ele retornaria às telas vinte anos depois, em 1980 para viver um chefe de polícia em "Ragtime", do diretor Milos Forman. MORTE
James Cagney morreu aos 86 anos vitimado por um ataque cardíaco enquanto dormia. Encontra-se sepultado em Gate of Heaven Cemetery, Hawthorne, Condado de Westchester, Nova Iorque nos Estados Unidos.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

PAULO GOULART - Arte Tumular - 974 - Cemitério da Consolação. São Paulo-Brasil





Local: Cemitério da Consolação. São Paulo



PERSONAGEM
Paulo Goulart, nome artístico de Paulo Afonso Miessa1 (Ribeirão Preto, 9 de janeiro de 1933 — São Paulo, 13 de março de 2014) foi um ator brasileiro.
Morreu aos 81 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Paulo Goulart foi casado com a atriz Nicette Bruno, com quem se casou logo após conhecê-la em 1952. Ambos professam seguir os ensinos do Espiritismo há décadas, juntamente com seus filhos.
Iniciou carreira em emissora de rádio fundada por seu pai na cidade de Olímpia, interior de São Paulo. Já em 1952, passou a integrar a Companhia Nicette Bruno e Seus Comediantes, atuando em Senhorita Minha Mãe, de Louis Verneuil, com direção de Ruggero Jacobbi e, no mesmo ano, em Amor Versus Casamento, de Maxwell Anderson, direção de Rubens Petrille de Aragão. Casou-se com Nicette ainda em 1952. Nesta mesma época, começou a trabalhar na TV, em Helena e estreou no cinema, em 1954, com Destino em Apuros. Passou a colaborar com a Companhia Eva e Seus Artistas, de Eva Todor, atuando em Vê Se Me Esquece, de Luiz Iglesias, Anastácia, de Marcelle Maurette, e Lotária, de Luís Iglesias, todos sob a direção de Henriette Morineau, em 1957. No mesmo ano, está em A Vida Não É Nossa, de Accioly Neto, em uma produção sua com Nicette Bruno, com direção de José Maria Monteiro, com quem trabalha em mais dois espetáculos subseqüentes. Relembre carinho de Paulo Goulart pela mulher Nicete BrunoClique no link para iniciar o vídeo Relembre carinho de Paulo Goulart pela mulher Nicete Bruno Sem deixar o teatro de lado, começa a emendar papeis no cinema. Em 1957 está em Rio Zona Norte e em 1958 faz outros cinco filmes. Segue assim com E Eles Não Voltaram e, em 1960; e Nordeste Sangrento, em 1962. A partir daí, segue um período de descanso nas telonas, para onde só retorna em 1972, com A Marcha. De 1966 a 1969 passa a se dedicar à TV Excelsior, na qual faz novelas como As Minas de Prata (1966), Os Fantoches (1967), A Muralha (1968) e Vidas em Conflito (1969). Iniciou-se como autor em 1975, escrevendo Nós Também Sabemos Fazer, peça que dirige ele próprio no mesmo ano. Em 1980, é a vez de Mãos ao Alto, São Paulo!, dirigido por Roberto Lage. Em 1983 escreve duas peças, O Infalível Dr. Brochard, outra direção de Roberto Lage, reencenada no mesmo ano no Rio de Janeiro, novamente por Aderbal Freire Filho. Sua primeira novela na Globo foi A Cabana do Pai Tomás (1969), mas atuou também na programação da TV Tupi, SBT, Record e TV Bandeirantes. Entre os sucessos na Globo, estão Plumas e Paetês (1980), O Dono do Mundo (1991), Mulheres de Areia(1993), Esperança (2002), América (2005), Duas Caras (2007), Ti-ti-ti (2010) e Morde & Assopra 2011). O último trabalho na TV foi a minissérie Louco por Elas (2012).
Seus filhos são as atrizes Beth Goulart e Bárbara Bruno e o ator e dançarino Paulo Goulart Filho. Também é avô das atrizes Vanessa Goulart e Clarissa Mayoral, a qual não tem qualquer parentesco com a atriz Tatyane Goulart. Um teatro do Esporte Clube Banespa leva seu nome desde 2005.
MORTE
Morreu em 13 de março de 2014 aos 81 anos em decorrência de câncer iniciado no mediastino.
Fonte: pt.wikipedia.org
http://diversao.terra.com.br/
Formatação: Helio Rubiales

HANS SCHOLL - Arte Tumular - 973 - Friedhof am Perlacher Forst Munich (München) Münchener Stadtkreis Bavaria (Bayern), Germany








ARTE TUMULAR
Placas de mármore com o seu nome e datas em bronze. Tendo na cabeceira tumular duas cruzes de bronze, uma unida a outra, representando os dois irmãos mortos.

Local: Friedhof am Perlacher Forst Munich (München) Münchener Stadtkreis Bavaria (Bayern), Germany
Plot: Section 73, row 1, grave 18/19
Fotos: Geoff Walden
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Hans Fritz Scholl (22 de setembro de 1918 - 22 de fevereiro de 1943) foi um dos fundadores e membros fundamentais do movimento de resistência alemã a Rosa Branca.
Morreu aos 24 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Scholl nasceu em Ingersheim, o segundo de seis filhos. Em 1933 aderiu à Juventude Hitlerista, mas ficou rapidamente desiludido quando comprovou as implicações reais do organismo. Ao mesmo tempo, estudou Medicina na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.
Ficheiro:Stamps of Germany (DDR) 1961, MiNr 0852.jpg
Selo postal comemorativo dos irmãos Scholl, GDR, 1961 
A ROSA BRANCA
No começo do verão de 1942, Scholl, a sua irmã Sophie, Willi Graf, Kurt Huber, Christoph Probst e Alexander Schmorell escreveram conjuntamente seis panfletos de resistência política antinazi, horrorizados pelo comportamento de alguns soldados alemães na frente oriental, especialmente contra os judeus na Polônia e na Rússia. Os panfletos foram difundidos nos arredores das universidades de Munique e Hamburgo , ademais de serem enviadas por correio a doutores e estudantes, difundindo a mensagem todo o possível. Sophie Scholl aderiu ao grupo e tornou-se um dos membros fundamentais ao fazer o reparto dado que, sendo uma mulher jovem, espertava menos desconfiança entre as SS. Em 18 de fevereiro de 1943, Hans e Sophi foram descobertos por um guarda quando deixavam novos panfletos na praça diante da universidade, o que possibilitou serem presos pela Gestapo e, junto com Probst, serem julgados por traição pelo juiz Roland Freisler, que instruia a maior parte dos casos de conspiração contra o Terceiro Reich que produzia a resistência alemã.
Os três foram sentençados a morte em 22 de fevereiro. Hans Scholl, Sophie Scholl e Christopher Probst foram decapitados na Prisão Stadelheim de Munique, apenas umas horas mais tarde. Pouco tempo depois, outros estudantes envolvidos no grupo foram arrestados e executados também.
MORTE
Executado na guilhotina.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

SOPHIE SCHOLL - Arte Tumular - 972 - Friedhof am Perlacher Forst Munich (München) Münchener Stadtkreis Bavaria (Bayern), Germany







ARTE TUMULAR
Placas de mármore com o seu nome e datas em bronze. Tendo na cabeceira tumular duas cruzes de bronze, uma unida a outra, representando os dois irmãos mortos.

Local: Friedhof am Perlacher Forst Munich (München) Münchener Stadtkreis Bavaria (Bayern), Germany
Plot: Section 73, row 1, grave 18/19
Fotos: Geoff Walden
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Sophia Magdalena Scholl  (Forchtenberg, 9 de maio de 1921 – Munique, 22 de fevereiro de 1943) era membro da Rosa Branca, movimento da resistência alemã antinazista. Foi condenada por traição e executada na guilhotina.
Morreu aos 21 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
É conhecida como uma das poucas alemãs que se opuseram ativamente ao Terceiro Reich durante a Segunda Guerra Mundial e é também vista como um mártir. No início do verão de 1942, Sophie Scholl participou da produção e distribuição de panfletos da Rosa Branca, um movimento de inspiração católica . Foi presa em 18 de fevereiro de 1943 enquanto distribuía o 6º panfleto na Universidade de Munique. Os panfletos eram redigidos e depois copiados sendo, depois, entregues em caixas de correio nas casas de grandes cidades da Baviera (berço do movimento nazista). Esses panfletos continham trechos apocalípticos da Bíblia, para impressionar. Sophie, seu irmão, Hans Scholl, e mais um universitário, Christoph Probst, foram presos em 18 de fevereiro de 1943, depois de o reitor da universidade de Munique os surpreender distribuindo panfletos no pátio da universidade.


A Gestapo os prendeu, os julgou e, menos de quatro horas depois de condenados, foram guilhotinados. Desobedecendo ordens superiores, os carcereiros deixaram os jovens reencontrarem seus pais antes de encontrarem o trágico destino dos opositores ao nacional-socialismo, a morte. Os três são hoje tidos como heróis nacionais alemães. É bom lembrar que, entre fevereiro e outubro de 1943, foram mortos ainda mais 50 integrantes do movimento Rosa Branca.
Ficheiro:Stamps of Germany (DDR) 1961, MiNr 0852.jpg
 Selo postal comemorativo de Hans Scholl e Sophie Scholl, RDA, 1961 
FILMES
Rosa Branca (1982), de Michael Verhoeven. Em fevereiro de 2005 foi lançado um filme sobre Sophie Scholl, Sophie Scholl – Die letzten Tage (Sophie Scholl - Os Últimos Dias), com a atriz Julia Jentsch interpretando a universitária.
MORTE
Executada na guilhotina.
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales