“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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12 de jun de 2017

ADAM WEST - Arte Tumular - 1139 -



West no San Diego Comic-Con (2011)
Nome completoWilliam West Anderson
Outros nomesAdam West
Nascimento19 de setembro de 1928
Walla WallaWashingtonEstados Unidos
Morte9 de junho de 2017 (88 anos)
Los AngelesCalifórniaEstados Unidos
Ocupaçãoator e dublador
Atividade1953–2017
CônjugeBillie Lou Yeager (1950–1956)
Frisbie Dawson (1957–1962)
Marcelle T. Lear (1970–2017)
PERSONAGEM
Adam West, nascido William West Anderson (Walla Walla, 19 de setembro de 1928 - Los Angeles, 9 de junho de 2017), foi um ator e dublador norte-americano.
Morreu aos 88 anos

SINOPSE ARTÍSTICA
Estreou na carreira artística em 1957, no filme Voodoo Island, mas não teve seu nome creditado.

Participou de inúmeros seriados de televisão, mas ficou conhecido pelo papel de Batman no seriado de mesmo nome, que foi ao ar de 1966 a 1968.

Caracterizado como Batman, o papel que o tornou famoso

Ele também apareceu no filme de ficção científica Robinson Crusoe on Mars (1964) e dublou as séries animadas The Fairly OddParents, The Simpsons e Family Guy, interpretando versões fictícias de si mesmo nos três.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Adam West nasceu em 19 de setembro de 1928, em Walla Walla, filho de Otto West Anderson (1903 – 1984) e Audrey V. Speer (1906–69).

Aos 10 anos Adam colecionava quadrinhos e o personagem Batman o impressionou bastante. Quando sua mãe casou novamente, desta vez com Dr. Paul Flothow, mudaram-se para Seattle junto com seu irmão mais novo, John. Aos 14 anos, Adam entrou na Lakeside School e em seguida cursou o Whitman College, formando-se em Literatura e Psicologia. Durante seu último ano na faculdade, casou-se com Billie Lou Yeager.



Adam começou a trabalhar como DJ numa estação de rádio enquanto fazia uma pós graduação em Stanford. Dispensado do exército, passou dois anos tentando colocar uma estação de TV militar no ar - uma em San Luis Obispo, Califórnia e outra na área militar Fort Monmouth, Condado de Monmouth, Nova Jérsei.

Nesse meio tempo, viajou pelo mundo com a esposa, até que parou no Havaí onde estrelou um programa infantil chamado The Kini Popo Show in Hawaii. Nessa época divorciou e em seguida casou com uma dançarina taitiana chamada Ngatokoruaimatauaia Frisbie Dawson (ele a chamava de "Nga"), com quem teve uma filha em 1957 e um filho no ano seguinte - Jonelle e Hunter. Esse segundo casamento durou até 1962.

Em 1959, Adam foi para Hollywood, adotou o nome artístico de Adam West e conseguiu pequenos papéis em filmes de faroeste. Após sete anos em Tinseltown, ele finalmente conseguiu um papel que o levou à fama quando, em 1966, estrelou como Batman, pela rede ABC.

Em 1972 ele casou com Marcelle Tagand Lear com quem teve dois filhos; Nina em 1976 e Perrin em 1979. Em 1994 lançou uma auto biografia chamada Back to the Batcave.

RETORNO A FRANQUIA BATMAN
West repetiu várias vezes seu papel como Batman/Bruce Wayne, primeiro na série animada The New Adventures of Batman e em outras séries como The Batman/Tarzan Adventure Hour, Tarzan and the Super 7, Super Friends: The Legendary Super Powers Show e The Super Powers Team: Galactic Guardians (substituindo Olan Soule). Em 1979, o West, mais uma vez, vestiu o uniforme do Batman no especial de televisão Legends of the Superheroes. Em 1985, a DC Comics homenageou West na publicação de Fifty Who Made DC, em comemoração aos 50 anos da editora.

West foi cotado para interpretar Thomas Wayne, o pai de Bruce Wayne, no Batman de Tim Burton. Originalmente, ele queria interpretar o Batman. West nunca mais apareceu em nenhuma das filmagens da franquia da batman da década de 1960 e, até o momento, Burt Ward (Robin, da série de TV). West fez uma aparição em um episódio de 1992 de Batman: The Animated Series da Fox, mas não como Batman (o papel de Batman já estava sendo interpretado por Kevin Conroy). Em vez disso, ele retratou Simon Trent, um ator que costumava interpretar um super-herói em uma série de TV chamada The Grey Ghost e que estava com dificuldade em encontrar trabalhos, mais tarde, teve um papel recorrente como a voz do prefeito Grange na série animada The Batman.


O ator retomou seu papel como Batman para o curta-metragem animado CGI Batman: New Times. Ele co-estrelou com Mark Hamill, que redublou o Coringa e originalmente desempenhou o mesmo papel em Batman: The Animated Series. West também interpretou Thomas Wayne em um episódio da série Batman: The Brave and the Bold. Na mesma série, ele interpretou o robô protótipo do Batman, chamado "Protobot".

MORTE
Adam West morreu em 9 de junho de 2017, aos 88 anos, vítima de leucemia.

Fonte: pt. wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales



23 de mai de 2017

ROGER MOORE - Arte Tumular - 1138 - Cremado

   


CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado e as cinzas espalhadas em Mônaco.




Sir Roger Moore
KBE
Moore em 2012
Nome completoRoger George Moore
Nascimento14 de outubro de 1927
LondresGrande Londres,
Inglaterra
NacionalidadeBritânico
Morte23 de maio de 2017 (89 anos)
Crans-Montana, Suíça
OcupaçãoAtor
Atividade1945 – 2017
CônjugeDoorn van Steyn (1946–1953
Dorothy Squires (1953–1968)
Luisa Mattioli (1969–1996)
Kristina Tholstrup (2002–2017)
Página oficial
IMDb(inglês)

PERSONAGEM
Sir Roger George Moore, KBE (Londres, 14 de outubro de 1927 - Crans-Montana (Suíça), 23 de maio de 2017) foi um ator britânico, célebre por interpretar o agente secreto britânico James Bond por sete vezes no cinema.
Atuou desde 1991 até à sua morte como embaixador do UNICEF, e por suas ações humanitárias foi condecorado, em 1999, como Cavaleiro do Império Britânico.
Morreu aos 89 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 O ator Roger Moore nasceu em 1927 em Londres e já imaginava ser artista desde pequeno. Serviu no exército militar durante a Segunda Guerra Mundial e foi morar nos Estados Unidos aos 26 anos. Com um talento excepcional, além de grande beleza, Roger logo assinou um contrato com a Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), produtora de filmes e séries de Hollywood. Então, o ator começou a participar de filmes como Melodia Interrompida (1955) e A Última Vez que Vi Paris. Moore também começou a atuar em programas na televisão e obteve reconhecimento pela série de faoreste Maverick, em 1957.

CASAMENTOS
Roger Moore se casou no total quatro vezes e em uma entrevista contou que apanhava das duas primeiras mulheres, já falecidas. No primeiro, com a patinadora Steyn Doorn Van, Moore chegou a ser atingido com uma chaleira. “Ela me arranhava. Minha mãe ficava gelada sempre que eu voltava para casa com novas cicatrizes”, contou o ator em um programa da TV. O casal se divorciou em 1953. Moore se casou em seguida com a cantora Dorothy Squires, que também batia nele. Segundo o ator, a jovem tinha “muito temperamento” e uma vez acertou sua cabeça com um violão.

AGENTE 007
Roger Moore foi contratado pelos produtores da série de 007 para encarnar o papel do agente secreto após Sean Connery.


Roger Moore trouxe à série um tom mais leve e humorístico, embora, por isso mesmo, algumas das suas interpretações ficassem mais marcadas pelos exageros dos anos 70, como em Moonraker ou The Man with the Golden Gun . No final da sua participação na série Bond, regressou a horizontes mais sóbrios e ponderados como em Octopussy.

Em termos gerais, o humor sarcástico, a ironia e a elegante pose marcaram a sua versão de Bond, que foi um grande sucesso de bilheteria. Após sete filmes da franquia, Moore abandonou o papel aos 58 anos, em 1985, com A View to a Kill, tornando-se um dos atores mais velhos a interpretar James Bond e o ator a encenar por mais tempo o agente secreto, durante doze anos.

TELEVISÃO
Antes e além de 007, Moore ficou famoso também com o papel de Simon Templar na série de televisão britânica O Santo, entre 1962 e 1969, e como Brett Sinclair, em The Persuaders! (1971-72), fazendo dupla com Tony Curtis, série da tv norte-americana exibida mundialmente no início dos anos 70.
 Não se pode deixar de mencionar o herói Ivanhoé, personificado pelo ator nos anos 60.

EMBAIXADOR DA UNICEF
Nos últimos anos de vida, Moore dedicava-se mais à sua carreira de embaixador do UNICEF, usando a fama adquirida durante todos os seus anos de carreira para ajudar de alguma forma aqueles que necessitam. Esta faceta surgiu na sua vida depois do contato que teve, em 1983, durante as filmagens de 007 contra Octopussy, com a extrema pobreza da população indiana.

MORTE
Em 23 de maio de 2017, a família de Moore anunciou a sua morte, aos 89 anos, após "uma breve, mas corajosa batalha contra o câncer".

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales


19 de mai de 2017

JOÃO CABRAL DE MELO NETO - Arte Tumular - 1137 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil






ARTE TUMULAR 
Sepultura em formato retangular com cerca de 80 cm. de altura em mármore com um tampo na parte superior , com o seu nome e datas em letras de bronze. 

Local: Mausoléu da Academia Brasileira de Letras, Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil
Foto: Emanuel Messias
Descrição tumular: Helio Rubiales



Nascimento9 de janeiro de 1920
Recife Pernambuco
Morte9 de outubro de 1999 (79 anos)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Nacionalidadebrasileiro
OcupaçãoEmbaixador, cônsul e poeta
Influências
Influenciados
PrêmiosPrêmio Jabuti (19671993)
Magnum opusMorte e Vida Severina
PERSONAGEM
João Cabral de Melo Neto GCC • GOSE (Recife, 9 de janeiro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de outubro de 1999) foi um poeta e diplomata brasileiro.
Morreu aos 79 anos

SINOPSE CULTURAL
Sua obra poética, que vai de uma tendência surrealista até a poesia popular, porém caracterizada pelo rigor estético, com poemas avessos a confessionalismos e marcados pelo uso de rimas toantes, inaugurou uma nova forma de fazer poesia no Brasil.

Foi agraciado com vários prêmios literários, entre eles o Prêmio Neustadt, tido como o "Nobel Americano", sendo o único brasileiro galardoado com tal distinção. Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura.

Irmão do historiador Evaldo Cabral de Mello e primo do poeta Manuel Bandeira e do sociólogo Gilberto Freyre, João Cabral foi amigo do pintor Joan Miró e do poeta Joan Brossa.

O escritor foi membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras.

SOBRE SUAS OBRAS
Na poesia de Cabral percebem-se algumas dualidades antitéticas, trabalhadas com um certo barroquismo e à exaustão. Entre espaço e tempo, entre o dentro e o fora, entre o maciço e o não-maciço, entre o masculino e o feminino, entre o Nordeste desértico e a Andaluzia fértil, ou entre a Caatinga desértica e o úmido Pernambuco. É uma poesia que causa algum estranhamento a quem espera uma poesia emotiva, pois seu trabalho é basicamente cerebral e "sensacionista", buscando uma poesia construtivista e comunicativa, objetiva.

Embora exista uma tendência surrealista em seus poemas, principalmente nos iniciais, como em Pedra do Sono, buscando uma poesia que fosse também expressiva, Melo Neto não precisa recorrer ao pathos ("paixão") para criar uma atmosfera poética, fugindo de qualquer tendência romântica, mas busca uma construção elaborada e pensada da linguagem e do dizer da sua poesia, transformando toda a percepção em imagem de algo concreto e relacionado aos sentidos, principalmente ao do tato, como pode-se perceber bem em Uma faca só lâmina. Neste poema, Cabral apresenta a imagem da faca através da sensação de vazio que a facada deixa na carne, contrastando com a própria faca sólida que a corta.

Algumas palavras são usadas sistematicamente na poesia deste autor: cana, pedra, osso, esqueleto, dente, gume, navalha, faca, foice, lâmina, cortar, esfolado, baía, relógio, seco, mineral, deserto, asséptico, vazio, fome. Coisas sólidas e sensações táteis: uma poesia do concreto.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de Luís Antônio Cabral de Melo e de Carmem Carneiro Leão Cabral de Melo.

Estudou no Colégio Marista, no Recife. Amante da leitura lia tudo o que tinha acesso, no colégio e na casa da avó. Em 1941, participa do Primeiro Congresso de Poesia do Recife, lendo o opúsculo "Considerações sobre o Poeta Dormindo".

Em 1942 publica sua primeira coletânea de poemas, com o livro "Pedra do Sono", onde predomina uma atmosfera vaga de surrealismo e absurdo. Depois de se tornar amigo do poeta Joaquim Cardoso e do pintor Vicente do Rego Monteiro, transfere-se para o Rio de Janeiro.

Durante os anos de 1943 e 1944, trabalhou no Departamento de Arregimentação e Seleção de Pessoal do Rio de Janeiro.

Em 1945 publica seu segundo livro "O Engenheiro", custeado pelo empresário e poeta Augusto Frederico Schmidt.

Realiza seu segundo concurso público, e em 1947 ingressa na carreira diplomática passando a viver em várias cidades do mundo, como Barcelona, Londres, Sevilha, Marselha, Genebra, Berna, Assunção, Dacar e outras.

João Cabral de Melo Neto foi casado com Stella Maria Barbosa de Oliveira, com quem teve cinco filhos, Rodrigo, Inez, Luiz, Isabel e João.

Casou pela segunda vez com a poetisa Marly de Oliveira.
 uma importância grande na Literatura Brasileira.

Em 1952, quando o Partido Comunista do Brasil estava na ilegalidade, João Cabral de Melo Neto foi acusado de criar uma "célula comunista" no Ministério de Relações Exteriores junto com mais quatro diplomatas (Antônio Houaiss, Amaury Banhos Porto de Oliveira, Jatyr de Almeida Rodrigues e Paulo Cotrim Rodrigues Pereira), sendo todos afastados do Palácio do Itamaraty por Getúlio Vargas em despacho de 20 de março de 1953, conseguiram retornar ao serviço em 1954 após recorrerem ao Supremo Tribunal Federal.

Foi eleito membro da academia em 15 de agosto de 1968, e empossado em 6 de maio de 1969, recebido por Múcio Leão. Ocupou a cadeira 37, antes ocupada pelo jornalista Assis Chateaubriand com
MORTE
Morreu no Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro de 1999, vítima de ataque cardíaco.

Fonte: pt.wikipedia.org e ebiografia.com
Formatação: Helio Rubiales

13 de mai de 2017

THOMAS JEFFERSON - Arte Tumular - 1136 - Monticello Graveyard Albemarle County Virginia, USA






Precedido por
John Adams
Seal of the President of the United States.svg
3.º Presidente dos Estados Unidos
1801 – 1809
Sucedido por
James Madison





ARTE TUMULAR
Sobre a base tumular em granito, erguesse  um monumento em formato de obelisco , constituído de um pilar de pedra em forma quadrangular alongada e sutil, que se afunila ligeiramente em direção a sua parte mais alta,  constituído de um pilar de pedra em forma quadrangular alongada e sutil, que se afunila ligeiramente em direção a sua parte mais alta, ,  terminado com uma ponta piramidal. Na parte frontal destaca-se gravado na pedra o seu nome, datas e feitos

Local: Monticello Graveyard Albemarle County Virginia, USA
GPS (lat/lon):38.00837, -78.4559
Foto: Willian M.Moroq
Descrição tumular: Helio Rubiales

 Presidente dos Estados Unidos 
Período4 de março de 1801
4 de março de 1809
Vice-presidentesAaron Burr (1801–1805)
George Clinton (1805–1809)
Antecessor(a)John Adams
Sucessor(a)James Madison
 Vice-presidente dos Estados Unidos 
Período4 de março de 1797
4 de março de 1801
PresidenteJohn Adams
Antecessor(a)John Adams
Sucessor(a)Aaron Burr
 Secretário de Estado dos Estados Unidos
Período22 de março de 1790
31 de dezembro de 1793
PresidenteGeorge Washington
Sucessor(a)Edmund Randolph
Delegado do Congresso da Confederação pela Virgínia
Período3 de novembro de 1783
7 de maio de 1784
Antecessor(a)James Madison
Sucessor(a)Richard Henry Lee
2º Governador da Virgínia
Período1 de junho de 1779
3 de junho de 1781
Antecessor(a)Patrick Henry
Sucessor(a)William Fleming
Delegado do Segundo Congresso Continental pela Virgínia
Período20 de junho de 1775
26 de setembro de 1776
Antecessor(a)George Washington
Sucessor(a)John Harvie
Vida
Nascimento13 de abril de 1743
ShadwellVirgínia,
 América Britânica
Morte4 de julho de 1826 (83 anos)
CharlottesvilleVirgínia,
 Estados Unidos
Dados pessoais
ProgenitoresMãe: Jane Randolph
Pai: Peter Jefferson
Alma materFaculdade de Guilherme
e Maria
EsposaMartha Wayles (1772–1782)
PartidoDemocrata-Republicano
ProfissãoAdvogado
AssinaturaAssinatura de Thomas Jefferson




PERSONAGEM
Thomas Jefferson (Shadwell, 13 de abril de 1743 – Charlottesville, 4 de julho de 1826) foi o terceiro presidente dos Estados Unidos (1801-1809), e o principal autor da declaração de independência (1776) dos Estados Unidos da América .
Morreu aos 83 anos

SINOPSE
Jefferson foi um dos mais influentes Founding Fathers (os "Pais Fundadores" da nação), conhecido pela sua promoção dos ideais do republicanismo nos Estados Unidos. Visualizava o país como a força por trás de um grande "Império de Liberdade" que promoveria o republicanismo e poderia combater o imperialismo do Império Britânico.

Entre os eventos de destaque da história americana que ocorreram durante sua presidência estão a Compra da Louisiana (1803) e a Expedição de Lewis e Clark (1804-1806), bem como a escalada das tensões entre a Grã-Bretanha e a França que levaram à guerra com o Império Britânico em 1812, ano em que deixou o cargo.

Como filósofo político Jefferson foi um homem do Iluminismo, que conheceu diversos dos grandes líderes intelectuais da Grã-Bretanha e França de seu tempo. Idealizou o fazendeiro yeoman como um exemplo das virtudes republicanas, alimentava uma desconfiança de cidades e financeiros, enquanto privilegiava os direitos dos estados e um governo federal rigorosamente controlado.

Apoiava a separação entre Igreja e Estado e foi o autor do Estatuto da Virgínia para Liberdade Religiosa (1779, 1786).

Epônimo da democracia jeffersoniana, foi co-fundador e líder do Partido Democrata-Republicano, que dominou a política dos Estados Unidos por 25 anos. Jefferson serviu como governador da Virgínia durante um período de guerra (1779-1781), foi o primeiro secretário de Estado dos Estados Unidos (1789-1793) e segundo vice-presidente dos Estados Unidos (1797-1801).

Um polímata, Jefferson se destacou, entre outras coisas, como horticultor, líder político, arquiteto, arqueólogo, paleontólogo, músico, inventor e fundador da Universidade da Virgínia.

Quando o presidente John F. Kennedy recebeu 49 vencedores do Prêmio Nobel à Casa Branca, em 1962, declarou: "acredito que esta é a mais extraordinária reunião de talento e conhecimento humano que já foi reunida na Casa Branca – com a possível exceção de quando Thomas Jefferson jantava aqui sozinho."

Até o presente, Jefferson é o único presidente americano a ter servido dois mandatos completos no cargo sem ter vetado um único projeto de lei do Congresso. Jefferson foi regularmente classificado pelo meio acadêmico como um dos maiores presidentes americanos.

 Os seus pais foram Peter Jefferson (29 de Março de 1708 - 17 de Agosto de 1757) e Jane Randolph (20 de Fevereiro de 1720 - 31 de Março de 1776), ambos de famílias de colonos estabelecidos na Virgínia há várias gerações. Ele frequentou o College of William & Mary, tendo depois tentado instituir aí reformas, antes de finalmente vir a fundar a sua própria visão de ensino superior com a Universidade da Virgínia. Foi o principal autor da Declaração da Independência Americana, e uma fonte de muitas outras contribuições para a cultura americana. 

Jefferson possuía uma grande biblioteca particular, onde acumulou diversos livros durante 50 anos. Sua biblioteca foi considerada uma das melhores dos Estados Unidos. Mais tarde ele vendeu sua coleção de 6487 livros para a Biblioteca do Congresso.

MORTE
Thomas Jefferson teria passado seus últimos anos de vida em Monticello onde morreu aos 83 anos em 1826.  Thomas Jefferson e John Adams (também ex-presidente, participante da Declaração da Independência e amigo) morreram no mesmo dia, 4 de Julho de 1826, coincidentemente, nesse dia eram comemorados os 50 anos da independência dos Estados Unidos, independência essa que os dois ajudaram a conquistar. Foi sepultado em Monticello.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales


12 de mai de 2017

MARY TYLER MOORE - Arte Tumular - 1135 - Oak Lawn Cemetery Fairfield Fairfield County Connecticut, USA






ARTE TUMULAR
Num terreno em formato quadrado, cercado por uma mureta de blocos de granito caracterizando o espaço tumular. Na parte central, caracterizando a cabeceira tumular, sobre uma base de granito ergue-se uma escultura em mármore de um anjo alado, sentado com as mãos cruzadas sobre o queixo como se fizesse uma oração

Local: Oak Lawn Cemetery Fairfield Fairfield County Connecticut, USA
GPS (lat/lon)  41.16222, -73.27674
Fotos: Pam Davies (Findagrave)
Descrição tumular: Helio Rubiales





Mary Tyler Moore (Nova Iorque, 29 de dezembro de 1936 — Greenwich, Connecticut, 25 de janeiro de 2017) foi uma atriz e comediante norte-americana. Morreu aos 80 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Mary Tyler Moore tornou-se conhecida internacionalmente por estrelar a série de televisão com seu nome The Mary Tyler Moore Show, exibida de 1970 até 1977. No seriado, ela era Mary Richards, uma mulher de 30 anos, solteira, que trabalhava como produtora de televisão em Minnesota, Mineápolis. Antes ela já havia feito o papel de Laura Petrie, esposa de Rob Petrie na série The Dick Van Dyke Show (1961-1966).

No cinema, é mais conhecida por Ordinary People (1980), no qual interpretou uma mãe que perdeu um dos filhos num acidente. Em sua vida privada, era uma ativista de várias causas civis, tais como prevenção de diabetes e direitos dos animais. Era ligada ao Farm Animal Reform Movement.

Em 1992 foi homenageada com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Um de seus últimos papéis na televisão foi em 2006, em três episódios da série That '70s Show na qual Moore interpretou Christine St. George, uma agitada apresentadora de televisão. As cenas de Moore foram gravadas no mesmo palco onde The Mary Tyler Moore Show foi filmado nos anos 1970.

MORTE
Morreu em 25 de janeiro de 2017, aos 80 anos, após complicações respiratórias resultantes de uma pneumonia.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales