“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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18 de nov de 2017

WILHELM KEITER - Arte Tumular - 1167 - Cremado





Cremado, as cinzas foram espalhadas no Wenzbach / Conwentzbach, uma pequena corrente em Munique. As cinzas dos membros do governo alemão sentenciados à morte pelo Tribunal de Nuremberg e enforcados, bem como as cinzas de Hermann Goering e Alfred Jodl , foram distribuídas à Wenzbach por funcionários dos EUA em outubro de 1946. O local está localizado a cerca de 150 metros antes da confluência do Wenzbach no canal da jangada. "Na quarta-feira, 16 de outubro de 1946, os soldados dos EUA, o major Rex S. Morgan, a 75 metros abaixo da casa nº 25 da Heilmannstrasse em Munique-Solln, enterraram Leichenasche com apenas três metros de largura, na presença do Chefe do Exército dos EUA [Wenzbach] " - Preußische Allgemeine Zeitung , 25 de fevereiro de 2006 Mesmo depois de mais de 60 anos, o nome do fluxo é freqüentemente dado em "Conwentzbach" em livros de história e artigos de jornal. Última na revista " Der Spiegel " de 4 de abril de 2005. Uma vez que a Conwentzstrasse corre na proximidade direta do Wenzbach, o nome do ribeiro provavelmente foi erroneamente escrito por um historiador em pesquisa anterior, que foi então assumido sem controle pelos outros "historiadores" e jornalistas. Local: O Wenzbach (curso a oeste de Conventzstrasse). Ao leste desta é a reunião do canal da jangada com o Isarkanal, no topo da qual é a escultura de bronze " Der Isarflößer " de Fritz Koelle . Na borda superior da imagem, o Wenzbach flui para a Conventzstrasse, atravessando o canal da jangada. O local em que as cinzas dos membros do governo alemão foram espalhados está localizado à esquerda da Conventzstrasse, a cerca de 100 metros ao sul da Hinterbrühlerweg (ponte sobre o Isarkanal) na borda inferior da imagem.

Wilhelm Keitel
Nascimento22 de setembro de 1882
HelmscherodeDucado de Brunswick
Morte16 de outubro de 1946 (64 anos)
NurembergAlemanha
Nacionalidadealemão
Serviço militar
Lealdade Império Alemão
 República de Weimar
 Alemanha Nazista
ServiçoBalkenkreuz.svg Wehrmacht
Tempo de serviço1901–1945
PatenteMarechal de Campo
ComandoChefe do OKW (Alto-Comando da Forças Armadas)
Batalhas/GuerrasPrimeira Guerra Mundial
S
PERSONAGEM
Wilhelm Bodewin Johann Gustav Keitel (22 de setembro de 1882, Helmscherode — 16 de outubro de 1946, Nuremberg) foi um Marechal de Campo do exército alemão (Generalfeldmarschall) durante a Segunda Guerra Mundial, chefe do comando supremo das Forças Armadas após 1938 e conselheiro militar de Adolf Hitler.
Morreu aos 64 anos de idade.

TERMOS DO ARMÍSTICIO E RENDIÇÃO
Ditou os termos do armistício com a França (1940) e foi membro do tribunal que julgou muitos dos oficiais que foram condenados à morte pelo papel que desempenharam na conspiração de julho de 1944. Assinou a rendição incondicional da Alemanha, em Berlim, a 8 de maio de 1945. Julgado em Nuremberg por crimes de guerra, foi enforcado em outubro de 1946.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Keitel nasceu em Helmscherode, parte da cidade de Bad Gandersheim, na Baixa Saxônia. Era filho de Carl Keitel e Apollonia Vissering. Depois de completar seus estudos em Göttingen, em 1901 iniciou sua carreira militar, fez parte do 6º Regimento de artilharia de campo da Baixa Saxônia.

Casou-se com Lisa Fontaine em 1909. Tiveram seis filhos, sendo que um deles morreu durante a infância. Durante a Primeira Guerra Mundial ,Keitel serviu na frente ocidental com o 46º regimento de artilharia de campo. Em setembro de 1914, durante o combate em Flandres, ele foi seriamente ferido em seu antebraço direito, e posteriormente condecorado com a Cruz de Ferro.

Após recuperar-se, foi oficial do Estado-Maior Alemão em 1915. Ao fim da I Guerra, ele permaneceu no recém criado Reichswehr e fez parte da organização da guarda fronteiriça do Freikorps na fronteira com a Polônia. Keitel também serviu como oficial geral do comando militar e depois deu aulas na Escola de Cavalaria de Hanôver durante dois anos.

Em 1924, ele foi transferido para o Ministério da Defesa (Reichswehrministerium) e foi rapidamente promovido como chefe do departamento organizacional, um posto de manteve após a chegada do NSDAP ao poder em 1933. Em 1935 por recomendação de Werner von Fritsch ele tornou-se o chefe do recém criado Escritório das Forças Armadas (Wehrmachtamt).



SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Em 1937, Keitel foi promovido a General e no ano seguinte, com a demissão de Werner von Blomberg, e a substituição do Ministério da Guerra pelo Oberkommando der Wehrmacht (OKW, Comando Supremo das Forças Armadas), ele assumiu a liderança do OKW.

Durante a guerra, Keitel mostrou-se cauteloso, o que muitas vezes foi interpretado como sinal de fraqueza. Foi contra a invasão da França e a da União Soviética (Operação Barbarossa). Por vezes tentou enfrentar o Führer e em todas elas voltou atrás. Chegou até a pedir demissão, que foi rejeitada. Foi o responsável por assinar varias ordens de legalidade duvidosa perante as leis de guerra.

PÓS-GUERRA, PRISÃO E JULGAMENTO
Em 8 de maio de 1945, Keitel assinou a rendição alemã ao Exército Vermelho e aos Aliados. Quatro dias depois, ele foi preso. Nos meses seguintes, enfrentaria o Tribunal Militar Internacional, em Nuremberg, acusado de crimes de guerra, crime contra a paz e a crimes contra humanidade. Foi condenado à morte em 1º de outubro de 1946. Assim como Jodl, Keitel apelou da decisão e pediu para ser fuzilado, alegando que a morte por fuzilamento era "garantida a todos os soldados em todos os exércitos do mundo". Em ambos os casos, o pedido foi rejeitado.

MORTE
A 16 de outubro, Keitel foi enforcado. Ele havia perdido seus dois filhos na guerra, e suas últimas palavras, antes que a porta do alçapão fosse aberta, foram:
“ Apelo ao Todo-Poderoso, para que tenha misericórdia do povo alemão. Mais de dois milhões de soldados alemães, antes de mim, foram para a morte, pelo seu país. Agora sigo os meus filhos. Tudo pela Alemanha! A Alemanha acima de tudo!  ”

 Oficialmente, as execuções de Nuremberg foram realizadas de forma limpa, mas, segundo relatos da época, isso nem sempre ocorreu. Eventualmente foi necessário que o carrasco se pendurasse nas pernas do condenado, a fim de acabar com sua agonia, o que, em alguns casos, durou 15 minutos ou mais. Jornalistas americanos, presentes aos enforcamentos, relataram que a execução parece ter sido "deliberadamente lenta".

Segundo um artigo publicado, meses depois, na revista do exército americano Stag (vol. 3, Nº. 1, dezembro de 1946) o carrasco, o sargento John C. Woods do Exército americano, teria usado uma corda curta demais. Assim, a queda dos corpos através do alçapão também foi curta. Por isso, em vez de morte instantânea, por pescoço quebrado, os condenados tiveram uma morte lenta, por asfixia.



Na fotografia do cadáver de Wilhelm Keitel, vê-se que há sangue no rosto, o que também é observado no caso de Wilhelm Frick. Isto pode ser devido ao tamanho da abertura do alçapão, que, sendo demasiado estreita, teria motivado ferimentos na cabeça e no rosto dos condenados, durante a queda. Assim, devido à preparação mal feita, Keitel morreu somente 24 minutos após o início do seu enforcamento.

Fonte: pt.wikipedfia.org
Formatação: Helio Rubiales

VICTOR EMMANUEL II - Arte Tumular - 1166 - Pantheon Church Rome, Città Metropolitana di Roma Capitale, Lazio, Italy

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Panteon Italiano
Panteão (em latim: Pantheon) é um edifício em Roma, Itália, encomendado por Marco Vipsânio Agripa durante o reinado do imperador Augusto (r. 27 a.C.–14 d.C.) e reconstruído por Adriano (r. 117–138) por volta de 126. Sua planta é circular com um pórtico de grandes colunas coríntias de granito (oito na primeira fila e dois grupos de quatro na segunda) suportando um frontão. Um vestíbulo retangular liga o pórtico à rotunda, que está coberta por uma enorme cúpula de caixotões de concreto encimada por uma abertura central (óculo) descoberta. Quase dois mil anos depois de ter sido construído, esta cúpula é ainda hoje a maior cúpula de concreto não reforçado do mundo. A altura até o óculo e o diâmetro da circunferência interior são idênticos, 43.3 metros. É uma das mais bem preservadas estruturas romanas antigas e permaneceu em uso por toda a sua história. Localizado na Piazza della Rotonda, o Panteão tem sido utilizado como uma igreja, dedicada à "Santa Maria e os Mártires" chamada oficialmente de Santa Maria dei Martiri (em latim: Sancta Maria ad Martyres) e informalmente de Santa Maria Rotonda desde o século VII. É uma basílica menor da Igreja Católica e foi uma diaconia até 1929.

Entrada do Panteon

Túmulo




ARTE TUMULAR



Local: Pantheon Church Rome, Città Metropolitana di Roma Capitale, Lazio, Italy
           GPS Latitude: 41.8986, Longitude: 12.4768
Descrição tumular: Helio Rubiales
    
Vítor Emanuel II
Rei da Sardenha
Reinado23 de março de 1849
17 de março de 1861
Antecessor(a)Carlos Alberto
Rei da Itália
Reinado17 de março de 1861
9 de janeiro de 1878
SucessorHumberto I
EsposaAdelaide da Áustria
DescendênciaMaria Clotilde de Saboia
Humberto I da Itália
Amadeu I da Espanha
Otão, Duque de Montferrat
Maria Pia de Saboia
CasaSaboia
Nome completo
Vittorio Emanuele Maria Alberto Eugenio Ferdinando Tommaso di Savoia
Nascimento14 de março de 1820
Palácio CarignanoTurimSardenha
Morte9 de janeiro de 1878 (57 anos)
Palácio do QuirinalRomaItália
EnterroPanteãoRomaItália
ReligiãoCatolicismo
PaiCarlos Alberto da Sardenha
MãeMaria Teresa da Áustria

 PERSONAGEM
Vítor Emanuel II (Turim, 14 de março de 1820 – Roma, 9 de janeiro de 1878), também chamado pelos italianos de "Pai da Pátria", foi o Rei da Sardenha de 23 de março de 1849 até 17 de março de 1861, quando unificou a Península Itálica em um único estado, continuando a partir de então a reinar como Rei da Itália até sua morte. Era filho do rei Carlos Alberto da Sardenha e sua esposa a arquiduquesa Maria Teresa da Áustria.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
NASCIMENTO
Vítor Emanuel II, da Casa de Saboia, nasceu em Turim, no Piemonte. Primogênito de Carlos Alberto de Savoia-Carignano e de Maria Teresa de Hasburgo-Lorena (em italiano, Maria Teresa d'Asburgo-Lorena), casou-se aos 22 anos com sua prima Maria Adelaide, filha do arquiduque Rainier de Áustria.

REI DA SARDENHA
Quando estourou a primeira guerra de independência comandou uma divisão da reserva do exército. Na batalha de Goito (30 de maio de 1848) conduziu pessoalmente a companhia "Guardia" ao ataque e foi ferido. Depois da batalha de Novara e da abdicação de Carlos Alberto (23 de março de 1849), sucedeu ao seu pai como rei da Sardenha num momento difícil para o país.

Não tendo condições de continuar a guerra, Vítor Emanuel II teve que assinar o armistício de Vignale (24 de março de 1849) com o marechal austríaco Radetzky. Se o exército foi posto a dura prova pela derrota, a situação interna do reino não era melhor, estremecido também por uma revolta republicana em Gênova (abril de 1849). A maior dificuldade política encontrava-se na hostilidade da Câmara dos Deputados (a maioria democrática) para ratificar o tratado de paz com a Áustria.

Para superar a oposição da câmara, Vítor Emanuel II chegou ao limite extremo da honestidade constitucional anunciando o decreto de Moncalieri (20 de novembro de 1849) com que dissolvia o parlamento e convocava novas eleições. A convocação real conseguiu o seu efeito no Piemonte. Assinada a paz com a Áustria pode dedicar-se a solução dos grandes problemas internos, primeiro entre todos o da consolidação do regime constitucional.

Vítor Emanuel II era propenso a exercer a autoridade régia além dos limites do estatuto, mas provou a sua lealdade constitucional proclamando as leis "Siccardi" contra os privilégios do clero. Todavia o monarca também foi induzido a recorrer a estes instrumentos pela firme postura do governo presidido por Massimo D'Azeglio.

No mês de novembro de 1852, Camillo Benso, Conde de Cavour sucedeu a D'Azeglio. O relacionamento de Vítor Emanuel II com Cavour nem sempre foi cordial e fácil, porque o "grande ministro" não hesitava em expor ao rei seus pontos de vista que nem sempre estavam de acordo com aqueles do soberano. Mas geralmente, o monarca seguiu as linhas gerais da política de Cavour, com o desejo de restaurar a fama do seu exército, como no caso da intervenção na Crimeia. Para aumentar o prestígio e o domínio da sua casa aprovou a aliança com Napoleão III, com quem ele compartilhava um certo gosto pela política secreta.



REI DA ITÁLIA
Os anos de 1858 até 1861 foram os mais favoráveis ao reino de Vítor Emanuel II. No mês de abril de 1859 partiu para a guerra contra a Áustria, e menos de dois anos depois era proclamado o Reino de Itália com Vítor Emanuel como soberano. Certamente, para a rápida ascensão do monarca, contribuiu em muito a obra do Conde de Cavour e de Giuseppe Garibaldi que, com a Expedição dos Mil, deu a Vítor Emanuel II o Reino das Duas Sicílias. Mas deve-se reconhecer que naqueles anos decisivos ele esteve decididamente solidário com a causa da unidade nacional.

A terceira guerra de independência (1866) trouxe o Vêneto para a coroa, mas sem aquela vitória militar que o rei desejava. Para completar a unidade da Itália faltava ainda Roma. Quando, no verão de 1870, estourou a guerra franco-prussiana, Vitor Emanuel II era mais propenso a correr em socorro do imperador francês Napoleão III, o antigo companheiro de armas e de intrigas, mas cedeu à vontade de seus ministros que quiseram se aproveitar da ocasião favorável para tomar Roma, então sob domínio do Papa, com apoio de tropas francesas. O rei tomou Roma, que tornou-se então capital do Reino de Itália.[1] Porém do mesmo modo que não se adaptou em Florença, que tinha sido escolhida para ser capital depois da Convenção de Setembro (1864), não se adaptou também em Roma. Nunca morou no pálacio Quirinal preferindo o retiro em uma residência mais modesta, juntamente com a esposa morganática Rosa Vercellana, posteriormente condessa de Mirafiori.



Concluído o período heroico do Risorgimento, o rei era, em certo sentido, um sobrevivente, como muitos outros protagonistas do pátrio resgate. Em 1876, viu sair do governo, por voto contrário do parlamento, a direita histórica de onde vieram seus ministros mais hábeis e seus mais confiáveis conselheiros. Respeitoso das indicações do parlamento, chamou ao governo a esquerda. Isto aconteceu no ano de sua morte.

MORTE
 Victor Emmanuel morreu em Roma em 1878, depois de se encontrar com os enviados do Papa Pio IX , que haviam revertido a excomunhão e receberam os últimos ritos . Ele foi enterrado no Panteão . Seu sucessor foi seu filho Umberto I

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

17 de nov de 2017

JOACHIM VON RIBBENTROP - 1165 - Cremado





Cremado,  as cinzas foram  espalhadas no Wenzbach / Conwentzbach, uma pequena corrente em Munique.
As cinzas dos membros do governo alemão sentenciados à morte pelo Tribunal de Nuremberg e enforcados, bem como as cinzas de Hermann Goering e Alfred Jodl , foram distribuídas à Wenzbach por funcionários dos EUA em outubro de 1946. O local está localizado a cerca de 150 metros antes da confluência do Wenzbach no canal da jangada. "Na quarta-feira, 16 de outubro de 1946, os soldados dos EUA, o major Rex S. Morgan, a 75 metros abaixo da casa nº 25 da Heilmannstrasse em Munique-Solln, enterraram Leichenasche com apenas três metros de largura, na presença do Chefe do Exército dos EUA [Wenzbach] " - Preußische Allgemeine Zeitung , 25 de fevereiro de 2006  Mesmo depois de mais de 60 anos, o nome do fluxo é freqüentemente dado em "Conwentzbach" em livros de história e artigos de jornal. Última na revista " Der Spiegel " de 4 de abril de 2005.  Uma vez que a Conwentzstrasse corre na proximidade direta do Wenzbach, o nome do ribeiro provavelmente foi erroneamente escrito por um historiador em pesquisa anterior, que foi então assumido sem controle pelos outros "historiadores" e jornalistas.

Local: O Wenzbach (curso a oeste de Conventzstrasse). Ao leste desta é a reunião do canal da
           jangada com o Isarkanal, no topo da qual é a escultura de bronze " Der Isarflößer " de Fritz                Koelle . Na borda superior da imagem, o Wenzbach flui para a Conventzstrasse, atravessando              o  canal da jangada. O local em que as cinzas dos membros do governo alemão foram                          espalhados está localizado à esquerda da Conventzstrasse, a cerca de 100 metros ao sul da                    Hinterbrühlerweg (ponte sobre o Isarkanal) na borda inferior da imagem.

Joachim von Ribbentrop
Ribbentrop em 1938.
Ministro de Relações Exteriores
da Alemanha Nazista
Período4 de fevereiro de 1938 - 30 de maio de 1945
FührerAdolf Hitler
Antecessor(a)Konstantin von Neurath
Sucessor(a)Arthur Seyss-Inquart
Dados pessoais
Nome completoUlrich Friedrich Wilhelm Joachim von Ribbentrop
Nascimento30 de abril de 1893
WeselImpério Alemão
Morte16 de outubro de 1946 (53 anos)
NurembergueAlemanha
Nacionalidadealemão
EsposaAnna Elisabeth Henkell
Filhos5
PartidoAlemanha Nazi Partido Nazista
Serviço militar
Serviço/ramoExército Alemão
Batalhas/guerrasPrimeira Guerra Mundial



PERSONAGEM
Ulrich Friedrich Wilhelm Joachim von Ribbentrop (Wesel, 30 de abril de 1893 — Nuremberga, 16 de outubro de 1946) foi um político alemão, ministro de Relações Exteriores da Alemanha Nazista entre 1938 e 1945 e uma das principais e influentes figuras do Terceiro Reich de Adolf Hitler. Foi também um dos líderes nazistas acusado de crimes contra a humanidade pelo Tribunal de Nuremberg, condenado à morte e enforcado após a derrota e rendição alemã na Segunda Guerra Mundial.
Morreu aos 53 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Ribbentrop nasceu na Prússia, filho de um oficial do exército do Kaiser alemão, e teve uma educação errática em escolas particulares da Alemanha e da Suíça até a metade da adolescência. Fluente em francês e inglês, ele e a família viveram períodos em Grenoble e em Londres, antes de mudarem-se para o Canadá em 1910.

Até ao início da I Guerra Mundial trabalhou como engenheiro e jornalista em vários locais da América do Norte (Montreal, Nova Iorque e Boston) e dirigiu um negócio de importação de vinhos e champanhes alemães para o Canadá. Com o advento da guerra, ele deixou o Canadá e voltou para seu país em 1914, onde integrou o 125º batalhão de Hussardos.[5]Durante a guerra, lutou nas frentes oriental e ocidental, chegando à patente de tenente e sendo condecorado com a Cruz de Ferro.

Ribbentrop foi apresentado a Hitler em 1928, e filiou-se ao partido nazista em 1 de maio de 1932. Antes da Segunda Guerra Mundial, foi embaixador alemão no Reino Unido, de 1935 a 1938, e um dos protagonistas das negociações do sistema de alianças acordadas entre a Alemanha, a Itália e o Japão (conhecido como Pacto do Eixo). Também foi um dos promotores do plano de expansão alemão, que levou à anexação da Áustria e da Checoslováquia.

Tornou-se célebre por ter representado a Alemanha no chamado Pacto Ribbentrop-Molotov, um acordo de não agressão, firmado em Moscou, com a União Soviética, sendo esta representada por Viatcheslav Molotov.

Após a derrota alemã na guerra (1945) Ribbentrop foi capturado pelas tropas britânicas.

JULGAMENTO E EXECUÇÃO
O corpo de Joachim von Ribbentrop após a execução. Ribbentrop foi um dos réus dos julgamentos de Nuremberg.Tribunal Militar Internacional dos Aliados condenou-o por todas as quatro acusações: crimes contra a paz, planejando deliberadamente uma guerra de agressão; crimes de guerra e crimes contra a humanidade. De acordo com o julgamento, Ribbentrop esteve ativamente envolvido no planejamento da invasão da Polônia e, antes disso, na anexação da Áustria e da Checoslováquia. Também, segundo o tribunal, esteve intimamente envolvido na "solução final" e, já em 1942, ordenara aos diplomatas alemães em países do Eixo que intensificassem o processo de envio de judeus para campos de extermínio, no leste. Sempre segundo o veredito, Ribbentrop apoiou o linchamento de aviadores aliados, abatidos quando sobrevoavam a Alemanha e ajudou a encobrir o assassinato de um general francês, que era mantido como prisioneiro de guerra, em 1944. Ribbentrop foi também responsabilizado pelas atrocidades que aconteceram na Dinamarca e na França de Vichy, uma vez que, nesses dois países ocupados, os oficiais superiores se reportavam a ele. Ribbentrop afirmou que Hitler tomou todas as decisões importantes, e que ele havia sido enganado pelas repetidas afirmações de Hitler de que ele só queria a paz. O Tribunal rejeitou essa alegação, considerando que, dado o grau de envolvimento de Ribbentrop na execução da guerra, "ele não poderia desconhecer a natureza agressiva das ações de Hitler."

Corpo logo após a execução

As sentenças de morte em Nuremberg foram executadas a 16 de outubro de 1946. Ribbentrop foi o primeiro a ser morto (Göring cometera suicídio antes de sua execução). Suas últimas palavras foram: "Deus proteja a Alemanha. Deus tenha piedade de minha alma. Meu último desejo é que a Alemanha recupere a sua unidade e que, em nome da paz, haja entendimento entre o Oriente e o Ocidente. Desejo paz para o mundo." Membros do Exército dos EUA cremaram os restos de Ribbentrop e espalharam suas cinzas em local não especificado.

Segundo o historiador Giles MacDonogh, "o carrasco trabalhou mal na execução, e a corda estrangulou o ex-ministro das relações exteriores por 20 minutos antes que ele morresse."  O exército dos EUA negou as acusações de que a queda do corpo fora muito curta, fazendo com que o condenado morresse lentamente, por estrangulamento, em vez de ter o pescoço quebrado - o que teria causado paralisia, imobilização e provável inconsciência imediata, sobrevindo a morte rápida.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales


15 de nov de 2017

RICHARD CONTE - Arte Tumular - 1164 - Westwood Memorial Park Los Angeles, Los Angeles County, California, USA




ARTE TUMULAR
Placa de mármore no gramado do cemitério com o seu nome e datas.

Local: Westwood Memorial Park Los Angeles, Los Angeles County, California, USA
           PLOT Section D, Lot 62
           MEMORIAL ID 224
Fotos Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales




PERSONAGEM
Nicholas Peter Conte ou simplesmente Richard Conte (Nova Jérsia, 24 de março de 1910 - Los Angeles, 15 de abril de 1975) foi um ator norte-americano, mais conhecido no Brasil pela sua interpretação como Emilio Barzini em The Godfather e em Ocean's Eleven(1960), além disso, ele atuou em diversos filmes entre a década de 1940 e 1970.
Morreu aos 65 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Richard Conte foi filho de um barbeiro, Pasquale Conte, ítalo-americano. Antes de atuar em filmes trabalhou em vários empregos, motorista de caminhão, atendente, mas foi quando ele começou a trabalhar de garçom e cantor em Connecticut que sua carreira teve início, através desses dois empregos ele consegui um novo trabalho no teatro em Nova York, onde, em 1935 ele foi descoberto pelo atores Elia Kazan e John Garfield.

Sua estreia como ator foi na Broadway em Moon Over Mulberry Street, em 1939, já sua atuação no cinema teve início com o filme Heaven with a Barbed Wire Fence (1939), além disso tudo, sua carreira teve seu ápice durante a segunda guerra mundial onde ele foi um grande representante de filme noir.

Em relação a sua vida pessoal Richard Conte foi casado com a também atriz Ruth Storey, durante 19 anos (1943 - 1962), divorciados, com o qual teve um filho, Mark Conte e com Shirlee Garne, até sua morte em 1975.

CURIOSIDADE
Richard Conte quase foi cotado para atuar como papel principal em The Godfather, como o padrinho, entretanto, a disputa ficou entre Laurence Olivier e Marlon Brando, posteriormente vencido por Marlon Brando.

MORTE
Richard morreu de ataque cardíaco em 15 de abril de 1975 com 65 anos. Sepultado no Westwood Village Memorial Park Cemetery.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

JEFF CHANDLER - Arte Tumular - 1163 - Hillside Memorial Park Culver City, Los Angeles County, California, USA



ARTE TUMULAR
No Mausoléu Salão da Graça está os restos mortais do ator, onde é encerrado na cripta por uma placa de mármore com uma placa de bronze com o seu nome e datas, com destaque para a Estrela de Davi no alto representando a sua ascendência judaica.  

Local:  Hillside Memorial Park Culver City, Los Angeles County, California, USA
            PLOT Mausoleum, Hall of Graciousness, crypt 4015, second floor
           MEMORIAL ID 187
Fotos : indagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales




Jeff Chandler
Jeff Chandler no trailer de The Tattered Dress, 1957
Nome completoIra Grossel
Nascimento15 de dezembro de 1918
Nova York, Nova York
NacionalidadeEstados Unidos Norte-americana
Morte17 de junho de 1961 (42 anos)
Los Angeles, Califórnia
OcupaçãoAtor
Atividade1947 - 1962
CônjugeMarjorie Hoshelle (1946 - 1959)
IMDb(inglês)
PERSONAGEM
Jeff Chandler (Nova York, Nova York, 15 de dezembro de 1918 - Los Angeles, Califórnia, 17 de junho de 1961) foi um ator norte-americano.
Morreu aos 42 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascido no Brooklyn, de ascendência judaica, Chandler era fascinado pelo cinema. Com o dinheiro que recebia como caixa noturno de um restaurante, pagou um curso de arte dramática, tendo, inclusive, estudado junto com Susan Hayward. Chegou a montar uma companhia teatral ambulante, em 1941, mas a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial levou-o a se alistar na Marinha. Passou quatro anos em Pearl Harbor e voltou à vida civil como tenente.

A seguir, entrou para o rádio, onde trabalhou como ator no drama policial Michael Shayne, Detective e na comédia Our Miss Brooks, ambos muito apreciados.

Por fim, conheceu Dick Powell, que lhe abriu as portas de Hollywood. Estreou nas telas dizendo uma frase no noir Johnny O'Clock (1947), de Robert Rossen. Contratado pela Universal, Chandler brilhou na década de 1950 em faroestes e filmes de ação que, se não revolucionaram a sétima arte, pelo menos mostraram-se bastante populares. Pela sua caracterização do apache Cochise em Broken Arrow (1950) recebeu uma indicação ao prêmio Óscar de Melhor Ator (coadjuvante/secundário). Apesar de viver o personagem outras duas vezes (The Battle at Apache Pass/1952 e Taza, Son of Cochise/1954), não ficou marcado como mero intérprete de peles-vermelhas.

Dono de uma estampa viril e elegantes cabelos prematuramente grisalhos, Chandler protagonizou filmes de sucesso, como War Arrow (1953), ao lado de Maureen O'Hara, The Tattered Dress (1957), com Jeanne Crain, Man in the Shadow (1957), coestrelado por Orson Welles, Thunder in the Sun (1959), com a velha amiga Susan Hayward e Return to Peyton Place (1961), ao lado de Eleanor Parker.

Chandler foi também cantor, tendo lançado diversos álbuns e se apresentado em vários clubes, inclusive na Riviera Francesa.

Casou-se apenas uma vez, com a atriz Marjorie Hoshelle. Tiveram duas filhas, Jamie e Dana, mas a união acabou em divórcio em 1959.

MORTE
Chandler faleceu cedo, com apenas quarenta e dois anos, devido a uma septicemia que se seguiu a uma cirurgia de hérnia de disco, adquirida enquanto filmava nas Filipinas o drama de guerra Merrill's Marauders (1962).

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

25 de out de 2017

HEINRICH HIMMLER - Arte Tumular - 1162 - Lunebúrg , Germany ?




ARTE TUMULAR
Suicidou-se mordendo uma capsula de cianeto
O corpo de Himmler foi enterrado num local não identificado perto de Lüneburg. O local da sua sepultura continua desconhecido.
Luneburgo (em alemão: Lüneburg) é uma cidade da Alemanha, capital do distrito de Luneburgo, estado de Baixa Saxônia. Fica a cerca de 50 km de Hamburgo



PERSONAGEM
Heinrich Luitpold Himmler (Munique, 7 de outubro de 1900 – Lüneburg, 23 de maio de 1945) foi um Reichsführer das Schutzstaffel (comandante militar da SS), e um dos principais líderes do Partido Nazi (NSDAP) da Alemanha Nazi. Posteriormente, Adolf Hitler nomeou-o Comandante do Exército de Reserva e General Plenipotenciário para toda a administração do Reich (Generalbevollmächtigter für die Verwaltung). Himmler foi um dos homens mais poderosos da Alemanha Nazi e um dos principais responsáveis diretos pelo Holocausto.
Morreu aos 45 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Durante a primeira Guerra Mundial, Himmler serviu num batalhão de reserva, impedindo-o, assim, de participar mais ativamente neste conflito mundial. Estudou agronomia na escola, e juntou-se ao Partido Nazi em 1923 e, dois anos mais tarde, às SS.

Em 1929, foi nomeado Reichsführer-SS por Hitler. Nos 16 anos seguintes, desenvolveu as SS de um simples batalhão de 290 homens, para um grupo poderoso, com a sua própria secção militar, e, de acordo com ordens de Hitler, implementou, e controlou, os campos de concentração nazi.

Ficou conhecido por ter boas capacidade de organização, e por selecionar subordinados altamente competentes, como Reinhard Heydrich, em 1931. A partir de 1943, assumiu os cargos de Chefe da Polícia Alemã e Ministro do Interior, supervisionando toda a política interna e externa, e as forças de segurança, incluindo a Gestapo (Polícia Secreta do Estado).

Em nome de Hitler, Himmler criou o Einsatzgruppen e construiu os campos de extermínio. Como facilitador e supervisor dos campos de concentração, Himmler dirigiu a morte de cerca de seis milhões de judeus, entre 200 000 e 500 000 ciganos, e outras vítimas; o número total de civis mortos pelo regime é estimado entre 11 e 14 milhões. Muitos deles eram cidadãos polacos e soviéticos.

Perto do final da guerra, Hitler designou Himmler para o comando do Grupo de Exércitos Reno e do Grupo de Exércitos Vístula; contudo, não atingiu os seus objetivos e Hitler substituiu-o nestes cargos. Pouco antes do final da guerra, verificando que estava perdida, tentou encetar conversações de paz com os Aliados sem o conhecimento de Hitler. Ao saber disto, Hitler destituiu-o de todas as suas funções em Abril de 1945, e ordenou a sua prisão. Himmler tentou esconder-se, mas foi detido e depois preso pelas forças britânicas, assim que a sua identidade foi descoberta.

Máscara mortuária 

CAPTURA E SUICÍDIO
Rejeitado pelos seus camaradas e procurado pelos Aliados, Himmler tentou esconder-se. Apesar de não ter preparado a sua fuga, equipou-se com uma livro de pagamentos falsificado, sob o nome de sargento Heinrich Hitzinger. Com um pequeno grupo de companheiros, dirigiu-se para Friedrichskoog em 11 de Maio, sem um destino final definido. Continuaram para Neuhaus, onde o grupo se separou. A 21 de Maio, Himmler, e dois ajudantes, foram detidos num posto de vigia formado por ex-prisioneiros de guerra soviéticos. Nos dois dias que se seguiram, passou por diversos campos acabando no 31.º Campo de Interrogatório de Civis britânico perto de Lüneburg, em 23 de Maio.

Luneburgo está localizado em: Alemanha    
Luneburgo
Mapa da Alemanha, posição de Luneburgo acentuada

O oficial de serviço, o capitão Thomas Selvester, começou o interrogatório de rotina. Himmler admitiu quem era, e Selvester mandou revistá-lo. Himmler foi levado para o quartel-general do 2.º Exército britânico em Lüneburg, onde o doutor Wells lhe efetuou um exame médico. Wells tentou examinar o conteúdo da boca de Himmler, mas este não o queria fazer e afastou-se. Himmler mordeu, então, uma cápsula de cianeto e caiu no chão; passados 15 minutos estava morto.

Logo após o suicídio

Pouco depois, o corpo de Himmler foi enterrado num local não identificado perto de Lüneburg. O local da sua sepultura continua desconhecido.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

CHARLES NAPIER - Arte Tumular - 1161 - Bakersfield National Cemetery Arvin Kern County California, USA




Placa retangular da cripta

Cemitério

ARTE TUMULAR
Seu corpo está encerrado na cripta por uma placa de mármore claro com o seu nome e datas.

Local: Bakersfield National Cemetery Arvin Kern County California, USA
           Plot: Section COL-A Row D Site 15
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Charles Lewis Napier (12 de abril de 1936 - 5 de outubro de 2011) foi ator  americano no cinema e na televisão, conhecido por sua carreira prolífica, desempenhando papéis memoráveis ​​de apoio e liderança no cinema de gênero , muitas vezes no papel de policial , soldado ou figura de autoridade .
Morreu aos 75 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Depois de deixar sua cidade natal de Kentucky para servir no exército, ele se formou na faculdade e trabalhou como treinador de esportes e professor de arte antes de se preparar para atuar na carreira.

Napier estabeleceu-se em papéis de caráter e trabalhou de forma constante nos próximos 35 anos. Ele fez numerosas colaborações com o diretor Jonathan Demme , incluindo papéis no dramático filme de Filadélfia , a comédia Casada com a Mafia , o histórico drama de terror Beloved , o remake político-thriller The Manchurian Candidate e a melhor adaptação do filme de terror psicológico de Best Picture. Silêncio dos Cordeiros .

Outros papéis notáveis ​​incluem o cantor country Tucker McElroy, de temperamento baixo, The Blues Brothers , o comandante do exército raro Gilmour em Austin Powers: International Man of Mystery e o oficial burocrático da CIA, Marshall Murdock, em Rambo: First Blood Part II .

Ele também teve inúmeros papéis de voiceover na televisão, mais notavelmente o personagem de Duke Phillips na comédia de animação em tempo real The Critic and Agent Zed sobre " Men in Black: The Series "

Napier casou-se e divorciou-se de Delores Wilson. Ele então se casou com Dee Napier.  Napier e sua esposa participaram do show do Dr. Phil em 2003 sobre sua obsessão por se tornar famoso.

 Napier deixou  sua segunda esposa, Dee e seus filhos pequenos, Hunter e Meghan, bem como o seu filho, Chuck, de um casamento anterior, que terminou em divórcio.



MORTE
Napier morreu em 5 de outubro de 2011, depois de colapsar no dia anterior.  Ele tinha 75 anos. A causa exata da morte não foi liberada, mas Napier tinha sido tratado por TVP (trombose venosa profunda) em suas pernas em maio de 2010.

Fonte: en.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

ZSA ZSA GABOR - Arte Tumular - 1160 - Westwood Memorial Park Los Angeles Los Angeles County California, USA





Cemitério

ARTE TUMULAR
Placa de mármore  com o seu nome e datas gravados no gramado do cemitério.

Local: Westwood Memorial Park Los Angeles Los Angeles County California, USA
GPS (lat/lon):   34.05874, -118.44173
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales




Zsa Zsa Gábor
em húngaroGábor Zsazsa
Zsa Zsa Gabor (c.1959)
Nascimento6 de fevereiro de 1917
Budapeste
Império Austro-Húngaro
(atual Hungria)
Morte18 de dezembro de 2016 (99 anos)
Los AngelesCalifórniaEstados Unidos
ResidênciaBel Air (Los Angeles)CalifórniaEstados Unidos
Nacionalidadehúngara-americana
ParentescoJolie Gabor(1896-1997)
Vilmos Gabor(1881–1962)
(pais)
Eva Gabor(1919-1995)
Magda Gabor(1915-1997)
(irmãs)
CônjugeBurhan Asaf Belge
(1937–41; divorciada)
Conrad Hilton
(1942–46; divorciada)
George Sanders
(1949–54; divorciada)
Herbert Hutner
(1962–66; divorciada)
Joshua S. Cosden, Jr.
(1966–67; divorciada)
Jack Ryan
(1975–76; divorciada)
Michael O'Hara
(1976–83; divorciada)
Felipe de Alba
(1983; anulado)
Frédéric von Anhalt
(1986–2016)
Filho(s)Constance Francesca Hilton (1947-2015)
OcupaçãoAtriz
Empresária
Socialite
Religiãojudaica
PERSONAGEM
Zsa Zsa Gabor [ʒɒ ʒɒ ˈɡaːbor], pseudônimo de 'Sári Gábor', (Budapeste, 6 de fevereiro de 1917 – Los Angeles, 18 de dezembro de 2016 ), foi uma atriz e socialite austro-húngara radicada nos Estados Unidos. Em 1936, ganhou uma competição de beleza em seu país. Apareceu em diversos filmes como Moulin Rouge (1952), Lili (1953), e em muitos outros. Fez também teatro e televisão nas séries Batman (1968), The Fresh Prince of Bel-Air (1991), entre outros. Foi a última entre as irmãs (e também atrizes) Magda Gabor e Eva Gabor a falecer.
Morreu aos 99 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Depois de ser eleita miss na Hungria, virou atriz de cinema e em televisão nos Estados Unidos. A sua vida pessoal, porém, deu-lhe mais espaço na mídia do que seus trabalhos para cinema e televisão.

Teve nove maridos, sete divórcios e uma anulação. Em 1937, casa-se com um ministro turco muito mais velho, chamando a atenção do presidente Ataturk, com quem teria tido um caso.

Em 1942, nos Estados Unidos, casa-se, com o milionário Conrad Hilton, fundador da cadeia de hotéis Hilton com quem teve a sua única filha, Francesca Hilton.

O marido seguinte foi o ator George Sanders. Depois de oito casamentos com curtas durações, conheceu Frederico de Anhalt, um filho adotado da Princesa Maria Augusta de Saxe-Altemburgo e Anhalt, e com quem se manteve casada desde 1986. No cinema, seus pontos mais altos foram ao lado de John Huston, com quem filmou Moulin Rouge, em 1952, e Orson Welles, em A Marca da Maldade, de 1958.

Dentre os fatos escandalosos da biografia de Zsa Zsa Gabor, estão uma condenação a três dias de prisão por agredir um policial em Beverly Hills e outra a 120 horas de trabalho comunitário num abrigo para mulheres.

Em 27 de novembro de 2002, Gabor sofreu um acidente de automóvel em Los Angeles. Depois, em 2005, sofreu uma cirurgia para desobstrução de uma artéria. A 17 de julho de 2010, Gabor fraturou a anca e foi sujeita a uma cirurgia reconstrutiva da qual teve alta hospitalar menos de um mês depois, a 11 de agosto. Mas, no dia 13 de agosto, a atriz voltou a ser hospitalizada com hemorragias e dores fortes, sintomas que alegadamente terão surgido como complicações da primeira cirurgia. Zsa Zsa deu entrada ao hospital no dia 2 de janeiro de 2011, e os médicos que analisaram sua lesão acharam melhor amputar sua perna direita antes que a gangrena aumentasse. No ano anterior, os médicos já haviam anunciado que a perna deveria ser amputada, mas Zsa Zsa Gabor preferiu esperar o término das festas de fim de ano.



MORTE
Zsa Zsa Gabor morreu na sua mansão em Bel Air, Los Angeles, arredores de Hollywood, em 18 de dezembro de 2016, aos 99 anos, em decorrência de um ataque cardíaco. À imprensa, após uma missa realizada na Igreja do Bom Pastor,em Beverly Hills, em 30 de dezembro de 2016, o viúvo de Gábor, Frédéric von Anhalt, manifestou o desejo de enterrar as cinzas da esposa junto aos restos mortais de seu sogro, Vilmos Gábor, em Budapeste, Hungria. A única filha de Zsa Zsa, Constance Francesca Hilton (1947-2015), sua mãe, Jolie Gábor (1896-1997), e suas irmãs, Eva Gabor (1919-1995) e Magda Gábor (1915-1997) encontram-se sepultadas em cemitérios da Califórnia. Zsa Zsa Gabor completaria 100 anos em fevereiro de 2017.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales