“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

Mostrando postagens com marcador .NAZISTA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador .NAZISTA. Mostrar todas as postagens

2 de jun. de 2019

ERNST RÖHM - Arte Tumular - 1446 - Westfriedhof München Moosach, Stadtkreis München, Bavaria (Bayern), Germany

gcer1.gif (4035 bytes)
OFICIAL NAZISTA






ARTE TUMULAR
Lapide retangular  em mármore com o seu nome e datas gravados

LocaL:   Westfriedhof München Moosach, Stadtkreis München, Bavaria (Bayern), Germany
Fotos: Find a Grave
Descrição tumular: Helio Rubiales


Ernst RöhmCombatente Militar
Bundesarchiv Bild 102-15282A, Ernst Röhm.jpg
Nascimento28 de novembro de 1887
Munique, Império Alemão
Morte2 de julho de 1934 (46 anos)
Prisão de Stadelheim, Munique, Alemanha
PaísAlemanha Nazista Alemanha Nazista
ForçaSA-Logo.svg Sturmabteilung
HierarquiaStabschef (General) da SA
Batalhas/GuerrasPrimeira Guerra Mundial

PERSONAGEM
Ernst Röhm (ou Roehm) (Munique, 28 de Novembro de 1887; Munique, prisão de Stadelheim, 2 de Julho de 1934), foi um oficial alemão, co-fundador das Sturmabteilung (SA) nazis, "Tropa" ou Divisão de Assalto do Partido Nazista (NSDAP). As SA precederam a Schutzstaffel, Esquadra de Proteção do Partido Nazista. As SA eram integradas por "arruaceiros".
Morreu aos 46 anos




SINOPSE
Segundo Gordon Williamson, "Ernst Röhm tinha real interesse no NSDAP e, efetivamente, aderiu ao movimento, reconhecendo em Hitler as qualidades de alguém que poderia incitar as massas com sua oratória hipnótica. A intenção de Ernst Röhm, contudo, nunca foi tornar-se um seguidor de Hitler, mas, em vez disso, utilizar o NSDAP para alimentar suas próprias ambições pelo poder político e militar".

Seu rosto era coberto de feridas, algumas adquiridas no campo de batalha. . Ernst Röhm teve papel preponderante na formação das SA como o braço armado do então crescente movimento nazista. De acordo com muitos historiadores, teria sido ele o homem que induziu Hitler a seguir carreira política, ao ver um discurso exaltado do Führer num bar de Munique. Por sua participação e lealdade a Hitler no Putsch da Cervejaria, foi posteriormente nomeado Stabschef (comandante-em-chefe) das SA, a primeira milícia nazista.

Sob Röhm, a SA muitas vezes tomava o partido dos trabalhadores em greves e outras disputas trabalhistas, atacando os antigrevistas e apoiando as linhas de piquete. A intimidação da SA contribuiu para a ascensão dos nazistas e a violenta repressão durante campanhas eleitorais, mas sua reputação de violência nas ruas e excesso de bebida era um obstáculo, assim como a homossexualidade aberta de Röhm e de outros líderes da SA como Edmund Heines. Tal fato foi exposto a sociedade por um jornal a partir de cartas enviadas de Röhm para possíveis amantes, o mesmo chegou a aderir a um movimento de direitos humanos, porém Hitler dizia que a mesma não era uma associação moral e sim uma "agremiação de lutadores".

Röhm teve muitos inimigos. Entre seus desafetos estavam muitos altos oficiais da Reichswehr, o Exército alemão do período entre-guerras (Röhm também tinha planos ambiciosos de transformar as SA no cerne do futuro Exército alemão, no que era sustentado pelo numeroso contingente destas - 2 milhões de membros quando da Noite das Longas Facas, em 1934), além de figurões dentro do Partido Nazista. Embora Hitler o estimasse por sua capacidade administrativa e lealdade à causa nazista, não tardou muito em considerá-lo como um obstáculo ao poder, devido à sua alta rejeição.

Na madrugada de 30 de junho de 1934, foi preso pessoalmente por Hitler num hotel nos arredores de Munique e, resistindo à prisão, foi levado à força ao cárcere de Stadelhein.

Röhm e as SA tornaram-se também um obstáculo para os planos de Heinrich Himmler e Reinhard Heydrich. Röhm era amigo de Heydrich e padrinho de seu filho mais velho, Klaus. Röhm, Himmler e Heydrich foram aliados e amigos nos meses que se seguiram à indicação de Hitler como Chanceler da Alemanha, o que não impediu o fim das "indisciplinadas" SA e a conspiração consciente que destruiu suas lideranças e o próprio Röhm.

MORTE
Em 2 de julho de 1934, em Stadelhein,seguindo ordens diretas de Hitler, Theodor Eicke (construtor do Campo de Concentração de Dachau) e um oficial da SS o visitaram em uma cela, entregando-lhe uma pistola com uma bala e 10 minutos para se matar, se não fizesse eles mesmos o executariam. Röhm se recusou dizendo: "Se vou ser morto, deixe o Sr. Adolf fazer isso." Eicke e o oficial se retiraram, retornando após 10 minutos. Encontraram Röhm de pé e de peito nu. Sem entender o motivo para isso, mas obedecendo às ordens recebidas, executaram-no com tiro à queima-roupa.
Foi executado um dia após a Noite das Facas Longas na cela de sua prisão em Munique após recusar matar-se como forma de confessar seus supostos planos para levar a SA ao controle do Reich.

Fonte: pt/wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

16 de mar. de 2018

ERICH RAEDER - Arte Tuimular - 1283 - Nordfriedhof Kiel, Kieler Stadtkreis, Schleswig-Holstein, Germany




ARTE TUMULAR
Cripta encerrada por um tampo de granito com o seu nome e datas gravados em dourado.

Local:   Nordfriedhof Kiel, Kieler Stadtkreis, Schleswig-Holstein, Germany.
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Hrelio Rubiales


Erich Raeder
Nome completoErich Johann Albert Raeder
Nascimento24 de abril de 1876
Hamburgo, Império Alemão
Morte6 de novembro de 1960 (84 anos)
Kiel, Schleswig-Holstein,
Alemanha Ocidental
ProgenitoresPai: Hans Raeder
Serviço militar
Lealdade Império Alemão
 República de Weimar
 Alemanha Nazista
ServiçoKaiserliche Marine
Reichsmarine
Kriegsmarine
Tempo de serviço1894–1943
PatenteGrande almirante
Batalhas/GuerrasPrimeira Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial
CondecoraçõesCruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro
Cruz de Ferro
Ordem da Águia Vermelha
Ordem de Pedro Frederico Luís
Entre outras

PERSONAGEM
Erich Johann Albert Raeder (Hamburgo, 24 de abril de 1876 — Kiel, 6 de novembro de 1960) foi um líder naval da Alemanha antes e durante a Segunda Guerra Mundial e o primeiro oficial da marinha a receber a patente de Grande Almirante (Großadmiral), a mais alta existente, desde Alfred von Tirpitz.
Comandou a marinha alemã até 1943, quando foi substituído por Karl Dönitz. Julgado e condenado à prisão perpétua em Nuremberg após a guerra, foi libertado depois de alguns anos devido a condições de saúde.
Morreu aos 84 anos.




SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Raeder nasceu numa família de classe média de Wandsbeck, um dos distritos de Hamburgo, e entrou para a marinha imperial em 1894 onde rapidamente conquistou promoções, servindo em postos de combate e de comando na Batalha da Jutlândia, na I Guerra Mundial.

Após o conflito, ele continuou a galgar postos na hierarquia naval, tornando-se contra-almirante em 1922 e vice-almirante em 1925; em outubro de 1928 chegou a Almirante e recebeu o comando em chefe da Reichsmarine, a marinha da República de Weimar. Apesar de não ter simpatias pelas idéias nazistas, Raeder apoiou fortemente a vontade de Adolf Hitler de fortalecer a Kriegsmarine, a marinha de guerra alemã. Em abril de 1936 recebeu de Hitler a patente de almirante de esquadra. Em sua luta pela reconstrução e reaparelhamento da marinha , Raeder teve que enfrentar vários desafios por parte de Hermann Goering, que de sua parte tentava também construir a força aérea alemã.

 Em 1939, nos primórdios da guerra, Raeder foi promovido a Grande Almirante e naquele ano planejou a Operação Weserübung, a invasão da Dinamarca e Noruega, levadas a cabo com sucesso, assegurando portos no Mar do Norte fora do alcance da RAF. Na Noruega, os alemães começaram a preparar planos para a fabricação de água pesada, com vistas à construção de uma fábrica de combustível nuclear.

 O almirante Raeder foi um dos oficias contrários à Operação Leão Marinho, em 1940, que planejava a invasão das Ilhas Britânicas, após a queda da França. Tinha a opinião de que seria impossível essa tarefa sem completo domínio do mar e do ar e acreditava que a guerra no mar se daria em melhores condições para a Alemanha com uma combinação de maior número de submarinos de batalha e de pequenas embarcações de superfície ao invés de grandes navios. Como a Luftwaffe de Goering não conseguiu estabelecer uma vantagem aérea decisiva sobre os britânicos no segundo semestre de 1940, sendo derrotada na Batalha da Grã-Bretanha, o plano de invasão foi adiado, com as iniciativas de Hitler se dirigindo para a Operação Barbarossa, a invasão da União Soviética, a qual ele também se opunha fortemente.

A partir desta época, uma série de operações fracassadas das embarcações alemães de superfície, como o afundamento do encouraçado Bismark e a derrota na Batalha do Mar de Barents, onde cruzadores alemães foram derrotados por destróieres britânicos, combinadas com o êxito das operações de submarinos comandadas por Karl Donitz, levaram a seu rebaixamento de posto para Inspetor da Marinha e ao desmantelamento dos navios de superfície ordenado por Hitler, a que Raeder respondeu renunciando ao cargo e apresentando seu pedido de aposentadoria, no que foi atendido e substituído pelo almirante Dönitz no comando da Kriegsmarine.

JULGAMENTO
Após a guerra, Raeder foi preso e julgado no Tribunal de Nuremberg, onde foi condenado à prisão perpétua por guerra de agressão, como principal planejador da invasão da Dinamarca e Noruega em 1939. A Inglaterra e a França também haviam preparado um ataque e ocupação sem aviso do porto e da área de Narvik, na Noruega, para a qual já haviam estocado armamento, material e embarcado tropas, mas foram surpreendidos pela ação mais rápida dos alemães na época,

MORTE
Esta condenação muito criticada, seria depois reduzida e devido a problemas sérios de saúde ele acabou sendo libertado em setembro de 1955 aos 79 anos de idade e morreu na cidade de Kiel, em 1960, deixando como testamento ao povo alemão a sua biografia, Mein Leben. Encontra-se sepultado em Nordfriedhof, Kiel, Schleswig-Holstein na Alemanha.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

18 de nov. de 2017

WILHELM KEITER - Arte Tumular - 1167 - Cremado










Cremado, as cinzas foram espalhadas no Wenzbach / Conwentzbach, uma pequena corrente em Munique. As cinzas dos membros do governo alemão sentenciados à morte pelo Tribunal de Nuremberg e enforcados, bem como as cinzas de Hermann Goering e Alfred Jodl , foram distribuídas à Wenzbach por funcionários dos EUA em outubro de 1946. O local está localizado a cerca de 150 metros antes da confluência do Wenzbach no canal da jangada. "Na quarta-feira, 16 de outubro de 1946, os soldados dos EUA, o major Rex S. Morgan, a 75 metros abaixo da casa nº 25 da Heilmannstrasse em Munique-Solln, enterraram Leichenasche com apenas três metros de largura, na presença do Chefe do Exército dos EUA [Wenzbach] " - Preußische Allgemeine Zeitung , 25 de fevereiro de 2006 Mesmo depois de mais de 60 anos, o nome do fluxo é freqüentemente dado em "Conwentzbach" em livros de história e artigos de jornal. Última na revista " Der Spiegel " de 4 de abril de 2005. Uma vez que a Conwentzstrasse corre na proximidade direta do Wenzbach, o nome do ribeiro provavelmente foi erroneamente escrito por um historiador em pesquisa anterior, que foi então assumido sem controle pelos outros "historiadores" e jornalistas. Local: O Wenzbach (curso a oeste de Conventzstrasse). Ao leste desta é a reunião do canal da jangada com o Isarkanal, no topo da qual é a escultura de bronze " Der Isarflößer " de Fritz Koelle . Na borda superior da imagem, o Wenzbach flui para a Conventzstrasse, atravessando o canal da jangada. O local em que as cinzas dos membros do governo alemão foram espalhados está localizado à esquerda da Conventzstrasse, a cerca de 100 metros ao sul da Hinterbrühlerweg (ponte sobre o Isarkanal) na borda inferior da imagem.

Wilhelm Keitel
Nascimento22 de setembro de 1882
Helmscherode, Ducado de Brunswick
Morte16 de outubro de 1946 (64 anos)
Nuremberg, Alemanha
Nacionalidadealemão
Serviço militar
Lealdade Império Alemão
 República de Weimar
 Alemanha Nazista
ServiçoBalkenkreuz.svg Wehrmacht
Tempo de serviço1901–1945
PatenteMarechal de Campo
ComandoChefe do OKW (Alto-Comando da Forças Armadas)
Batalhas/GuerrasPrimeira Guerra Mundial
S
PERSONAGEM
Wilhelm Bodewin Johann Gustav Keitel (22 de setembro de 1882, Helmscherode — 16 de outubro de 1946, Nuremberg) foi um Marechal de Campo do exército alemão (Generalfeldmarschall) durante a Segunda Guerra Mundial, chefe do comando supremo das Forças Armadas após 1938 e conselheiro militar de Adolf Hitler.
Morreu aos 64 anos de idade.

TERMOS DO ARMÍSTICIO E RENDIÇÃO
Ditou os termos do armistício com a França (1940) e foi membro do tribunal que julgou muitos dos oficiais que foram condenados à morte pelo papel que desempenharam na conspiração de julho de 1944. Assinou a rendição incondicional da Alemanha, em Berlim, a 8 de maio de 1945. Julgado em Nuremberg por crimes de guerra, foi enforcado em outubro de 1946.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Keitel nasceu em Helmscherode, parte da cidade de Bad Gandersheim, na Baixa Saxônia. Era filho de Carl Keitel e Apollonia Vissering. Depois de completar seus estudos em Göttingen, em 1901 iniciou sua carreira militar, fez parte do 6º Regimento de artilharia de campo da Baixa Saxônia.

Casou-se com Lisa Fontaine em 1909. Tiveram seis filhos, sendo que um deles morreu durante a infância. Durante a Primeira Guerra Mundial ,Keitel serviu na frente ocidental com o 46º regimento de artilharia de campo. Em setembro de 1914, durante o combate em Flandres, ele foi seriamente ferido em seu antebraço direito, e posteriormente condecorado com a Cruz de Ferro.

Após recuperar-se, foi oficial do Estado-Maior Alemão em 1915. Ao fim da I Guerra, ele permaneceu no recém criado Reichswehr e fez parte da organização da guarda fronteiriça do Freikorps na fronteira com a Polônia. Keitel também serviu como oficial geral do comando militar e depois deu aulas na Escola de Cavalaria de Hanôver durante dois anos.

Em 1924, ele foi transferido para o Ministério da Defesa (Reichswehrministerium) e foi rapidamente promovido como chefe do departamento organizacional, um posto de manteve após a chegada do NSDAP ao poder em 1933. Em 1935 por recomendação de Werner von Fritsch ele tornou-se o chefe do recém criado Escritório das Forças Armadas (Wehrmachtamt).




SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Em 1937, Keitel foi promovido a General e no ano seguinte, com a demissão de Werner von Blomberg, e a substituição do Ministério da Guerra pelo Oberkommando der Wehrmacht (OKW, Comando Supremo das Forças Armadas), ele assumiu a liderança do OKW.

Durante a guerra, Keitel mostrou-se cauteloso, o que muitas vezes foi interpretado como sinal de fraqueza. Foi contra a invasão da França e a da União Soviética (Operação Barbarossa). Por vezes tentou enfrentar o Führer e em todas elas voltou atrás. Chegou até a pedir demissão, que foi rejeitada. Foi o responsável por assinar varias ordens de legalidade duvidosa perante as leis de guerra.

PÓS-GUERRA, PRISÃO E JULGAMENTO
Em 8 de maio de 1945, Keitel assinou a rendição alemã ao Exército Vermelho e aos Aliados. Quatro dias depois, ele foi preso. Nos meses seguintes, enfrentaria o Tribunal Militar Internacional, em Nuremberg, acusado de crimes de guerra, crime contra a paz e a crimes contra humanidade. Foi condenado à morte em 1º de outubro de 1946. Assim como Jodl, Keitel apelou da decisão e pediu para ser fuzilado, alegando que a morte por fuzilamento era "garantida a todos os soldados em todos os exércitos do mundo". Em ambos os casos, o pedido foi rejeitado.

MORTE
A 16 de outubro, Keitel foi enforcado. Ele havia perdido seus dois filhos na guerra, e suas últimas palavras, antes que a porta do alçapão fosse aberta, foram:
“ Apelo ao Todo-Poderoso, para que tenha misericórdia do povo alemão. Mais de dois milhões de soldados alemães, antes de mim, foram para a morte, pelo seu país. Agora sigo os meus filhos. Tudo pela Alemanha! A Alemanha acima de tudo!  ”

 Oficialmente, as execuções de Nuremberg foram realizadas de forma limpa, mas, segundo relatos da época, isso nem sempre ocorreu. Eventualmente foi necessário que o carrasco se pendurasse nas pernas do condenado, a fim de acabar com sua agonia, o que, em alguns casos, durou 15 minutos ou mais. Jornalistas americanos, presentes aos enforcamentos, relataram que a execução parece ter sido "deliberadamente lenta".

Segundo um artigo publicado, meses depois, na revista do exército americano Stag (vol. 3, Nº. 1, dezembro de 1946) o carrasco, o sargento John C. Woods do Exército americano, teria usado uma corda curta demais. Assim, a queda dos corpos através do alçapão também foi curta. Por isso, em vez de morte instantânea, por pescoço quebrado, os condenados tiveram uma morte lenta, por asfixia.



Na fotografia do cadáver de Wilhelm Keitel, vê-se que há sangue no rosto, o que também é observado no caso de Wilhelm Frick. Isto pode ser devido ao tamanho da abertura do alçapão, que, sendo demasiado estreita, teria motivado ferimentos na cabeça e no rosto dos condenados, durante a queda. Assim, devido à preparação mal feita, Keitel morreu somente 24 minutos após o início do seu enforcamento.

Fonte: pt.wikipedfia.org
Formatação: Helio Rubiales

17 de nov. de 2017

JOACHIM VON RIBBENTROP - 1165 - Cremado







Cremado,  as cinzas foram  espalhadas no Wenzbach / Conwentzbach, uma pequena corrente em Munique.
As cinzas dos membros do governo alemão sentenciados à morte pelo Tribunal de Nuremberg e enforcados, bem como as cinzas de Hermann Goering e Alfred Jodl , foram distribuídas à Wenzbach por funcionários dos EUA em outubro de 1946. O local está localizado a cerca de 150 metros antes da confluência do Wenzbach no canal da jangada. "Na quarta-feira, 16 de outubro de 1946, os soldados dos EUA, o major Rex S. Morgan, a 75 metros abaixo da casa nº 25 da Heilmannstrasse em Munique-Solln, enterraram Leichenasche com apenas três metros de largura, na presença do Chefe do Exército dos EUA [Wenzbach] " - Preußische Allgemeine Zeitung , 25 de fevereiro de 2006  Mesmo depois de mais de 60 anos, o nome do fluxo é freqüentemente dado em "Conwentzbach" em livros de história e artigos de jornal. Última na revista " Der Spiegel " de 4 de abril de 2005.  Uma vez que a Conwentzstrasse corre na proximidade direta do Wenzbach, o nome do ribeiro provavelmente foi erroneamente escrito por um historiador em pesquisa anterior, que foi então assumido sem controle pelos outros "historiadores" e jornalistas.

Local: O Wenzbach (curso a oeste de Conventzstrasse). Ao leste desta é a reunião do canal da
           jangada com o Isarkanal, no topo da qual é a escultura de bronze " Der Isarflößer " de Fritz                Koelle . Na borda superior da imagem, o Wenzbach flui para a Conventzstrasse, atravessando              o  canal da jangada. O local em que as cinzas dos membros do governo alemão foram                          espalhados está localizado à esquerda da Conventzstrasse, a cerca de 100 metros ao sul da                    Hinterbrühlerweg (ponte sobre o Isarkanal) na borda inferior da imagem.

Joachim von Ribbentrop
Ribbentrop em 1938.
Ministro de Relações Exteriores
da Alemanha Nazista
Período4 de fevereiro de 1938 - 30 de maio de 1945
FührerAdolf Hitler
Antecessor(a)Konstantin von Neurath
Sucessor(a)Arthur Seyss-Inquart
Dados pessoais
Nome completoUlrich Friedrich Wilhelm Joachim von Ribbentrop
Nascimento30 de abril de 1893
Wesel, Império Alemão
Morte16 de outubro de 1946 (53 anos)
Nurembergue, Alemanha
Nacionalidadealemão
EsposaAnna Elisabeth Henkell
Filhos5
PartidoAlemanha Nazi Partido Nazista
Serviço militar
Serviço/ramoExército Alemão
Batalhas/guerrasPrimeira Guerra Mundial




PERSONAGEM
Ulrich Friedrich Wilhelm Joachim von Ribbentrop (Wesel, 30 de abril de 1893 — Nuremberga, 16 de outubro de 1946) foi um político alemão, ministro de Relações Exteriores da Alemanha Nazista entre 1938 e 1945 e uma das principais e influentes figuras do Terceiro Reich de Adolf Hitler. Foi também um dos líderes nazistas acusado de crimes contra a humanidade pelo Tribunal de Nuremberg, condenado à morte e enforcado após a derrota e rendição alemã na Segunda Guerra Mundial.
Morreu aos 53 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Ribbentrop nasceu na Prússia, filho de um oficial do exército do Kaiser alemão, e teve uma educação errática em escolas particulares da Alemanha e da Suíça até a metade da adolescência. Fluente em francês e inglês, ele e a família viveram períodos em Grenoble e em Londres, antes de mudarem-se para o Canadá em 1910.

Até ao início da I Guerra Mundial trabalhou como engenheiro e jornalista em vários locais da América do Norte (Montreal, Nova Iorque e Boston) e dirigiu um negócio de importação de vinhos e champanhes alemães para o Canadá. Com o advento da guerra, ele deixou o Canadá e voltou para seu país em 1914, onde integrou o 125º batalhão de Hussardos.[5]Durante a guerra, lutou nas frentes oriental e ocidental, chegando à patente de tenente e sendo condecorado com a Cruz de Ferro.

Ribbentrop foi apresentado a Hitler em 1928, e filiou-se ao partido nazista em 1 de maio de 1932. Antes da Segunda Guerra Mundial, foi embaixador alemão no Reino Unido, de 1935 a 1938, e um dos protagonistas das negociações do sistema de alianças acordadas entre a Alemanha, a Itália e o Japão (conhecido como Pacto do Eixo). Também foi um dos promotores do plano de expansão alemão, que levou à anexação da Áustria e da Checoslováquia.

Tornou-se célebre por ter representado a Alemanha no chamado Pacto Ribbentrop-Molotov, um acordo de não agressão, firmado em Moscou, com a União Soviética, sendo esta representada por Viatcheslav Molotov.

Após a derrota alemã na guerra (1945) Ribbentrop foi capturado pelas tropas britânicas.

JULGAMENTO E EXECUÇÃO
O corpo de Joachim von Ribbentrop após a execução. Ribbentrop foi um dos réus dos julgamentos de Nuremberg.Tribunal Militar Internacional dos Aliados condenou-o por todas as quatro acusações: crimes contra a paz, planejando deliberadamente uma guerra de agressão; crimes de guerra e crimes contra a humanidade. De acordo com o julgamento, Ribbentrop esteve ativamente envolvido no planejamento da invasão da Polônia e, antes disso, na anexação da Áustria e da Checoslováquia. Também, segundo o tribunal, esteve intimamente envolvido na "solução final" e, já em 1942, ordenara aos diplomatas alemães em países do Eixo que intensificassem o processo de envio de judeus para campos de extermínio, no leste. Sempre segundo o veredito, Ribbentrop apoiou o linchamento de aviadores aliados, abatidos quando sobrevoavam a Alemanha e ajudou a encobrir o assassinato de um general francês, que era mantido como prisioneiro de guerra, em 1944. Ribbentrop foi também responsabilizado pelas atrocidades que aconteceram na Dinamarca e na França de Vichy, uma vez que, nesses dois países ocupados, os oficiais superiores se reportavam a ele. Ribbentrop afirmou que Hitler tomou todas as decisões importantes, e que ele havia sido enganado pelas repetidas afirmações de Hitler de que ele só queria a paz. O Tribunal rejeitou essa alegação, considerando que, dado o grau de envolvimento de Ribbentrop na execução da guerra, "ele não poderia desconhecer a natureza agressiva das ações de Hitler."

Corpo logo após a execução

As sentenças de morte em Nuremberg foram executadas a 16 de outubro de 1946. Ribbentrop foi o primeiro a ser morto (Göring cometera suicídio antes de sua execução). Suas últimas palavras foram: "Deus proteja a Alemanha. Deus tenha piedade de minha alma. Meu último desejo é que a Alemanha recupere a sua unidade e que, em nome da paz, haja entendimento entre o Oriente e o Ocidente. Desejo paz para o mundo." Membros do Exército dos EUA cremaram os restos de Ribbentrop e espalharam suas cinzas em local não especificado.

Segundo o historiador Giles MacDonogh, "o carrasco trabalhou mal na execução, e a corda estrangulou o ex-ministro das relações exteriores por 20 minutos antes que ele morresse."  O exército dos EUA negou as acusações de que a queda do corpo fora muito curta, fazendo com que o condenado morresse lentamente, por estrangulamento, em vez de ter o pescoço quebrado - o que teria causado paralisia, imobilização e provável inconsciência imediata, sobrevindo a morte rápida.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales


25 de out. de 2017

HEINRICH HIMMLER - Arte Tumular - 1162 - Lunebúrg , Germany ?






ARTE TUMULAR
Suicidou-se mordendo uma capsula de cianeto
O corpo de Himmler foi enterrado num local não identificado perto de Lüneburg. O local da sua sepultura continua desconhecido.
Luneburgo (em alemão: Lüneburg) é uma cidade da Alemanha, capital do distrito de Luneburgo, estado de Baixa Saxônia. Fica a cerca de 50 km de Hamburgo




PERSONAGEM
Heinrich Luitpold Himmler (Munique, 7 de outubro de 1900 – Lüneburg, 23 de maio de 1945) foi um Reichsführer das Schutzstaffel (comandante militar da SS), e um dos principais líderes do Partido Nazi (NSDAP) da Alemanha Nazi. Posteriormente, Adolf Hitler nomeou-o Comandante do Exército de Reserva e General Plenipotenciário para toda a administração do Reich (Generalbevollmächtigter für die Verwaltung). Himmler foi um dos homens mais poderosos da Alemanha Nazi e um dos principais responsáveis diretos pelo Holocausto.
Morreu aos 45 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Durante a primeira Guerra Mundial, Himmler serviu num batalhão de reserva, impedindo-o, assim, de participar mais ativamente neste conflito mundial. Estudou agronomia na escola, e juntou-se ao Partido Nazi em 1923 e, dois anos mais tarde, às SS.

Em 1929, foi nomeado Reichsführer-SS por Hitler. Nos 16 anos seguintes, desenvolveu as SS de um simples batalhão de 290 homens, para um grupo poderoso, com a sua própria secção militar, e, de acordo com ordens de Hitler, implementou, e controlou, os campos de concentração nazi.

Ficou conhecido por ter boas capacidade de organização, e por selecionar subordinados altamente competentes, como Reinhard Heydrich, em 1931. A partir de 1943, assumiu os cargos de Chefe da Polícia Alemã e Ministro do Interior, supervisionando toda a política interna e externa, e as forças de segurança, incluindo a Gestapo (Polícia Secreta do Estado).

Em nome de Hitler, Himmler criou o Einsatzgruppen e construiu os campos de extermínio. Como facilitador e supervisor dos campos de concentração, Himmler dirigiu a morte de cerca de seis milhões de judeus, entre 200 000 e 500 000 ciganos, e outras vítimas; o número total de civis mortos pelo regime é estimado entre 11 e 14 milhões. Muitos deles eram cidadãos polacos e soviéticos.

Perto do final da guerra, Hitler designou Himmler para o comando do Grupo de Exércitos Reno e do Grupo de Exércitos Vístula; contudo, não atingiu os seus objetivos e Hitler substituiu-o nestes cargos. Pouco antes do final da guerra, verificando que estava perdida, tentou encetar conversações de paz com os Aliados sem o conhecimento de Hitler. Ao saber disto, Hitler destituiu-o de todas as suas funções em Abril de 1945, e ordenou a sua prisão. Himmler tentou esconder-se, mas foi detido e depois preso pelas forças britânicas, assim que a sua identidade foi descoberta.

Máscara mortuária 

CAPTURA E SUICÍDIO
Rejeitado pelos seus camaradas e procurado pelos Aliados, Himmler tentou esconder-se. Apesar de não ter preparado a sua fuga, equipou-se com uma livro de pagamentos falsificado, sob o nome de sargento Heinrich Hitzinger. Com um pequeno grupo de companheiros, dirigiu-se para Friedrichskoog em 11 de Maio, sem um destino final definido. Continuaram para Neuhaus, onde o grupo se separou. A 21 de Maio, Himmler, e dois ajudantes, foram detidos num posto de vigia formado por ex-prisioneiros de guerra soviéticos. Nos dois dias que se seguiram, passou por diversos campos acabando no 31.º Campo de Interrogatório de Civis britânico perto de Lüneburg, em 23 de Maio.

Luneburgo está localizado em: Alemanha    
Luneburgo
Mapa da Alemanha, posição de Luneburgo acentuada

O oficial de serviço, o capitão Thomas Selvester, começou o interrogatório de rotina. Himmler admitiu quem era, e Selvester mandou revistá-lo. Himmler foi levado para o quartel-general do 2.º Exército britânico em Lüneburg, onde o doutor Wells lhe efetuou um exame médico. Wells tentou examinar o conteúdo da boca de Himmler, mas este não o queria fazer e afastou-se. Himmler mordeu, então, uma cápsula de cianeto e caiu no chão; passados 15 minutos estava morto.

Logo após o suicídio

Pouco depois, o corpo de Himmler foi enterrado num local não identificado perto de Lüneburg. O local da sua sepultura continua desconhecido.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

29 de fev. de 2016

WERNER von FRITSCH - Arte Tumular - 1099 - Invalidenfriedhof Berlin-Mitte Mitte Berlin, Germany






ARTE TUMULAR
Base tumular baixa em granito com o seu nome e datas gravados.

Local- Invalidenfriedhof Berlin-Mitte Mitte Berlin, Germany
Fotos -  findagrave
Descrição tumular- Helio Rubiales




PERSONAGEM
 Werner Thomas Ludwig Freiherr von Fritsch (4 de Agosto de 1880 – 22 de Setembro de 1939) foi Comandante-chefe da Wehrmacht, Chefe do Alto Comando Alemão entre 1934 e 1938, e opunha-se ao programa de Adolf Hitler.

SINOPSE
 No início de 1938, sabida qual era sua posição sobre os planos bélicos de Hitler, tornou-se vítima de uma conspiração (ver Caso Blomberg-Fritsch) que o acusava de ser homossexual.

 A 4 de Fevereiro de 1938, Hitler demitiu-o, juntamente com Werner von Blomberg, por «razões de saúde», embora, já nesta altura, Hitler soubesse que tudo não passava de falsas acusações.

Absolvido das acusações no mês seguinte, foi nomeado para o seu antigo regimento na posição de Coronel-em Chefe.

MORTE
Morreu em circunstâncias estranhas (foi o segundo general alemão a morrer em combate) durante a Invasão da Polônia na Segunda Guerra Mundial.

Fonte - pt.wikipedia.org
Formatação - Helio Rubiales

12 de fev. de 2016

WERNER von BLOMBERG - Arte Tumular - 1085 - Bergfriedhof Bad Wiessee Bad Wiessee Miesbacher Landkreis Bavaria (Bayern), Germany













ARTE TUMULAR
Lápide feita de uma armação metálica de uma cruz latina e detalhes de folhas. No centro uma placa, também em metal, com o seu nome e datas escrittos em dourado.

Local: Bergfriedhof Bad Wiessee Bad Wiessee Miesbacher Landkreis Bavaria (Bayern), Germany 
Fotos: Find a grave
Descrição tumular: Helio Rubiales





PERSONAGEM
Werner Eduard Fritz von Blomberg (Stargard, Pomerânia, 2 de setembro de 1878 – Nuremberg, 22 de março de 1946) foi um marechal-de-campo alemão e Ministro da Guerra da Alemanha nazista de 1933 a 1938.
Morreu aos 67 anos de idade.

PERSONAGEM
Blomberg entrou para a carreira militar alistando-se na academia de guerra alemã em 1904, formando-se oficial em 1907. Serviu com distinção na I Guerra Mundial e por seus méritos em combate foi condecorado com a cobiçada medalha Pour le Mérite.

Na década de 20 chegou a major-general e recebeu um comando militar na Prússia Oriental. Tornar-se-ia uma figura mundialmente conhecida quando foi empossado como Ministro da Defesa do governo de Adolf Hitler em 1933 e tornou-se a partir daí um dos seguidores mais devotos do Führer, sendo apelidado de ‘Leão de Borracha’ por alguns de seus críticos no exército, menos entusiasmados com Hitler.

Como ministro, Blomberg trabalhou fervorosamente para expandir o poder e o tamanho do exército alemão, sendo promovido a coronel-general por seus serviços. No ano seguinte, junto com o general Walter von Reichenau, foi um dos oficiais que mais encorajou Hitler a quebrar o poder paralelo das SA, seus líderes seguidores, vista como uma ameaça ao exército, coordenando e participando do episódio que se tornou conhecido como A Noite das Longas Facas. No mesmo ano, quando da morte do Presidente Hindenburg, ele pessoalmente ordenou aos soldados alemães que em vez de prestarem o juramento de lealdade das forças armadas ao povo e a pátria, ele fosse prestado ao novo Führer, Adolf Hitler.

Com a transformação do Ministério da Defesa em Ministério da Guerra em 1935, Blomberg tornou-se ministro da guerra e comandante-em-chefe das forças armadas e por sua lealdade promovido a Marechal-de-campo no ano seguinte. Entretanto, seu poder e influência nas forças armadas criavam grande ressentimento e apreensão entre dois outros grandes líderes nazistas, Hermann Goering e Heinrich Himmler, que conspiraram para derrubá-lo do poder. Após a reunião que ficou conhecida como Memorando Hossbach - o alegado planejamento da guerra de agressão - em novembro de 1937 que deixou Hitler profundamente insatisfeito com ele, o marechal e o líder nazista separaram-se em janeiro de 1938 quando Blomberg, então com 60 anos, casou-se com a datilógrafa Erna Gruhn, de 26 anos. Através de uma investigação da vida anterior de Erna, ordenada por Goering (por ironia, padrinho de casamento de Blomberg) e Himmler, a polícia descobriu que ela havia sido uma prostituta com ficha criminal quando mais jovem e Hitler, informado, ordenou que ele anulasse seu casamento. Blomberg recusou-se e acabou renunciando a todos os seus postos quando Goering ameaçou tornar público o passado de sua esposa. Alguns dias depois o seu substituto, Werner von Fritsch, foi acusado por Himmler e Goering de ser homossexual e estes escândalos, que se tornariam conhecidos como Caso Blomberg-Fritsch, deram a Hitler a oportunidade de fazer uma reorganização profunda na direção das forças armadas alemãs.

Blomberg e sua jovem esposa foram exilados por uma ano na ilha de Capri, na Itália, tendo Blomberg passado a guerra em relativa obscuridade. Em 1945, foi preso pelos Aliados e serviu de testemunha no Julgamento de Nuremberg.

MORTE
 Faleceu nesta cidade em 1946, enquanto estava detido à disposição do tribunal.
Fonte: pt.wikipedia.org
Fiormatação:Helio Rubiales