“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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24 de mar. de 2025

BOLINHA (Édson Cabariti) - Arte Tumular - 1950 - Cemitério de Paquetá, Santos, São Paulo, Brasil


 












ARTE TUMULAR
Túmulo de formato retangular a cerca de 80 cm. de altura em granito escuro polido, com um tampo também em granito, com uma tonalidade mais clara  na parte central com uma cruz latina em relevo. Na cabeceira tumular destaca-se uma construção (lápide) inicialmente baixa, elevando-se nas laterais convergindo para uma parte central. Na parte baixa está fixada a placa em metal com o seu nome e datas, bem como uma foto em cerâmica de formato oval.

Local: Cemitério de Paquetá, Santos, São Paulo, Brasil
Fotos: https://www.youtube.com/watch?v=v7UuhYwueK0
Descrição tumular: hrubiales

Bolinha

Bolinha durante seu programa na TV
Nome completoEdson Cabariti[nota 1]
Outros nomesÉdson Cury
Nascimento16 de julho de 1936
BauruSP
Morte1 de julho de 1998 (61 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãoradialista
apresentador de televisão
PERSONAGEM
Edson Cabariti (Bauru, 16 de julho de 1936 — São Paulo, 1 de julho de 1998), conhecido artisticamente como Bolinha, foi um radialista e apresentador de televisão brasileiro. 
Morreu aos 61 anos.
 
BIOGRAFIA
Bolinha nasceu como Edson Cabariti, em Bauru e criado em Santos, litoral do estado de São Paulo, em 1936. De ascendência turca e síria, mudou-se ainda cedo com a sua família para a cidade de Araçatuba. Foi mascate, feirante, engraxate, cobrador de ônibus, vendedor de velas para cemitério e balconista e em 1961, mudou-se para São Paulo para ser repórter de campo em jogos de futebol. 

INÍCIO DE CARREIRA NA TV
Iniciou a carreira como locutor esportivo. Posteriormente, na TV Excelsior, passou a ser o responsável pelos flashes esportivos do programa Últimas Notícias. 

Edson Cabariti, adotou o nome artístico Édson Cury pois, segundo ele, o seu verdadeiro nome não soava bem no rádio

A estreia como apresentador ocorreu quando em janeiro de 1967, a diretoria da Excelsior solicitou que substituísse o apresentador Chacrinha, que tinha um programa de auditório e havia se desentendido com os diretores da emissora, deixando a empresa repentinamente. Ao assumir do programa, a audiência aumentou e foi efetivado no cargo. Neste período, revelou muitos talentos, tais como Eneida Laís, Roberto Makassa, Margareth Menezes, Ítalo Ayala e Jarbas Piccioli. 

CLUBE DO BOLINHA
Veio a tornar-se célebre como o apresentador do programa Clube do Bolinha, o qual ficou no ar durante 20 anos na TV Bandeirantes entre 1974 e 1994 e o qual alcançou 8 pontos de audiência – então, um dos programas-líderes da emissora em audiência. 

Uma das atrações do Clube era o quadro Eles e Elas, no qual transformistas e travestis apresentavam-se.[6] Os mais variados artistas tais como Alan & Aladim, Leandro & Leonardo e Arnaldo Antunes voltaram ao programa após já famosos para agradecer ao programa bem como ao próprio o apoio do apresentador no início de suas carreiras. 

Um fato dos mais marcantes em toda a trajetória do apresentador foi sobre o cantor Paulo Sérgio. No dia 27 de julho de 1980, Paulo Sérgio fez no Clube aquela que seria a sua última apresentação na televisão. Horas após deixar os estúdios da TV Bandeirantes em São Paulo, o cantor sofreria um derrame cerebral e morreria no dia 29 de julho.

BOLETES
Boletes A maior marca do Clube era o elenco de bailarinas, conhecidas carinhosamente como "boletes". O elenco das bailarinas era composto também por certas ex-chacretes.

MORTE
Morreu às 2h30 de 1º de julho de 1998, aos 61 anos, apenas 15 dias antes de completar o 62º aniversário, vitimado por um câncer no aparelho digestivo. Estava internado no Hospital 9 de Julho para tratamento da doença que havia sido descoberta três anos antes de sua morte. Nos seis meses antes de morrer, a doença havia se agravado. Está sepultado no Cemitério do Paquetá, em Santos, no litoral de São Paulo. 

Fonte: Wikipédia
Formatação e pesquisa: hrubiales



16 de mar. de 2025

CARLOS IMPERIAL - Arte tumular - 1931 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

 







v

ARTE  TUMULAR 
Túmulo no formato retangular (padrão do cemitério), a cerca de 80 cm. de altura do solo, construído em alvenaria e revestido com argamassa, tendo na parte superior um tampo que encerra o túmulo.
A única identificação possível é o numero do jazigo. 

Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil
           Jazigo n° 539
Fotos: Emanuel Mariquito- https://www.youtube.com/watch?v=3zN6lEH7GI8 
Descrição tumular: hrubiales


Carlos Imperial
Carlos Imperial
Nome completoCarlos Eduardo da Corte Imperial
Nascimento24 de novembro de 1935
Cachoeiro de ItapemirimEspírito Santo
Nacionalidadebrasileiro
Morte4 de novembro de 1992 (56 anos)
Rio de JaneiroRJ
Carlos Imperial
Carlos Eduardo da Corte Imperial
Vereador do Rio de Janeiro
Período1 de fevereiro de 1983
até 1 de janeiro de 1989

PERSONAGEM
Carlos Eduardo da Corte Imperial (Cachoeiro de Itapemirim, 24 de novembro de 1935 — Rio de Janeiro, 4 de novembro de 1992 ) foi um produtor artístico e personalidade do show business brasileiro.
Morreu aos 56 anos.

SINOPSE
Envolvido no lançamento das carreiras de Roberto Carlos, Paulo Sérgio, Elis Regina, Tim Maia, Wilson Simonal, Clara Nunes e inúmeros outros artistas, as atividades de Imperial incluem a produção de filmes e peças de teatro, participação em programas de televisão e autoria de músicas de sucesso como "A Praça" e "Vem quente que eu estou fervendo".
Morreu aos 56 anos de idade.


 Dono de personalidade polêmica, Carlos Imperial se autodeclarava "rei da pilantragem" e tornou-se célebre por seu estilo de vida irreverente e libertino marcado por incontáveis casos amorosos. 

INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA
Carlos Eduardo da Corte Imperial (batizado em homenagem ao personagem de Os Maias, de Eça de Queiroz) nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, filho do bancário Gabriel Corte Imperial  e da professora Maria José Cardoso . O sobrenome deriva do bisavô de Carlos, Francisco Maria da Costa, que recebeu de Dom Pedro II o título de "moço da Corte Imperial" por ter hospedado o imperador. Décadas depois, Imperial passou a declarar-se ancestral direto do Barão de Itapemirim (o grau de ascendência varia conforme o relato), mas sem provas do parentesco.

Em 1942 a família de Imperial se mudou para o Rio de Janeiro, onde Gabriel assumiria a gerência da filial do Banco Mercantil de São Paulo. Imperial rapidamente ganhou popularidade em seu grupo, e a mudança da família para Copacabana, em 1950, fez crescer a reputação de Imperial de "'boa praça', simpático e gozador da turma".

CARREIRA
PRODUÇÃO MUSICAL
Seguindo o exemplo de seu amigo e vizinho Agildo Ribeiro, Imperial descobriu no mundo artístico uma "boa maneira de chamar a atenção", especialmente das mulheres . Amante da música popular e colecionador de discos importados , Imperial admirava os métodos de Tom Parker, empresário de Elvis Presley, e aproveitou o nascente movimento do rock brasileiro: ele criou o Clube do Rock, espaço de música e dança em Copacabana que se tornou ponto de convergência de um grupo de artistas que se apresentavam em clubes, rádio e televisão. Imperial também atuou no conjunto Os Terríveis, onde tocou piano e acordeão.

A repercussão negativa do caso Aída Curi para o cenário do rock carioca levou Imperial a aproximar-se da bossa nova. Ele produziu, pela Polydor, os dois primeiros discos de 78 rotações do conterrâneo Roberto Carlos e investiu na carreira do pupilo como um "príncipe da bossa nova". Entretanto, o cantor foi considerado imitador de João Gilberto e os discos não fizeram sucesso. Em seguida, Imperial apresentou Roberto Carlos à Columbia e foi o produtor de seu primeiro LP, Louco por Você.

Imperial também revelou Elis Regina, que esperava posicionar como concorrente de Celly Campelo; porém, o LP Viva a Brotolândia desagradou a cantora e teve vendas inexpressivas.

Em meados dos anos 60 Imperial aderiu à Jovem Guarda e compôs sucessos como "O bom" (interpretado e co-escrito por Eduardo Araújo), "Mamãe passou açúcar em mim" (na voz de Wilson Simonal) e "A Praça" (na voz de Ronnie Von e tema dos humorísticos Praça da Alegria e A Praça É Nossa), além da música Para o Diabo os conselhos de vocês, composta em parceria com Nenéo e sucesso na voz de Paulo Sérgio. Em pouco tempo, Imperial tornou-se um compositor disputado, com vários temas inscritos em festivais de música. Imperial foi o último parceiro de Ataulfo Alves; a dupla compôs, entre outras, "Você passa e eu acho graça", primeiro sucesso de Clara Nunes.

No fim dos anos 60 Imperial desenvolveu o estilo musical pilantragem, inspirado no rock e no soul americanos, e formou o conjunto A Turma da Pesada como concorrente da Turma da Pilantragem. Sob a produção de Imperial, o grupo gravou o LP Pilantrália (paródia da Tropicália), com participação de músicos como Paulo Moura e Wagner Tiso. Em nova formação, com as gêmeas cantoras Celia e Celma e o próprio Imperial, a Turma da Pesada fez incontáveis apresentações no eixo Rio-São Paulo.

Em 1970, o sucesso do soul brasileiro, liderado por Tim Maia, levou Imperial a explorar o filão, lançando no gênero (que denominou "som livre") artistas como Tony Tornado e Guilherme Lamounier. Nos anos seguintes, a atividade de Imperial como produtor musical se tornou esporádica. Em parceria com Oberdan Magalhães, produziu, entre outros, o compacto duplo da trilha sonora de Sábado Alucinante e os discos que lançaram Dudu França.

TELEVISÃO
Imperial estreou na televisão em um quadro semanal no programa de variedades Meio-Dia, da TV Tupi, onde mostrava seus artistas -- entre os quais, Roberto Carlos (apresentado como "Elvis Presley brasileiro"), Tim Maia e Paulo Silvino. Mais tarde, Imperial apresentou, no Rio de Janeiro, seus próprios programas de auditório na TV Continental, na TV Tupi e na TV Rio, e, em certo período, outro programa em Belo Horizonte. Na época, revelou Erasmo Carlos, Renato e Seus Blue Caps e Jorge Ben.

Em São Paulo, produziu na TV Excelsior o programa O Bom, apresentado por Eduardo Araújo, como concorrente do Jovem Guarda, da TV Record. Na época, Imperial participou, como concorrente, do programa Esta noite se improvisa, onde enfrentava a simpatia de Chico Buarque e Caetano Veloso com sua pose de "ogro midiático" : "O auditório o vaiava. Ele ria e atirava beijos debochados. As vaias ficavam mais fortes."

De volta à TV Tupi, em 1968, Imperial apresentou o programa Barra Limpa , época em que descobriu o cantor Fábio.

Em 1971 Imperial foi contratado pela TV Globo como codiretor do game show Alô Brasil, Aquele Abraço[1] . Mais tarde, participou do júri do Programa Flávio Cavalcanti, na TV Tupi, e do Programa Silvio Santos, então na TV Globo. De volta à TV Rio, apresentou por dois meses o Show do Grande Rio, programa de entrevistas e comentários.

Em 12 de agosto de 1978 estreou o Programa Carlos Imperial nas noites de sábado da TV Tupi, com atrações musicais variadas e forte investimento na disco music. Nele, Imperial apresentou artistas como Gretchen e Dudu França. Com boa audiências, mas prejudicado pela situação precária da Tupi, o programa foi transferido para a TVS, onde estreou em 9 de junho de 1979. O programa passou a ser gravado em São Paulo, onde era retransmitido pela TV Record, e contou com mais atrações paulistas. Uma comprovação de fraude na verificação de audiência, com o envolvimento de funcionários do Ibope, fez o programa ser tirado do ar. Silvio Santos, o dono da emissora, seguiu tratando Imperial com grande importância, convidando-o todos os anos para o júri do Troféu Imprensa.

CARNAVAL
Em fevereiro de 1968, Imperial fez sua primeira participação no concurso de fantasias do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, sob o pretexto de "moralizar o desfile"; ele apresentou-se como "rei dos hippies", com roupa confeccionada por Mauro Rosas .

Imperial foi responsável pela escolha do samba-enredo da Portela em 1970, quando estabeleceu parceria profissional com Clóvis Bornay, carnavalesco da escola.

No Carnaval de 1984, Imperial se notabilizou por divulgar as notas dos jurados nas apurações dos desfiles das escolas de samba cariocas. A expressão "Dez, nota dez!" caiu no gosto popular, se transformando em um verdadeiro bordão.

CINEMA
Imperial teve sua primeira experiência no mundo artístico em uma pequena participação no filme O Petróleo é Nosso, de Watson Macedo, e atuou em várias chanchadas até que o gênero entrou em declínio. Em 1957 interpreta um número musical (ao lado de Paulo Silvino) em Sherlock de Araque. Em 1958 compôs em parceria algumas canções rock'n roll para que Eliana e Augusto Cesar Vanucci as interpretassem no filme Alegria de Viver. Sua carreira como produtor cinematográfico começou com O Rei da Pilantragem, lançado em 1969, que tinha as faixas do LP Pilantrália como trilha sonora.

De volta às telas no papel principal da bem-sucedida pornochanchada A Viúva Virgem, Imperial sentiu-se estimulado a produzir novos filmes. Como produtor, ator e diretor, ele se tornou presença constante no cinema brasileiro nas décadas de 1970 e 1980, muitas vezes explorando sua persona de "devasso" e a beleza de suas "lebres". A experiência resultou em uma série de pornochanchadas de boa bilheteria, mas o resultado geral foi irregular: a versão cinematográfica de Um Edifício Chamado 200 não repetiu o sucesso do teatro, o que agravou os problemas gerenciais da produtora e levou Imperial a uma fase de dificuldades financeiras.

TEATRO
Nos anos 1970 Imperial investiu fortemente em teatro, começando com a remontagem de Um Edifício Chamado 200 -- um sucesso de bilheteria no Rio e em São Paulo -- e seguida de peças importantes como O cordão umbilical e Marido, matriz e filial. As peças se tornaram muito lucrativas, e, apesar de sua má reputação, Imperial tornou-se prestigiado no mundo teatral como um produtor que re preocupava com o bem-estar do elenco. Depois de um período dedicado ao cinema, em meados da década de 1980 Imperial voltou à produção teatral com o êxito nacional Viva a Nova República. Imperial também foi ator de teatro ocasional, incluindo participações na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

POLÍTICA
Filiado ao PDT, Carlos Imperial foi o vereador mais votado do Rio de Janeiro em 1982. Como membro da Comissão de Carnaval da casa, Imperial acompanhou as obras do Sambódromo, entre 1983 e 1984. Imperial se notabilizou como defensor da moralidade pública, mas teve uma relação atribulada com o PDT.

Derrotado na eleição, Imperial voltou ao PDT, passou rapidamente pelo PFL e, em 1986, se candidatou a deputado estadual pelo PMDB, sem sucesso. Cumprido seu mandato de seis anos, Imperial deixou a Câmara Municipal e retirou-se da política.

OUTRAS ATIVIDADES
 Imperial manteve colunas sobre o mundo artístico na Revista do Rádio, na revista Amiga e no jornal Última Hora, e, por algum tempo, escreveu comentários sobre futebol para o Jornal dos Sports.

 Imperial também produziu musicais destacados e, sem sucesso, teve sociedade em um restaurante. A partir de 1980 foi vice-presidente de futebol, sucessivamente, do Olaria Atlético Clube (onde conseguiu fazer o clube voltar a disputar a primeira divisão do Campeonato Estadual) e do Botafogo de Futebol e Regatas, seu time do coração.

Em seus últimos anos, Imperial investiu no mercado imobiliário e em criação de rottweilers premiados.

VIDA PESSOAL
Carlos Imperial casou-se em 23 de abril de 1956 com Rose Gracie, filha de Carlos Gracie, tendo dois filhos: Maria Luíza  e Marco Antônio . A relação do casal foi atribulada, pontuada por casos extraconjugais de Imperial, e Rose pediu desquite pouco depois do nascimento de Marco Antônio.

Em 1968, Imperial começou uma relação estável com a cantora Celia, da dupla Celia e  Celma, que durou até 1971. Em 1985, casou-se com a modelo Andréa Carla; o casamento durou até o início da década de 1990.

Imperial também teve namoros notórios com, entre outras, Ita Rauchfeld, Maria Stella Splendore, Vicky Schneider, Myriam Pérsia, Baby Conceição, Sandra Escobar, Sandra Castro, Vera Garrido, Arlete Moreira e Marly Mendes. Em sua última aparição pública, apresentou à nação sua nova namorada, a amazonense Jana, de apenas 14 anos. Na época, Imperial tinha 42 anos a mais que a moça.

Além de namoradas fixas, Imperial costumava hospedar em suas casas várias de suas "lebres" de cada vez. Ele "precisava da casa cheia de mulheres, pois sua imagem fora construída assim".

 A aversão de Imperial a entorpecentes o levou a ter uma relação conflituosa com o filho, Marco Antônio, e o irmão, Paulo.

MORTE
Imperial foi vítima de miastenia grave, doença desencadeada por uma dose de diazepam no pós-operatório de uma lipoaspiração. Após operação para a retirada do timo, não resistiu e faleceu, aos 55 anos. Antes de morrer, Imperial teria deixado em testamento 25% de seus bens à sua namorada da época, a filha de 17 anos de um funcionário de sua empresa construtora. O documento, porém, foi considerado inválido.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales

24 de ago. de 2024

FLÁVIO CAVALCANTI - Arte tumular - 1816 - Cemitério de Petrópolis, Rio de Janeiro , Brasil










ARTE TUMULAR 
Tampo retangular em mármore escuro com uma cruz latina esculpida no terço superior, encerra a sepultura de Flávio Cavalcanti. Uma placa de bronze com o seu nome e datas sobreposto na superfície. Todo o perímetro do tumulo é cercado por quatro pilastras com corrente de bronze 
Local: Cemitério de Petrópolis, Rio de Janeiro , Brasil
Foto: Emanuel Messias 
Pesquisa: Guilherme Primo 
Descrição tumular:Helio Rubiales


Flávio Cavalcanti
Nome completoFlávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti
Nascimento15 de janeiro de 1923
Rio de JaneiroDF
Morte26 de maio de 1986 (63 anos)
São PauloSP
Causa da morteIsquemia miocárdica aguda
Nacionalidadebrasileiro
ParentescoCelso Cavalcanti (irmão)
CônjugeBelinha Cavalcanti (c. 1948; v. 1986)
Filho(a)(s)Flávio Cavalcanti Júnior
Ocupação
Período de atividade1945-1986
Religiãocatólico

PERSONAGEM 
Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti (Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 1923 — São Paulo, 26 de maio de 1986) foi um jornalista, repórter, apresentador de rádio e televisão, crítico de música e compositor brasileiro. Um dos mais famosos e polêmicos comunicadores brasileiros, fez sucesso no comando de alguns programas de rádio e televisão nas décadas de 1960 e 1970, como o Programa Flávio Cavalcanti, Um Instante, Maestro! e A Grande Chance.
Morreu aos 63 anos.

SINOPSE BIBLIOGRAFICA
Aos 22 anos de idade, Flávio trabalhou no Banco do Brasil e, na mesma época, como repórter do jornal carioca A Manhã. Depois foi funcionário da Alfândega do Rio de Janeiro, de onde se desligou em 1964.

CARREIRA
Em 1951 compôs sua primeira música, Mancha de Batom, em parceria com seu irmão Celso Cavalcanti, gravada pelo conjunto vocal Os Cariocas. 

Seu primeiro programa no rádio foi Discos Impossíveis, na Rádio Tupi, no Rio de Janeiro, que em 1952, passou a ser transmitido pela Rádio Mayrink Veiga. Na mesma época iniciou uma amizade com Dolores Duran, que anos depois gravou sua música mais famosa, Manias, também composta por Flávio em parceria com seu irmão Celso Cavalcanti. Ainda pela Rádio Mayrink Veiga, Flávio também realizou, junto com Jacinto de Thormes, o programa Nós os gatos, em 1955. 

A carreira de Flávio Cavalcanti na televisão começou em 1957, com o programa Um Instante, Maestro!, na TV Tupi. Pouco tempo depois, a convite de Abraão Medina, se transferiu para o Noite de Gala, na TV Rio. Nessa mesma época, Flávio esteve nos Estados Unidos e entrevistou o presidente John F. Kennedy, na Casa Branca em Washington, D.C. 

Em 1965 foi para a TV Excelsior, onde voltou com seu programa Um Instante, Maestro!, que no ano seguinte foi reeditado na TV Tupi, lançando mais dois programas na mesma emissora: A Grande Chance e Sua Majestade é a Lei.

Em 1970, Flávio Cavalcanti estreou o Programa Flávio Cavalcanti, pela Rede Tupi, exibido aos domingos, às 18h. Foi um dos primeiros programas a ser exibido para todo o país utilizando o canal de satélite fornecido pela Embratel, empresa estatal que era a responsável pelas comunicações via satélite no Brasil. 

Seu estilo foi polêmico na televisão brasileira. Franco e direto em suas opiniões, Flávio Cavalcanti era conhecido por criticar duramente artistas que considerasse ruins ou com músicas medíocres ou fracas em seu programa, com direito a quebrar ao vivo os discos deles. Ele criou gestos marcantes, como a mão direita estendida para o alto e o bordão "Nossos comerciais, por favor!", ao chamar o intervalo. Foi um dos responsáveis pela criação do primeiro show de talentos com júri na televisão brasileira, por onde passaram nomes como Chiquinho Scarpa, Jorge Kajuru e Conrado. Artistas que anos mais tarde se tornaram consagrados, como Alcione, Emílio Santiago e Fafá de Belém, começaram suas carreiras nos programas de Flávio Cavalcanti. 

 Com problemas financeiros já afetando a Tupi, em 1976, Flávio se transferiu para a TVS, onde reeditou mais uma vez seu consagrado programa Um Instante, Maestro!. Em 1978, voltou à Tupi com o Programa Flávio Cavalcanti, porém em novo dia, com o seu programa passando a ser transmitido aos sábados. Flávio ficou na Tupi até o fechamento da emissora, em 1980.

Em 1982 foi para a Rede Bandeirantes apresentar o programa Boa Noite Brasil. De 1983 a 1986, passou a apresentar no SBT o Programa Flávio Cavalcanti. Por seus programas passaram nomes consagrados, como Oswaldo Sargentelli, Marisa Urban, Erlon Chaves, Márcia de Windsor, entre outros. 

VIDA PESSOAL
Flávio Cavalcanti era casado com Belinha Cavalcanti desde 1948, com quem teve três filhos. Conhecido por seu conservadorismo, Flávio Cavalcanti apoiou o golpe militar de 1964. Chegou a criticar de forma contundente o músico britânico John Lennon, por acreditar que o então vocalista dos Beatles era uma influência negativa aos jovens. Era fortemente contra a homossexualidade e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Apesar disso, Flávio passou a ser alvo da Censura Federal após defender a atriz Leila Diniz, por uma controversa entrevista ao jornal O Pasquim. Em 1973, Flávio teve seu programa na Rede Tupi suspenso por sessenta dias pela censura federal, após apresentar a história de um homem inválido que teria "emprestado" a mulher ao vizinho, fato que culminou numa história de problemas anteriores com o conteúdo do programa.

MORTE 
No dia 22 de maio de 1986, Flávio Cavalcanti fez uma rápida entrevista em seu programa e jogou o dedo indicador para o alto com seu bordão "Nossos comerciais, por favor!". Após o intervalo, Wagner Montes substituiu Flávio, anunciando que ele voltaria no próximo programa, o que não ocorreu. Flávio havia sofrido uma isquemia miocárdica. Levado para o Hospital Unicor, em São Paulo, faleceu quatro dias depois, em 26 de maio de 1986. O enterro de Flávio Cavalcanti foi acompanhado por cerca de duas mil pessoas, no Cemitério Municipal de Petrópolis, na região serrana do estado do Rio de Janeiro. No dia seguinte à sua morte, o SBT ficou fora do ar até o sepultamento do apresentador. Em sinal de luto a tela apresentou apenas um slide dizendo: "Estamos tristes com a morte do nosso colega Flávio Cavalcanti, que será sepultado hoje, em Petrópolis, às 16 horas, quando então voltaremos com a programação normal.  
Fonte:  wikipedia e netsaber.com.br 
Formatação:Helio Rubiales

23 de ago. de 2024

SILVIO SANTOS - Arte tumular - 1813 - Cemitério Israelita do Butantã, São Paulo, Brasil







ARTE TUMULAR


RITUAL FUNEBRE 

Segundo o Judaísmo, logo que um judeu morre são feitos os cuidados com o corpo. Como explica a Chevra Kadisha, a associação do cemitério israelita de São Paulo, o corpo primeiro é lavado, depois envolto em uma mortalha branca e simples, a Tach’richim. O corpo é colocado no caixão fechado  e a ausência de flores,  porque a tradição considera um desrespeito ao morto que seja exibido. 

No ritual fúnebre judaico há a leitura de trechos da Torá, o livro sagrado do Judaísmo, e palavras do rabino e de pessoas queridas e próximas ao morto. No enterro, os presentes ajudam, um de cada vez, a cobrir o caixão com terra.

No judaísmo , o “cemitério é um templo santo para a religião” e que, por isso, o acesso ao local não é liberado para o público em geral. Devido à tradição judaica, mesmo pessoas que pertencem ao judaísmo, não realizam homenagens ao morto em seu local de sepultamento.

Segundo o judaísmo é recomendado que o sepultamento seja feito o mais rápido possível depois que a pessoa morreu. O judaísmo entende que enquanto o corpo não for enterrado, a alma ainda não está em repouso. A tradição também pede que não seja feito enterros aos sábados, por ser o dia de descanso, o sabbath, período que vai do pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de sábado


Fonte: Chevra Kadisha, a associação do cemitério israelita de São Paulo
Fotos: internet
Descrição tumular: Helio Rubiales


Silvio Santos
Silvio Santos em 2019
Nome completoSenor Abravanel
Pseudônimo(s)Silvio Santos
Nascimento12 de dezembro de 1930
Rio de JaneiroDF[1]
Morte17 de agosto de 2024 (93 anos)[2]
São PauloSP
Causa da mortebroncopneumonia em decorrência do vírus H1N1
ResidênciaSão Paulo, Brasil
OrlandoEstados Unidos
Nacionalidadebrasileiro
FortunaAumento R$ 3,9 bilhões (2024)[3]
ParentescoFamília Abravanel
Cônjuge
  • Maria Aparecida Vieira Abravanel (c. 1962; m. 1977)
  • Íris Abravanel (c. 1978; v. 2024)[4]
Filho(a)(s)
Ocupação
PrêmiosLista completa
Filiação
Religiãojudaísmo[6]
Assinatura
Sílvio Santos Abravanel e sua Assinatura
Página oficial
sbt.com.br/silviosantos

PERSONAGEM
Silvio Santos, nome artístico de Senor Abravanel (em hebraico: סניור אברבנאל] Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1930 – São Paulo, 17 de agosto de 2024), foi um apresentador de televisão e empresário brasileiro, amplamente reconhecido como a maior referência na história das telecomunicações no país. 
Morreu aos 93 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Iniciou sua carreira de comunicador na rádio, posteriormente chegando a televisão, onde consagrou-se como uma figura central no entretenimento brasileiro por mais de seis décadas, conquistando o carinho do público e a expansão de seus negócios, através da fundação do Grupo Silvio Santos. Ao longo da sua vida, Silvio também esteve envolvido em outras áreas como a música e a política. 

 Nascido no bairro da Lapa, na região central da cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil e sede do então Distrito Federal, era filho primogênito de um casal de imigrantes judeus sefarditas vindo em 1924 para o Brasil, Alberto Abravanel e Rebeca Caro. Trabalhando como camelô, vendedor e também na rádio, Silvio estreou na televisão no início da década de 1960 como apresentador do Vamos Brincar de Forca, exibido pela TV Paulista, que posteriormente tornou-se o Programa Silvio Santos, agrupamento de vários programas de auditório e quadros, de enorme sucesso no país. 

Mais tarde, tornou-se o proprietário do Grupo Silvio Santos, conglomerado que inclui entre suas empresas o Sistema Brasileiro de Televisão (popularmente conhecido por SBT), uma das maiores redes de televisão do Brasil, a Liderança Capitalização (administradora do título Tele Sena), a Jequiti e a TV Alphaville. Seu patrimônio líquido foi estimado em 1,3 bilhão de dólares em 2013, sendo a única celebridade brasileira na lista de bilionários da revista Forbes. Em 2024, a Folha de S.Paulo divulgou que o total é de R$ 3,9 bilhões, somando imóveis e pelo menos 35 empresas. 

Silvio nunca se aposentou oficialmente, porém afastou-se da televisão em 2022, quando, em setembro, fez sua última gravação como apresentador, exibida no ano seguinte. 

Silvio morreu deixando esposa, seis filhas, catorze netos e quatro bisnetos. Em seu primeiro casamento, com Maria Aparecida Vieira, teve suas duas primeiras filhas, Cintia (mãe do ator Tiago Abravanel) e Silvia. O casal esteve junto até 1977, quando Cidinha — como era popularmente conhecida — faleceu em decorrência de um câncer. 

O comunicador casou-se pela segunda vez com Íris Abravanel em 1981, com quem permaneceu até o final da vida e teve outras quatro filhas, Daniela, Patrícia, Rebeca e Renata. 

Santos recebeu diversos prêmios e homenagens, incluindo quase trinta troféus Imprensa, dezesseis troféus Internet e dez troféus Roquette Pinto, além de ser agraciado pela Ordem do Mérito das Comunicações e homenageado por blocos carnavalescos. 

MORTE 
Em 18 de julho de 2024, Silvio foi internado no Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, para se recuperar de uma infecção por H1N1; teve alta dois dias depois. Em 1.º de agosto do mesmo ano, voltou a ser hospitalizado, segundo a assessoria de imprensa da emissora, para passar por exames de imagem, ficando internado desde então. Em 17 de agosto de 2024, Silvio morreu em São Paulo, aos 93 anos, por broncopneumonia, causada pela infecção de H1N1. Seu falecimento foi sucedido de diversos decretos de luto oficial, tanto no município e estado de São Paulo quanto no país. A seu pedido, não houve realização de velório, com enterro seguindo as tradições judaicas restrito apenas a amigos e parentes próximos.

Fonte: wikipedia
Formatação: Helio Rubiales



31 de ago. de 2021

MANUEL DA NOBREGA - Arte Tumular - 1550 - Crematório De Vila Alpina, São Paulo

 







ARTE TUMULAR

Seu corpo foi cremado e as cinzas foram divididas e jogadas em São Paulo e no Rio de Janeiro

Local: Crematório De Vila Alpina, São Paulo

Manuel de Nóbrega
Manuel da Nóbrega e José Messias
Nome completoManuel Soares de Nóbrega
Nascimento18 de fevereiro de 1913
NiteróiRJ
Morte17 de março de 1976 (63 anos)
São PauloSP
Nacionalidadebrasileiro
Filho(a)(s)Carlos Alberto de Nóbrega
Ocupaçãoradialistaempresáriojornalistaatorescritorhumoristacompositor e político
Período de atividade1930–1976
PERSONAGEM 
Manuel Soares de Nóbrega (Niterói, 18 de fevereiro de 1913 — São Paulo, 17 de março de 1976) foi um radialista, empresário, jornalista, ator, escritor, humorista, compositor e político brasileiro.
Morreu aos 63 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Estudava Economia quando resolveu começar sua carreira artística no rádio, em 1931, ainda no Rio de Janeiro, pela Rádio Mayrink Veiga. Quando viajou para São Paulo, em 1944, trabalhou em emissoras como Cultura, Nacional, Tupi e Piratininga.

Manuel estreou na TV nos anos 1950, tendo passado pela TV Paulista (atual TV Globo São Paulo), TV Record e pela TV Tupi. Foi também jornalista e deputado estadual por São Paulo. 

Sua importância para o humor de rádio e de TV foi muito grande e criou programas como Cadeira de Barbeiro, Programa Manuel de Nóbrega e A Praça da Alegria. No cinema atuou como Dom João VI no filme Independência ou Morte de 1972. 

Seu mais famoso trabalho foi o humorístico A Praça da Alegria, que criou, dirigiu e comandou a partir de 1957, primeiro na TV Paulista e depois na TV Record. Quando fazia esse programa conheceu o apresentador Silvio Santos, para quem acabaria presenteando com a sua empresa, conhecida pelo nome fantasia de Baú da Felicidade. Silvio Santos fez uma fortuna a partir daí, mas sempre manteve sua amizade com Nóbrega, a quem convidou para ser diretor superintendente da sua primeira concessão de TV, a TVS Rio de Janeiro. 

Em 22 de dezembro de 1975, Silvio Santos e Manuel de Nóbrega (já muito magro e enfraquecido por um câncer) foram a Brasília assinar o documento que daria ao animador e empresário a concessão da estação, o canal 11. Muito emocionado, Silvio discursou sobre a nova televisão que surgiria a partir dali. Lembrou de sua vinda a São Paulo em 1955. Citou Nóbrega várias vezes. Em seguida, o próprio Nóbrega tomou a palavra. Dirigiu-a aos artistas que entrariam na emissora. Exatos 84 dias depois disto, Nóbrega morreu. 

Meses depois, Carlos Alberto, filho dele, rompeu a amizade com Silvio Santos, indo trabalhar na TV Globo, com Os Trapalhões. Até que em 1987, após muito tempo, houve a reaproximação. E Carlos foi contratado para assumir o banco da praça de seu pai, agora no SBT, onde está no ar até hoje. 

Pelo banquinho d'A Praça da Alegria passaram mais de duzentos personagens e os maiores humoristas brasileiros, interpretando textos e personagens cuja maioria fora criada pelo próprio Manuel, que se inspirava em tipos reais que pululavam nas praças centrais de São Paulo dos anos 1950/60, tais como os migrantes (caipiras e nordestinos), mulheres esnobes e infiéis, mendigos e loucos de todo tipo, idosos e crianças mal-educadas, etc. 

Dentre os artistas que fizeram história ao passar pelo banco da praça estão Ronald Golias (era o menino levado Pacífico), Moacyr Franco (um mendigo, que faria sucesso com o Samba de Carnaval Me dá um dinheiro aí), Canarinho, Simplício (o Homem de Itu, a cidade pequena do interior de São Paulo, "onde tudo era grande"), Consuelo Leandro (Cremilda, a mulher do Oscar), Costinha, Zilda Cardoso (a jornaleira Catifunda, que fumava um charuto fedorento), Walter d'Ávila (o semianalfabeto que estava sempre tentando ler um livro), José Vasconcellos, Murilo Amorim Correa, Maria Teresa, Rony Rios (A Velha Surda), Rogério Cardoso, Chocolate, Lilico (o bêbado mal-arrumado e indignado, que tentava chamar a atenção das pessoas tocando um tambor) e Clayton Silva (o louco que sempre fazia aposta para adivinhar uma charada). 

MORTE
Nóbrega morreu em 17 de março de 1976 em São Paulo, aos 63 anos de idade, vítima de parada cardiorrespiratória. Seu corpo foi cremado e as cinzas foram divididas e jogadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Com sua morte, quem assumiu o comando do programa foi seu filho, Carlos Alberto de Nóbrega, que até hoje o apresenta no SBT, agora com o título de A Praça é Nossa. Recebeu várias homenagens póstumas, entre elas, uma escola estadual que leva o seu nome no bairro de São Miguel Paulista, na zonal leste de São Paulo.

Fonte: pt;wikiédia.org
Formatação: Helio Rubiales


22 de nov. de 2019

GUGU LIBERATO - Arte Tumular - 1469 - Cemitério do Ghetsêmani, Morumbi, São Paulo, Brasil








APRESENTADOR DE TELEVISÃO
VELÓRIO




ARTE TUMULAR
Placa de bronze com o seu nome e datas no gramado do cemitério Obs. a sua placa ainda não foi colocada.

Local: Cemitério Gethsêmani, Morumbi,  São Paulo
Descrição tumular: Helio Rubiales



 

Gugu Liberato
Liberato em 2019.
Nome completoAntônio Augusto Moraes Liberato
Nascimento10 de abril de 1959
São PauloSPBrasil
Morte22 de novembro de 2019 (60 anos)
OrlandoFlóridaEstados Unidos
Nacionalidadebrasileiro
ProgenitoresMãe: Maria do Céu Moraes
Pai: Augusto Claudino Liberato
CônjugeRose Miriam di Matteo
Filho(s)João Augusto Liberato
Marina Liberato
Sofia Liberato
OcupaçãoApresentadorempresáriocantor e ator
Principais trabalhosGGP Produções
Viva a Noite (SBT)
Sabadão (SBT)
Domingo Legal (SBT)
Programa do Gugu (RecordTV)
Gugu (RecordTV)
Power Couple Brasil (RecordTV)
Canta Comigo (RecordTV)
PERSONAGEM
Antônio Augusto Moraes Liberato (São Paulo, 10 de abril de 1959 - Orlando, 22 de novembro de 2019), mais conhecido como Augusto Liberato ou, abreviadamente, Gugu Liberato, é um apresentador de televisão, empresário, ator e cantor brasileiro.
Morreu aos 60 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de portugueses, Gugu escrevia cartas para Silvio Santos sugerindo programas, que o contratou. Começou na televisão aos quatorze anos como assistente de produção do programa Domingo no Parque, apresentado por Silvio Santos no SBT.

Gugu é considerado como um dos apresentadores mais consagrados da história da televisão brasileira. Já apresentou grandes sucessos, como Viva a Noite, Sabadão Sertanejo, Domingo Legal, Gugu (que foi exibido de 2015, quando estreou na quarta após a novela Vitória, até o ano de 2017) e atualmente está no ar com o reality show Power Couple Brasil, após a saída do antigo apresentador, Roberto Justus, no final de 2017.

CARREIRA
Gugu chegou a iniciar um curso de Odontologia na Universidade de Marília (Unimar), na cidade de Marília, em São Paulo, porém desistiu do curso, atendendo ao chamado de Silvio Santos, que o convidou a assumir um posto em frente às câmeras. Um de seus primeiros programas, em 1981, foi a Sessão Premiada paulista - a versão carioca era apresentada por Paulo Barboza. Em 1982, Silvio Santos pediu que Nelly Raymond, uma importante diretora argentina, criasse um programa para os sábados à noite. Era o Viva a Noite, que no início era dividido em várias partes, e apresentado também por nomes como Ademar Dutra, Mariette Detotto e Jair de Ogum. Depois de algumas mudanças de formato, Gugu permaneceu sozinho no comando do programa, posteriormente dirigido por Homero Salles. Ao mesmo tempo que comandava o Viva a Noite, Gugu permaneceu por algum tempo dirigindo o Domingo no Parque e como editor do boletim Semana do Presidente, que era veiculado nos intervalos entre os quadros do Programa Silvio Santos.

Depois do sucesso do grupo Menudo, famoso pela música "Não Se Reprima", que foi exaustivamente promovido pelo programa Viva a Noite em 1984, lançou grupos musicais brasileiros do mesmo formato, como Dominó e Polegar, se tornando um empresário de sucesso. Sua produtora, a GGP, é responsável pela gravação de comerciais, programas e séries.

Em agosto de 1987, no auge do sucesso do Viva a Noite, Gugu assinou um contrato com a Rede Globo. Porém, no sábado de Carnaval de 1988, Silvio Santos foi pessoalmente à sala do dono da emissora carioca, Roberto Marinho, no jornal O Globo, pedir a liberação do apresentador para permanecer no SBT. Silvio iria se submeter a uma delicada cirurgia e fez uma proposta milionária a Gugu, oferecendo grande parte da programação dominical. Para se ter uma ideia, o salário do apresentador aumentou em dez vezes, fora os ganhos com publicidade. Gugu estreou nos domingos do SBT em 17 de abril de 1988, apresentando sozinho os quadros Passa ou Repassa e Cidade contra Cidade. Gugu também dividiu com Silvio Santos a apresentação do Roletrando. Em 30 de outubro de 1988, estreou o quadro TV Animal.

Mesmo apresentando parte da programação dominical, Gugu manteve-se à frente de atrações no sábado à noite, principalmente com programas musicais como o Sabadão Sertanejo. O maior sucesso, porém, veio com o Domingo Legal, que rivalizava exatamente com o Domingão do Faustão, programa ironicamente criado para ser seu. A concorrência, em fins dos anos 1990, foi durante muito tempo favorável a Gugu, que encerrou a década com picos acima de 40 pontos de audiência.

Também atuou no cinema, ao lado das apresentadoras infantis Xuxa Meneghel e Angélica, do grupo Os Trapalhões e, na música, Gugu lançou vários LPs e CDs, incluindo um álbum de estúdio nomeado Gugu Para Crianças, que já vendeu mais de 100 mil cópias no Brasil, e sendo premiado com disco de ouro pela ABPD.

Gugu recebeu 11 estatuetas do Troféu Imprensa, as quais: revelação de 1982, animador de 1995 a 2000 e 2002, programa de auditório de 2008 e programa sertanejo de 1991 e 1992. Venceu também o Troféu Internet de programa de auditório em 2005. Gugu também lançou duas séries de revistas em quadrinhos. A última leva foi entre 1988 e 1990, com 20 gibis e quatro almanaques.

VIDA PESSOAL
Gugu era casado com a médica Rose Miriam di Matteo, com quem teve  três filhos: João Augusto, de 16 anos, e as gêmeas Marina e Sofia, de 13 anos.

MORTE
Na quarta-feira, 20.11.2019, Gugu sofreu um acidente doméstico em sua residência em Orlando, nos Estados Unidos, e foi hospitalizado em estado grave. Segundo sua assessoria de imprensa, ele caiu de uma altura de cerca de quatro metros, quando fazia um reparo no ar condicionado no sótão, e sofreu uma lesão na cabeça, com sangramento intracraniano. “Em virtude da gravidade neurológica, não foi indicado qualquer procedimento cirúrgico. Durante o período de observação foi constatada a ausência de atividade cerebral”, diz o comunicado oficial divulgado nesta noite à imprensa. Gugu teve a morte cerebral confirmada pelo neurocirurgião brasileiro Guilherme Lepski, chamado aos Estados Unidos pela família.
Após ver as imagens dos exames em detalhes, o médico confirmou a irreversibilidade do quadro clínico diante da mãe de Gugu, Maria do Céu, dos irmãos Amandio Augusto e Aparecida Liberato, e da mãe de seus filhos, Rose Miriam Di Matteo.

Fonte: pt/wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales