“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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16 de set de 2016

CATARINA HOWARD - Arte Tumular - 1115 - Chapel of Saint Peter-ad-Vincula, Tower of London London Borough of Tower Hamlets Greater London, England






c. 1523 – 13 de fevereiro de 1542
Precedida por
Ana de Cleves
Coat of Arms of Catherine Howard.svg
Rainha Consorte da Inglaterra
28 de julho de 1540 – 23 de fevereiro de 1541
Sucedida por
Catarina Parr


Local da execução


ARTE TUMULAR
Placa de mármore com o seu nome e datas no piso da Capela

Local: Chapel of Saint Peter-ad-Vincula, Tower of London London Borough of Tower Hamlets Greater London, England
Plot: Chapel Royal



PERSONAGEM
Catarina Howard (Londres, c. 1523 – Londres, 13 de fevereiro de 1542) foi a quinta esposa do rei Henrique VIII e Rainha Consorte da Inglaterra de 1540 até seu casamento ser anulado no ano seguinte sob acusações de adultério.
Morreu  aos 19 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Catarina era filha de Edmundo Howard e de Joyce Culpepper. Era também sobrinha de Tomás Howard, 3.º Duque de Norfolk e prima de Ana Bolena.

Durante a sua infância, o pai foi o governador de Calais e Catarina cresceu na casa de sua avó, Isabel Tilney, Duquesa de Norfolk, que não lhe deu a atenção necessária, permitindo que ela desenvolvesse algumas relações amorosas.

Em 1539, Catarina tornou-se aia de Ana de Cleves, futura rainha consorte de Henrique VIII. O rei, no entanto, encantou-se por ela e não pela mulher, o que precipitou o divórcio.

A 28 de julho de 1540 celebrou-se o casamento e Catarina tornou-se rainha de Inglaterra. Apesar da paixão que o rei lhe tinha e dos presentes luxuosos com que a cobria, Catarina não encontrou felicidade no casamento e tomou como favorito Thomas Culpepper, um cortesão.

A verdadeira natureza desta relação continua por ser esclarecida, mas o certo é que ambos trocaram correspondência considerada incriminatória. Enquanto rainha, Catarina chamou à corte alguns dos seus antigos amigos, nomeadamente Francisco Dereham, que tinha alegadamente sido seu amante em Norfolk e que se tornou no seu secretário particular.

SUSPEITAS DE TRAIÇÃO
As companhias da rainha e o seu passado começaram a levantar suspeitas em 1541. De início, Henrique VIII recusou-se a acreditar nas evidências, mas quando as cartas de Culpeper e Catarina apareceram mandou colocá-la sob prisão na Abadia de Middlesex. Catarina perdeu o título de rainha e foi repudiada.

Em dezembro, Culpeper e Dereham foram exeutados.

JULGAMENTO
Em janeiro de 1542, Catarina começou a ser julgada por adultério, o que numa rainha era equivalente a traição.
Considerada culpada, Catarina foi executada na Torre de Londres a 13 de fevereiro de 1542, aos 19 anos de idade. Diz-se que passou os últimos dias a ensaiar a sua execução.

Os historiadores da dinastia Tudor continuam a debater se Catarina foi ou não culpada de adultério, ou se foi incriminada pelos inimigos da sua família. Todos concordam que de qualquer forma, Catarina foi uma mulher fútil.

MORTE
Executada por decapitação

Fonte: pt;wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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