“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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16 de set de 2016

ANNE DE CLEVES - Arte Tumular - 1114- Westminster Abbey Westminster City of Westminster Greater London, England








ARTE TUMULAR
Placa de mármore com inscrição em letras brancas



Local: Westminster Abbey Westminster City of Westminster Greater London, England
Plot: Entombed behind a wall of chairs
GPS (lat/lon):51.50008, -0.12923
Descrição tumular: Helio Rubiales





PERSONAGEM
Ana (Düsseldorf, 22 de setembro de 1515 – Londres, 16 de julho de 1557) foi a quarta esposa do rei Henrique VIII e Rainha Consorte do Reino da Inglaterra entre janeiro e julho de 1540.
Moreu aos 41 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Era filha de João III, Duque de Cleves e sua esposa Maria de Jülich-Verg.
 Ana nasceu em Düsseldorf, filha de João III, Duque de Cleves, líder de um dos estados germânicos pioneiros na implementação do Movimento Protestante, e de Maria de Jülich-Berg, herdeira do Ducado de Jülich, do condado de Ravensberg, e do estado de Berg.

A posição de Cleves face à Igreja Católica o tornava um potencial aliado para Henrique VIII de Inglaterra, chefe da recentemente criada Igreja Anglicana, em 1533. A união era diplomaticamente valiosa e foi defendida entre outros por Thomas Cromwell, chanceler do reino.

O pintor Hans Holbein, o Jovem foi então contratado para efetuar um retrato de Ana, cujo resultado em muito agradou a Henrique VIII.
Quando Ana chegou à Inglaterra, ficou evidente o talento de Holbein, pois a pintura superava o modelo em atributos físicos. Ana não era uma mulher bonita e tinha a cara coberta de cicatrizes de varíola, prontamente disfarçadas no retrato. Henrique VIII ficou desconsolado com a escolha da noiva desde o primeiro momento, mas apesar disso se casou com Ana em 6 de janeiro de 1540, em Greenwich. Uma das aias designadas para Ana foi Catarina Howard, uma jovem de quinze anos com quem o rei iniciou uma relação amorosa quase de imediato.

O casamento com Ana foi anulado a 9 de julho do mesmo ano, com base na não consumação, e pouco depois Henrique VIII casou-se com Howard.

Ana decidiu ficar na Inglaterra e foi generosamente recompensada pelo incômodo do divórcio. Henrique VIII conferiu-lhe uma pensão, o usufruto do Castelo de Hever e os títulos de Princesa de Inglaterra e Irmã do Rei.

No fim da vida, Ana converteu-se ao Catolicismo e tornou-se confidente das enteadas Maria e Isabel. Ela está enterrada na Abadia de Westminster

MORTE
Provavelmente morreu vítima de câncer.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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