“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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24 de jan. de 2016

GEORGE SMITH PATTON (General) - Arte Tumular - 1045 - Luxembourg American Cemetery and Memorial Hamm Canton de Luxembourg , Luxembourg


US-O11 insignia.svg General de Exército
Distinguished Service Cross ribbon.svg Distinguished Service Medal ribbon.svg Silver Star ribbon.svg Legion of Merit ribbon.svg BEL Croix de Guerre 1944 ribbon.svg Order of the White Lion.svg Czechoslovak War Cross 1939-1945 Bar.png Legion Honneur Commandeur ribbon.svg Croix de Guerre 1939-1945 ribbon.svg LUX Order of Adolphe Nassau Knight BAR.png LUX Croix de Guerre ribbon.svg Ordre de l'Ouissam Alaouite Chevalier ribbon (Maroc).svg Order kutuzov1 rib.png Order of the Bath (ribbon).svg UK OBE 1917 military BAR.svg Bronze Star Medal Reverse.PNG Purpleh back.jpg









ARTE TUMULAR
Cruz latina em mármore branco com o seu nome e datas gravados, fixada no gramado do cemitério

Local: Luxembourg American Cemetery and Memorial Hamm Canton de Luxembourg Luxembourg, Luxembourg
Fotos: Jay Lanee, Dan Graves
Descrição tumular: Helio Rubiales





PERSONAGEM
George Smith Patton, Jr. (São Gabriel, 11 de novembro de 1885 — Heidelberg, 21 de dezembro de 1945) foi o general do 3º Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial.
Morreu aos 60 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Conhecido como "Old Blood and Guts", era amado e odiado pelos seus soldados . Amado por ser considerado um guerreiro nato e odiado pelo fato de ser rígido ao ponto de não admitir que seus soldados sofressem fadiga: "este é um santuário para guerreiros, tirem estes covardes daqui, eles fedem" declarou certa vez sobre internados por fadiga de batalha na tomada de Palermo ao visitar um dos hospitais de campanha montados para receber os feridos.

Foi cotado para ser o líder da operação Overlord, mas perdeu o cargo para o seu então vice-comandante Omar Bradley.  Patton, então, comandou o avanço do 3º Exército dos EUA (Operação Cobra) durante os anos de 1944 e 1945, quando seus homens cruzaram a Europa numa velocidade espantosa, libertando cerca de 12 mil cidades e povoados.

Num curto intervalo de tempo percorreram 2 mil quilômetros e reconquistaram 200 mil quilômetros quadrados de território. Patton e sua tropa fizeram 1,2 milhão de prisioneiros, deixando igualmente para trás 386 mil feridos e mais de 144 mil soldados mortos. Em resumo, retiraram de combate mais de 1,8 milhão de soldados inimigos. Estes números tão impressionantes muito se devem a dois dos principais traços da sua personalidade: a capacidade de liderança e a extrema ousadia para ignorar ordens superiores.

Por trás do general sisudo escondia-se um homem de contrastes. De um lado, um herói americano: patriota, casado, pai de duas filhas e dono de um bull terrier chamado Willie. De outro, um homem cheio de extravagâncias: falava francês, fazia poesias e gostava de desenhar seus uniformes, usava uma pistola Colt 45 com cabo revestido de marfim e suas iniciais gravadas em preto, mas xingava "como um caminhoneiro". Acreditava em reencarnação. Jurava ter lutado em Troia, tomado parte das legiões romanas de Júlio César contra Vercingetórix, ter sido o comandante cartaginês Aníbal Barca e ter participado das guerras napoleônicas. Orava de joelhos; como prova de sua religiosidade, pode-se conferir em seu livro autobiográfico, escrito durante as batalhas, intitulado "A guerra que eu vi", que certa vez pediu a um capelão que fizesse uma oração pedindo a Deus que melhorasse o clima, para que assim a operação prevista continuasse em andamento. Como tal oração de fato surtiu o efeito esperado, Patton condecorou o capelão alegando que este tinha "boas relações com Ele lá em cima".

Era um dos generais mais ricos do exército dos Estados Unidos e foi graduado pela Academia Militar de West Point. Patton mais tarde seria acusado (após sua morte) de acumular relíquias da guerra, tais como um canhão, em sua residência. Patton, pouco antes do fim da Segunda Grande Guerra Mundial, disse que era preciso atacar os bolcheviques, pois esses iriam "armar" algo (filme "Patton: Rebelde ou Herói?"). Esse "algo" acabou se transformando na Guerra Fria.

Patton pagou por ter uma personalidade que não lhe permitia ficar calado sob quaisquer circunstância. Certa vez disse , referindo-se à guerra, "Deus que me perdoe, mas eu amo isso" enquanto observava juntamente com seus subordinados um recente campo de batalha.

 Destacava-se dos demais generais, da época e da atualidade, pois frequentemente era visto nos fronts das batalhas. Um dos seus maiores feito foi libertar a 101ª divisão Aerotransportada da floresta de Ardenas, no que ficou conhecido como Cerco de Bastogne, embora os militares desta divisão tenham alegado nunca terem precisado ou pedido sua ajuda para sair de lá (série Band of Brothers (em DVD), Entrevistas, Disco 6).

 Depois da guerra, o general ganhou um posto administrativo na Baviera, Alemanha. Insatisfeito, voltou a criticar a política de Eisenhower, que defendia a não-participação de filiados ao partido nazista na reconstrução da Europa. Como na Baviera boa parte da população era filiada, ficava impossível administrar. Assim Patton antecipou sua aposentadoria.

MORTE
Três meses depois de sair da ativa, em dezembro de 1945, em Mainhein (Alemanha), um acidente envolvendo o carro em que estava e um caminhão que transportava soldados voltando de uma festa noturna vitimou o general, seccionando-lhe a 3ª vértebra da coluna e causando-lhe outros ferimentos. Gravemente ferido, ele faleceu em 21 de dezembro e foi enterrado em Hamm, Luxemburgo, junto aos combatentes mortos na Batalha das Ardenas. É o único general americano sepultado fora de sua terra natal.

Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales




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