“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



INICIE A MUSICA

PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

29 de out de 2013

LAUREL BLAIR SALTON CLARK - Arte Tumular - 919 - Arlington National Cemetery Arlington Arlington County Virginia, USA





Clark, Brown e Anderson da última missão Columbia estão enterrados imediatamente atrás do Columbia Memorial no cemitério Nacional de Arlington.

ARTE TUMULAR
Lápide em mármore branco com o seu nome e datas gravados e dados sobre a sua missão na Columbia.
O túmulo tratas-e de um cenotáfio, isto é, monumento erigido à memoria do morto, mas que não lhe encerra o corpo.
Local: Arlington National Cemetery Arlington Arlington County Virginia, USA
 Plot: Section 46, Lot 1180-2
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
 Laurel Blair Salton Clark (Ames, 10 de março de 1961 — 1 de fevereiro de 2003) foi uma astronauta e médica norte-americana, tripulante do ônibus espacial Columbia que se desintegrou na reentrada da atmosfera ao final da missão STS-107 da NASA, em 1 de fevereiro de 2003.
Morreu aos 31 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Laurel Clark nasceu no estado de Iowa e desde a juventude sempre foi praticante de esportes de risco como mergulho, pára-quedismo, alpinismo e voo, além do gosto natural por aventuras, que a fazia sempre participar de acampamentos em regiões inóspitas e de viagens pelo país. Laurel Clark frequentou o curso de medicina e formou-se em pediatria no Centro de Medicina Naval de Maryland, além de realizar treinamento de medicina em mergulho, tornando-se oficial médica de mergulho da Marinha e passando a integrar o esquadrão médico de submarinos, baseado na Escócia. Nesta posição, ela treinou com escafandristas e mergulhadores da Marinha e realizou várias evacuações médicas de submarinos dos Estados Unidos. Com suas experiências e cursos subsequentes na marinha e na aviação naval, tornou-se oficial médica de submarinos e cirurgiã naval de voo, passando a integrar o esquadrão de ataque noturno do Corpo de Fuzileiros como cirurgiã, praticando a medicina em condições extremas de meio ambiente, atendimento médico através de paraquedismo, e graduou-se como piloto em diversos tipos de aeronaves. Selecionada para o grupo de astronautas da NASA em 1996, a Dra. Clark passou os dois anos seguintes em treinamento no Centro Espacial Lyndon Johnson, em Houston, Texas, até ser qualificada como astronauta especialista de missão em 1998, trabalhando em terra no escritório de cargas da NASA, avaliando, treinando sua manipulação e estudando as cargas tecnológicas levadas ao espaço pelos ônibus espaciais. Em 16 de janeiro de 2003 foi ao espaço pela primeira e única vez, como tripulante da nave Columbia, numa viagem de 16 dias, para uma missão científica de pesquisa que realizou mais de oitenta experiências em órbita terrestre.
Membros da missão Columbia
MORTE
Ao fim da missão, em 1 de fevereiro, a nave se desintegrou na reentrada da atmosfera, matando todos os tripulantes. Uma fita de vídeo registrada a bordo da Columbia, gravada poucos minutos antes da reentrada e recuperada nos destroços da nave após a tragédia, mostra aquela que talvez seja a mais comovente conversação da história dos vôos espaciais. Minutos antes de sua morte, o Centro de Controle em Houston pede a Clark que faça alguma pequena tarefa final, enquanto a nave reentrava na alta atmosfera terrestre. Ela responde que estava ocupada naquele exato instante, mas que faria o que foi pedido em um minuto, ao que o controlador em terra respondeu: “Não se preocupe, você tem todo o tempo do mundo”. É a última gravação da história do ônibus espacial Columbia.
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

Nenhum comentário: