“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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30 de out de 2013

ÂNGELA DINIZ - Arte Tumular - 922 - Cemitério Parque da Colina, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil



ARTE TUMULAR
Placa de mármore com o seu nome e datas gravados sobre uma laje de granito natural

Local: Cemitério Parque da Colina, Belo Horizonte, Minas Gerais
Fotos: Guilherme Primo
Contribuição: Renato Bastos da Silva
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Ângela Maria Fernandes Diniz (Belo Horizonte, 1944 - Búzios, 30 de dezembro de 1976) foi uma socialite brasileira da década de 70.
Morreu aos 32 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Angela Diniz casou-se aos 18 anos com o engenheiro Milton Villas Boas, do qual se separou após 9 anos e três filhos. Manteve, depois, relacionamento com o colunista social Ibrahim Sued, em 1975, do qual se separou para viver com Doca Street. Foi assassinada em uma casa na Praia dos Ossos, Armação dos Búzios estado do Rio de Janeiro pelo seu companheiro, Doca Street (Raul Fernandes do Amaral Street). O crime foi amplamente divulgado em jornais e televisão. A vida de Ângela viraria um filme dirigido por Roberto Farias, tendo Deborah Secco no papel principal. , mas o filme não chegou a ser realizado. O livro Mea Culpa, editado em 2006, escrito pelo assassino confesso, trata com profundidade a ocorrência.
MORTE
"A Pantera de Minas", como era tratada a biografada nas colunas sociais da época, foi morta por disparos de uma pistola Beretta.
 Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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