“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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5 de jun de 2012

BRAD DAVIS - Arte Tumular - 768 - Forest Lawn Memorial Park (Hollywood Hills),Los Angeles County,California, USA





ARTE TUMULAR
Seu corpo foi cremado e suas cinzas foram depositadas na ala da Corte da Lembrança/Columbarium. O nicho é identificado por uma placa de bronze com o seu nome e datas

Local: Forest Lawn Memorial Park (Hollywood Hills) ,Los Angeles,Los Angeles County,California, USA Plot: Court of Remembrance/Columbarium of Valor, G64054-
Clique sobre o GPS para visitar o cemitério:  34° 8'48.49"N, 118°19'23.20"W
Fotos: AJ Marik e Ray VanHorn
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Brad Davis, nome artístico de Robert Creel Davis, (Tallahassee, 6 de Novembro de 1949 — Los Angeles, 8 de Setembro de 1991) foi um ator norte-americano, ganhador de um Globo de Ouro de melhor ator (revelação) por sua atuação do filme "Midnight Express" de 1978.
Morreu aos 41 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascido Robert Creel Davis em Tallahassee, Flórida, filho de Eugene Davis, um dentista cuja carreira declinou devido ao alcoolismo, e sua esposa, Anne Creel. Seu irmão Gene é também um ator. Segundo um artigo publicado no The New York Times em 1987, Davis afirma ter sofrido violência física e abuso sexual nas mãos de ambos os pais. Já adulto, era alcoólatra e usuário de drogas por via intravenosa. Tornou-se sóbrio em 1981. Davis era conhecido como "Bobby" durante sua juventude, mas adotou Brad como seu nome artístico em 1973. Aos 17, após vencer um concurso de talentos musicais, Davis trabalhou no Teatro Atlanta. Mais tarde, mudou-se para Nova Iorque e frequentou a Academia Americana de Artes Dramáticas, bem como estudou teatro no American Place Theater. Depois de fazer um papel na novela "Como sobreviver a um casamento", atuou em peças na off-Broadway. Em 1976, foi escalado para interpretar um pretendente de Sally Field no filme para televisão Sybil. Desempenhou o papel principal na peça de Larry Kramer sobre Aids, no filme The Normal Heart (1985). Teve seu maior sucesso em um filme vivendo o personagem principal Billy Hayes em Midnight Express (1978), pelo qual ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme Acting Debut - Masculino. Também foi indicado a um prêmio semelhante naquele mesmo ano no BAFTA, além de receber indicações de Melhor Ator em ambas as cerimônias. Teve um pequeno papel em Roots. Davis foi casado com Susan Bluestein Davis, que mais tarde tornou-se uma vencedora do Emmy Award como melhor diretora de elenco. Eles tiveram uma filha, Alexandra. MORTE
Com diagnóstico de AIDS em 1985, Davis manteve sua condição em sigilo até pouco antes de sua morte. Embora fora anunciado que ele morreu de Aids em 1991 em Los Angeles, ele morreu de uma overdose intencional. Em um hospital, perto da morte e com dores severas, ele optou por voltar para casa e terminar a sua vida em seus próprios termos. Com sua esposa e um amigo da família presentes, ele cometeu suicídio assistido. Sua esposa continua a campanha de combate à AIDS. Davis foi referido como "o primeiro ator heterossexual a morrer de AIDS", embora tenha sido dito como bissexual, uma afirmação contestada por sua esposa, em seu livro. Quando perguntado se ele se considerava bissexual, ele respondeu "alguém uma vez não disse que, la´no fundo, todos somos bissexuais? "
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales

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