“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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28 de ago de 2011

BÓRIS IÉLTSIN - Arte Tumular - 593 - Novodevichy Cemetery ,Moscow, Moscow Federal City, Russian Federation









Sepultamento inicial (sem o túmulo)
ARTE TUMULAR
Túmulo representando a bandeira da federação russa em movimento em listras horizontais de igual largura, sendo as cores, de cima para baixo, branco, azul e vermelho. As cores desta bandeira têm origem nas cores Pan-Eslavas. Representa a transformação do socialismo para o capitalismo

Local: Novodevichy Cemetery ,Moscow, Moscow Federal City, Russian Federation
Fotos: Terry Smith
Descrição tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
Bóris Nicoláievitch Iéltsin (Butka, 1º de fevereiro de 1931 — Moscou, 23 de abril de 2007) foi um político russo, com um importante papel na história recente da União Soviética e da Federação Russa.
Morreu aos 76 anos de idade.
BIOGRAFIA
Era casado com Naina Iosifovna Ieltsina, com quem teve duas filhas, Iélena e Tatiana, nascidas em 1957 e 1958, respectivamente.
Foi o primeiro presidente da Rússia em 1991, após o fim da União Soviética, e o primeiro eleito democraticamente na história daquele país governando entre 1991 e 1999. A sua eleição, em 1991, ficou em volta de muita expectativa e a 12 de Junho de 1991, Iéltsin ganha as eleições com 57% dos votos.
Em 1994 ordenou a invasão da Chechénia, originando a primeira Guerra Chechena, até chegar a um tratado de paz em 1996, violado pouco tempo depois.
Iéltsin foi o responsável por transformar a Rússia num Estado capitalista, deixando de lado o socialismo.
Engenheiro industrial, membro do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) desde 1961 e, entre 1976 e 1985, chefe do partido na região de Sverdlovsk, incorporou-se em 1981 ao Comitê Central, ocupando a presidência em 1985. Reformista convicto, Mikhail Gorbatchov solicitou sua presença em Moscou, onde dirigiu o PCUS e se apresentou, em 1985, como candidato ao Politburo. Enquanto Yeltsin ganhava popularidade na capital graças às reformas empreendidas na administração e à luta contra a corrupção, obtinha a inimizade das forças opositoras à reforma, que conseguiram sua destituição em 1988 como chefe do partido e candidato ao Politburo.
Nomeado então vice-primeiro-ministro para a Construção, em 1990 foi eleito presidente do Congresso dos Deputados da Rússia, impulsionando a aplicação da Perestroika. Mais tarde, abandonou o Partido Comunista. Na seqüência da introdução, em 1991, de um sistema presidencialista, alcançou a presidência da Rússia após as primeiras eleições livres e secretas da história do país.
Em agosto de 1991, opôs-se ao golpe conservador contra Gorbatchov, assumiu a missão de acabar com o PCUS e criou a formação da Comunidade de Estados Independentes (CEI), processo ligado à queda de Gorbatchov e à dissolução da União Soviética (dezembro de 1991). Yeltsin empreendeu uma reforma política que pretendia instaurar a economia de mercado, mas deparou com a resistência das forças reacionárias lideradas pelo vice-presidente Alexander Ruzcoi, que tentaram, em vão, provocar sua queda em outubro de 1993. Com a aprovação de uma nova Constituição (dezembro de 1993), Yeltsin reforçou seu poder, mas não obteve êxito na economia.
Em dezembro de 1993, teve de fazer concessões a seus adversários políticos na Duma, que ficaram ainda mais fortalecidos. Na política interna, graças ao apoio do ministro Victor Chernomirdin, prosseguiu com as reformas, de forma mais duvidosa, visando manter o poder. Na política externa, suas relações com os países da CEI baseavam-se na defesa dos interesses nacionais russos de forma hegemônica e conservadora. Combateu duramente Mussaiev D. Dudaiev em 1990, quando a Chechênia tentou separar-se da Federação Russa, sem sucessos militares significativos. As negociações de paz com os chechenos, nas eleições presidenciais de junho de 1996, a união eleitoral com o ex-general Alexander Liebed, seu conselheiro de Segurança, e diversas ações populistas asseguraram-lhe a permanência no cargo novamente.
Após uma cirurgia no coração, em 1996, empreendeu um novo rumo de reformas, alterando a composição dos órgãos de decisão e do aparelho político central. Nomeou Anatoli Chubais e Boris Nemzov vice-presidentes do governo, mantendo Chernomirdin em seu cargo. Ante a ampliação da Otan, com a incorporação de novos membros do antigo Pacto de Varsóvia, Yeltsin estreitou ainda mais a cooperação com a China. Por seu delicado estado de saúde, pelas críticas que vinha recebendo ao caráter autocrático de seu governo e a casos de corrupção, Yeltsin renunciou em 31 de dezembro de 1999. Nomeou para seu posto o primeiro-ministro Vladimir Putin, que lhe garantiu imunidade contra eventuais processos judiciais.
MORTE
Iéltsin faleceu aos 76 anos de idade, de complicações cardíacas, após uma visita à Jordânia. Encontra-se sepultado no Cemitério Novodevichy.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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