“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



INICIE A MUSICA

PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

14 de abr de 2011

JOAN CRAWFORD - Arte Tumular - 456 - Ferncliff Cemetery and Mausoleum, Hartsdale, Westchester County,New York,













ARTE TUMULAR
Cripta com tampo de mármore com o seu nome e datas gravado
Local: Ferncliff Cemetery and MausoleumHartsdale, Westchester County,New York,
Sinopse: Mausoléu Ferncliff, Unidade 8, E Alcova, Cripta 42
Fotos: Curtis Jackson e Jim Tripton
Descrição tuumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Joan Crawford (San Antonio23 de março de 1905– Nova Iorque10 de maio de1977) foi uma atriz americana.
Morreu aos 71 anos de idade.
BIOGRAFIA
Lucille Fay LeSueur - seu verdadeiro nome - teve uma vida difícil. As únicas vantagens que possuía eram o corpo espetacular e uma prodigiosa habilidade sexual. Descobriu desde cedo suas qualidades como dançarina e um talento inato para o strip-tease, que lhe garantia sobrevivência antes de entrar para o cinema.
Este não era ainda o caminho para o estrelato, mas Lucille provaria ser persistente. Conheceu Nils Granlund quando trabalhava no bar de Henry Richman, um dos amantes de Clara Bow. Para circular com os clientes como Richman exigia que fizesse, ela precisava de uma roupa adequada. Granlund deu-lhe o dinheiro para comprá-la e Joan foi ao seu escritório para mostrá-la. Havia acabado de se despir para pôr o vestido novo quando entrou Marcos Loew, da MGM. Ele gostou muito do que viu e conseguiu um teste para ela. Algum tempo depois informaram a Crawford que a Metro Goldwyn Mayerpretendia contratá-la por cinco anos.
Assinou contrato em 1925 e fez sua estréia no cinema em Pretty Ladies, ainda na época do cinema mudo. Lucille aprendeu rapidamente e se integrou muito bem ao sistema do estúdio. Quem quisesse determinado papel devia provar o seu talento para algum dos grandes chefes. Isso não seria problema para ela. Logo estava trabalhando, graças a uma entrevista com o publicitário da MGM, Harry Rapf. Decidiu-se que seu nome não era conveniente para uma estrela. A revista Movie Weekly organizou um concurso para encontrar o nome para a nova promessa das telas. O vencedor foi Joan Crawford, o que ela passou a ser.
Foi indicada três vezes ao Oscar de melhor atriz: em 1945 por Almas em Suplício, em 1947 por Fogueira de Paixões e em 1952 porPrecipícios D'Alma. Venceu em 1945 e participou de outros filmes de sucesso como Johnny GuitarO Que Terá Acontecido a Baby Jane?.
Foi casada quatro vezes. Os três primeiros casamentos foram com os atores Douglas Fairbanks Jr.Franchot Tone e Philip Terry e o quarto com o empresário Alfred Steele, maior acionista da Pepsi Cola e de quem ela ficou viúva em 1959, exercendo por vários anos o cargo de presidente do conselho da empresa.
Não teve filhos mas adotou quatro crianças: Christina, Christopher e as gémeas Cynthia "Cindy" e Cathy.
No seu testamento, escrito pouco tempo antes de sua morte, Joan Crawford deserdou os seus dois filhos mais velhos, Christina e Christopher, legando uma parcela mínima da sua fortuna, avaliada em cerca de dois milhões de dólares, aos outros dois.

Após sua morte, sua filha mais velha Christina Crawford, publicou Mommie Dearest(Mamãezinha Querida), um livro autobiográfico best-seller em que descreve Joan como péssima e abusiva mãe, dela e de seu irmão. Segundo Christina, a mãe era alcólatra e não tinha nenhum afeto pelos filhos, que teria adotado apenas para fins publicitários. O livro, bastante polêmico, foi levado às telas com Faye Dunaway no papel de Crawford
.Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales

Nenhum comentário: