“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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26 de abr de 2011

JACINTA MARTO - Arte Tumular - 471 - Santuário de Fátima, Fátima, Portugal









TÚMULO 
Laje de mármore (lápide) retangular com o seu nome e datas gravados

Local: Santuário de Fátima, Fátima, Portugal
Fotos: pt.wikipedia.org e euquerominhacasa.blogspot.com
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Jacinta Marto (AljustrelFátimaOurém11 de Março de 1910 — Lisboa, Hospital de D. Estefânia, 20 de Fevereiro de 1920)  foi uma dos três pastorinhos que afirmam ter visto Nossa Senhora na Cova da Iria, entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917.
Morreu aos 9 anos de idade.
BIOGRAFIA
Filha mais nova de Manuel Pedro Marto e de sua mulher Olímpia de Jesus dos Santos, Jacinta Marto e Francisco eram crianças típicas do Portugal rural da época. Como de início não frequentava a escola, trabalhava como pastora em conjunto com seu irmão e a sua prima Lúcia. Mais tarde, logo após as aparições e segundo as mesmas, por recomendação de Nossa Senhora, entrou na escola primária. De acordo com as memórias de Lúcia, Jacinta era uma criança afetiva e muito afável e emocionalmente frágil.
Jacinta ainda foi à escola, embora sem ter podido continuar os estudos. Denunciavam a timidez das crianças pobres e entregues ao quotidiano solitário por entre montes e arbustos com o gado. . 
Esteve em todas as aparições entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917. Todas estas se sucederam em Fátima, na Cova da Iria, à exceção da de 13 de agosto, quando os três videntes se encontravam em Vila Nova de Ourém, onde se encontravam detidos pelas autoridades, que mantiveram, entre 13 e 16 de agosto, Jacinta, Francisco e Lúcia sobre interrogatórios acerca dos segredos revelados pela  Aparição da Senhora, nada obtendo, todavia, da boca das crianças, que terão sido, segundo versões postas a circular nos meios católicos, sujeitas a torturas de confissão. A aparição de agosto deu-se então no lugar dos Valinhos, a 19 desse mês.
Na sequência das aparições, os dois irmãos foram influenciados porque terão visto o Inferno, durante a terceira aparição (Julho de 1917). Deslumbrada com a triste sorte dos pecadores, na sua simplicidade, decide responder ao apelo da Virgem Maria e fazer penitência e sacrifício pela conversão dos pecadores.
As três crianças, mas particularmente Jacinta, praticavam mortificações e penitências. É possível que prolongados jejuns a tenha enfraquecido a ponto de ter sucumbido à epidemia do vírus influenza que varreu a Europa em 1918 e em consequência da primeira guerra mundial. Jacinta, que sofria de pleurisia e não podia ser anestesiada devido à má condição do seu coração, foi assistida em vários hospitais, acabando por sucumbir em 20 de Fevereiro de 1920, no Hospital D. Estefânia em Lisboa.
Jacinta foi beatificada, com seu irmão, pelo Papa João Paulo II em 13 de Maio de 2000. Jacinta é a cristã mais nova não-mártir a ser beatificada. O seu dia festivo é 20 de Fevereiro, no dia 11/03/2010 aconteceu o centenário do Nascimento da Beata Jacinta Marto. Com a audiência do Santo Padre.
Fonte:pt.wikipedia.org, .infopedia.pt
Formatação: Helio Rubiales

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