“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



INICIE A MUSICA

PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

26 de abr de 2011

ESTÁCIO DE SÁ -Arte Tumular - 470 - Igreja S.Francisco dos Frades Capuchinos,Rio de Janeiro







ARTE TUMULAR
Foi sepultado na Igreja São Sebastião dos Frades Capuchinos, onde está o marco da fundação da cidade do Rio de Janeiro. Num dos pilares da Igreja há uma placa em mármore com as inscrições e datas e a heráldica da familia.
LOCAL: Igreja S.Francisco dos Frades Capuchinos,Rio de Janeiro.
Foto:Jane
Descrição Tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Estácio de Sá (Santarém, 1520 — Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 1567) foi um militar português, fundador da cidade do Rio de Janeiro e primeiro governador-geral da Capitania do Rio de Janeiro, no período colonial.
Morreu aos 47 anos de idade.
BIOGRAFIA
Filho de Gonçalo Correia (1510 - ?) e Filipa de Sá (1515 - ?), sua primeira esposa. Da segunda esposa, Maria Rodrigues (1529 - ?) Gonçalo Correia teria outros filhos. Eram seus irmãos Salvador Correia de Sá, nascido em 1540, e Francisco de Sá. Alguns historiadores dizem que da segunda esposa, Gonçalo Correia teve um filho, Manuel Correia Vasques; outros dizem ser este filho de Martim Correia de Sá e de D. Maria de Mendoza.
Seja como for, Estácio era sobrinho de Mem de Sá e chegou a Salvador, na Bahia, em 1563 com a missão de expulsar definitivamente os franceses remanescentes na Baía de Guanabara e ali fundar uma cidade.
Devido às dificuldades do início da colonização, somente em 1565, com reforços obtidos na então Capitania de São Vicente e com o auxílio dos jesuítas, conseguiu reunir uma força de ataque para cumprir a sua missão.
Em 1 de março de 1565 fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em terreno plano entre o morro Cara de Cão e o morro do Pão de Açúcar, sua base de operações. O objetivo da fundação foi dar início à expulsão dos franceses que já estavam na área há dez anos.
Combateu os franceses e seus aliados indígenas por mais dois anos. Em 20 de janeiro de 1567, com a chegada da esquadra comandada por Cristóvão de Barros com reforços comandados pessoalmente por seu tio Mem de Sá (indígenas mobilizados pelos padres jesuítas José de Anchieta e Manuel da Nóbrega), lançou-se ao ataque, travando os combates de Uruçu-mirim (atual praia do Flamengo) e Paranapuã (atual Ilha do Governador).
MORTE
Gravemente ferido por uma flecha indígena que lhe vazou um olho durante a batalha de Uruçu-mirim (20 de Janeiro), veio a falecer um mês mais tarde (20 de Fevereiro), provavelmente por septicemia decorrente do ferimento.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e Pesquisa: Helio Rubiales

Nenhum comentário: