“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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11 de mai de 2009

ANTONIO STRADIVARIUS- ArteTumular - 235 - Basilica of San Domenico Stradvarius, Cremona, Lombardia, Italy







Lápide

ARTE TUMULAR
Base tumular retangular em granito marrom com o nome de Stradivarius na parte frontal. Sobre o tumulo uma placa em bronze indentifica a sepultura.
LOCAL: Basilica of San Domenico Stradvarius, Cremona, Lombardia, Italy
Fotos: Find a Grave
Descrição Tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Antonius Stradivarius ou, em italiano, Antonio Giacomo Stradivari (Cremona, 1648 — Cremona, 18 de Dezembro de 1737) foi um célebre luthier italiano. A liuteria é uma manifestação artística que engloba a construção e restauração, de um modo artesanal, de instrumentos de corda com caixa de ressonância, tal como: violino, viola, violoncelo, contrabaixo etc. mas não daqueles dotados de teclado.
Morreu aos 93 anos de idade.

BIOGRAFIA
Ainda muito jovem foi discípulo de Niccolò Amati, com quem aprendeu e desenvolveu a arte inconfundível de fazer instrumentos de corda, como violinos, violas e violoncelos, contra-baixos, violões e harpas.

O período áureo de sua carreira foi entre 1700 e 1722, quando lançou a forma G e construiu seus violinos mais famosos, como o "Bets", em 1705, o "Cremonese", em 1715, o "Messiah" e o "Medici", ambos em 1716. Muitas das técnicas utilizadas por ele ainda não foram completamente desvendadas.

Sabe-se que as madeiras usadas eram o acero e o abeto, este para o tampo harmônico e partes internas e aquele para o fundo, faixa e braço. A madeira era tratada com diversos tipos de minerais, borato de potássio, silicato de sódio e de silicato de potássio, verniz de bianca (um composto de goma arábica, mel e clara de ovo), além de Stradivari selecionar madeiras mais antigas e ressecadas.

TEORIAS
Há diversas teorias sobre a sonoridade de seus violinos. Uma delas diz que o segredo da sonoridade de seus instrumentos estava no verniz utilizado por ele, que acreditavam conter cinzas vulcânicas, o que tornava o instrumento mais duro e assim melhorando a sonoridade. Essa teoria ainda não foi comprovada por pesquisas.

Outra lenda para o fato de seus violinos terem uma sonoridade superior, era porque ele selecionava madeiras de navios naufragados há anos. Com isso, a madeira ficava muitos anos em água salgada, o que fazia com que fosse mais dura. Também não há nenhuma prova científica sobre esse fato.

Um outro fato (talvez o mais aceitável entre os cientistas), é que durante o período em que viveu o luthier, a Terra, e especialmente a Europa, estava passando por um período onde foram registradas temperaturas muito baixas. Por isso, as madeiras das árvores ficaram mais duras durante esse período.

MORTE
Stradivari morreu em 18 de dezembro 1737, com idade 93. Ele foi enterrado na igreja de San Domenico.  O túmulo foi adquirido 8 anos antes de sua morte, tendo sido comprado de uma família Cremonese.
 Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa : Helio Rubiales

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