“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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5 de mar de 2016

ALEXANDRA DA DINAMARCA - Arte Tumular - 1104 - St George's Chapel Windsor Windsor and Maidenhead Royal Borough Berkshire, England



Coat of Arms of Alexandra of Denmark.svg
Brasão de Alexandra como rainha






ARTE TUMULAR
Tumulo altar, composto por uma base tumular em mármore, que suporta uma urna retangular em madeira decorada, que por duas vez, suporta as esculturas em mármore branco do rei e da rainha.


Local- St George's Chapel Windsor Windsor and Maidenhead Royal Borough Berkshire, England Plot: Altar
Fotos - Findagrave
Descrição tumular - Helio Rubiales




PERSONAGEM
Alexandra da Dinamarca (Copenhaga, 1 de dezembro de 1844 – Sandringham, 20 de novembro de 1925) foi a esposa do rei Eduardo VII e rainha consorte do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda de 1901 até 1910.
Morreu aos 80 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
A família de Alexandra era relativamente desconhecida até o seu pai, o príncipe Cristiano de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Glücksburg, ser escolhido para suceder ao seu primo distante, o rei Frederico VII da Dinamarca.

Aos dezesseis anos, a princesa foi escolhida para futura esposa de Alberto Eduardo, Príncipe de Gales, herdeiro da rainha Vitória do Reino Unido, tendo contraído matrimônio dezoito meses depois, em 1863, o mesmo ano em que o seu pai se tornou rei da Dinamarca e o seu irmão foi escolhido para se tornar rei da Grécia.

Alexandra foi princesa de Gales entre 1863 e 1901, sendo até hoje a pessoa que mais tempo deteve este título. Tornou-se geralmente popular e o seu estilo e porte foram imitados por quase todas as mulheres britânicas da época. Apesar de ser excluída de qualquer atividade política, a princesa tentou sem sucesso influenciar alguns ministros britânicos e a família do marido a favor de interesses gregos e dinamarqueses.

As suas funções de estado limitavam-se a trabalhos de caridade que não causassem demasiado escândalo. Após a morte da rainha Vitória em 1901, o seu marido tornou-se o rei Eduardo VII, imperador da Índia e Alexandra passou a ser a sua rainha e imperatriz consorte. Desde a morte de Eduardo em 1910 até sua própria morte, foi rainha-mãe do Reino Unido, sendo mãe do rei Jorge V. Não confiava no seu sobrinho, o imperador Guilherme II da Alemanha e deu total apoio ao seu filho durante a Primeira Guerra Mundial que colocou a Grã-Bretanha contra o Império Alemão.

MORTE
Morreu em 20 de novembro de 1925 em Sandringham de ataque cardíaco e foi enterrada numa sepultura elaborada ao lado do seu marido na Capela de São Jorge no Castelo de Windsor

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