“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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8 de fev. de 2016

MARQUÊS DE SAPUCAI - Cândido José de Araújo Viana - Arte Tumular - 1078 - Cemitério S.Francisco de Paula (Catumbi), Rio de Janeiro. Brasil







Precedido por
Manuel da Costa Pinto
Presidente da província do Maranhão
Sucedido por
Joaquim Vieira da Silva e Sousa
Precedido por
Nuno Eugênio Lóssio e Seiblitz
Presidente da província de Alagoas
1828 — 1829
Sucedido por
Manuel Antônio Galvão
Precedido por
Nicolau Pereira de Campos Vergueiro
Ministro da Fazenda do Brasil
1832 — 1834
Sucedido por
Antônio Pinto Chichorro da Gama
Precedido por
Honório Hermeto Carneiro Leão
Ministro da Justiça do Brasil
1833
Sucedido por
Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho
Precedido por
Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva
Ministro dos Negócios do Império do Brasil
1841 — 1843
Sucedido por
José Antônio da Silva Maia
Precedido por
Luís José de Oliveira Mendes
Presidente do Senado do Império do Brasil
1851 — 1853
Sucedido por
Manuel Inácio Cavalcanti de Lacerda








ARTE TUMULAR 
Base tumular em mármore branco com um tampo, também em mármore com o seu nome e datas gravados. (O tampo apresenta-se quebrado)

Local: Cemitério S.Francisco de Paula (Catumbi), Rio de Janeiro. Brasil
Fotos: Emanuel Messias
Descrição tumular: Helio Rubiales


Cândido José de Araújo Viana
Marquês de Sapucaí
Nascimento15 de setembro de 1793
 Nova LimaMinas Gerais Brasil Colonial
Morte23 de janeiro de 1875 (80 anos)
 Rio de JaneiroRio de JaneiroImpério do Brasil Império do Brasil
CônjugeAna Efigênia Vieira de Ramalho
DescendênciaAmérico de Araújo Vianna
Cândido de Araújo Vianna
Maria de Araújo Viana
Ernesto de Araújo Vianna
Januária de Araújo Vianna
Mariana de Araújo Vianna
Blandina de Araújo Viana
Manoel Araújo da Cunha
PaiManoel de Araújo da Cunha
MãeMariana Clara Vianna
AssinaturaAssinatura de Cândido José de Araújo Viana


PERSONAGEM
Cândido José de Araújo Viana , primeiro e único Visconde com Grandeza e Marquês de Sapucaí (Nova Lima, então Congonhas de Sabará, 15 de setembro de 1793 — Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1875) foi um desembargador e político brasileiro.
Morreu aos 81 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi ministro da fazenda e ministro da justiça, conselheiro de estado, deputado geral, presidente de província e senador de 1840 a 1875, eleito pela província de Minas Gerais. Ocupou a presidência do senado de 1851 a 1853.

Bacharel em direito, foi deputado constituinte em 1823 e deputado geral representando Minas Gerais por três mandatos. Ocupou as presidências das províncias de Alagoas e do Maranhão. Foi ainda procurador da coroa, fiscal do tesouro e ministro do Supremo Tribunal de Justiça, ministro da fazenda e nomeado membro extraordinário do Conselho de Estado a partir da data de sua criação.

Em 1839, foi nomeado mestre de literatura e ciências positivas de D. Pedro II (então herdeiro do trono); posteriormente, também cuidou da educação da Princesa Isabel. Como Ministro do Império no segundo Gabinete conservador (1841-1843), referendou a lei que dava aos senadores o solene tratamento de "Sua Excelência".

Condecorado como dignitário da Imperial Ordem de Cristo e da Rosa, além de Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e da Legião de Honra. Recebeu do imperador o título de visconde em 1854 e de marquês em 1872. Era do Conselho de Sua Majestade, Gentil-Homem da Imperial Câmara e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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