“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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8 de fev de 2016

MARQUÊS DE SAPUCAI - Arte Tumular - 1078 - Cemitério S.Francisco de Paula (Catumbi), Rio de Janeiro. Brasil










ARTE TUMULAR 
Base tumular em mármore branco com um tampo, também em mármore com o seu nome e datas gravados. (O tampo apresenta-se quebrado)

Local: Cemitério S.Francisco de Paula (Catumbi), Rio de Janeiro. Brasil
Fotos: Emanuel Messias
Descrição tumular: Helio Rubiales




PERSONAGEM
Cândido José de Araújo Viana , primeiro e único Visconde com Grandeza e Marquês de Sapucaí (Nova Lima, então Congonhas de Sabará, 15 de setembro de 1793 — Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1875) foi um desembargador e político brasileiro.
Morreu aos 81 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi ministro da fazenda e ministro da justiça, conselheiro de estado, deputado geral, presidente de província e senador de 1840 a 1875, eleito pela província de Minas Gerais. Ocupou a presidência do senado de 1851 a 1853.

Bacharel em direito, foi deputado constituinte em 1823 e deputado geral representando Minas Gerais por três mandatos. Ocupou as presidências das províncias de Alagoas e do Maranhão. Foi ainda procurador da coroa, fiscal do tesouro e ministro do Supremo Tribunal de Justiça, ministro da fazenda e nomeado membro extraordinário do Conselho de Estado a partir da data de sua criação.

Em 1839, foi nomeado mestre de literatura e ciências positivas de D. Pedro II (então herdeiro do trono); posteriormente, também cuidou da educação da Princesa Isabel. Como Ministro do Império no segundo Gabinete conservador (1841-1843), referendou a lei que dava aos senadores o solene tratamento de "Sua Excelência".

Condecorado como dignitário da Imperial Ordem de Cristo e da Rosa, além de Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e da Legião de Honra. Recebeu do imperador o título de visconde em 1854 e de marquês em 1872. Era do Conselho de Sua Majestade, Gentil-Homem da Imperial Câmara e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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