“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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13 de jan de 2016

WILLIAM THOMSON - Arte Tumular- 1039- Westminster Abbey Westminster City of Westminster Greater London, England




ARTE TUMULAR 
Placa em mármore negro em formato de losango com o seu nome e datas gravados, no dolo da Abadia.

Local: Westminster Abbey Westminster City of Westminster Greater London, England
GPS (Lat/Long)  51.50008, -0.12923
Foto: Scott Michaels
Descrição Tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
William Thomson, 1º barão Kelvin, (no Brasil é mais conhecido como Lorde Kelvin) OM, PRS, PRSE (Belfast, 26 de junho de 1824 — 17 de dezembro de 1907) foi um físico-matemático e engenheiro britânico, nascido na Irlanda.
Morreu aos 73 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Considerado um líder nas ciências físicas do século XIX, ele fez importantes contribuições na análise matemática da eletricidade e termodinâmica, e fez muito para unificar as disciplinas emergentes da física em sua forma moderna. É conhecido por desenvolver a escala Kelvin de temperatura absoluta (onde o zero absoluto é definido como 0 K). O título de Barão Kelvin foi-lhe dado em homenagem a suas realizações.

VIDA
Filho de James Thomson e Margaret Gardner, aos  8 anos Kelvin já assistia às conferências de seu pai, que era matemático. Ainda adolescente, escreveria seu primeiro trabalho nessa área. Quando esse estudo foi apresentado na filial da Royal Society (em Edimburgo, Escócia, onde então estudava), acharam mais conveniente que fosse lido por um professor mais velho, para que a platéia não se sentisse incomodada ao assistir a uma aula dada por alguém tão jovem. Com 17 anos, foi estudar na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e ao se diplomar mudou-se para a França, onde fez sua pós-graduação.

Aos 68 anos de idade, recebeu o título de nobreza de Primeiro Barão Kelvin de Largs, pela grande importância de seu trabalho científico.
Foi presidente da Physical Society of London, de 1880 a 1882.

MORTE
Faleceu por insuficiência cardíaca.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales


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