“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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15 de dez de 2013

PETER O'TOOLE - Arte tumular - 956 - Cremado







PERSONAGEM
Peter Seamus O’Toole (Connemara, 2 de agosto de 1932 — Londres, 14 de dezembro de 2013 ) foi um ator irlandês. É pai da também atriz Annette O'Toole. Foi indicado a oito Oscars, e detém o recorde de mais indicações sem nenhuma vitória. Ganhou quatro Globos de Ouro, um BAFTA e um Emmy, e foi o ganhador de um Oscar honorário em 2003, por seu corpo de trabalho.
Morreu aos 81 anos.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Peter Seamus O'Toole Lorcan nasceu em 1932. Filho de Jane Constance, uma enfermeira escocesa, e Patrick Joseph O'Toole, um irlandês. Foi criado na religião católica. O'Toole no início da Segunda Guerra Mundial foi para uma escola católica.
Ao sair da escola O'Toole obteve emprego de estagiário como jornalista e fotógrafo, até que ele foi chamado para o serviço nacional. Em 1952 O'Toole conseguiu uma bolsa de estudos na Royal Academy of Dramatic Art (RADA). Na RADA, ele estudava na mesma classe de Albert Finney, Alan Bates e Brian Bedford. O'Toole começou a trabalhar no teatro, antes de fazer sua estreia na televisão em 1954. Ele apareceu pela primeira vez no cinema em 1959 em um pequeno papel. Ele veio a ganhar seu maior reconhecimento ao interpretar T. E. Lawrence no filme de David Lean Lawrence da Arábia de 1962, depois que Marlon Brando e Albert Finney recusaram o papel.
Filme Lawrence da Arábia de 1962

O papel lhe apresentou para o público dos Estados Unidos e lhe rendeu a primeira das suas oito indicações para o Oscar de melhor ator. O'Toole ainda interpretou grandes papeis como o Rei Henrique II da Inglaterra em Becket de 1964 e em The Lion in Winter de 1968. O'Toole interpletou também Hamlet sob direção de Laurence Olivier. Ele também apareceu na produção de Seán O'Casey Juno e cumpriu uma ambição de sua vida quando subiu no palco da capital irlandesa no Abbey Theatre em 1970, ao interpletar Samuel Beckett ao lado Donal McCann. Em 1980, ele recebeu a aclamação da crítica ao interpretar o diretor no filme por trás das cenas de O Fugitivo. O'Toole foi indicado ao Oscar em 1982 pela a comédia romântica My Favorite Year, que fala sobre a luz por trás dos bastidores em um show de variedades da TV na década de 1950. Em 1972, ele interpretou Miguel de Cervantes em sua criação ficcional de Don Quixote em Man of La Mancha, em uma adaptação cinematográfica do musical da Broadway de 1965, ao lado de Sophia Loren. O filme foi amplamente criticado pela critica especializada e pelo público na época, o filme se tornou um dos maiores sucessos em videocassete e DVD. O'Toole ganhou um prêmio Emmy por seu papel na mini-série de 1999 Joan of Arc. Ele foi mais uma vez nomeado para Oscar de melhor ator em 2006 por sua interpretação como Maurice em Venus, dirigido por Roger Michell, como sua oitava nomeação. Mais recentemente, O'Toole co-estrelou o filme da Pixar Ratatouille, um filme animado sobre um rato com um sonho de se tornar o maior cozinheiro de Paris, onde ele interpletou Anton Ego um crítico gastronômico.
VIDA PESSOAL
] Em 1959, casou-se com a atriz galesa Siân Phillips, com quem teve duas filhas: a premiada atriz Annette O'Toole e Patricia. Peter e Sian se divorciaram em 1979. Phillips revelou mais tarde em duas autobiografias que O'Toole a havia submetido à crueldade mental em grande parte alimentada por beber em demasia. E estava sujeito a crises de ciúme extremo, quando ela finalmente o deixou por um amante mais jovem. Uma doença grave quase terminou sua vida no final de 1970. Devido à sua bebedeira e um defeito digestivo, desde o nascimento, ele passou por uma cirurgia em 1976 para ter seu pâncreas e grande parte do estômago removido. Em consequencia da cirurgia, ficou dependente da insulina. Em 1978 ele quase morreu de uma doença no sangue. O'Toole, eventualmente, se recuperou e voltou a trabalhar, embora ele achou mais difícil de conseguir peças em filmes, resultando em mais trabalho para a televisão e os papéis no palco ocasionalmente. No entanto, ele apareceu em 1987 no filme O Último Imperador. Ele residia em Clifden , Condado de Galway, na Irlanda desde 1963 e no auge de sua carreira manteve casas em Dublin, Londres e Paris, mas agora mantém apenas sua casa em Londres. Enquanto estudava na RADA no início dos anos 1950 ele era ativo nos protestos contra os britânicos no envolvimento na Guerra da Coreia. Mais tarde, na década de 1960, ele foi um adversário ativo da Guerra do Vietnã. Apesar de ter perdido a fé na religião organizada quando adolescente, aceitava Jesus.
MORTE
 O ator irlandês Peter O'Toole morreu aos 81 anos em Londres, disse  seu agente Steve Kenis. Ele estrelou o filme "Lawrence da Arábia" em 1962 e foi indicado oito vezes ao Oscar durante a carreira. O motivo da morte não foi divulgado.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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