“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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16 de dez de 2013

JOAN FONTAINE - Arte Tumular - 957 -





PERSONAGEM
Joan Fontaine, nome artístico de Joan de Beauvoir de Havilland (Tóquio, 22 de outubro de 1917 - Carmel-by-the-Sea, 15 de dezembro de 2013), foi uma premiada atriz anglo - americana nascida no Japão. É a única atriz que conseguiu levar um Oscar (o de melhor atriz principal) pela performance num filme do diretor Alfred Hitchcock, o chamado mestre do suspense, que a dirigiu em Rebecca, a mulher inesquecível (no original, "Rebecca", de 1940) e Suspeita ("Suspicion", 1941), tendo sido este último o que lhe rendeu o prêmio.
Morreu aos 96 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Filha caçula da também atriz Lillian Fontaine, ela é a irmã mais nova da bicampeã de prêmios Oscar e Globo de Ouro Olivia de Havilland.  Batizada como Joan de Beauvoir de Havilland, é a filha mais nova de Walter Augustus de Havilland (1872 - 1968), e de Lilian Augusta Ruse (1886 - 1975). Seu pai era um advogado de patentes inglês que trabalhava no Japão, e sua mãe era uma atriz, também de nacionalidade inglesa, que atuava no teatro. Seus pais se casaram em 1914 e se divorciaram em 1919. Sua irmã mais velha é a também famosa atriz Olivia de Havilland (1916), uma das estrelas do filme E o vento levou (1939). Seu primo paterno é Sir Geoffrey de Havilland (1882 - 1965), pioneiro da aviação britânica e projetista do famoso avião De Havilland Mosquito. Quando bebê, Joan sofreu de uma anemia, e, por indicação médica, a família mudou-se para os Estados Unidos. Eles estabeleceram-se na cidade de Saratoga, estado da Califórnia. A saúde de Joan melhorou logo depois que a família emigrou. O pai voltou passado algum tempo para o Japão, e o casamento foi dissolvendo-se aos poucos. Embora tivesse deixado a profissão de atriz para se dedicar a educação das crianças, sua mãe ainda assim não deixou de valorizar as artes, pois sempre lia Shakespeare para as filhas, lhes ensinava dicção e impostação de voz. Em 1925 as meninas "ganharam" um padrasto, pois a mãe casou-se novamente, desta vez com George M. Fontaine, dono de uma loja de departamentos. Foi do sobrenome dele que anos mais tarde Joan "se apossaria" para usar no nome artístico. Joan e Olivia estudaram na Los Gatos High School e na Notre Dame Convent Roman Catholic Girls School em Belmont, Califórnia. Aos 15 anos, ela voltou ao Japão onde viveu com seu pai durante dois anos. Quando voltou aos Estado Unidos, seguiu os passos de sua irmã e começou a aparecer em filmes.


CARREIRA
Ao voltar para os Estados Unidos em setembro de 1934, foi apresentada à atriz May Robson, iniciando a seguir sua carreira com a peça "Kind Lady" e, logo depois, com sua participação em "Call it a Day". Foi durante uma das apresentações dessa peça no Duffy Theatre, em Hollywood, que ela foi vista pelo produtor Jesse Lasky, resultando num contrato para filmes com a RKO. Sua estreia no cinema deu-se em 1935, com uma pequena participação no filme "No More Ladies", estrelado por Joan Crawford. Mais tarde ela apareceria na Broadway em "Forty Carats". Também foi selecionada para aparecer no primeiro filme de Fred Astaire sem Ginger Rogers pela RKO: Cativa e Cativante ("A Damsel in Distress", 1937), mas o filme foi um fracasso. Continuou aparecendo em pequenos papéis numa dúzia de filmes, mas não conseguiu deixar uma forte impressão, e seu contrato não foi renovado quando terminou, em 1939.
MORTE
A atriz britânico-americana Joan Fontaine, vencedora de um Oscar por seu papel em Suspeita, morreu neste domingo (15.12.2013) aos 96 anos de idade, informou seu assistente ao Hollywood Repórter . Possui uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, localizada em 1645 Vine Street.

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