“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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28 de nov de 2013

CLÁUDIO DE SOUSA - Arte Tumular - 945 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil




ARTE TUMULAR
Acessada por degraus dos dois lados, ergue-se o monumento tumular, em mármore, que representa um palco de um teatro grego. Quatro colunas no estilo grego, duas de cada lado suporta a parte superior do palco com alegorias gregas . Duas colunas dóricas maiores, uma de cada lado suporta todo o cenáculo. Ocupando a parte central do palco, esculturas e bronze representando as” Moiras”, eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos, eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos (o destino). A escultura da direita, sobre uma coluna teceria o fio, a do meio seguraria o fio, enquanto a que está a esquerda sentada, cortaria o fio. Atrás encontra-se o pórtico do desconhecido, o umbral da escuridão.

LOCAL: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro
Fotos: sopanomel.blogspot.com
Descrição Tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
Cláudio Justiniano de Sousa (São Roque, 20 de outubro de 1876 — Rio de Janeiro, 28 de junho de 1954) foi um médico, escritor, dramaturgo e orador brasileiro.
Morreu aos 78 anos de idade.
Biografia
Era filho de Cláudio Justiniano de Sousa (de quem herdou a homonímia) e Antônia Barbosa de Sousa. Realizou os estudos preparatórios na cidade natal, seguindo para o Rio de Janeiro, onde graduou-se em medicina no ano de 1897.
Na então capital do país passou a colaborar na imprensa, já aos dezesseis anos, nos jornais cariocas O Correio da Tarde e A Cidade do Rio.
Depois de formado mudou-se para São Paulo, onde exerceu a clínica médica, além de escrever para jornais (muitas vezes usando os pseudônimos de Mário Pardal e Ana Rita Malheiros). Tornou-se professor na Faculdade de Farmácia (hoje pertencente à USP).
Membro-fundador da Academia Paulista de Letras, quando de sua criação, em 1909.
Em 1913 abandonou definitivamente a medicina, consagrando-se às viagens pelo mundo (das quais produziu inúmeros relatos) e à produção literária, fixando residência no Rio de Janeiro. Escreveu inúmeras peças teatrais, encenadas com sucesso.
Foi casado com a filha do Barão do Socorro, D. Luísa Leite de Sousa.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

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