“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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9 de out de 2013

CONSUELO LEANDRO - Arte Tumular -887 - Cemitério do Morumbi, São Paulo, Brasil







ARTE TUMULAR
Placa de bronze no gramado do cemitério com o seu nome e datas

Local: Cemitério do Morumbi, São Paulo
Descrição tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
Consuelo Leandro, nome artístico de Maria Consuelo da Costa Ortiz Nogueira (Lorena, 27 de maio de 1932 — São Paulo, 5 de julho de 1999) foi uma atriz e comediante brasileira.
Morreu aos 66 anos de idade.
SINOPSE
Na década de 1950 ela deixou a casa dos pais no interior de São Paulo para ingressar na carreira de atriz, na cidade do Rio de Janeiro. Entrou para a escola de dança do Teatro Municipal e seu primeiro papel nos palcos veio no Teatro do Estudante.
Com o sucesso da apresentação, Consuelo Leandro se viu com duas opções para iniciar uma carreira profissional: o teatro de revista ou a comédia. Ela optou pela primeira e, em 1953, estreou, com a Companhia Zico Ribeiro, a peça “Carrossel de Mulheres”, em Copacabana.
Depois da estréia no teatro, Consuelo partiu para o rádio e sua voz ficou famosa no Brasil todo por meio da Rádio Nacional, onde ela fazia radioteatro e o humorístico “Balança Mas Não Cai”, mais tarde adaptado para televisão.
Seu primeiro filme foi "Três Recrutas", de Eurípedes Ramos. Ao todo fez mais de 20 filmes, dirigida por grandes nomes do cinema nacional nas décadas de 1950 e 1960, sendo vários deles como protagonista. Mas sua participação mais comentada veio no final da década de 1970 quando fez "O Bem Dotado, O Homem de Itu" ao lado de Nuno Leal Maia e grande elenco.
Conhecida pelo seu jeito debochado, pelas caretas e risadas altas, Consuelo se destacou na TV em humorísticos como "Noites Cariocas", "Praça da Alegria", "A Praça é Nossa" (fazia a Cremilda, a esnobe mulher do marido Oscar) e "A Escolinha do Golias", no SBT. Na mesma emissora, participou também da novela "Brasileiras e Brasileiros" e na TV Globo, participou de "Cambalacho", novela de Sílvio de Abreu onde viveu a inesquecível Lili Bolero.
Em 1987, Consuelo foi submetida a uma cirurgia de emergência para a implantação de três pontes de safena no coração. Ela já sofria de insuficiência coronária.
Ela foi casada duas vezes e não teve filhos. A primeira com o também comediante Agildo Ribeiro e a segunda com Stephan Gardemann.
MORTE
Morreu em consequência de problemas cardíacos.
Fonrte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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