“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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30 de jan de 2013

LORENZO GHIBERTI - Arte Tumular - 819 - Basilica di Santa Croce Florence Provincia di Firenze Toscana, Italy




ARTE TUMULAR
Laje de mármore retangular no piso da igreja,  decorado com desenhos florais nas laterais.
No centro entre ramos de louro o brasão da família.

Local:Basilica di Santa Croce Florence Provincia di Firenze Toscana, Italy
Fotos: Mike Reed
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Lorenzo Ghiberti (Florença, 1378 - Florença, 1 de dezembro de 1455) foi um escultor italiano renascentista.
Morreu aos 77 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Escultor e fundidor em metal italiano nascido em Pelago, que conseguiu impor, sobre as influências góticas, os novos postulados estéticos inspirados no mundo clássico que caracterizariam a arte renascentista do período Quattrocento (1400-1499) e cuja principal obra foi lavrar as monumentais portas de bronze do batistério de Florença. Formou-se na oficina do ourives florentino Bartolo di Michele e deixou temporariamente Florença para trabalhar em Pesaro, como pintor de Sigismondo Malatesta. Regressou a Florença para se candidatar à execução da segunda porta do batistério daquela cidade (1401). O tema escolhido foi o sacrifício de Isaac, e venceu a concorrência com artistas do porte de Filippo Brunelleschi, preservado no Museo Nazionale de Firenze. O trabalho em bronze, caracterizado por mostrar cenas bíblicas com poucos personagens, durou mais de 20 anos (1403-1424), e após terminado foi considerado tão impressionante que ele recebeu também a encomenda da terceira porta do batistério de Florença.

Esta obra prima ficou tão bela que mais tarde Michelangelo achou-a digna de ser a Porta do Paraíso. Além dessas monumentais obras, esculpiu as estátuas de São João Batista, São Mateus e Santo Estevão para Or San Michele, os relevos da pia batismal de Siena e peças de ourivesaria, hoje desaparecidas. Parou de esculpir (1452) e morreu em Florença, deixando uma autobiografia intitulada I commentari. Ele acompanhou o princípio do Renascimento na sua cidade nativa como um escultor em bronze, da mesma maneira que Masaccio na arte de pintar e Brunelleschi em arquitetura. Em termos gerais, por definição o Renascimento foi um movimento artístico, científico e literário que floresceu na Europa no período correspondente entre à Baixa Idade Média e o início da Idade Moderna, do século XIII ao XVI, com o berço na Itália e tendo em Florença e Roma como seus dois centros mais importantes. Dentre suas inovações mais importantes está o desenvolvimento da perspectiva com ponto de fuga, usada desde então largamente na arte para criar a ilusão de profundidade e distância, e, cronologicamente, pode ser dividido em quatro períodos: Duocento (1200-1299), Trecento (1300-1399), Quattrocento (1400-1499) e Cinquecento (1500-1599).
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

Um comentário:

Anderson Silva disse...

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