“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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18 de out de 2012

SYLVIA KRISTEL - Arte Tumular - 813 -



ARTE TUMULAR
Cruz de madeira com o seu nome gravado
Local:Utrecht Sint-Barbara Roman Catholic Cemetery Utrecht Utrecht Municipality Utrecht, Netherlands 
Plot: Vak H2, rij 1, graf 19
Foto: Henry Johnson
Descrição tumular: Helio Rubiales 

Utrecht Sint-Barbara Roman Catholic Cemetery Utrecht Utrecht Municipality Utrecht, Netherlands Plot: Vak H2, rij 1, graf 19 PERSONAGEM
Sylvia Kristel (Utrecht, 28 de Setembro de 1952 - Amsterdam, 17 de Outubro de 2012) foi uma atriz, diretora e modelo holandesa, mais conhecida pelo filme erótico Emmanuelle.
Morreu aos 60 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Iniciou seu trabalho como modelo aos 17 anos mas inicialmente planejava ser professora. Tornou-se conhecida mundialmente interpretando a personagem principal na série de filmes eróticos Emmanuelle. Atriz mais famosa do cinema europeu na década de 70, seus filmes ultrapassaram as barreiras do que era aceitável na sociedade européia.

Cenas de sexo envolvendo estupro, masturbação e pompoarismo abriram as portas para um cinema erótico mais ousado. O primeiro filme da jovem fez sucesso em muitos países e deu seqüência a uma infinidade de Emmanuelles que acabariam por consolidar o gênero soft porn. Seus filmes marcaram época e ficaram por mais de 15 anos em cartaz em um cinema na famosa avenida parisiense Champs Elisées. Kristel atuou em outros filmes como Alice, do conceituado cineasta Claude Chabrol e participou de produções holandesas. Em 2004 a atriz realizou, em parceria com o pintor e animador Roland Torpor, o filme Topor et Moi, animação que pretende recriar a memória da vida artística em Paris na época da série Emmanuelle. Em 2001, Sylvia teve um pequeno papel em Perdoe-me, o filme de estréia do polêmico cineasta holandês Cyrus Frisch. Em 2004, fez sua estréia como diretora com o curta-metragem Topor et Moi, que recebeu o prêmio de Melhor curta-metragem - menção especial do júri, no festival de filmes estadunidense Tribeca Film Festival, em 2006. Intitulada de Nua, originalmente Undressing Emmanuelle, sua autobiografia conta a história de alguém que lidou com a fama, o álcool, a cocaína, exploração, luxos, casamentos e ainda lutou contra um câncer. No final de sua vida, Silvia Kristel se dedicou a pintar quadros vivendo modestamente em Amsterdã. No Brasil a atriz fez o ensaio fotográfico de lançamento da revista Status, em agosto de 1974.
MORTE
Em Julho de 2012, a atriz sofre uma AVC, sendo internada em Amesterdão, estado fazendo uma nova sessão de tratamento contra um câncer na garganta, que se estendeu depois a um pulmão, diagnosticado há dez anos. Viria a morrer em Outubro do mesmo ano.
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

Adeus, "Emmanuelle"




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