“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



INICIE A MUSICA

PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

9 de out de 2012

LEONARD BERNSTEIN - Arte Tumular - 812 - Green-Wood Cemetery Brooklyn Kings County New York, USA






ARTE TUMULAR
Placa de mármore com o seu nome e datas gravados sobre o  gramado do cemitério

Local: Green-Wood Cemetery Brooklyn Kings County New York, USA
Plot: Section G, Lot 43642
Fotos: Taken May
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Leonard Bernstein (Lawrence, 25 de Agosto de 1918 – Nova Iorque, 14 de Outubro de 1990) foi um maestro, compositor, e pianista americano.
Morreu aos 72 anos de idade.
SINOPSE ARTÍSTICA
Vencedor de vários Emmys, Bernstein foi o primeiro compositor nascido nos Estados Unidos no século XX a receber reconhecimento mundial, ficando famoso na direção da Filarmônica de Nova York, os célebres concertos para jovens na televisão (Young People's Concerts), entre 1954 e 1989, e suas composições, como West Side Story, Candide, e On the Town. Uma das figuras mais influentes na história da música clássica americana, patrocinou obras de compositores americanos e inspirador das carreiras de uma geração de novos músicos.
BIBLIOGRAFIA
Primeiros anos Bernstein nasceu Louis Bernstein em Lawrence, Massachusetts, filhos dos judeus ucranianos Jennie e Samuel Joseph Bernstein. Sua avo materna insistiu que seu primeiro nome fosse Louis, mas seus pais preferiam chamá-lo de Leonard. Seu nome foi oficialmente mudado para Leonard quando ele completou quinze anos, pouco tempo após a morte de sua avo  . Seu pai, Sam Bernstein era um homem de negócios e dono de uma livraria em Lawrence e inicialmente era contra a ideia de seu filho seguir na carreira da música, mas Bernstein frequentava concertos. Ainda criança, Bernstein ouviu a uma performance de piano e ficou, imediatamente, apaixonado e subsequentemente começou a ter aulas do instrumento. Bernstein frequentou a Escola Garrison e a Escola de Latim de Boston. Faculdade Após sua graduação na Escola de Latim de Boston em 1935, Bernstein ingressou na Universidade de Harvard, onde estudou música com Walter Piston e associou-se ao Club Glee de Harvard. Um de seus amigos de Harvard foi o filósofo Donald Davidson, com quem tocou uma peça de piano para quatro mãos. Bernstein escreveu e conduziu a partitura para o musical de Davidson. Após completar seus estudos em Harvard, ele ingressou no Instituto Curtis de Música na Filadélfia, onde recebeu apenas um "A" de Fritz Reiner, em Condução. Durante esse período, Bernstein também estudou piano com Isabelle Vengerova, orquestração com Randall Thompson, contraponto com Richard Stöhr e leitura de partitura com Renée Longy Miquelle. Vida adulta Durante o começo de sua carreira em Nova Iorque, Bernstein aproveitou uma exuberante vida social, que incluiu casos com homens e mulheres. Ele se casou com a atriz chilena Felicia Cohn Montealegre, no dia 10 de setembro de 1951. Com ela teve três filhos: Jamie, Alexander e Nina. Durante o seu casamento, Bernstein tentou ser discreto em relação às suas aventuras extraconjugais, mas com o passar dos anos e com o aumento da visibilidade do movimento de libertação gay, Bernstein se assumiu e deixou Felicia para viver com Tom Cothran. Pouco tempo depois, Bernstein soube que a sua ex-esposa tinha tido um diagnóstico de câncer de pulmão e voltou para acompanhá-la até a morte, em 16 de Junho de 1978. Tem-se sugerido que Leonard Bernstein era bissexual - afirmação suportada nos próprios comentários de Bernstein, que dizia não ter preferências por nenhum tipo especial de cozinha, gênero musical ou forma sexual - e tem sido alegado que ele se debatia entre a sua devoção à família e os seus desejos sexuais, mas Arthur Laurents, amigo de Bernstein e colaborador em West Side Story, disse que Bernstein era simplesmente "um homem gay que se casou. Ele não teve conflitos sobre tudo isso. Ele era apenas gay". Shirley Rhoades Perle, outra amiga de Bernstein, afirmou que "ele desejava homens sexualmente e mulheres emocionalmente"
MORTE
Bernstein morreu de pneumonia e um tumor pleural apenas cinco dias depois de se aposentar.. Bernstein fumou muito por um longo período de tempo, e sofria de  enfisema desde a metade da década de 1950. No dia da procissão do seu funeral pelas ruas de Manhattan, pessoas que trabalhavam nas obras ao redor tiravam seus chapéus e capacetes e disseram "Adeus Lenny". Bernstein está enterrado no Cemitério Green-Wood, Brooklyn, Nova Iorque.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales
LOCAL

Nenhum comentário: