“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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8 de fev de 2012

KLARA HITLER - Arte Tumular - 716 - Town Cemetery ,Leonding,Upper Austria (Oberösterreich), Austria






ARTE TUMULAR
Base tumular formada por blocos de granito em formato piramidal encimado por uma cruz latina. Na parte central uma placa ovalada em mármore negro com o seu nome e datas em letras douradas.

Local: Town Cemetery ,Leonding,Upper Austria (Oberösterreich), Austria
Fotos: Gordon Norman, Geoff Walden e Werner Parwick
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Klara Hitler, nascida com o nome de Klara Pölzl (12 de Agosto de 1860 - 21 de Dezembro de 1907), foi a mãe de Adolf Hitler.
Morreu aos 47 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi a filha de Johann Pölzl e Johanna Hiedler e nasceu na vila de Spital, Áustria, na casa #37, mesmo ao lado da casa onde o seu futuro marido Alois Hitler (para quem Klara trabalhou como empregada doméstica) cresceu, sob o cuidado do avô dela. O avô de Klara, Johann Nepomuk Hiedler, era o tio-padrasto de seu futuro marido, e provalvelmente o verdadeiro pai de Alois.
Ela nunca perdeu o hábito de tratar Alois por tio, não por marido (mesmo depois deles casarem ela ainda lhe chamava de Tio). O Autor Bradley F. Smith descreve Klara como "uma rapariga razoavelmente grande, quase tão alta como o seu marido (Alois), com cabelos castanhos escuros e feições planas."
A sua vida adulta foi dedicada exclusivamente a manter a casa e cuidar das crianças (para quem Alois parece ter tido interesse limitado). Ela teve 6 crianças, duas das quais, Paula, a caçula, e Adolf, o quarto filho, sobreviveram a infância.
Klara era uma católica devota e frequentava a igreja regularmente.
Quando o seu marido morreu em 1903, deixou-lhe uma pensão e propriedade e ela tinha o suficiente para viver, juntamente com as crianças.
MORTE
Teve uma vida curta como viúva. Quatro anos após a morte do seu marido, Klara morreu com um câncer mamário, aos 47 anos de idade em Linz, na Áustria.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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