“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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11 de nov de 2011

ALTEMAR DUTRA - Arte Tumular - 676 - Cemitério do Morumbi, São Paulo, Brasil




ARTE TUMULAR
Placa em bronze com o seu nome e datas gravados no gramado do cemitério
Local: Cemitério do Morumbi, São Paulo,Brasil
Foto: Emanuel Messias
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Altemar Dutra de Oliveira (Aimorés, 6 de outubro de 1940 — Nova Iorque, 9 de novembro de1983) foi um cantor brasileiro. Sucesso em toda a América Latina, interpretando obras como "Sentimental Demais", "O Trovador", "Brigas" e "Que Queres Tu de Mim", boa parte das canções de autoria da dupla Evaldo Gouveia e Jair Amorim, foi progressivamente destacando-se no gênero musical bolero. De fato, veio a ser aclamado como o "rei do bolero" no Brasil.
Morreu aos 43 anos de idade.

BIOGRAFIA
Início da carreira
Iniciou sua carreira na Rádio Difusora de Colatina, no Espírito Santo, localidade para onde sua família havia se mudado, cantando uma música de Francisco Alves. Antes de completar sua maioridade, seguiu para o Rio de Janeiro, levando uma carta de apresentação para o compositor Jair Amorim, que o encaminhou a amigos do meio artístico. Tentou a sorte como crooner em boates e casas de espetáculos.

Gravou seu primeiro disco na Tiger, com "Saudade que vem" (Oldemar Magalhães e Célio Ferreira) e "Somente uma vez" (Luís Mergulhão e Roberto Moreira). Por volta de 1963, foi levado por Jair Amorim para o programa Boleros Dentro da Noite, na Rádio Mundial, e no mesmo ano Joãozinho, do Trio Irakitan, levou-o para a Odeon, onde foi contratado. Logo atingiu os primeiros lugares nas paradas de sucesso com Tudo de mim (Evaldo Gouveia e Jair Amorim), tornando-se conhecido em todo o Brasil.

Carreira internacional
Em 1964 gravou com grande sucesso Que queres tu de mim, O trovador, Sentimental demais e Somos iguais (todas de Evaldo Gouveia e Jair Amorim). Destacou-se também na América Latina, fazendo apresentações em vários países e gravando um LP com Lucho Gatica: El bolero se canta así.

Com suas versões em espanhol, chegou a vender mais de 500 mil cópias na América Latina. Depois de ter dominado as paradas de sucesso locais, a partir de 1969 passou a conquistar fãs de origem latina nos EUA. Em pouco tempo tornou-se um dos mais populares cantores estrangeiros nos EUA.

Foi casado com a cantora Marta Mendonça, tendo dois filhos, Deusa Dutra e Altemar Dutra Júnior, este também a seguir carreira artística.

MORTE
Apresentava um show para a comunidade latino-americana, no clube noturno "El Continente", em
Nova Iorque, quando faleceu aos 43 anos, de derrame cerebral.
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

Um comentário:

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Hoje, tendo "salvado" uma foto de uma sobrinha minha, sobre o Túmulo de Sarah Bernhardt, tive a curiosidade de saber mais sobre o seu túmulo. Buscando no "google" vim cair nos super interessante "espaço".
Quando morei no Rio de janeiro, e ia a funerais, sempre costumava "passear" um pouco apreciando a arquitetura dos maravilhosos tumulos do Cemitério São João Batista, ou o de São Francisco, no Cajú. Neste inclusive está o do Médico Espírita Bezerra de Menezes (que era meu tio-bisavô)- fica próximo ao Cruzeiro da alameda central.
Agora, residindo em Fortaleza, gosto de observar os belos túmulos do Cemitério São João Batista. A Capela deste cemitério, foi construida por meu bisavô paterno, que era português, dos Açores.
Fiz questão de manter o túmulo da minha família neste que é o mais antigo cemitério da cidade.
Aliás, é campo de estudo/pesquisa para os alunos de Arquitetura da Universidade Federal do Ceará(UFC).
Lá encontramos muitos túmulos de pessoas famosas (ao menos no Ceará).

Já me "instalei" como seguidor...
Uma braço
Lúcia