“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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11 de ago de 2011

VIRGINIA MAYO - Arte Tumular - 533 - Pierce Brothers Valley Oaks Memorial Park,Westlake Village,Los Angeles County California, USA

ARTE TUMULAR
Placa em mármore escuro  no gramado do cemitério com o seu nome e datas gravados, acompanhado de uma foto da artista.

Local: Pierce Brothers Valley Oaks Memorial Park,Westlake Village,Los Angeles County
California, USA
Plot: Garden of Gethsemane, Plot 313, next to her husband, Michael O'Shea
Fotos: Glenn Morrow e Tracy
Descrição tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
Virginia Mayo (Saint Louis, Missouri, 30 de novembro de 1920 – Thousand Oaks, Califórnia, 17 de janeiro de 2005) foi uma atriz norte-americana.
Morreu aos 84 anos de idade.
BIOGRAFIA
Filha de um jornalista, Virginia desde cedo manifestou interesse pela vida artística; assim, aos seis anos foi matriculada na escola de arte dramática de uma de suas tias. Quando se formou no colegial, em 1937, já cantava na St. Louis Municipal Opera e participava de montagens do teatro amador, interpretando inclusive Shakespeare. Foi dançarina de vaudeville por três anos, até ser descoberta por um olheiro da Metro quando se apresentava na Broadway. Assinou contrato com Samuel Goldwyn, que inicialmente colocou-a em seu grupo de coristas, as "Goldwyn Girls". Após várias figurações, Virginia interpretou um dos personagens secundários de Jack London, de 1943, biografia romanceada do famoso escritor, estrelada por seu futuro marido Michael O'Shea.
Dona de uma beleza esfuziante em seus traços regulares, cabelos louros acinzentados e límpidos olhos verdes, Virginia foi verdadeiramente lançada no ano seguinte, ao lado de Bob Hope no sucesso The Princess and the Pirate. Com a popularidade estabelecida, atuou em Wonder Man (1945), o primeiro de seus cinco bem-sucedidos filmes com Danny Kaye e teve papel importante, como a esposa infiel de Dana Andrews, no premiado drama The Best Years of Our Lives (1946). Brilhou também em The Secret Life of Walter Mitty (1947), outra de suas comédias com Danny Kaye e no noir White Heat, como a esposa traiçoeira de James Cagney.
Apesar de nunca ter sido uma atriz que dominasse todas as sutilezas da profissão, Virginia continuou querida pelas plateias no decorrer da década de 1950, atuando ao lado de grandes astros, como Burt Lancaster, Gregory Peck, Alan Ladd e Paul Newman, geralmente em filmes B de ação e aventura, dramas de crime, comédias e musicais. Já os amantes de westerns foram brindados com nada menos que doze produções, com destaque para Along the Great Divide/1951, com Kirk Douglas, e The Proud Ones/1956, com Robert Ryan. Entretanto, à medida que a década chegava ao fim, Virginia foi diminuindo o ritmo de trabalho. Apareceu pouco na televisão, geralmente em séries como Police Story e Murder She Wrote.
Em 1947, casou-se com Michael O'Shea, com quem viveu até a morte deste, em 1973, e com quem contracenou no cinema, TV, rádio e teatro. Tiveram uma única filha, Catherine Mary. O casal vivia a maior parte do tempo em Thousand Oaks, Califórnia.
MORTE
Virginia faleceu em 17 de maio de 2005, vitimada por uma pneumonia.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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