“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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19 de ago de 2011

RICHARD WIDMARK - Arte Tumular - 562 - Roxbury Center Cemetery ,Roxbury,Litchfield County,Connecticut, USA





ARTE TUMULAR
Lápide de granito retangular marcando o local do sepultamento.
Local: Roxbury Center Cemetery ,Roxbury,Litchfield County,Connecticut, USA
Fotos: Michael Ryley Bradbury
Descrição tumular: Hekio Rubiales
PERSONAGEM
Richard Widmark (26 de dezembro de 1914 - 24 março de 2008) foi um ator americano de cinema , rádio e televisão .
Morreu aos 93 anos de idade.
BIOGRAFIA
Nascido em Minnesota, Richard Widmark cresceu em Princeton, Illinois. Ao cursar a Faculdade de Lake Forest, teve oportunidade de atuar em peças acadêmicas. Depois de receber seu diploma de Bacharel em Artes, em 1936, continuou na Faculdade como Assistente de um de seus Diretores. Nesse período, empreendeu uma viagem à França, país que conheceu andando de bicicleta. Algum tempo depois, pediu demissão e se mudou para Nova York.
Por volta de 1938, estreou na Rádio em "Aunt Jenny's Real Life Stories", um programa que teve grande audiência. Conduziu, também, um programa de ótima repercussão, "Gangbusters", no qual narrava crimes e, ao final, descrevia os criminosos procurados pela polícia. Ainda na Rádio, trabalhou para o Grupo Mercury, de Orson Welles.
Em 1943, debutou na Broadway na peça "Kiss and Tell". Outras peças se seguiram, inclusive uma versão de "Jeanne d'Arc", onde contracenou com a já famosa estrela Ingrid Bergman. Na Rádio, recusou a oferta de uma casa com piscina para renovação de seu contrato, pois já sabia que seu destino era Hollywood. Em 1947, assinou finalmente um contrato de sete anos com a Twentieth Century-Fox, período em que atuou em 17 filmes para essa Produtora.
Sua estréia deu-se com o filme "O Beijo da Morte", de Henry Hathaway, num papel que lhe valeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, e o Globo de Ouro como Melhor Revelação Masculina. Nesse filme, ele fazia o papel de um vilão sádico que entrou para a história do cinema pela risada cínica que antecedia os atos de violência, como o de empurrar uma paralítica do alto de uma escada. Ainda como ator coadjuvante, Widmark participou, em 1948, dos filmes "Rua Sem Nome", "A Taverna Maldita" e "Céu Amarelo", este último ao lado de Gregory Peck. Em 1949, obteve seu primeiro papel principal no filme "Furacão da Vida", contracenando com Linda Darnell e Veronica Lake.
Quando seu contrato com a Twentieth Century-Fox expirou, negou-se a renová-lo, tornando-se um ator independente e podendo, assim, escolher os papéis que mais lhe conviessem. Como produtor, realizou três filmes: "Para Que os Outros Possam Viver", de 1957; "Caminhos Secretos", de 1961; e "O Caso Bedford", de 1965.
Para a televisão, só concordou em filmar pela primeira vez, em 1971, quando da realização de uma super-produção de US$ 2 milhões, "Vanished", filme em que o brasileiro Pery Ribeiro fez uma ponta. Em 1972 e 1973, participou da série "Madigan", produzida especialmente para ele e inspirada no filme do mesmo nome, do qual fora o principal protagonista em 1968. A partir daí, passou a alternar suas participações entre o cinema e a televisão, encerrando sua carreira com o filme "A Um Passo do Poder", de 1991, onde interpretou o Senador James Stiles.
Richard Widmark casou-se duas vezes: Seu primeiro casamento, com Jean Hazlewood, de quem teve uma filha, Anne Heath Widmark, deu-se em 05/04/1942 e terminou em março de 1997, ao ficar viúvo. Em 1999, casou-se com Susan Blanchard, com quem viveu até sua morte.
MORTE
Widmark morreu após uma longa doença em 24 de março de 2008, em sua casa em Roxbury, Connecticut , aos 93 anos.
Fonte: 65anosdecinema.pro.br
Formatação: Helio Rubiales

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