“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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26 de ago de 2011

JOHN EDGAR HOOVER - Arte Tumular - 596 - Congressional Cemetery ,Washington, District Of Columbia, USA




ARTE TUMULAR
Lápide em mármore com o seu nome gravado. O túmulo é cercado por um gradil de bronze com destaque para o selo do FBI.

Local: Congressional Cemetery ,Washington, District Of Columbia, USA
Plot: Range 20, Site 117
Fotos: Rick Mize e Ron Willians
Descrição tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
John Edgar Hoover (Washington, D.C., 1 de janeiro de 1895-Washington, D.C., 2 de maio de 1972) foi durante 48 anos o chefe do FBI, a mais importante organização policial do mundo, sendo considerado seu patrono.
Morreu aos 77 anos de idade.
BIOGRAFIA
Trabalhou na Biblioteca do Congresso Americano e de educação luterana, formou-se em Direito aos 22 anos. Empregou-se logo em seguida no Departamento de Justiça dos Estados Unidos, onde sua carreira foi rápida. No ano de 1919 foi indicado para investigar estrangeiros suspeitos de subversão. Sua missão resultou na expulsão do país de um grande número de pessoas. Com o sucesso em seu trabalho, foi nomeado para trabalhar como assistente do diretor do FBI. Poucos anos depois, em 1924, Hoover tornou-se o chefe do Departamento.
FBI
Durante o tempo em que ficou na chefia do departamento (até sua morte), serviu 8 presidentes americanos e 18 secretários de Justiça. Mudou a história do FBI: a antiga e ineficiente organização de 657 (muitas vezes corruptos) agentes, tornou-se a maior organização policial do planeta, com mais de 16 000 funcionários, além de modernos métodos de investigação criminal. No ano de sua morte, os arquivos do FBI possuiam mais de 200 milhões de impressões digitais. Nos anos 30, sua fama começou a crescer quando combatia gângsters famosos, como John Dillinger, Pretty Boy e Baby Face. Na mesma década, também participou da captura do raptor de filho do aviador Charles Lindberg, fato que havia tomado conta da imprensa americana. Durante a Segunda Guerra Mundial, participou na caça de espiões e comunistas.
Praticamente intocável durante sua longa carreira, no final de sua vida passou a ser alvo de críticas da sociedade. Na década de 1960, passou mais tempo censurando o telefone de congressistas e perseguindo líderes do movimento negro do que combatendo criminosos comuns de fato.
Muitos escritores o citaram em suas obras, entre eles Robert Ludlum no romance O Arquivo de Chancellor, onde sua morte é detalhadamente descrita como um assassinato
MORTE
Morreu em sua casa em Washington, DC, em 02 de maio de 1972, de um ataque cardíaco atribuída a doenças cardio-vasculares.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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