“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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19 de nov de 2009

MANFRED VON RICHTHOFEN - Arte Tumular - 311 - Invalidenfriedhof ,Berlin,Germany -






ARTE TUMULAR
SEPULTAMENTO INICIAL
Logo após a sua morte foi sepultado na França com honras militares, num túmulo simples com uma cruz de madeira.
LOCAL: Cemitério de Bertangles ,Bertangles ,Região Picardie, França

SEPULTAMENTO FINAL




Em 1925, seus restos mortais foram transferidos para Berlim. Em 1975, seus familiares transferiram novamente os restos mortais de um lado para outro do muro de Berlim, em Wiesbaden, na Alemanha, onde continua até hoje.
DESCRIÇÃO TUMULAR
Base tumular e tampo em mármore. Na cabeceira tumular uma lápide alta, retangular, com o nome da família gravado em relevo.
LOCAL: Invalidenfriedhof *,Berlin, Berlin, Germany
*Former burial location
Fotos: Geoff Walden
Descrição tumular:HRubiales
PERSONAGEM
Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen (Breslau, 2 de maio de 1892 — Vaux-sur-Somme, 21 de abrilde 1918) foi um piloto alemão e é considerado ainda hoje como o "ás dos ases". Foi um piloto de combate bem-sucedido, um líder militar e um ás do vôo que venceu oitenta combates aéreos durante a Primeira Guerra Mundial.
Richthofen foi conhecido como der rote Kampfflieger (guerreiro-voador vermelho) pelos alemães, Petit Rouge (pequeno vermelho) e Le Diable Rouge (diabo vermelho) pelos franceses, e Red Knight (Cavaleiro Vermelho) e Red Baron (Barão Vermelho) pelos ingleses.
Morreu aos 26 anos de idade.
BIOGRAFIA
(Juventude)
Nascido em Breslau, Silésia, então Alemanha (agora Wrocław, Polônia), Richthofen mudou-se com sua família para Schweidnitz (agora Swidnica, Polônia), quando tinha nove anos de idade. Em sua juventude, Richthofen apreciava caçar a cavalo e equitação e foi estudar na Inglaterra no Lincoln College, Oxford. Depois disso ingressou na escola militar. Após terminar o treinamento de cadete, juntou-se ao Regimento nº 1 de Uhlan como membro da cavalaria em 1911.
Quando estourou a Primeira Guerra Mundial, era um oficial da cavalaria e foi chamado ao dever nas frentes ocidental e oriental, servindo de escolta para o exército alemão. Perto de maio de 1915, entediado com essa função, Richthofen pediu para ser transferido à Força Aérea. Transformou-se num observador aéreo.
CARREIRA DE PILOTO
Inspirado pela oportunidade de conhecer o grande piloto de combate Oswald Boelcke, Manfred decidiu tornar-se ele próprio um piloto. Mais tarde, Boelcke selecionou von Richthofen para juntar-se ao grupo de elite Jagdstaffel ("grupo de caça"), JASTA 2. Von Richthofen ganhou seu primeiro combate aéreo sobre Cambrai, França, no ano de 1916.
Manfred, como muitos de seus companheiros pilotos, era muito supersticioso. Ele nunca saia em missão sem ser beijado por alguém querido. Isto tornou-se rapidamente um hábito difundido entre todos os pilotos de combate.
Depois de sua 18ª vitória, von Richthofen recebeu o Pour le Mérite, a honraria militar mais elevada da Alemanha na época. Antes disso, em 23 de novembro de 1916, ele derrubou o ás da aviação britânicoa Lanoe Hawker, chamado as vezes de "o Boelcke Britânico". Isto aconteceu quando von Richthofen ainda voava num Albatros D.II. Entretanto, após esta batalha, foi convencido de que necessitava de um avião com maior manobrabilidade, embora isto implicasse uma perda de velocidade. Infelizmente para ele, o Albatros foi o avião padrão da Força Aérea Alemã até o fim de 1917, e o barão voou num Albatros modelo D.III e depois num D.V.. Em setembro daquele ano Richthofen estava pilotando um Fokker Dr. I, o avião triplano ao qual ficou mais associado e que foi projetado por Anthony Fokker. Entretanto, das 80 vitórias em combates aéreos, apenas 20 ocorreram quando o Barão utilizava o triplano. Após sua morte o seu corpo foi velado pelo exercito aliado mesmo sendo alemão ele recebeu todas as honras militares por sua grande atuação em combate e um exemplo a ser seguido.

Réplica do seu avião
MORTE
Richthofen foi morto em 21 de abril de 1918, enquanto voava sobre Morlancourt Ridge, perto do rio Somme.
Foi atingido por uma única bala ,303 Britânico, ou 7.7mmx56R, de um rifle de calibre de 311 polegadas , o que causou danos graves, como o seu coração e os pulmões que deve ter produzido uma morte muito rápida. Nos últimos segundo de sua vida, ele conseguiu fazer uma aterrissagem controlada precipitada, em um campo próximo a uma colina, perto da estrada Bray-Corbie, ao norte da aldeia de Vaux-sur-Oise, em um setor controlado pelo Australiano Imperial Force -AIF
Fonte: en.wikipedia.org
Formatação e pesquisa:Helio Rubiales

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