“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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10 de out de 2009

CHARLES BRONSON - Arte Tumular - 295 - Brownsville Cemetery,Windsor country, Vermont, USA














ARTE TUMULAR
Sobre o gramado, uma base tumular em granito negro com o seu nome e datas. Envolvendo o seu nome e versos, gravado em baixo relevo duas árvores se entrelaçam, que significa o amor divino que abriga todos e a vida eterna.
Na parte inferior vários temas com rosas entrelaçadas que na linguagem tumular significa um forte elo afetivo entre o falecido e a família . Na cabeceira tumular um banco em bronze decorado significando que o morto foi muito amado e admirado e será usado para meditações aos visitantes. De cada lado do banco há uma grande vaso vazio, também em bronze, que significa recebimento e acolhimento e o corpo separado da alma.
LOCAL: Brownsville Cemetery ,West Windsor,Windsor country, Vermont, USA
A sepultura está na extremidade norte do cemitério, próximo à estrada. O cemitério é o único no lado leste da estrada
Fotos: Raymond Makul, Rebecca I e Guilherme Primo.
Descrição tumular:Helio Rubiales
PERSONAGEM
Charles Bronson, nome artístico de Charles Dennis Buchinsky, (Ehrenfeld, 3 de novembrode 1921 — Los Angeles, 30 de agosto de 2003) foi um ator americano.
Morreu Aos 81 anos de idade.
BIOGRAFIA
Filho de um mineiro lituano (de ascendência tártara lipka), Bronson cresceu na Pensilvânia sem falar uma palavra de inglês. Apesar de ter completado o segundo grau, era esperado que ele se juntasse ao pai e seus irmãos no trabalho em minas de carvão. Porém, foi no cinema que ele se projetou e, apesar da longa carreira, que teve início nos anos 50, somente ganhou popularidade na década de 1970. Nessa fase, ficou conhecido como "o homem de poucas palavras e muita ação", pelas características de seus personagens.
Antes mesmo de participar de qulquer
filme, Bronson somente pôde conhecer o mundo, além do local onde cresceu, quando serviu no exército americano, durante a Segunda Guerra Mundial, dirigindo caminhões.
Bronson se casou com três mulheres: a primeira foi Harriet Tendler, com quem ficou casado de 1949 a 1967 e com quem teve dois filhos; a segunda foi a atriz Jill Ireland, de 5 de outubrode 1968 a 18 de maio de 1990, até a morte dela, e com quem teve uma filha; a terceira esposa foi Kim Weeks, e o casamento durou de 22 de dezembro de 1998 até a morte dele, em 2003.
CARREIRA NO CINEMA
Bronson começou no cinema nos anos 1950, com filmes como You're in the Navy Now (1951), e The People Against O'Hara (1951), sem ter seu nome creditado nos filmes. Quando ele começou a aparecer nos créditos, usava ainda o nome de nascimento (Buchinsky). Começou a assinar Bronson em 1954, a partir do filme Drum Beat.
Iniciou a fase de sucesso nos anos 1960. Apesar da relativamente pequena participação no filme Sete homens e um destino, ficou conhecido quando esse western passou a ser considerado um dos melhores da década. Depois de atuar em filmes de aventura como Robur, o conquistador, de 1961, Fugindo do Inferno (1963) e Os doze condenados, de 1967, Bronson foi para a Europa em 1968, onde atores defilmes de ação estavam obtendo melhores oportunidades. Neste ano, ele filmou Os canhões de San Sebastian, Era uma vez no oeste eAdeus, amigo, este último com Alain Delon. Seguiram-se O passageiro da chuva, de 1969, Os visitantes da noite, de 1970, Sol vermelho, de1971, e nova parceria com o francês Delon, e O segredo da Cosa Nostra, de 1972.
Nos anos 1970, Bronson voltaria aos Estados Unidos e faria sucesso como o maior astro dos filmes de ação. Seu primeiro grande filme nesse nova fase foi Assassino a preço fixo, de 1972, no qual interpretou um assassino profissional. Mas, o maior "empurrão" em sua carreira foi com o clássico Desejo de matar, de 1974, que o consagrou na pele de "Paul Kersey", um pacato arquiteto da cidade de Nova Iorque, que tem sua mulher morta e sua filha estuprada por três bandidos e passa a agir como um "vigilante", perseguindo os criminosos nas ruas à noite.
Desejo de matar teve mais quatro seqüências: Desejo de matar 2 (1982), Desejo de matar 3 (1985), Desejo de matar 4 (1987) e Desejo de matar 5 (1994).
MORTE
Bronson sofria do Mal de Alzheimer e morreu em conseqüência de uma pneumonia aos 81 anos.
Fonte: Wikipédia
Formatação e pesquisa:HRubiales

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