“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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27 de ago de 2009

RAISA GORBACHEV - Arte Tumular - 269 - Cemitério Novodevichy ,Moscou, Rússia






Entrada principal do cemitério
ARTE TUMULAR
Na ala de celebridades do cemitério sobre uma laje de mármore, está a base tumular retangular em mármore negro com o nome e datas da Primeira-Dama. Do lado esquerdo sobre uma pedra bruta, erque-se uma escultura em bronze quase em tamanho naturalde uma figura feminina em pé, com a cabeça ladeada, com os braços soltos juntos ao corpo, coberta por uma fina túnica, representando a jovialidade e ao mesmo tempo a tristeza . Em uma das mãos carrega um ramo de flores que simboliza à fragilidade e singeleza
LOCAL: Cemitério Novodevichy ,Moscou, Rússia
Fotos: David Conway, Robert Edwards, Guilherme Primo
Descrição tumular:HRubiales
PERSONAGEM
RAISSA MAKSIMOVNA TITORENKO (5 DE JANEIRO DE 1932,Rubtsovsk, Altay, Rússia-20 DE SETEMBRO DE 1999, Münster, norte de Rhine-Westphalia, Alemanha), foi Primeira-Dama e comunista militante, é a primeira esposa presidencial soviética a assumir papel público; conselheira do governante durante a Perestroika (reconstrucao) e a Glasnost (transparência), que levam à fragmentação russa e à queda do Muro de Berlim (1989).
Morreu aos 66 anos de idade.
BIOGRAFIA
Era esposa de Mikhail Gorbachev, casaram-se em 25 de setembro de 1953 e tiveram uma filha, Irina Virganskaya .
No centro da mais importante reviravolta política deste fim de século, a derrocada do império comunista, Raíssa Maximovna Gorbachev viveu muitas contradições – palavra da qual talvez gostasse, como professora de marxismo-leninismo. Junto com o marido, sonhou em arejar um sistema totalitário, sufocante e falido. O resultado é conhecido. Nos países ocidentais, o casal Gorbachev teve impacto fenomenal. Mikhail e Raíssa eram a própria encarnação da proposta de abertura, simbolizada pela palavra glasnost. Direto, eloqüente, disposto a críticas impensáveis ao sistema soviético, Gorbachev parecia um milagre. Ao lado dele, intelectualizada, bem falante, com pleno comando de si mesma, Raíssa era um espanto. Gorbachev levou algum tempo para despencar no conceito dos antigos cidadãos soviéticos, arrastado pelo desmanche do império e pelo colapso econômico. Raíssa foi odiada de imediato. Acostumados às apagadas, às vezes literalmente, mulheres dos dirigentes do Kremlin, os russos achavam que ela era influente demais, exibida, arrogante. Uma czarina. No Ocidente, que se deslumbrou com ela,
MORTE
A doença fulminante – uma leucemia que a matou em menos de três meses–, o sofrimento comovente de Gorbachev e um sentimento generalizado de nostalgia impulsionaram essa última revisão histórica
Revista Veja
Formatação e pesquisa:HRubiales

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