“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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27 de abr de 2009

JEAN-FRANÇOIS CHAMPOLLION - Arte Tumular-215- Cemitière du Père Lachaise, Paris, França





ARTE TUMULAR
Base tumular em blocos de granito em forma de obelisco com quase 3,00 metros de altura. No centro, gravado em baixo relevo o nome do egiptólogo .O monumento é cercado por um gradil em bronze.
LOCAL:  Cemitière du Père Lachaise, Paris, França
                Divisão 18
Fotos:  Mademoiselle, Scott Groll e Mike Reed
Descrição Tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Jean-François CHAMPOLLION (23 de Dezembro de 1790, Figeac — 4 de Março de 1832,Paris) foi um linguista e egiptólogo francês. Considerado o pai da egiptologia, a ele se deve a decifração dos hieróglifos egípcios.
Morreu aos 42 anos de idade.
BIOGRAFIA
Nascido no departamento do Lot, na França, ainda criança mostrou um extraordinário talento lingüístico.
Com dezesseis anos dominava uma dúzia de línguas, e com vinte anos isso incluía o latim,grego, hebreu, amárico, sânscrito, avestan, pahlavi, árabe, siríaco, caldeu, persa e chinês, sem contar o francês.
Em 1809 se torna professor de História em Grenoble. Seu interesse pelas línguas orientais, especialmente o copta, levou-o a se dedicar à tarefa de decifrar os escritos da então recém-descoberta Pedra de Rosetta, e ele passou os anos 1822–1824 envolvido nesta tarefa, expandindo enormemente os trabalhos de Thomas Young nesta área, que foi a chave para o estudo da Egiptologia.


Formatação, pesquisa e descrição tumular: HRubiales

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