“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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26 de mar de 2009

MARCEL PROUST - Arte Tumular - 175 - Cimetière du Père Lachaise, Paris, França






ARTE TUMULAR
Base tumular em linhas retas em granito negro polido, constituída por dois níveis,  com o nome do escritor, os anos de nascimento e morte,  gravados no lado frontal do túmulo. Não há qualquer ornamentação religiosa no túmulo. Somente o vaso vazio de bronze na cabeceira tumular, que normalmente representa a sepaação da alma do corpo.
LOCAL:  Cimetière du Père Lachaise, Paris, França
                 Divisão 85
Fotos: Bas (Find A Grave)
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Valentin Louis Georges Eugène Marcel Proust (Auteuil, 10 de Julho de 1871 —Paris, 18 de Novembro de 1922) foi um escritor francês.
Morreu aos 51 anos de idade.
BIOGRAFIA
Filho de Adrien Proust, um célebre professor de medicina, e Jeanne Weil, alsaciana de origem judaica, Marcel Proust nasceu numa família rica que lhe assegurou uma vida tranqüila e lhe permitiu freqüentar os salões da alta sociedade da época.
Após estudos no liceu Condorcet, prestou serviço militar em 1889. Devolvido à vida civil, assistiu na École Libre des Sciences Politiques aos cursos de Albert Sorel e Anatole Leroy-Beaulieu; e na Sorbonne os de Henri Bergson cuja influência sobre a sua obra será essencial.
Em 1900, efetuou uma viagem a Veneza e se dedica às questões de estética. Em 1904, publicou várias traduções do crítico de arte inglesa John Ruskin (1904). Paralelamente a artigos que relatam a vida mundana publicados nos grandes jornais (entre os quais Le Figaro), escreveu Jean Santeuil, uma grande novela deixada incompleta e que continuará a ser inédito, e publicou Os Prazeres e os Dias (Les Plaisirs et les Jours), uma reunião de contos e poemas.
Após a morte dos seus pais, a sua saúde já frágil deteriorou-se mais. Ele passou a viver recluso e a esgotar-se no trabalho. A sua obra principal, Em Busca do Tempo Perdido(À la Recherche du Temps Perdu), foi publicada entre 1913 e 1927, o primeiro volume editado à custa do autor na pequena editora Grasset ainda que muito rapidamente as edições Gallimard recuaram na sua recusa e aceitaram o segundo volume À Sombra das Raparigas em Flor pela qual recebeu em 1919 o prêmio Goncourt.
A homossexualidade é tema recorrente em sua obra, principalmente em Sodoma e Gomorra e nos volumes subseqüentes. Trabalhou sem repouso à escrita dos seis livros seguintes de Em Busca do Tempo Perdido, até 1922.
MORTE
Faleceu esgotado, acometido por uma bronquite mal cuidada.
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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