“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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17 de mar de 2009

JEAN HARLOW- Arte Tumular -161- Forest Lawn Memorial Park, Great MausoleumGlendale, Los Angeles County, California, USA.












ARTE TUMULAR
Túmulo particular em mármore  em formato de cripta com  o seu nome gravado em bronze no portal..
LOCAL: Forest Lawn Memorial Park, Great Mausoleum, Sanctuary of Benediction, Private Family Mausoleum Room #34, Crypt B , Glendale, Los Angeles County,
California, USA.
Fotos: A.J.Marik, Denis Syoboda e Anneabe, Find a Grave.
Descrição Tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Jean Harlow, nome artístico de Harlean Carpentier (Kansas City, 3 de março de 1911 — Los Angeles, 7 de junho de 1937), foi uma atriz norte-americana de cinema, que antecedeu Marilyn Monroe como a primeira atriz loira a explorar seu sex-appeal.
Morreu aos 26 anos de idade.
BIOGRAFIA
Jean começou em Hollywood como figurante por necessidade, para pagar as despesas de casa, pois seu padrasto italiano não era lá muito adepto do trabalho. Howard Hughes, que estava refilmando Anjos do Inferno em versão falada, encantou-se por ela. Terminado o filme, Jean fez uma turnê pelo país em divulgação do mesmo. Infelizmente, Hughes não tinha outros projetos para ela e acabou por emprestá-la a outros estúdios.
Em 1932, casou-se com um assistente de Irving Thalberg na MGM, Paul Bern. Era uma escolha estranha para uma mulher de 21 anos, que poderia ter um dos belos atores com quem trabalhava. Ele tinha 42 anos, era pequeno, de poucos cabelos e tinha um bigode fino. Era gentil, inteligente e muito querido – chamavam-no carinhosamente de "pequeno padre confessor", devido a sua paciência em ouvir os problemas de todos. A relação dos dois era muito conturbada. Ironicamente, a deusa sensual das telas escolheu para marido um homem impotente, sexualmente falando. Ele passou a agredi-la, devido a sua frustração. A situação logo se tornou insuportável. O casal viva de aparências. Então, certo dia, enquanto Jean estava no estúdio, Bern se matou com uma pistola de calibre 38, encharcado do perfume favorito da esposa, Mitsuko.
Estrelou em mais de trinta filmes em uma carreira que durou apenas dez anos, até 1937.
Em 2004, foi interpretada pela cantora Gwen Stefani no filme O Aviador de Martin Scorsese.
MORTE
Jean ficou doente, talvez em decorrência de complicações nos rins, uma seqüela, ainda, das agressões de Bern. Na época, viva com sua mãe e esta recusou-se a chamar um médico, devido a sua crença religiosa. Quando um amigo veio socorrê-la, foi tarde demais. A loura platinada morreu prematuramente aos 26 anos, por insuficiência renal.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa : Helio Rubiales

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