“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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25 de dez de 2008

FRANZ SCHUBERT - Arte Tumular - 62 - Zentralfriedhof , Viena (Wien), Áustria


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ARTE TUMULAR
Base tumular em mármore branco com relevo alegórico à música, ladeada por duas colunas, uma de cada lado. Sobre essa base ergue-se uma lápide, tendo na parte central um alto relevo onde se destaca uma figura feminina coberta por um manto. Com a mão direita ergue uma guirlanda de louros e com a outra segura uma lira representando a música. Na sua frente, uma figura masculina, também coberta com um manto, aguarda passivamente o coroamento. Ao lado uma figura de um anjo "criança" representando a ressurreição
LOCAL: Zentrafriedhof, Viena (Wien), Áustria - Group 32A, nº 28 (Entre Beethoven e Strauss Jr.)
Descrição Tumular: Helio Rubiales




PERSONAGEM
FRANZ PETER SCHUBERT (Himmelpfortgrund, perto de Viena, 31 de Janeiro de 1797 - Viena, 19 de Novembro de 1828), foi um compositor austríaco do fim da Era clássica com um estilo marcante, inovador e poético do romanticismo.
Morreu com 31 anos de idade.

BIOGRAFIA (Resumida)
 Escreveu cerca de seiscentas canções (o "Lied" alemão), bem como óperas, sinfonias, sonatas entre outros trabalhos. Não houve grande reconhecimento público da sua obra durante sua curta vida; teve sempre dificuldade em assegurar um emprego permanente, vivendo muitas vezes à custa de amigos e do trabalho que o pai lhe dava. Morreu sem quaisquer recursos financeiros com a idade de 31 anos. Hoje, o seu estilo considerado por muitos como imaginativo, lírico e melódico, fá-lo ser considerado um dos maiores compositores do século XIX, marcando a passagem do estilo clássico para o romântico. Podemos defini-lo como "mais um artista incompreendido pelos seus contemporâneos".

MORTE
A sua saúde deteriorou-se neste mesmo auge da sua actividade criativa. Sofria de sífilis desde 1822. Terá morrido de febre tifóide, ainda que vários biógrafos apresentem outras possíveis doenças. Morreu a 19 de Novembro, na casa do seu irmão Ferdinand, em Viena, com 31 anos de idade. A sua sepultura jaz no cemitério de Währinger, perto da de Ludwig van Beethoven, compositor que venerou em vida.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales


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