“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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24 de dez de 2008

JOHN WAYNE - Arte Tumular - 61 - Pacific View Memorial Park de Corona del Mar, California, USA









Placa sobre o seu túmulo


Vista do cemitério e túmulo
ARTE TUMULAR
 Placa de bronze com seu nome e datas e relevos em alusão ao Alamo, filme que dirigiu.
LOCAL: Pacific View Memorial Park de Corona del Mar, California, USA
Descrição tumular: Helio Rubiales
PERSONALIDADE
JOHN WAYNE, (Winterset, Iowa, 26 de maio de 1907 — Los Angeles, 11 de junho de 1979) foi um famoso ator americano
Morreu aos 72 anos de idade.

BIOGRAFIA
Filho de um farmacêutico, seu verdadeiro nome era Marion Michael Morrison. Ele detestava seu nome e ao entrar para o cinema o mudou para John Wayne, que tinha mais a ver com um rapaz de 1m92 centimentros de altura e campeão de futebol, pela USC.
No ano de 1939 a carreira de Wayne foi agraciada com um divisor de águas inestimável que o lançou ao estrelato, sob a direção do lendário John Ford, o ator faz aquele que é a obra que definirá todas as principais características do cinema de faroeste clássico norte-americano, trata-se do filme:"No Tempo das Diligências". A parceria entre eles continou e realizaram juntos ainda uma série de grandes sucessos e filmes inesquecíveis (foram 22 no total), como "Rio Grande" (1950), "Depois do Vendaval" (1952), "Rastros de Ódio" (1956) e "O Homem Que Matou o Facínora" (1962), "Sangue de Herói", "Legião Invencível" e "Rio Grande" - trilogia sobre a Cavalaria -; "O céu mandou alguém", "Asas de Águia", "Marcha de Heróis", entre outros.
Se casou três vezes. A primeira em 1932 com Josephine Saenz que lhe deu quatro filhos. Em 1946 o segundo casamento com a atriz mexicana Esperanza Baur, de quem se divorciou sete anos depois para se casar com Pilar Palette com quem teve mais dois filhos.
Dirigiu os filme "The Alamo" e "Os boina verdes". Este último, de 1968, lhe causou grandes problemas. Tinha um roteiro pró-Guerra do Vietnã, o que causou a fúria dos opositores a essa intervenção militar estadunidense, que realizaram vários protestos contra a exibição do filme.
MORTE
Ele morreu de câncer, doença que o atormentava desde o final da década de 60, quando perdeu o pulmão esquerdo, em 1979
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales


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