“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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22 de dez de 2008

BURT LANCASTER-Arte Tumular -49-Westwood Memorial Park, Los Angeles, California, USA.









ARTE TUMULAR
Placa em bronze  quadrada com o seu nome e datas gravados em relevo.
LOCAL: Westwood Memorial Park, Los Angeles, California, USA.
Fotos: Find a Grave
Descrição Tumular: Helio Rubiales
PERSONALIDADE
Burto Stephen Lancaster , conhecido como Burt Lancaster (Nova Iorque, 2 de Novembro de 1913 – Los Angeles, 20 de Outubro de 1994) foi um ator e produtor de cinema dos Estados Unidos.
Morreu com 81 anos de idade.
BIOGRAFIA
Viveu a sua infância no Spanish Harlem, um bairro pobre da cidade de Nova York e os seus pais eram descendentes de protestantes Irlandeses.
Na juventude foi um craque no basquete e tinha um físico musculoso e 1m88 de altura. Começou no picadeiro como acrobata e durante dez anos se apresentou em feiras, circos e em shows de variedades com o Ringling Brothers.
Começou no cinema em 1946, trabalhando com o diretor Robert Siodmak, com quem faria ao todo três filmes. Atuando em filmes de acção, thrillers e westerns, movendo-se gradualmente para papéis mais exigentes e sérios e para o cinema europeu, à medida que ia ganhando prestígio. Participou em dezenas de filmes dos anos 40 aos anos 80 e seu talento foi reconhecido quando ganhou o Oscar de melhor ator em 1960 pela interpretação de um caixeiro-viajante e ex-estudante de Teologia no filme Entre Deus e o Pecado. Nesse mesmo ano, trabalhou com John Huston em O Passado não Perdoa.
MORTE
Depois de uma operação de urgência no coração, teve uma trombose cerebral em 1990, que o deixou numa cadeira de rodas. Morreu em Los Angeles em 1994, de ataque cardíaco. Ele possui uma estrela na Calçada da Fama.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e Pesquisa: Helio Rubiales

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