“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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23 de abr de 2017

JERRY ADRIANI - Arte Tumular - 1129 - Cemitério do Caju, Rio de janeiro, Brasil





Local: Cemitério São Francisco Xavier (Cemitério do Caju) , Rio de janeiro, Brasil




PERSONAGEM
Jerry Adriani, nome artístico de Jair Alves de Sousa (São Paulo, 29 de janeiro de 1947 – Rio de Janeiro, 23 de abril de 2017), foi um cantor e ator brasileiro.
Iniciou sua carreira na TV Tupi de São Paulo, como vocalista do conjunto Os Rebeldes.Morreu aos 70 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Nascido Jair Alves de Souza em 29 de janeiro de 1947 no Brás, na cidade de São Paulo, começou a sua vida profissional em 1964, com a gravação do seu primeiro LP, Italianíssimo, e no mesmo ano gravou seu segundo LP, Credi a Me.

Em 1965, grava Um Grande Amor, sendo o primeiro LP em português. Tornou-se apresentador do programa Excelsior a Go Go, na antiga TV Excelsior de São Paulo, ao lado do comunicador Luís Aguiar; apresentava músicas dos Vips, Os Incríveis, Trini Lopez, Cidinha Campos, entre outros.

Entre 1967 e 1968, já na TV Tupi de São Paulo, passou a apresentar A Grande Parada, ao lado de grandes artistas, como Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marília Pera. Era um musical ao vivo que apresentava grandes nomes da música popular brasileira.

Em 1969 Ganhou o título de cidadão carioca.

Foi responsável pela ida de Raul Seixas para o Rio de Janeiro, amigos desde a época em que possuía uma banda em Salvador, chamada Raulzito e os Panteras, por três anos. Entre as músicas que a banda tocou, ambas compostas por Raulzito, estão "Tudo Que É Bom Dura Pouco", "Tarde Demais" e "Doce Doce Amor".

Entre os anos de 1969 a 1971, Raul Seixas foi seu produtor, até iniciar a carreira solo.

Na década de 1970, fez shows na Venezuela, Peru, Estados Unidos, México, Canadá e outros países.

Em 1975, participou de um musical no Hotel Nacional, denominado Brazilian Follies, dirigido por Caribe Rocha, ficando um ano e meio em cartaz.

No começo da década de 1990, gravou um disco que trazia de volta as origens do Rock in Roll, com o tema "Elvis Vive", um tributo a Elvis, sendo este o 24º disco da sua carreira.

Em 1994, a convite de Cecil Thiré, participou da novela 74.5: Uma Onda no Ar, produzida pela TV PLUS e exibida pela Rede Manchete, exibida também em Portugal, com grande sucesso.

Pelos seus 70 anos, ele participou de três episódios do programa de televisão italiano "MilleVoci" por Gianni Turco, que irá ao ar em junho de 2017.

Era pai de três filhos : Thiago, Tadeu e Joseph.

MORTE
 Em 10 de abril de 2017, a família de Jerry Adriani anunciou que ele foi diagnosticado com um câncer e que o tratamento estava sendo iniciado. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a doença. Jerry veio a falecer em 23 de abril no Hospital Vitória na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Fonte: pt.wikipwdia.org
Formatação: Helio Rubiales

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