“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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27 de nov de 2013

ALEXANDER STEPANOVICH POPOV - Arte Tumular - 950 - Literatorskie Mostki Saint Petersburg Saint Petersburg Federal City, Russian Federation




ARTE TUMULAR
Base de granito natural  retangular, sustentando uma base quadrada como se fosse uma coluna, encimado por um busto em granito do cientista. No terço médio da colunata, gravado no granito o seu nome em russo.

Local:Literatorskie Mostki Saint Petersburg Saint Petersburg Federal City, Russian Federation
Fotos: Julia & Keld
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
 Aleksander Stepánovich Popov (em russo: Алекса́ндр Степа́нович Попо́в) (16 de Março de 1859, Turinskiye Rudniki - 13 de Janeiro de 1906, São Petersburgo, Rússia), foi um físico russo. Pelo calendário juliano, nasceu a 4 de Março de 1859, em Turínskiye Rudnikí, atual Krasnoturinsk, nos Urais.
Morreu aos 46 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Estudou na Universidade de São Petersburgo. Foi o inventor da antena e, através dela, transmitiu ondas eletromagnéticas à distância. Em 1890 continuou com as experiências iniciadas pelos pioneiros da rádio, como Hertz. Em 1894 construiu o primeiro receptor de rádio, uma versão do coesor, e apresentou-o à Sociedade Russa de Física e Química a 7 de Maio de 1895. Em Março de 1896 efetuou uma transmissão de rádio entre 2 edifícios do campus universitário e em 1898 transmitiu sinais entre terra e um barco que se encontrava a 5 quilômetros da costa. Na mesma época, Marconi, de forma independente, realizava as investigações que o levaram a conseguir fazer a primeira transmissão sem fios. Em 1901 foi nomeado para ser professor no Instituto Eletrotécnico de São Petersburgo, que atualmente tem o seu nome, e em 1905 foi elegido para diretor.
 Depois de completar a educação de seminário, matriculou-se na Faculdade de Física na Universidade de São Petersburgo para continuar seus estudos em física e matemática. Superou o trabalho experimental, demonstrando uma aptidão natural para projetar e construir equipamentos de laboratório. Interessou-se por eletricidade, uma área científica da física em franca expansão (1880), e formou-se com distinção (1882). Aceitou de imediato o convite para permanecer na Universidade de São Petersburgo como um assistente de laboratório. Depois (1883) foi para Kronstadt trabalhar em projetos de torpedos para a marinha armada russa, inclusive representou a Rússia na Chicago World Exhibition (1893). No ano seguinte resolveu dedicar-se a projetos de geradores de ondas eletromagnéticas, especialmente motivado pela má qualidade dos equipamentos tanto de emissão como de recepção das ondas hertezianas existentes naquela época. Demonstrou seu primeiro invento de sucesso (1895) para os membros da Sociedadede Física e Química da Rússia, no dia 7 de maio, uma data histórica que seria futuramente transformada em comemorativa como Dia do Rádio pelos governantes da União Soviética e segue com tal hoje na Rússia. Assim, embora aclamado na Rússia como o inventor de rádio, no ocidente essa primazia é geralmente creditada a Guglielmo Marconi (1897). Quando o italiano o visitou em Kronstadt (1902), o russo não demonstrou nenhumm ressentimento e entre ambos desenvolveu-se cordiais discissões técnicas, especialmente sobre telegrafia. Estudou perturbações elétricas atmosféricas e raios de X (1896). Ganhou a Grande Medalha de Ouro, em Paris (1900) por seus inventos, tornou-se professor (1901) e diretor (1905) no Instituto de Engenharia Elétrica de Imperial de São Petersburg. Seriamente vitimado por um derrame cerebral morreu relativamente jovem, no dia 13 de janeiro (1906). Infelizmente a instabilidade política do país contribuiu para a decadência de seu prestígio, que voltaria a ser valorizado só após a Segunda Grande Guerra.
 MORTE
Faleceu em São Petersburgo, com 46 anos, de hemorragia cerebral, dia 31 de Dezembro de 1905 no calendário juliano, que corresponde ao dia 13 de Janeiro de 1906 no calendário gregoriano.
Fonte: brasilescola.com/biografia/alexander-stepanovich.htm
Formatação: Helio Rubiales

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