“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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22 de out de 2013

WILSON FITTIPALDI - Arte Tumular - 906 - Cemitério da Paz, Morumbi, São Paulo, Brasil


(Foto ilustrativa)

ARTE TUMULAR
Placa em bronze com o seu nome e datas gravados
Local: Cemitério da Paz, Morumbi, São Paulo, Brasil




PERSONAGEM
Wilson Fittipaldi (Santo André, 4 de agosto de 1920 – Rio de Janeiro, 11 de março de 2013) foi um piloto de automóveis, empresário e radialista brasileiro, especializado em automobilismo.
Morreu aos 92 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de imigrantes italianos, Wilson desde cedo interessou-se por carros e motos e no final da década de 1930, já era locutor. Em 1943 casou-se com Juzy Vojciechoski e no dia de natal deste mesmo ano, nasceu seu primeiro filho, Wilson Fittipaldi Júnior. Conhecido como Barão, Wilson Fittipaldi trabalhou durante décadas nas transmissões da rádio paulista Panamericana (depois conhecida como Jovem Pan) e também foi comentarista do telejornal Record em Notícias (1973-1996) da TV Record, na década de 80. Além da locução, ele também foi organizador de provas automobilísticas e de motos, acompanhando de perto o nascimento do autódromo de Interlagos. Como piloto, participou de várias provas, sendo, em algumas, piloto e repórter ao mesmo tempo.
Wilson Fittipaldi, o patriarca da família que é uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento do automobilismo no Brasil. Wilson Fittipaldi decidiu morar no Rio de Janeiro havia sete anos. Talvez uma homenagem à cidade que deu a ele a oportunidade de ver a primeira corrida de carros, bem de pertinho, em 1935. O vasto bigode e a descendência italiana lhe renderam o apelido de Barão. Participou de corridas, ajudou a fundar o Autódromo de Interlagos e a Confederação Brasileira de Automobilismo. “Ele foi fundamental para que Fórmula 1 tivesse peso que tem hoje em dia”, disse Rubens Barrichello. Barão também foi pioneiro fora das pistas. No fim dos anos 1940, se tornou o primeiro narrador de automobilismo do rádio brasileiro, e pôde viver a emoção de contar para todo o país, em 1972, o feito do filho mais novo, Émerson, o primeiro brasileiro campeão mundial de Fórmula 1. “Acho que é um momento especial. Toda vez que lembro, a voz dele, a emoção, nunca mais vou esquecer”, disse, emocionado, Émerson Fittipaldi, filho mais novo de filho mais novo de Wilson Fittipaldi. Émerson conquistaria o bicampeonato dois anos depois. A família do Barão Wilson teve também o Wilsinho como piloto e o filho dele, Christian, neto do barão. Mas o time completo é bem maior. Os tricampeões Nelson Piquet e Ayrton Senna, Felippe Massa, Rubens Barrichello e todos os brasileiros que aprenderam a amar a Fórmula 1.
MORTE:
Faleceu aos 92 anos de idade no dia 11 de março de 2013, em decorrência de problemas respiratórios e coronarianos, no Hospital Copa D´Or, zona sul do Rio de Janeiro, onde estava internado
Fonte|: wikipedia.org
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/03/morre-no-rio-aos-92-anos-wilson-fittipaldi.html
http://terceirotempo.bol.uol.com.br/quefimlevou/qfl/sobre/wilson-fittipaldi-56.html
Formatação: Helio Rubiales

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