“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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24 de fev de 2012

ALOIS HITLER - Arte Tumular - 701 - Town Cemetery ,Leonding,Upper Austria (Oberösterreich), Austria





ARTE TUMULAR
Base tumular formada por blocos de granito em formato piramidal encimado por uma cruz latina. Na parte central uma placa ovalada em mármore negro com o seu nome e datas em letras douradas.

Local: Town Cemetery ,Leonding,Upper Austria (Oberösterreich), Austria
Fotos: Gordon Norman, Geoff Walden e Werner Parwick
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Alois Hitler, nascido Aloys Schicklgruber (Waldviertel, 7 de Junho de 1837 — Linz, 3 de Janeiro de 1903), foi o pai de Adolf Hitler.
Morreu aos 65 anos de idade.
SINOPSE
Alois foi guarda de alfândegas, profissão semi-militar. O emprego envolvia frequentes mudanças de domicílio e ele serviu numa variedade de lugares por toda a Áustria. Em 1860, após 5 anos de serviço, ele obteve o grau de Finanzwach Oberaufseher, quando servia na cidade de Wels, Áustria. Em 1864, após treino especial e exames, progrediu outra vez, e servia agora em Linz, Áustria. Em 1875 era inspector da alfândega, em Braunau am Inn.
Enquanto que sua vida profissional obedeceu a regras tradicionais, sua vida privada parece ter sido uma sucessão de paródias às convenções e normas sociais no que diz respeito a mulheres e descendência.
Nos finais da década de 1860, ele foi o pai de uma criança ilegítima, de uma mulher chamada Thelka, quando casou pela primeira vez, em 1873, e parece ter sido por dinheiro. Anna Glassl era filha de um oficial, rica, de 50 anos de idade. Anna estava doente quando Alois casou com ela e era inválida ou tornou-se inválida pouco depois.
Em 1876, três anos após Alois ter casado com sua primeira mulher, ele contratou Klara Pölzl como criada doméstica. Ela tinha 16 anos de idade e era a neta do tio-padrasto de Alois (ou pai) Nepomuk. Com a mudança de nome de Alois, Klara era oficialmente sua prima de segundo grau: Se Nepomuk era o pai de Alois, então Klara era a semi-sobrinha de Alois. Pouco tempo depois, ele teve um caso com Franziska "Franni" Matzelberger, de dezenove anos de idade, uma das jovens empregadas na pousada Braunau inn (Pommer Inn, casa #219) onde ele alugava o andar do topo, como alojamento.
Smith afirma que Alois teve numerosos romances na década de 1870, o que teve como consequência que a sua mulher doente, Anna, tenha iniciado uma acção legal procurando a separação. Em 7 de novembro de 1880 Alois e Anna separaram-se por acordo mútuo. Franziska tornou-se a namorada de Alois (então com 43 anos de idade) mas os dois não podiam casar de acordo com a lei da Igreja católica - o divórcio não era permitido. Entretanto, Franziska exigiu que a "criada" Klara encontrasse outro emprego e Alois enviou a sua prima Klara embora.
Franziska, mesmo não oficialmente esposa de Alois, conseguiu obter esse estatuto. Em janeiro de 1882 ela deu à luz um filho ilegítimo de Alois, também chamado de Alois, mas uma vez que eles não eram casados, o apelido da criança foi o de Franziska, o que o fez chamar-se "Alois Matzelberger." Franziska teve mais sorte (talvez fosse mais bonita) do que a amante que Alois previamente tinha engravidado, ou talvez esse outro bebé tivesse sido uma rapariga. Por qualquer que tenha sido a razão, Alois manteve Franziska como sua esposa, ao mesmo tempo que a sua mulher oficial se tornava ainda mais doente. Morreu pouco depois de um ano após o nascimento da criança de Franziska.
No mês seguinte, numa cerimónia em Braunau, com os seus colegas da alfândega como testemunhas, Alois Hitler, com 45 anos de idade, casou com Franziska Matzelberger, de 21 e esperando um segundo filho. Foi então que ele legitimizou o seu filho como Alois Hitler Jr.
MORTE
Na manhã de 3 de janeiro de 1903, Alois foi para a Gasthaus Stiefler como de costume, para beber o seu copo de vinho matinal. Mal lhe tinham oferecido o jornal, ele caiu ao chão. Foi levado para um quarto adjunto e foi chamado um médico mas Alois Hitler faleceu na hospedaria, provavelmente devido a uma hemorragia pleural, com a idade de 65.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

Um comentário:

Claudio Faryas disse...

Não tinha a menor ideia que existisse um blog voltado para essa categoria, encontrei por um acaso, nem tampouco imaginava quem foi o pai de Hitler. Não sei se posso definir o teu trabalho como jornalismo alternativo. De toda forma, é uma ideia diferenciada da grande mídia que, já se tornou uma mesmície.
Parabéns
Grato


blogdoclaudiofaryas.blogspot.com