“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



INICIE A MUSICA

PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

21 de jan de 2012

JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA (O Moço) - Arte Tumular - 696 - Cemitério da Consolação, São Paulo, Brasil














ARTE TUMULAR
Base tumular composta por duas lajes retangulares de mármore branco, uma ao lado da outra. A laje da direita representa o túmulo de José Bonifácio, com o seu nome e datas gravados no mármore. O conjunto em todo o seu perímetro apresenta um gradil de ferro.
Local: Cemitério da Consolação, São Paulo, Brasil
Foto: sãopauloantiga.com.br
Descrição Tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
José Bonifácio de Andrada e Silva (Bordeaux, França, 8 de novembro de 1827 — São Paulo,26 de outubro de 1886) foi um poeta, orador, jurista, professor e político brasileiro.
Da segunda geração e segundo político deste nome da família dos Andradas, filho de Martim Francisco Ribeiro de Andrada e Gabriela Frederica Ribeiro de Andrada (o pai era irmão e a mãe era filha de José Bonifácio de Andrada e Silva, (o Patriarca da Independência), nasceu na França por ocasião do exílio da família após a dissolução da Assembleia Constituinte de1823 por D.Pedro I.
BIOGRAFIA
Filho de Martim Francisco Ribeiro de Andrada II, sobrinho do Patriarca, e de Gabriela Frederica Ribeiro de Andrada, filha do Patriarca da Independência do Brasil José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), de quem era então sobrinho-neto. Apelidado de "o moço", para distingui-lo de seu tio-avô, "o Patriarca", fez os primeiros estudos em São Paulo. Aos 14 anos ingressou na Escola Militar da Corte, de onde se afastou em 1846, sem terminar o curso. Formou-se em 1853 pela Faculdade de Direito de São Paulo. Foi professor de direito na escola de Recife e depois em São Paulo, tendo sido titular da cadeira de Direito Criminal e da de Direito Civil. Teve como alunos figuras como Rui Barbosa, Castro Alves, Joaquim Nabuco e Afonso Pena.

Foi deputado provincial (1860) e deputado geral por São Paulo de 1861 a 1868 e de 1878 a 1879 e senador do Império do Brasil de 1879 a 1886. Orador e escritor de estilo romântico, notabilizou-se pela defesa do sistemaparlamentarista e do voto dos analfabetos. Foi também ministro da Marinha em 1862 e do Império em 1864, participou do movimento abolicionista defendendo a libertação dos escravos de forma imediata e sem indenização. Rejeitou o cargo de Presidente do Conselho de Ministros em 1883 que lhe foi oferecido pelo Imperador D. Pedro II.
Era casado com Adelaide Eugênia da Costa Aguiar de Andrada em primeiras núpcias e após o seu falecimento casou-se em segundas núpcias com Rafaela de Souza Aguiar Gurgel do Amaral. Do primeiro casamento teve os seguintes filhos: José Bonifácio, Martim Francisco, Narcisa, Maria Flora e Gabriela.
Rui Barbosa fez um pronunciamento prestando-lhe homenagem póstuma no Teatro São José, em sessão cívica em 1886.
Foi escolhido por Medeiros e Albuquerque como patrono da cadeira 22 da Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897, e como patrono da cadeira 7 da Academia Paulista de Letras, fundada em 1909.
Na literatura, alguns historiadores literários o colocam entre os poetas menores do Romantismo e surgiu neste meio com a publicação Rosas e goivos (1848). Gozou de enorme prestígio no mundo da político em nos meios intelectuais
MORTE
Faleceu em São Paulo, a capital paulista.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

Um comentário:

a.COM disse...

Acesse o blog e faça parte dele seguindo: WWW.acomcardoso.blogspot.com, aos poucos iremos deixar você informada do mundo do seu ídolo: Claudia leitte.