“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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27 de jan de 2012

ANTONINO PIO ' IMPERADOR - Arte Tumular - 698 - Mausoleum of Hadrian,Rome,Lazio, Italy




Precedido por
Adriano
Imperador romano
117 — 138
Sucedido por
Marco Aurélio e Lúcio Vero


ARTE TUMULAR

Sepultado no Mausoléu de Adriano, construído em Roma, junto ao rio Tibre, pelo imperador Adriano (76-138), para aí ser sepultado, bem como os seus sucessores, é também conhecido como "Castelo de Santo Ângelo".A obra começou em 125 e terminou em 130 com Demétrio, assumindo-se como uma verdadeira fortaleza. Está assente numa base quadrada com 84 m de lado e alicerçou-se através de estacas enterradas nas lamas do Tibre. Possui uma torre cilíndrica com cerca de 65 m de diâmetro e 18 m de altura. O monumento, em travertino, no seu topo era adornado por uma quadriga em bronze, conduzida por Adriano. Atualmente encontra-se ali uma estátua de S. Miguel.

Local: Mausoleum of Hadrian,Rome,Lazio, Italy
GPS (lat/lon): 41.90306, 12.46636
Fotos: Mongoose, dead-treck.com
Descrição tumnualar: Helio Rubiales




PERSONAGEM
Tito Aurélio Fúlvio Boiônio Árrio Antonino Pio, conhecido como Antonino Pio, em latim Titus Aurelius Fulvius Boionius Arrius Antoninus Pius (19 de setembro de 86 d.C. — 7 de março de 161) foi imperador romano de 138 a 161. Foi o quarto dos “cinco bons imperadores”, sucedendo a Adriano, que o adotara como filho.
Morreu aos 74 anos de idade
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Pertencente à gens Aurelia, foi denominado "Pio" pelo fato de ter insistido na deificação de seu predecessor Adriano e pai adotivo.
Antonino exerceu o poder em contato com o senado, cujo papel cerimonial aceitava, ainda que não lhe cedendo qualquer parcela de poder real; ao contrário de Adriano, permaneceu em Roma durante todo o seu reinado. Realizou uma política de austeridade, sem grandes edificações ou conquistas militares - salvo um deslocamento para Norte da fronteira da Britânia, após as campanhas do general Lólio Úrbico, que resultou na construção de um novo muro, a Muralha de Antonino, ao Norte da Muralha de Adriano, na fronteira entre as atuais Inglaterra e Escócia.
ORIGENS
Antonino Pio era o único filho de Tito Aurélio Fulvo, cônsul em 89, procedente de Nemauso (moderna Nimes) e de Árria Fadilla. Quando o seu pai faleceu, Antonino Pio foi educado pelo seu avô materno, Árrio Antonino, homem de grande integridade e cultura e pertencente ao círculo de amizades do escritor Plínio o Jovem. A sua mãe casou-se com Públio Júlio Lupo, consul suffectus em 98. Fruto deste matrimônio nasceu Júlia Fadilla.
CASAMENTO
Antonino Pio casou-se por volta de 110 - 115 com Ânnia Galéria Faustina a Maior. Faustina era a filha de cônsul Marco Ânnio Vero e Rupília Faustina (parente da imperatriz romana Víbia Sabina). Faustina foi uma formosa mulher, conhecida em Roma pela sua sabedoria. Passou toda a sua vida ao cuidado dos desfavorecidos
Faustina e Antonino tiveram quatro filhos
MORTE
Após desempenhar o reinado mais duradouro desde o de Augusto, (superando em dois meses o de Tibério), Antonino faleceu de febres em Lorium, Etrúria, a cerca de doze quilômetros de Roma, a 7 de março de 161. A última palavra que o finado imperador pronunciou foi aequanimitas ("equanimidade"), talvez característica do seu reinado. O seu corpo foi depositado no Mausoléu de Adriano e foi erigida uma coluna na sua honra no Campo de Marte, e o templo que ele próprio dedicara à sua esposa Faustina em 141 foi deificado então no seu nome e no de Faustina.
Fonte: pt.wikipedia.org.
Formatação: Helio Rubiales

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