“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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27 de out de 2011

FERENC PUSKÁS - Arte Tumular - 649 - Szent István-bazilika ,Budapest, Budapest Capital District, Hungary







ARTE TUMULAR
Foi sepultado na Basílica de Santo Estêvão, num tumulo retangular com um tampo de mármore branco com o seu nome e datas gravados em dourado. No piso, defronte ao túmulo encontra-se o simbolo do Real Madrid
Local: Szent István-bazilika ,Budapest, Budapest Capital District, Hungary
Plot: Grotta-Saint Lipot Room
Fotos: José L.Barnabé Tronchoni e Rolo
Descrição tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
Ferenc Puskás Biró (Budapeste, 2 de Abril de 1927 — Budapeste, 17 de Novembro de 2006) foi um futebolista húngaro, considerado um dos melhores do século XX. Seu nome de batismo era Ferenc Purczeld Biró (Purczeld Biró Ferenc, no padrão húngaro).
SINOPSE
Puskás celebrizou-se como o líder da Seleção Húngara que fez história na primeira metade da década de 1950, quando seu elenco ficou conhecido como "os mágicos magiares". O país ficou quatro anos invicto, ganhando a medalha de ouro do futebol nos Jogos Olímpicos de Verão de 1952 e terminando a Copa do Mundo de 1954 vice-campeão, embora seja considerado indubitavelmente o melhor time deste torneio. Paralelamente, era o líder natural do clube que servia de base para aquele selecionado, o Honvéd. Seus 83 gols em 84 jogos pela Hungria fazem-no o maior artilheiro da seleção magiar; foi por muito tempo o maior goleador de uma seleção, recorde batido pelo iraniano Ali Daei.
Puskás, que tinha a patente de major (daí seu apelido Major Galopante), tem uma marca de gols excepcional por seu país, 83 em 85 jogos. Dono de habilidade precisa para passes e dribles curtos e secos, além de tudo, tinha um primoroso chute de esquerda, era um jogador cerebral.Em comparação com outros jogadores da época, era considerado gordo e baixo. Colocava brilhantina nos cabelos negros e penteava-os para trás.
Maior futebolista húngaro de sempre, entrou para a história do esporte também por seus feitos pelo Real Madrid no final daquela década e início da seguinte. É também um dos poucos a terem jogado Copas do Mundo por dois países: participou da de 1962 competindo pela Espanha. De acordo com a FIFA, Puskás é um dos cinco a terem jogado Copas do Mundo por dois países considerados diferentes pela entidade, ao lado de Luis Monti (que jogou a de 1930 pela Argentina e a de 1934 pela Itália), José Santamaría (que jogou a de 1954 pelo Uruguai e a de 1962 pela Espanha), José João "Mazzola" Altafini (que jogou a de 1958 pelo Brasil e a de 1962 pela Itália) e Robert Prosinečki (que jogou a de 1990 pela Iugoslávia e as de 1998 e 2002 pela Croácia).
De acordo com o IFFHS, os 512 gols de Puskás (em 528 partidas) fazem dele o terceiro maior artilheiro do século XX. Ao lado do compatriota Zoltán Czibor e do uruguaio José Pedro Cea, Puskás é também um dos três atletas que marcaram gols em finais de Olimpíada e de Copa do Mundo.
Desde 2009, a FIFA concede o Prêmio Ferenc Puskás ao autor do gol mais bonito do ano.
MORTE
Em 2000, foi diagnosticado que Puskás sofria da doença de Alzheimer . Ele foi internado em um hospital de Budapeste em setembro de 2006, depois de ficar internado por dois meses, veio a falecer de pneumonia em 17 novembro de 2006 . Ele deixou sua esposa de 57 anos, Erzsébet, e sua filha, Anikó. Em um funeral de estado , seu caixão foi movido de Puskás Ferenc Stadion a Praça dos Heróis para uma saudação militar . Ele foi colocado para descansar sob a cúpula da Basílica de Santo Estêvão em Budapeste, em 9 de dezembro de 2006.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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