“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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10 de ago de 2011

GARRINCHA - Arte Tumular - 539 - Cemitério de Raiz da Serra, Magé, Rio e Janeiro











ARTE TUMULAR
Simples, base tumular retangular com o seu nome escrito com tinta, sem nenhum destaque entre as outras sepulturas do local. O túmulo sofre com a ação do tempo e a falta de ação de alguém que queira cuidar dignamente da memória do craque. O seu túmulo recebe pouquíssimas visitas
LOCAL: Cemitério de Raiz da Serra, em Magé, a 50km do Rio.
Fotos: Globo
Descrição Tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Manuel dos Santos, o Mané Garrincha ou simplesmente Garrincha, (Magé,18 de outubro de 1933 — Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 1983) foi um futebolista brasileiro que se notabilizou por seus dribles desconcertantes apesar, ou exatamente, pelo fato de ter suas pernas tortas. É considerado entre os especialistas de futebol como um dos maiores jogadores da história do futebol em todos os tempos. No auge de sua carreira, passou a assinar Manuel Francisco dos Santos, em homenagem a um tio homônimo, que muito o ajudou.
Morreu aos 50 anos de idade.
BIOGRAFIA
Garrincha, "O Anjo de Pernas Tortas" , foi um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1958 e, principalmente, da Copa do Mundo de 1962 quando, após a contusão de Pelé, se tornou o principal jogador do ataque brasileiro. Com Garrincha e Pelé jogando juntos, a Seleção jamais perdeu uma partida sequer. A força do seu carisma ficou marcada rapidamente nas palavras do grande poeta de Itabira, Carlos Drummond de Andrade:
«Se há um deus que regula o futebol, esse deus é sobretudo irônico e farsante, e Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios.»
(Carlos Drummond de Andrade)
VIDA PESSOAL
Garrincha casou-se com Nair, namorada de infância, com quem teve oito filhos. No entanto manteve relacionamento longo com Elza Soares e em 1965 deixou a esposa para morar com Elza. A sociedade da época se escandalizou com a relação de Elza e Garrincha e imprensa passou atacá-los.
JOGADOR DE FUTEBOL PROFISSIONAL
Na maior parte de sua carreira Garrincha defendeu o Botafogo (no período de1953-1965) e a Seleção Brasileira (de 1957-1966). Jogou alguns meses no Sport Club Corinthians Paulista (1966) e no Clube de Regatas do Flamengo (1969), em sua, quase acabada, final de carreira. Jogou por pouco tempo no Olaria (1972). Teve uma partida disputada pelo Vasco, em um amistoso contra a seleção da cidade de Cordeiro (RJ), marcando um gol nesta partida. Sua contratação não foi fechada pela equipe cruzmaltina devido a sua má condição física e foi devolvido ao Sport Club Corinthians Paulista após o supracitado amistoso.
Jogou sessenta partidas pelo Brasil entre 1955 e 1966. Em todos os seus jogos, participou de apenas uma derrota (de 3 a 1 para aHungria na Copa de 66). Com Garrincha e Pelé jogando ao mesmo tempo, o Brasil nunca perdeu.
Mesmo na Seleção Brasileira, Garrincha nunca abandonou sua forma irreverente de jogar. Voltava a driblar o jogador oponente, no mesmo lance, ainda que desnecessariamente, só pela brincadeira em si.
Nos clubes, jogou 614 vezes, marcando 245 gols pelo Botafogo. Também atuou pelo Corinthians, Flamengo e o Olaria no Brasil, e peloAtlético Junior da Colômbia. Sua carreira profissional se prolongou de 1953 a 1972.
Na clínica do dr. Eiras, seus amigos nunca o deixaram. E justamente na noite em que o deixaram, numa madrugada de Domingo para segunda-feira Garrincha foi derrotado pelo alcoolismo, faleceu em 20 de janeiro de 1983.
MORTE
Na clínica do dr. Eiras, seus amigos nunca o deixaram. E justamente na noite em que o deixaram, numa madrugada de Domingo para segunda-feira Garrincha foi derrotado pelo alcoolismo, faleceu em 20 de janeiro de 1983.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

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