“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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12 de nov de 2009

JAMES COBURN - Arte Tumular - 308 - Westwood Memorial Park ,Los Angeles,California, USA








ARTE TUMULAR
Duas bases de granito sustentam a lápide retangular em granito como se fosse um banco, representando que o ator estará sempre presente.
LOCAL: Westwood Memorial Park ,Los Angeles, Los Angeles County,California, USA
Fotos: Scott Michaels
Descrição tumular:HRubiales

PERSONAGEM
James Coburn (31 de agosto de 1928, Laurel – 18 de novembro de 2002,Los Angeles) foi um ator norte-americano famoso por interpretar papéis de "durão" no cinema e vencedor doOscar de melhor ator coadjuvante em 1998. Era neto de outro grande ator dos anos 40, também vencedor do Oscar, Charles Coburn.
Morreu aos 74 anos de idade
BIOGRAFIA
Começando a carreira em seriados da tv americana, especialmente westerns, se tornou conhecido no começo dos anos 60 por seu trabalho nos filmes Sete Homens e um Destino e Fugindo do Inferno, nos quais tinha papel de coadjuvante "durão" entre tantos astros como Yul Brynner, Charles Bronson e Steve McQueen.
Sua fama mundial chegou em 1966 como Derek Flint , o super espião americano criado por Hollywood para concorrer com James Bond, que fez dois filmes de grande popularidade, Flint contra o Gênio do Mal e Flint:Perigo Supremo, sendo o mais bem sucedido, em crítica e bilheteria, de todos os agentes que parodiavam 007 nos anos 60. Mestre em karatê (aprendido com Bruce Lee), o que lhe dava grande suavidade de movimentos e agilidade, Coburn encarnou com grande competência e carisma o agente secreto mulherengo, mestre em artes marciais, fluente em quarenta e sete idiomas (!!), neurocirurgião, espadachim, físico nuclear, que vivia numa mansão com quatro lindas mulheres (uma alusão a Hugh Hefner, editor da revista Playboy) e divertiu legiões de fãs nas telas de todo o mundo, principalmente pelo tom de comédia e exagero maior que nos filmes de Bond,(na época, Sean Connery).
Após conseguir o status de superstar no cinema, Coburn , adepto do budismo e de um estilo de vida mais recatado e contemplativo, dedicou-se apenas a pequenos filmes independentes, o que o tirou do centro das atenções em Hollywood, por quase dez anos, devido ao fracasso destes filmes.
Foi graças a seu amigo, o diretor Sam Peckinpah (com quem trabalhara no faroeste Major Dundee de 1965), que voltou às grandes produções no meio da década seguinte, com os filmes Pat Garret e Billy the Kid, com Kris Kristofferson, e Cruz de Ferro, um violento épico de guerra na frente russa da II Guerra Mundial.
Com um severo problema de artrite, pouco filmou nos anos 80, voltando a participar mais ativamente de filmes na década de 90, em Jovens Demais Para Morrer, Queima de Arquivo, O Professor Aloprado, Maverick, O Troco até o Oscar de coadjuvante em 1998 como um velho durão e cruel que abusava de seu filho (Nick Nolte) em Temporada de Caça.
MORTE
James Coburn morreu repentinamente em sua casa em Beverly Hills a 18 de novembro de 2002, com 74 anos, devido a um ataque cardíaco fulminante enquanto ouvia rádio, deixando mulher, filho e uma enteada.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: HRubiales

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