“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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6 de abr de 2009

ARTHUR CONAN DOYLE - Arte Tumular -193- Minstead Churchyard ,Hampshire, England








                                                                          Cemitério
ARTE TUMULAR
Cruz de granito rústico com uma base que serve de epitáfio com os seus dados.
LOCAL: Minstead Churchyard ,Hampshire, England
               Plot: Under an oak tree, with wife
Fotos: David Nash Ford e Austin Core.
Descrição Tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Sir Arthur Ignatius Conan Doyle, DL (Edimburgo, 22 de Maio de 1859 — Wildlesham, 7 de Julho de1930), mais conhecido como Arthur Conan Doyle, foi um escritor britânico, mundialmente famoso por suas 60 histórias sobre o detetive Sherlock Holmes, consideradas uma grande inovação no campo da literatura criminal. Foi um escritor prolífico cujos trabalhos incluem histórias de ficção científica, novelas históricas, peças e romances, poesia e obras de não-ficção.
Morreu aos 78 anos de idade.
Arthur Conan Doyle viveu e escreveu parte de suas obras em Southsea, um bairro elegante de Portsmouth

BIOGRAFIA

Partidário do espiritismo
Arthur Conan Doyle viveu e escreveu parte de suas obras em Southsea, um bairro elegante de Portsmouth

Conan Doyle, no ano de 1887 trava seu primeiro contato com o espiritismo, iniciando neste mesmo ano, junto ao seu amigo Ball, arquiteto de Portsmouth, sessões mediúnicas que o fizeram rever seus conceitos. Sua obra literária, então, ganha notoriedade, atingindo milhares de leitores. No auge da fama, em 1918, enfrenta todos os céticos e publica A Nova Revelação, obra em que manifesta sua convicção na explicação espírita para as manifestações paranormais estudadas a esmo durante o século XIX, e inicia uma série de outras, em meio a palestras sobre o tema.

Sua convicção foi além: para receber o título de Par (Peer) do Reino Inglês, foi-lhe imposta a condição de renunciar às suas crenças. Confrontando a todos, e ao sectarismo vigente, permaneceu fiel à fé que abraçara, e que acompanhou até seus últimos dias. Foi Presidente Honorário da Federação Espírita Internacional, Presidente da Aliança Espírita de Londres e Presidente do Colégio Britânico de Ciência Espírita.

Dentre suas obras, destacam-se os dois volumes de "A História do Espiritismo", pormenorizado estudo sobre a história dos movimentos espiritualista anglo-saxônico e espírita francês.

A Grande Guerra Boer
Em 9 de Agosto de 1902 Arthur Conan Doyle foi nomeado cavaleiro pela sua importante participação na Guerra Boer. Trabalhou na linha de frente da batalha como cirurgião, e foi elogiado pelos compatriotas pela coragem e determinação na prestação de socorro.
Regressando à Inglaterra escreveu um livro escolar com o título A Grande Guerra Boer.

Crente em fadas
Em seus últimos anos, Doyle escreveu um livro protagonizado pelo professor Challenger sobre o assunto, The Land of Mist.

Um dos importantes aspectos desse período de sua vida foi o livro de 1921, The Coming of the Fairies ("A Chegada das Fadas"). Ele estava, aparentemente, totalmente convencido da veracidade das fotografias das fadas de Cottingley, que foram reproduzidas no livro, juntamente com outras teorias da natureza e existência de fadas e espíritos.

Na literatura espírita, em especial nas Obras Básicas do espiritismo, não se trata em nenhum momento da existência, ou não, de fadas e gnomos na tradicional forma mitológica. Contudo, no Livro dos Espíritos - mais especificamente nas questões 536 a 540 - é exposto o conceito de que espíritos, muitas vezes em estágios iniciais de evolução, interagem e vivem na natureza. Estes espíritos, segundo a Doutrina Espírita, podem ajudar outros espíritos mais evoluídos em determinadas tarefas que envolvem fenômenos da natureza

Existem espíritas que relacionam a existência destes espíritos com as figuras mitológicas dos gnomos e fadas. No entanto, e apesar de existirem aspectos em comum, a forma como estes seres são comumente descritos na mitologia difere do conceito espírita a respeito dos espíritos elementares.

Formatação, pesquisa e descrição tumular: Helio Rubiales

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